Thiago mal conseguia se controlar mais. Aos 25 anos, corpo definido da academia, 1,78m de puro tesão acumulado, ele vivia naquela casa com a mãe e os avós desde a separação dos pais. A mãe, Rosa, aos 43 anos, era uma tentação ambulante: 1,75m, 65kg, peitos médios firmes que balançavam quando ela andava pela casa, e uma bunda redonda, empinada, daquelas que faziam qualquer homem babar. Ela tinha pele morena clara, cabelo castanho na altura dos ombros e um sorriso que deixava o filho louco. Desde os 20 anos Thiago sentia aquele fogo proibido. Toda vez que via a mãe de calcinha, especialmente de fio dental enterrado no rego daquele rabo gostoso, o pau dele ficava duro na hora. Ele passava horas no quarto batendo punheta pensando nela, imaginando como seria enfiar a pica grossa naquela buceta ou no cuzinho apertado. Cheirava as calcinhas sujas dela no cesto, lambia o cheiro de buceta e suor, gozava jatos grossos fantasiando chupar aquele grelo. Aí ela arrumou um namorado. O cara comia ela pra caralho. Thiago ouvia os gemidos quando eles transavam na casa, ouvia a mãe saindo pra casa dele pra foder o dia todo. Isso só aumentava o tesão. - Porra, ele deve tá metendo nessa buceta molhada e nesse cu todo dia, pensava Thiago, punhetando furiosamente. Mas Thiago decidiu investir. Começou a provocar. Quando ela estava de shortinho justo, ele passava roçando o volume do pau no rabo dela. Rosa fingia que nada, mas ele via o corpo dela reagir, um suspiro baixo, as pernas apertando. Certo dia, na cozinha, ela de saia leve, preparando o almoço. Thiago não aguentou. Chegou por trás, ergueu a saia rápido e colou o cacete duro por cima da calcinha, encaixando no rego quente da bunda. - Thiago! Que porra é essa? - ela tentou se soltar, mas ele segurou firme pela cintura, esfregando a rola latejante entre as nádegas. - Só uma brincadeirinha, mãe... você tá tão gostosa hoje. Ela se soltou, vermelha, mas com os bicos dos peitos marcando a blusa. - Tá louco, menino? Isso não pode. Daquele dia em diante, a provocação dela aumentou. Sentava no sofá de saia, abria as pernas devagar. Thiago via a bucetinha lisinha, sem pelinhos, rosada e brilhando. Um dia, sozinho em casa com ela, Rosa sentou bem na frente dele e abriu um pouco mais. Ele não pensou duas vezes. Segurou as coxas macias dela e meteu a cara ali, língua lambendo direto na fenda molhada. - Ahhh! Thiago... não... para... - mas a voz dela falhava. Ele chupou forte, sugando o grelo inchado, enfiando a língua fundo na buceta quente que já escorria. Rosa se contorcia, mãos no cabelo dele. - Porra... que boca gostosa... chupa o grelo da mamãe, vai... Ele mamou aquele clitóris como um louco, dedos abrindo os lábios, sentindo o mel escorrendo. Ela gozou forte, tremendo, apertando a cabeça dele contra a buceta. - Aaaaiiihh! Tô gozando, filho... na sua boca! Thiago levantou, levou ela pro quarto. Tirou o vestido devagar, revelando os peitos durões, mamilos escuros duros. Mameu um, depois o outro, mordiscando. - Delícia... esses peitos são meus agora. Rosa, ofegante, desceu a mão pro short dele, massageando o pau por cima do tecido. - Tá tão duro... deixa eu ver essa pica. Ele derrubou short e cueca. A rola grossa, veias saltadas, pulou pra fora. Rosa segurou firme, punhetando devagar, apertando os ovos pesados. - Nossa, que cacete grande do meu filho... - Ela se ajoelhou, lambeu da base até a cabeça, depois engoliu tudo. Garganta profunda, nariz encostando na barriga, bolas de fora enquanto ela engolia. - Aaaafff... que garganta gulosa! - Thiago gemia. Ela sugou as bolas, uma de cada vez, depois colocou as duas na boca quente, punhetando a vara babada. - Mmm... gosto do seu cheiro, filho. Ele queria mais, mas ela pediu. - Me fode agora. Quero essa vara dentro. Thiago sentou na cabeceira da cama, pau em pé. Rosa subiu, buceta molhadinha roçando a cabeça, e desceu liso, engolindo tudo. - Uuuuhhh! Que delícia... tá enchendo a mamãe toda... - Ela começou a cavalgar, subindo e descendo, bundona batendo nas coxas dele. Thiago via o cuzinho piscando, apertadinho. - Quero comer esse cu, mãe. - Agora não... fode a buceta primeiro. Eles foderam forte. Rosa quicando desesperada, peitos pulando, gemendo alto. - Mais fundo, Thiago! Mete essa pica grossa na buceta da sua mãe! Ele segurava o rabo, metendo pra cima. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto. Ela gozou de novo, apertando a pica com as paredes quentes. - Aaaahhh! Gozando... porra! Na hora dele gozar, Thiago puxou ela pra baixo, enterrando até o talo e jorrando jatos grossos de porra quente dentro da buceta. - Toma, mãe... enchei você de leite. Tomaram banho juntos. Ainda duro, ele provocava. Rosa batia punheta nele no chuveiro, sorrindo safada. - Ainda quer mais, né? Safado. Thiago pegou o gel de banho. - Deixa eu lubrificar esse anelzinho gostoso. Rosa empinou o rabo no box, mãos na parede, água escorrendo nas costas. O cuzinho piscava, limpo e convidativo. Ele passou gel na rola e no buraco, pressionou a cabeça. - Relaxa, mãe... vai entrar. - Uuuuhh... devagar... tá grande demais... - Ela gemia, choramingando enquanto a cabeça entrava. Thiago empurrou devagar, sentindo o cu apertado engolindo a pica. - Porra... que cu apertado... tá me apertando todo. - Aaaaiii... dói gostoso... mete devagar... - Rosa gemia desesperada, mão descendo pra esfregar o grelo. Ele foi fundo, até as bolas encostarem na buceta molhada. Começou a foder o rabinho com ritmo, uma mão batendo siririca no grelinho inchado. - Mais forte, filho! Fode o cu da mamãe! - Ela gritava, voz rouca de prazer. Gemidos ecoavam. - Aaaahhh! Tá me arrombando... que delícia... não para! Thiago metia fundo, estocadas fortes, pele batendo em pele. O cuzinho dela piscava em volta da pica, sugando. Ele sentia o orgasmo dela chegando pelo cu. - Tô gozando de novo... com esse pau no meu cuuuuu! Aaaaiiihhhh! - Rosa tremeu violentamente, squirt escorrendo pelas pernas. Não aguentou. Thiago explodiu, enchendo o intestino dela de porra quente. - Toma no cu, mãe... toda minha! Depois disso, virou rotina. O namorado dela ainda ligava, doido pra voltar, mas Rosa agora era dele. Thiago comia ela todo dia. Gozava na boca gulosa, no rosto safado, enchendo a buceta, o cuzinho, a barriga, os peitos. Ela virava a mulher dele dentro de casa. Uma tarde, depois de foder na sala, Rosa de quatro no sofá, rabo empinado pingando porra. - Vem, filho... limpa esse cu com a língua depois. Thiago lambeu o cuzinho arrombado, misturado com a porra dele, enquanto ela gemia baixinho. - Você é louca por isso agora, né? - Sou sua puta, Thiago. Essa buceta e esse cu são só pra você. Me fode quando quiser. Eles continuaram. Noites inteiras de sexo selvagem. Ele mamando os peitos enquanto metia no cu, ela pedindo mais porra, engolindo tudo. O tesão proibido virou vício total. Rosa nunca mais olhou pro namorado. Thiago, com o pau sempre pronto, tinha encontrado o paraíso na própria casa. Em uma noite quente, depois de gozar três vezes nela, os dois suados na cama, Rosa deitou no peito dele, mão acariciando a pica mole. - Nunca pensei que ia amar tanto o cacete do meu filho. Me arromba todo dia, tá? - Pode deixar, mãe. Essa bunda e essa buceta são minhas pra sempre. E assim eles viveram, intensos, sujos, sem limites. Gemidos, porra, chupadas, tudo que o desejo mandava.
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