Bruno sentou na poltrona da sala escura, o pau latejando dentro da cueca enquanto observava a filha, Larissa, passar pela cozinha. Aos 19 anos, ela era um furacão de tesão ambulante. Loira, 1,68m de pura putaria, peitos empinados que balançavam livres por baixo da regata fina, bundão duro e redondo moldado por anos de academia, coxas grossas e firmes que pareciam feitas pra apertar uma cintura. A barriguinha definida brilhava de suor depois do treino. Ele engoliu seco, sentindo o cheiro dela no ar – mistura de perfume doce com suor jovem. - Porra, filha... você tá me matando hoje – murmurou baixo pra si mesmo. Aline, a esposa, já tinha ido dormir. Larissa veio andando devagar, shorts curto subindo até mostrar a curva da bunda, e parou na frente dele. - Pai, tá tudo bem? Você parece quente... – disse ela com aquela voz manhosa, inclinando o corpo pra frente. Os bicos dos peitos marcavam o tecido. Bruno sentiu a pica endurecer mais. Fazia meses que ele cheirava as calcinhas dela no banheiro, lambendo o fundinho molhado depois que o namorado ia embora. Às vezes encontrava gosma fresca, sinal que o cara tinha fodido a bucetinha apertada ou o cuzinho rosado da filha. Ele gozava lambendo aquilo tudo, imaginando o gosto real. - Vem cá, Larissa. Senta aqui no colo do pai um pouco – pediu ele, voz rouca. Ela hesitou só um segundo, mas sorriu safada e sentou. A bunda quente encostou direto na barriga dele, pressionando a rola dura. - Aiiiii, pai... tá sentindo alguma coisa aí embaixo? – riu ela, rebolando devagar. - Tô sentindo é o tesão que você me dá, sua putinha. Desde que seus peitinhos começaram a crescer e essa bundona a ficar dura eu vivo louco por você. Sua mãe nem imagina o quanto eu bato punheta pensando nessa bucetinha. Larissa virou o rosto, olhos brilhando de surpresa e excitação. Ela mordeu o lábio. - Pai... isso é errado... mas eu também sinto. Quando você me olha na academia, eu fico molhada. O namorado me come, mas eu penso no seu pau. É maior, né? Bruno não aguentou. Agarrou os peitos dela por cima da regata, apertando forte, sentindo os mamilos endurecerem. - Tira essa roupa, filha. Quero ver tudo. Ela obedeceu rápido, tirando a regata. Os peitos pularam livres, rosados, mamilos duros. Depois o short e a calcinha. A buceta depilada brilhava, inchada, grelinho aparecendo entre os lábios carnudos. O cuzinho piscava logo abaixo. - Olha como tá molhada, pai... só de você olhar. Bruno abaixou a cueca. A pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, pulou pra cima. - Chupa o pau do pai, Larissa. Quero sentir essa boquinha quente. Ela se ajoelhou no chão, olhos vidrados na rola. Segurou com as duas mãos e lambeu da base até a cabeça, devagar. - Hmmm... que pica gostosa, pai. Grossa pra caralho. Vou engolir tudo. Abriu a boca e engoliu metade, chupando com fome, saliva escorrendo pelos cantos. Bruno segurou o cabelo loiro dela e fodeu a boca devagar, batendo no fundo da garganta. - Isso, minha putinha... engole a pica do papai. Você é melhor que sua mãe nisso. Gemidos molhados enchiam a sala. Gluck... gluck... Larissa babava, olhos lacrimejando, mas não parava. Ele puxou ela pra cima. - Vem, senta na pica. Quero foder essa bucetinha que eu criei. Larissa subiu no colo, posicionou a cabeça grossa na entrada melada e desceu devagar. A buceta apertada engoliu centímetro por centímetro. - Aaaahhh... pai... tá me abrindo toda... que rola grande... tá enchendo meu buraco... Ela rebolava desesperada, subindo e descendo, peitos pulando no rosto dele. Bruno chupava os mamilos com força, mordendo de leve, enquanto apertava a bundona com as duas mãos. - Que buceta apertada, filha da puta. Tá me apertando o pau todo. Mais rápido, rebola pra mim. Os gemidos ficaram mais altos, desesperados. - Aiiiii pai... aiiiii que delícia... me fode... me fode forte... sua pica tá batendo no fundo... aaaahhh... vou gozar... O corpo dela tremeu inteiro, buceta contraindo, esguichando um pouco de porra quente na barriga dele. Bruno não parou. Virou ela de quatro no sofá, bundão empinado pra ele. - Agora o pai vai comer esse cuzinho também. Tá piscando pra mim. Cuspiu na mão, passou na rola e no cuzinho rosado. Empurrou devagar. A cabeça entrou com um pop. - Uuuuhhh... pai... tá rasgando meu cu... devagar... aaaaiii... Ele segurou os quadris e meteu fundo, sentindo o cuzinho apertar como um punho quente. O barulho de pele contra pele ecoava – plap plap plap. - Que cu guloso, Larissa. Tá tomando a pica inteira. Sua mãe nunca aguenta assim. Ela empinava mais, rebolando contra ele. - Me fode o cu, pai... me arromba... sou sua putinha... fode mais forte... aaaahhh... isso... assim... Bruno metia com fúria, saco batendo na buceta molhada. Ele esticou a mão e esfregava o grelinho inchado dela. - Goza de novo, filha. Goza com o pau do pai no seu cuzinho. Larissa gritou, corpo convulsionando, outro orgasmo forte fazendo ela apertar mais o cu. Bruno não aguentou. - Vou gozar dentro, filha... toma a porra do papai... Jatos grossos e quentes encheram o intestino dela. Ele ficou lá dentro, pulsando, até esvaziar tudo. Quando tirou, o cuzinho ficou aberto, porra escorrendo misturada com a buceta pingando. Eles caíram no sofá, suados, ofegantes. Mas não acabou aí. Depois de alguns minutos, Larissa virou e começou a chupar de novo, limpando a pica suja de porra e sucos. - Quero mais, pai. Quero que você me foda a noite toda. Me usa como quiser. Bruno sorriu, pica endurecendo outra vez. - Então vira de lado, filha. Vou foder os dois buracos hoje. A noite virou um festival de sacanagem. Ele comeu a buceta no missionário, olhando nos olhos dela, dizendo safadezas. - Essa bucetinha que eu vi crescer agora tá engolindo minha rola. Você é minha, Larissa. Só minha. Ela gemia alto: - Sim, pai... sou sua vadia... me enche de porra... me faz gozar de novo... Ele virou ela, meteu na buceta por trás enquanto enfiava dois dedos no cu. Depois trocou, pica no cu e dedos na buceta, esfregando o grelinho até ela esguichar no sofá. - Aaaahhh pai... tô gozando de novo... meu cu tá piscando... me enche... Mais uma vez ele gozou, agora na boca dela. Larissa engoliu tudo, lambendo os cantos, olhos vidrados de prazer. - Deliciosa a porra do papai... Eles continuaram até o amanhecer. Em um momento ele sentou e ela cavalgou de frente, peitos balançando, enquanto ele chupava os mamilos. Em outro, ele deitou e ela sentou no rosto dele, esfregando a buceta molhada na boca do pai, gozando enquanto ele lambia o grelinho e enfiava a língua no cu. - Lambe meu cuzinho, pai... issoooooo... chupa minha buceta... aaaahhh... O cheiro de sexo enchia a casa. Suor, porra, buceta molhada. Bruno sentia o martírio virar realidade. Ele fodia a filha com a mesma intensidade que imaginava há anos, e ela correspondia com fome, pedindo mais. - Me fode mais forte, pai... quero sentir dor de tão fundo... me arromba esses buracos... Quando o sol começou a entrar pela janela, eles estavam exaustos, corpos colados, porra escorrendo das coxas dela. Larissa beijou o peito dele. - Agora eu sei por que você sempre olhava tanto. Quero isso todo dia, pai. Enquanto a mamãe não estiver. Bruno apertou a bunda dela. - Pode deixar, minha putinha. Essa pica agora é só pra você quando quiser. Sua buceta, seu cu, sua boca... tudo meu. Eles ficaram ali, respirando juntos, o segredo mais delicioso e proibido que poderiam ter. O tesão que começou com calcinhas roubadas virou uma foda intensa, crua, sem limites. E Bruno sabia que ia repetir aquilo sempre que pudesse. Larissa era a mulher mais gostosa da casa agora, e ele, o pai sortudo que finalmente provou o fruto proibido. Mais tarde, no quarto dela, enquanto Aline estava no trabalho, eles repetiram tudo. Larissa de quatro na cama, bundão empinado, Bruno metendo alternando buceta e cu. - Troca de buraco, pai... fode minha buceta agora... isso... agora volta pro cu... aaaaiii... que delícia... Ele puxava o cabelo loiro dela como rédea, metendo fundo. - Toma, sua safada. Essa bundona é minha pra arrombar quando eu quiser. Ela gritava gemidos roucos: - Sim... arromba... me faz sua putinha particular... goza dentro de novo... Ele gozou pela terceira vez, enchendo o cu dela até transbordar. Depois limpou com a língua, chupando a própria porra misturada com os sucos da filha. Larissa tremia de prazer. - Pai... você é louco... mas eu adoro... Eles tomaram banho juntos. Ele ensaboou os peitos, a buceta, o cu, enfiando dedos enquanto ela se masturbava no chuveiro. - Esfrega meu grelinho, pai... issooooo... vou gozar de pé... Outro orgasmo, pernas tremendo. Depois ela ajoelhou no box e chupou até ele gozar no rosto dela, porra escorrendo nos peitos. O dia inteiro foi assim. Foda atrás de foda. Na cozinha, ele sentou ela na mesa, pernas abertas, e comeu a buceta com a boca até ela implorar por mais pica. Depois fodeu em pé, contra a geladeira, peitos esmagados contra o peito dele. - Me carrega no colo e me fode, pai... Ele segurou aquelas coxas grossas e meteu em pé, subindo e descendo ela na rola. - Que buceta gulosa... tá sugando meu pau... Gemidos ecoavam pela casa vazia: - Aaaahhh... pai... mais fundo... me quebra... Eles gozaram juntos, porra escorrendo pelas pernas dela pro chão. No final do dia, deitados na cama dela, Larissa acariciava a pica semi-dura. - Quero que você me coma todo dia, pai. Quero sentir essa rola me enchendo sempre. Esquece a mamãe às vezes... eu dou tudo que você quiser. Bruno beijou o pescoço dela. - Você é minha agora, filha. Essa bucetinha e esse cuzinho vão ser fodidos sempre que eu mandar. E assim começou o segredo deles. Um tesão incestuoso que cresceu de olhares e calcinhas roubadas pra noites inteiras de putaria sem limites. Gemidos desesperados, porra pra todo lado, buceta e cu arrombados com prazer. Bruno finalmente realizou o desejo proibido, e Larissa se entregou completamente, virando a putinha particular do pai.
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