Caio mal tinha completado 18 anos quando se mudou pra casa da tia Adélia. Os pais dele moravam num sítio a 250 km de Belo Horizonte e o curso superior exigia que ele viesse pra capital. A tia Adélia, 40 anos bem vividos, morena clara, corpo bem trabalhado na academia, bundão empinado e pernas grossas que pareciam feitas pra apertar um homem entre elas. O tio Orlando, 45 anos, era gente boa pra caralho, mas vivia viajando por causa do trabalho. Isso deixava a casa só pra eles dois a maior parte do tempo. No começo, Caio tentava se comportar. Mas era impossível. Tia Adélia andava pela casa de shortinho apertado que marcava a buceta gorda, sainha curta que subia e mostrava metade da bunda, legging que grudava na carne e até de calcinha fio dental quando saía do banho. O moleque, ainda virgem, começou uma maratona de punhetas insana. Todo dia, depois de ver ela se abaixar pra pegar alguma coisa ou cruzar as pernas no sofá, ele corria pro quarto, baixava a cueca e batia uma punheta violenta imaginando aquela buceta madura engolindo sua pica. Uma noite, durante o jantar, o tio Orlando brincou: - Então, Caio, tu ainda é virgem, né rapaz? Caio deu uma risada nervosa. Tia Adélia estava bem ali, ouvindo tudo. Ela parou o garfo no ar e olhou pro sobrinho de cima a baixo, demorando o olhar na virilha dele. - Sou sim, tio... ainda não rolou. No dia seguinte, por volta das dez da manhã, tio Orlando tinha saído cedo. Caio estava no quarto quando tia Adélia apareceu na porta, vestida só com um shortinho jeans apertadíssimo e uma blusinha fina sem sutiã. Os bicos dos peitos grandes marcavam o tecido. - É verdade mesmo que você é virgem, Caio? - ela perguntou com a voz baixa, quase rouca. - Sim, tia... sou. Ela mordeu o lábio inferior e deu um passo pra dentro do quarto. O olhar dela estava diferente, carregado de tesão. Caio sentiu o pau endurecer na hora. Ele não aguentou. Foi pro banheiro, deixou a porta meio aberta de propósito e tirou toda a roupa. Entrou debaixo do chuveiro já com a pica latejando, grossa, cabeça roxa inchada. Não demorou nem dois minutos. Tia Adélia empurrou a porta e entrou. Sem falar nada, ela fechou a porta atrás de si, olhou pro pau dele e sorriu safada. - Caralho, sobrinho... que pica grossa você tem. Ela se aproximou, ainda de shortinho e blusinha, ajoelhou no chão molhado do banheiro e segurou a vara dele com as duas mãos. Começou a punhetar devagar, olhando nos olhos dele. - Tia... porra... - Caio gemeu. - Shhh, deixa a tia cuidar de você, virgem safado. Ela abriu a boca e engoliu a cabeça da pica dele num gole só. Mamava igual bezerra faminta, chupando forte, lambendo toda a extensão enquanto a mão massageava as bolas pesadas. Caio segurou a cabeça dela, sentindo aquela boca quente e molhada deslizar pra cima e pra baixo. - Ahhh porra, tia... que boca gostosa... chupa mais fundo... Ela tirou o pau da boca só pra lamber as bolas e depois descer mais, enfiando a língua no cuzinho dele sem vergonha nenhuma. - Delícia de cuzinho apertado... - ela murmurou antes de voltar a mamar a pica inteira, engasgando um pouco mas sem parar. Caio não aguentou muito. Tirou ela do chão, tirou o shortinho e a blusinha dela num arranco. O corpo da tia era uma delícia: peitos grandes com bicos escuros duros, buceta depilada com os lábios carnudos brilhando de tesão, bundão redondo. Ele sentou no banco do banheiro e ela subiu em cima, posicionando a buceta molhada na cabeça da pica. - Vai devagar, tia... eu sou virgem... - Relaxa, meu amor. A tia vai quebrar esse cabaço gostoso. Ela desceu devagar. A buceta quente, apertada e molhada começou a engolir a pica grossa. Caio sentiu uma dor horrível, mas o prazer era maior. - Aiii caralho... tá doendo... mas continua... - ele grunhiu. - Isso, vai entrando... ahhh que pica grossa... tá abrindo minha bucetinha... - ela gemeu, descendo mais. Sangue misturado com os sucos dela escorreu pela pica dele quando o hímen dele (sim, o cabaço dele) foi quebrado. Tia Adélia subia e descia devagar, rebolando, apertando os peitos enquanto gemia alto. - Aiiii meu Deus... que delícia... fode sua tia, Caio... mete essa pica virgem na minha buceta... Ele segurou a bunda dela e começou a estocar por baixo. Os gemidos dos dois enchiam o banheiro. Ela gozou primeiro, tremendo inteira, esguichando na pica dele. - Tô gozandooo... aaaahhh porraaa... suja a buceta da tia... Caio não aguentou e gozou dentro, enchendo a buceta madura de porra quente. Mas não terminou. O pau ainda duro, ela o puxou pro quarto. Na manhã seguinte, às sete horas, tia Adélia apareceu no quarto dele só de fio dental vermelho, peitos livres balançando. Caio ainda estava deitado. Ela puxou o lençol, tirou a cueca dele e viu a pica já babando pré-gozo. - Bom dia, meu amante... - ela sussurrou. - Tia... caralho... Ela engoliu o pau inteiro de uma vez, mamando com fome, lambendo as bolas, enfiando a língua no cuzinho dele de novo. Caio virou ela de lado, abriu as pernas grossas e enfiou a cara na buceta. - Que bucetinha cheirosa... - ele disse antes de chupar o grelinho inchado, enfiando dois dedos dentro enquanto lambia o cuzinho piscando. - Chupa meu grelinho, Caio... ai que delícia... mama a buceta da tia... lambe meu cu também... issooo... aaaahhh... Ele devorou ela. Chupava a buceta fazendo barulho, enfiava a língua no cu apertado, mordia de leve os lábios carnudos. Tia Adélia se contorcia na cama, puxando o cabelo dele. - Come minha buceta, porra... enfia essa língua fundo... ai vai... vou gozar na sua boca... Ela gozou forte, sujando o queixo e o pau dele todo. Depois virou de quatro, empinou o bundão e abriu as nádegas. - Agora fode meu cu, Caio... quero sentir essa pica grossa abrindo meu cuzinho... Ele cuspiu na rola, posicionou e empurrou. O cu dela era apertado pra caralho. Entrou devagar, sentindo as paredes quentes apertarem. - Aaaaiii que dor gostosa... mete devagar... vai... abre o cu da tia... - Porra, tia... seu cu tá engolindo minha pica... que delícia... Ele começou a meter mais forte. Os tapas da barriga dele na bunda dela ecoavam no quarto. Ela gemia desesperada: - Mais forte... fode meu cu... me arromba... aaaahhh Caiooo... que pica boa... Ele metia fundo, puxando o cabelo dela, dando tapas na bunda. Gozou dentro do cu, enchendo de porra quente. Ela gozou de novo, tremendo, o cuzinho piscando em volta da pica dele. Daquele dia em diante, virou amante dela. Três ou quatro vezes por semana, sempre que o tio saía, eles transavam como animais. Às vezes no sofá da sala, ela cavalgando ele de frente, peitos balançando, gemendo alto: - Monta nessa pica, tia... rebola essa buceta gulosa... - Aiiii que delícia... tô viciada na pica do meu sobrinho... me enche de porra... Outras vezes ele comia ela na cozinha, por trás, enquanto ela segurava na pia. Buceta molhada escorrendo, cu piscando pedindo mais. Ele lambia tudo, chupava os peitos, enfiava dedos no cu enquanto metia na buceta. Uma tarde quente, eles transaram no quarto dela, na cama do tio. Ela de quatro, bundão empinado, Caio metendo alternando buceta e cu. - Troca de buraco, vai... fode os dois... aaaahhh que tesão... - Sua vadia... buceta e cu da tia são meus agora... toma porra... Ele gozava dentro, tirava, enfiava no outro buraco, misturando tudo. Ela pedia mais, gemia desesperada, xingava de tesão: - Me arromba, Caio... sou sua puta particular... fode essa tia safada... Os encontros eram intensos, suados, cheios de saliva, porra e gemidos roucos. Ele aprendia rápido: chupava o grelinho até ela esguichar, metia quatro dedos na buceta enquanto lambia o cu, fazia ela mamar a pica até engasgar. Ela ensinava: rebolava devagar, apertava a buceta em volta da pica, sentava no rosto dele e esfregava a buceta molhada na boca do sobrinho. O tio Orlando nunca desconfiou. Enquanto ele via televisão na sala, Caio e Adélia trocavam olhares safados, ela passando a mão discretamente na virilha dele por baixo da mesa. Caio tinha virado o amante secreto da tia. E os dois não pretendiam parar tão cedo. Toda vez que ela via ele, a buceta molhava na hora. Toda vez que ele via ela de shortinho, a pica endurecia querendo mais daquela buceta e daquele cu maduros e gulosos.
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