A festa de aniversário da minha irmã estava lotada de gente da família e amigas. Eu, com meus 55 anos, coroa mas ainda firme, não conseguia tirar os olhos das mulheres ali. Muitas lindas, corpos que chamavam atenção, mas nenhuma como a Luana, minha sobrinha de 23 anos. Morena, cabelos pretos na altura dos ombros, pele bronzeada, peitos médios mas empinados que quase saltavam do decote generoso. A sainha jeans justinha e curta mal cobria o rabo delicioso, redondo, daqueles que balançam e fazem qualquer homem babar. Quando ela se mexia, dava pra ver o contorno da calcinha marcando a bundinha firme. Eu estava doido de tesão, o cacete latejando dentro da calça só de imaginar afundar nela. A amiga dela também era uma delícia, mas era na Luana que eu focava. O decote deixava os mamilos quase à mostra, duas bolas durinhas marcando o tecido fino. Eu bebia uma cerveja disfarçando, mas o pau já estava meio duro só de olhar. Passava da uma da manhã quando ela se aproximou, os olhos brilhando de álcool e algo mais. - Tio, tô com medo de ir sozinha no carro pegar uma coisa. Me acompanha? Fui. Claro que fui. No escuro do estacionamento, ela debruçou no banco de trás pra pegar a bolsa. O rabo empinado bem na minha frente, a sainha subindo e mostrando a calcinha enfiada no reguinho. Meu cacete endureceu completo, roçando de leve no tecido. Ela sentiu e deu uma risadinha. - Nossa, tio... kkkk. Tá sentindo isso aí? Me fiz de bobo, mas o sangue já fervia. Voltamos pra festa, mas o clima tinha mudado. Uns minutos depois ela me chamou de novo. - Tio, vem comigo outra vez? Esqueci o outro celular no carro. Fomos. Dessa vez ela fuçava no banco, procurando, mas a posição deixava tudo exposto. A calcinha branca enfiada fundo no cu e na bucetinha. Não aguentei. Me abaixei e passei a língua quente no reguinho dela, subindo devagar até o cuzinho piscando. Luana se encolheu, mas não se afastou. - Tá doido, tio? Que isso... Mas a voz dela saiu manhosa, quase um gemido. Ela deu mole. Sentou no banco do carona, me puxou pro abraço e grudou os lábios nos meus. Os beijos começaram leves, depois viraram molhados, línguas se enrolando com fome. Ela tinha tomado umas quatro latinhas, o corpo quente e solto. - Tio... você tá tão duro... - sussurrou ela, a mão descendo e apertando meu pau por cima da calça. Abriu o zíper com pressa, tirou o cacete pra fora. A mãozinha macia começou a me punhetar, devagar no começo, depois mais firme, esfregando a cabeça inchada. - Que pica grossa, tio... nunca imaginei que fosse tão grande assim. Eu gemi baixo, segurando os peitos dela por cima do decote, apertando os mamilos duros. - Safada... você quer sentar nessa pica, né? Sua bucetinha tá molhada pra caralho. Ela riu safada, puxou a calcinha pro lado e abriu as pernas. Uma perna pro lado do banco, a outra esticada. A bucetinha depilada brilhava de tesão, os lábios inchados e o grelinho saltado. Encaixou a cabecinha grossa na entradinha quente e úmida e desceu devagar. - Aaaahhh... tio... tá entrando... que delícia... O pau foi afundando centímetro por centímetro na bucetinha apertada dela. Ela estava encharcada, o suco escorrendo pelas bolas. Quando sentei até o talo, ela suspirou fundo, os olhos revirando. - Caralho... tá todo dentro... me arromba, tio... Começou a subir e descer rapidinho, quicando no meu colo. O barulho molhado da buceta engolindo a pica ecoava no carro. Eu segurava a bundinha firme, abrindo as bandas e metendo os dedos perto do cuzinho enquanto ela cavalgava. - Isso, sua putinha... rebola nessa rola do tio... tá gostoso? - Tá... muito gostoso... aiiiiii, aiiiiiii, mais fundo... ahhh! Os gemidos dela ficaram desesperados. Ela acelerou, os peitos pulando no decote, mamilos roçando no meu peito. A bucetinha apertava meu pau como um punho quente e molhado. Eu sentia o grelinho dela roçando na base do cacete a cada descida. - Tio... vou gozaaaar... não para... mete forte... Meti pra cima com força, estocadas curtas e brutas. Ela tremeu inteira, a buceta contraindo em espasmos. - Aaaaiii... tô gozandoooooo... porra... que delíciaaa! O gozo dela jorrou, molhando minhas bolas e o banco. Eu não aguentei. Segurei a cintura dela e gozei fundo, jatos grossos enchendo a bucetinha sem camisinha nenhuma. Ela rebolou devagar, ordenhando até a última gota. - Goza dentro, tio... eu tomo remédio... enche essa buceta de porra... Ficamos ali ofegantes, o carro cheirando a sexo. Ela me deu mais um beijo molhado, a mão ainda brincando com o pau semi-duro sujo de gozo e tesão dela. - Safada... você é uma delícia. Essa bucetinha apertada me deixou louco. - E você, tio... que pica maravilhosa. Quero mais depois. Saímos do carro arrumando as roupas. Voltamos pra festa como se nada tivesse acontecido, mas o olhar dela era puro fogo. Ficamos até as duas e quarenta, dançando perto, roçando disfarçado. Eu já pensando em como comer ela de novo, talvez até no cuzinho daquela vez. No dia seguinte, a mensagem dela chegou: "Tio, tô pensando na sua pica o dia todo. Quando a gente repete?"
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