Vi minha esposa sendo enrabada pelo próprio irmão!
Eu me chamo Bruno, 34 anos, e o que vou contar aqui mexe comigo de um jeito que ninguém imagina. Sou alto, magro, branquelo bonitão, casado com a Emily, uma gostosa de 28 anos que parece saída de um clipe de pagode. Ela tem 1,76m, 70kg bem distribuídos, uma bunda empinada que balança gostoso quando ela anda, peitos médios durinhos que cabem perfeitamente na minha mão, cabelo longo que balança nas costas e um corpo malhado pra porra. As mulheres falam mal dela por inveja pura, mas quando eu pego minha esposa, é fogo. A buceta dela aperta minha pica como se quisesse ordenhar, e o cuzinho... ah, o cuzinho dela é apertado e guloso, ela dá com vontade, rebolando e pedindo mais. O Josué, irmão dela de 40 anos, sempre foi muito grudado nela. Defende a irmã como um cão de guarda. Eu sempre tive umas fantasias safadas com isso, mas achava que era coisa de família dos outros. Na nossa, nunca. Até aquele dia. Estava rolando um churrasco lá em casa, piscina cheia, sol batendo forte. Emily apareceu com um biquíni fio dental vermelho que mal cobria os mamilos e deixava a maior parte da bunda de fora. A calcinha entrava no rego, marcando a carne macia. Os caras do grupo babavam, disfarçando, mas o Josué ficava por perto, de olho, protegendo a irmãzinha. Eu circulava, cerveja na mão, mas meu pau já dava umas latejadas só de ver ela molhada saindo da piscina, os bicos dos peitos marcando no tecido fino. Em certo momento ela disse que ia pegar mais gelo dentro de casa. Fiquei conversando com o pessoal, mas uns minutos depois resolvi entrar também. A casa estava silenciosa, o barulho da festa lá fora abafado. Subi as escadas devagar e parei na porta do nosso quarto, que estava entreaberta. A cena me acertou como um soco no estômago e ao mesmo tempo fez meu pau endurecer na hora. Emily estava completamente peladinha na nossa cama, deitada de costas, as pernas abertas. O Josué, irmão dela, estava em cima, mamando aqueles peitos durinhos com fome. Ele chupava forte, fazendo barulho molhado, a língua rodando nos bicos rosados enquanto uma mão descia pela barriga dela até a buceta lisinha, já brilhando de tesão. - Ahhh irmão... chupa mais forte... isso... morde de leve meus peitinhos... - ela gemia baixinho, a voz rouca, arqueando as costas. Josué não respondia com palavras. Só grunhia, enfiando mais o rosto entre os seios dela, sugando como se quisesse tirar leite. Depois desceu a boca devagar, lambendo a barriga, o umbigo, até chegar na buceta inchada. Ele abriu os lábios dela com os dedos grossos e enfiou a língua bem fundo, lambendo o grelinho inchado com vontade. - Porra... que buceta gostosa da minha irmã... tá molhada pra mim de novo, hein sua safada... - ele rosnou, o rosto brilhando com os sucos dela. Emily agarrou os cabelos dele e empurrou a cara contra a xota. - Come minha buceta, Josué... lambe tudo... ai que delícia... seu linguão é maior que o do Bruno... enfia mais fundo... ahhh! Eu fiquei paralisado na porta, o coração disparado, pau latejando dentro da bermuda. Ver minha esposa sendo comida pelo próprio irmão, na nossa cama, era errado pra caralho... mas o tesão era insano. Fiquei ali olhando, a mão quase descendo pra bater uma punheta. Josué virou ela de quatro, empinando aquela bunda perfeita. Ele deu uns tapas estalados nas nádegas, deixando marcas vermelhas. - Olha esse cuzinho... sempre apertadinho pra mim... - ele cuspiu na mão, passou na rola grossa dele e encostou a cabeça na entradinha do cu dela. Emily empinou mais, rebolando. - Enfia devagar primeiro... aiii porra... vai... mete essa pica grossa no meu cu... sou sua putinha, irmão... Ele segurou os quadris dela e empurrou. Vi a rola dele desaparecer centímetro por centímetro no cuzinho guloso da Emily. Ela soltou um gemido longo, desesperado. - Aaaaiii... tá rasgando... mas continua... mete tudo... quero sentir suas bolas batendo na minha buceta... Josué começou a meter com força, o barulho de pele contra pele ecoando no quarto. Ele metia fundo, tirava quase tudo e socava de novo, a mão descendo pra esfregar o grelinho dela enquanto fodia o cu. - Toma sua vadia... esse cu é meu... mais apertado que a buceta da maioria das mulheres... geme pra mim... Emily enterrava o rosto no travesseiro, mas os gemidos saíam altos mesmo assim. - Aiiiiii... aiiiiiii... assim... mais rápido... fode meu cu irmão... eu amo sua pica... Bruno nunca me come assim tão bruto... ahhh porra... vou gozar... não para! Eu via tudo. O jeito que a bunda dela tremia a cada estocada, os sucos escorrendo pela coxa, o rosto dela contorcido de prazer. Josué acelerou, segurando o cabelo longo dela como rédea, metendo como um animal. - Goza no meu pau, Emily... aperta esse cu... isso... caralho que delícia... Ela tremeu inteira, o corpo convulsionando, um gemido rouco saindo da garganta. - Tô gozandooo... aaaahhh irmão... enche meu cu... goza dentro... quero sentir seu leitinho quente... Josué deu mais umas estocadas fortes e gozou, grunhindo baixo, o corpo colado nas costas dela. Vi o cu dela piscando, apertando a rola enquanto ele jorrava por dentro. Eles ficaram um tempo assim, ofegantes. Depois ele saiu devagar, um fio de porra escorrendo do cu arrombado dela. Emily virou, beijou ele na boca com língua, safada. - Você sempre me fode tão gostoso... amo quando vem me comer quando o Bruno não tá... Eu saí dali em silêncio, o pau duro pra caralho, coração na boca. Fechei a porta de acesso à casa pra ninguém entrar e voltei pro churrasco como se nada tivesse acontecido. Pouco depois eles desceram. Emily com um shortinho jeans apertadíssimo, marcando a bunda, o rosto ainda corado. Os caras babavam de novo. Josué todo normal, pegando cerveja como se não tivesse acabado de encher o cu da irmã de porra. Desde aquele dia eu vivo num misto de ciúme, raiva e tesão doentio. Quando saio pra trabalhar, fico imaginando ele chegando aqui, tirando a roupa dela na sala, jogando ela no sofá e metendo aquela pica grossa na buceta molhada. Imagino ela de joelhos, chupando o irmão com vontade, lambendo as bolas, pedindo pra ele gozar na cara dela. Às vezes, quando eu como a Emily, penso nisso e meto mais bruto. Ela geme mais alto, aperta mais. Será que ela sente falta da pica do irmão quando eu tô dentro dela? Será que ela goza pensando nele? Ontem à noite, depois de foder ela no cu, fiquei abraçado e quase perguntei. Mas o medo de perder ela é grande. Enquanto isso, o tesão só cresce. Ver ela sendo comida pelo Josué foi a coisa mais safada e excitante que já vivi. E eu sei que vai acontecer de novo. Ele sempre aparece quando eu não tô. E eu... eu fico louco só de imaginar.
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Tu é corno do Cunhado...já que levou gaiada pq não admite pra ela que tu sabe de tudo e assim vocês formam um trio talvez ela goste de fazer DP e se torne a puta favorita de vocês 2.
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