Sogro amante!



Leticia acordou com o corpo ainda quente da noite anterior. Aos 19 anos, com seus 165 centímetros, 52 quilos bem distribuídos, cabelos longos vermelhos caindo como fogo nas costas, ela era o tipo de garota que fazia qualquer homem virar a cabeça. Namorava Arthur havia três anos. Ele, 23 anos, motoqueiro no estilo gang, tatuado, cheiro de couro e cigarro, sempre a pegava com força quando queria. Mas ultimamente o pensamento dela não parava no namorado.
Alfredo, o sogro de 53 anos, era um homem maduro, forte, com mãos grandes de quem trabalhou a vida inteira. Ele a secava descaradamente quando achava que ninguém via. Olhos famintos percorrendo as coxas dela, a bunda empinada, os peitos firmes. Leticia nunca contou pro Arthur. Pra quê? Só complicaria tudo. Dona Glaucia, a sogra, era uma mulher boa, e Leticia não queria bagunçar a família.
Naquela manhã, Arthur saiu cedo com a mãe na garupa da moto para o médico. Leticia ficou sozinha no quarto dele, porta trancada. Ou melhor, quase sozinha. O quarto de Alfredo ficava no corredor. Ela ouviu gemidos baixos, roucos. Parecia dor. Preocupada, caminhou devagarinho pelo corredor. A porta dele estava entreaberta.
Empurrou um pouquinho e congelou.
Alfredo estava completamente pelado na cama, pernas abertas, mão grossa subindo e descendo no pau enorme. A pica dele era grossa, veias saltadas, cabeça vermelha e inchada brilhando de pré-gozo. As bolas pesadas balançavam a cada movimento. Ele gemia baixo, olhos fechados:
- Ahhh Leticia... minha gatinha gostosa... vem sentar nessa pica do seu sogro... vou te comer todinha, sua putinha...
Leticia sentiu a buceta latejar na hora. Um calor molhado se espalhou entre as pernas. Ela apertou as coxas, mas não conseguiu tirar os olhos. Ele acelerou o punheta, a mão batendo forte, as bolas estalando.
- Porra, Leticia... sua bucetinha apertada... vou gozar dentro de você, meu amor... toma essa porra toda...
De repente ele arqueou as costas e esguichou. Jatos grossos, brancos, subindo alto: um, dois, três, quatro, cinco, seis jatos potentes que caíram na barriga peluda dele, escorrendo até o umbigo. O pau ainda pulsava, soltando mais porra aos poucos. Leticia sentiu o grelo inchado roçando na calcinha. Correu de volta pro quarto, coração disparado, buceta pingando. Fechou a porta e enfiou a mão dentro da calcinha. Dois dedos entraram fácil, molhados. Gozou em menos de um minuto pensando naquela pica cabeçuda.
Daquele dia em diante, aquilo não saiu da cabeça dela. Toda vez que via Alfredo, imaginava ele metendo aquela grossura nela.
Um dia na piscina da casa, enquanto Arthur mexia no celular, Leticia puxou Alfredo num canto.
- Eu vi, Alfredo. Aquele dia que a Glaucia foi no médico. Eu vi você batendo punheta chamando meu nome.
Ele parou, olhou pra ela com um sorriso safado.
- E o que você fez, hein? Ficou olhando meu cacete?
- Fiquei. E fiquei molhada pra caralho.
Ele riu baixinho e saiu, mas o ar ficou carregado de tesão.
Dias depois, Arthur tinha prova na faculdade. Alfredo se ofereceu pra levar Leticia pra casa. Eram 7h30 da manhã. Ela vestiu uma calça legging preta bem apertada, que marcava cada curva da bunda e das coxas. Subiu no carro. Logo percebeu o volume enorme na calça do sogro. A pica dele estava semi-dura, empurrando o tecido.
Alfredo olhava descaradamente pras coxas dela enquanto dirigia. Leticia abriu um pouco as pernas, sentindo a buceta latejar de novo. Ele mudou a rota. Em vez de ir pra casa dela, pegou a rodovia. Parou num motel discreto.
- Quarto super luxo – ele disse pro rapaz da recepção.
Assim que entraram, Alfredo não perdeu tempo. Agarrou Leticia pela cintura, colou o corpo quente no dela e enfiou a língua na boca dela com fome. Beijo molhado, profundo, desesperado. As mãos dele apertavam a bunda dela por cima da legging.
- Porra, Leticia... eu sonhei tanto com isso... – ele rosnou entre beijos.
Tirou uma tesoura pequena do bolso.
- Vira de costas, gatinha.
- Pra quê? – ela perguntou, voz tremendo de tesão e medo.
- Vira.
Ele a virou, segurou a legging na altura da bunda e cortou. Riiiip. A calça abriu bem no meio, deixando a bunda redonda e o fio dental enterrado no rego à mostra. Alfredo ajoelhou, puxou o fio dental pro lado e enfiou a cara entre as nádegas.
- Hmmmmm... que cu gostoso... – lambeu o cuzinho dela com vontade, língua girando no anel apertado.
Leticia gemeu alto, segurando na parede.
- Aiiii Alfredo... ninguém nunca chupou meu cu assim... porra... que delícia...
Ele chupava com fome, enfiando a língua o máximo que conseguia, enquanto a mão dele ia pra frente e esfregava o grelo inchado por cima da calcinha molhada. Leticia tremia, pernas fraquejando.
Ele se levantou, tirou a roupa. O pauzão pulou pra fora, grosso, latejando, cabeça enorme brilhando.
- Nossa... sonhei tanto com essa pica... – Leticia murmurou, caindo de joelhos.
Segurou o cacete com as duas mãos. Era grosso demais pra uma só. Abriu a boca e mamou. Chupou a cabeça, lambendo o pré-gozo salgado, desceu pra chupar as bolas pesadas, uma de cada vez, enquanto a mão masturbava o eixo.
- Isso, mame o pau do seu sogro, sua safada... – Alfredo gemia, segurando os cabelos vermelhos dela.
Ele a levantou, cortou o resto da legging até cair no chão. Cortou a blusa também, depois o sutiã. Leticia ficou nua, peitos empinados, buceta depilada brilhando de tesão.
Alfredo a jogou na cama, abriu as pernas dela e enfiou a cara na buceta. Chupou o grelo com força, sugando, lambendo rápido.
- Ahhhhhhh! Alfredo! Chupa meu grelo... assim... porra... vou gozar na sua boca!
Ele enfiou dois dedos grossos na buceta apertada, fodendo enquanto chupava. Leticia se contorcia, mãos agarrando os lençóis. Gozou forte, esguichando um pouco na cara dele, gemendo desesperada.
- Aaaaiiiii... tô gozando... caralho...
Sem dar tempo, Alfredo se posicionou. Segurou o pau grosso e esfregou a cabeça na entrada molhada.
- Vou te comer agora, minha nora safada. Toma essa pica.
Empurrou devagar. A cabeça grossa abriu a buceta dela, centímetro por centímetro. Leticia arregalou os olhos.
- Aiiii que grossa... devagar... tá me abrindo toda...
Ele meteu até o fundo. As bolas bateram na bunda. Começou a foder com força, estocadas profundas, ritmadas. A cama batia na parede.
- Toma... toma essa pica do sogro... sua bucetinha é tão apertada... – ele grunhia.
- Me fode... me fode com força... Alfredo... ahhh... mais fundo!
Ele acelerou, suado, batendo a pica grossa sem parar. Segurou os peitos dela, beliscando os bicos. Leticia gemia sem controle, unhas cravadas nas costas dele.
- Tô gozando de novo... porra... tô gozando na sua pica!
O corpo dela tremeu inteiro. Buceta apertando o pau dele. Alfredo não parou. Virou ela de quatro, segurou a cintura e meteu de novo, agora batendo a barriga na bunda redonda.
- Olha esse cu... que delícia... – ele cuspiu no cuzinho e enfiou o polegar devagar enquanto continuava fodendo a buceta.
Leticia gritava de prazer.
- Aiiii meu Deus... tá me enchendo toda... me fode o cu também depois... quero tudo...
Ele tirou o pau, brilhando de melado, e encostou no cuzinho. Empurrou devagar. Leticia mordeu o travesseiro.
- Aaaaaahhh... tá entrando... que grossa... devagar... aiiiii que delícia...
Ele meteu o pau inteiro no cu dela. Começou a foder o cuzinho apertado com estocadas longas. Leticia gemia rouca, desesperada.
- Me fode o cu... Alfredo... me arromba... porra...
Ele metia cada vez mais rápido, bolas batendo na buceta molhada. Segurou os cabelos vermelhos dela como rédea.
- Vou gozar dentro... toma toda a porra do seu sogro...
Com um gemido gutural, ele explodiu. Jatos quentes, grossos, enchendo o cu dela. Leticia sentiu cada pulsada, gozando junto, buceta escorrendo.
Ficaram ofegantes na cama. Ele ainda dentro dela.
- Faz um ano que a gente faz isso escondido – Leticia contou depois, vestindo uma blusinha e short da bolsa. Jogaram as roupas cortadas fora. – Eu vou me casar com o Arthur esse ano... mas não quero parar com você. Você me fode como ninguém. A pica é menor que a do Arthur, mas é tão grossa... me abre toda.
Alfredo sorriu, passando a mão na bunda dela.
- Então vai ser assim, gatinha. Você casa com ele, mas sempre que der, essa buceta e esse cu vão ser meus. Vou te comer na casa dele, no carro, onde der.
Eles voltaram pra estrada. Leticia com a buceta e o cu latejando, cheia de porra, sorrindo satisfeita. Tinha dois homens maravilhosos. Um era o namorado, o outro o sogro que a fazia gozar como uma puta desesperada.
E ela não queria que acabasse nunca.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sogro amante!

Codigo do conto:
265853

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/07/2026

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