Provocando gostoso meu priminho!



Eu, Ana Beatriz, 24 anos, professora magra, 1,76m e só 60kg, cabelos médios a longos caindo nos ombros, morando com a mãe e vindo passar uns dias na casa do tio. A viagem era pra ser churrasco, praia e diversão em família. Mas o meu primo, o garoto que tinha acabado de completar 18 anos, grudou em mim desde o primeiro abraço. Ele era magrinho, cheio de energia, olhos brilhando de desejo toda vez que me olhava. Eu fingia não notar, mas sentia a buceta latejar só de pensar.
No primeiro dia, o churrasco rolou solto. Eu abraçava todo mundo, saudade acumulada de anos. Mas ele colava o corpo no meu, os braços apertando minha cintura fina. – Prima, você tá tão gostosa... – ele sussurrou uma vez, achando que ninguém ouvia. Eu ri, mas deixei. Na praia no dia seguinte, de biquíni fio dental preto que mal cobria minha bundinha empinada e lisinha, os homens viravam o pescoço. A água batia na minha cintura e ele vinha por trás, grudando o corpo. Senti o cacete dele já duro roçando no rego da minha bunda, empurrando o tecido fino do biquíni. O pauzinho latejava ali, quente, querendo entrar. Eu me fiz de boba, rebolando de leve só pra provocar. – O que é isso, primo? Tá animadinho hoje? – perguntei rindo baixo. Ele só apertava mais, respirando pesado no meu ouvido.
Voltamos pra casa e eu fui pro quarto "descansar". Buceta molhada pra caralho, imaginando aquele cacete novinho me comendo. A porta abriu devagar e ele entrou, sentou na cama. – Prima, eu não consigo parar de pensar em você na praia... – Comecei a dar uns beijos nele, língua entrando na boca quente. O safadinho me grudou, mãos apertando meus peitos pequenos e firmes por cima da blusa. – Quero te comer logo, Ana... por favor... – ele implorava, pau duro marcando o short.
Controlei ele. Fechei a porta direito, tirei o short dele. O cacete pulou pra fora, médio mas bem durinho, veias marcadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. – Olha só esse pauzão do meu priminho... – murmurei, pegando ele na mão e punhetando devagar. Ele gemia baixinho. Abaixei e comecei a mamar. Língua rodando na cabeça, chupando gostoso, descendo até as bolinhas lisas e chupando uma por uma. – Ahhh prima... que boca gostosa... tá mamando meu cacete... – ele dizia, voz rouca. Quando enfiei a cabeça toda na boca e suguei forte, ele não aguentou. Jatos grossos de porra quente encheram minha boca. Engoli tudo, olhando nos olhos dele. – Primeira mamada, né safado? E já gozou tudinho na boca da prima. – Ele ficou sem graça, mas o pau ainda latejava.
À noite, todo mundo dormindo, ele voltou. Dessa vez eu tava louca. – Vem cá, primo. Bate punheta nesse cacete pra mim enquanto eu me toco. – Ele obedeceu, mão subindo e descendo rápido. Mas eu tava pingando. Deitei na cama, abri as pernas. Minha buceta lisinha, rosada, grelinho inchado de tesão. – Me come agora. Enfia esse pau em mim. – Ele subiu por cima, tremendo. Posicionei o cacete na entrada molhada e ele empurrou. – Aaaahhh... prima... sua buceta tá apertando meu pau... tá tão quente e molhada... – Entrou todo, frango assado bem fundo. Comecei a gemer desesperada. – Isso, me fode gostoso... mete fundo nessa bucetinha gostosas e sedenta... ahhh caralhoooo... mais rápido!
Ele metia como podia, novato mas cheio de vontade. Meu grelinho roçava no corpo dele a cada estocada. Gozei rapidinho, buceta apertando o pau dele, sucos escorrendo. – Tô gozando... porra... continua metendo! – Ele aguentou um pouco mais e gozou dentro, porra quente enchendo minha bucetinha. – Ahhh prima... tô gozando dentro de você... – Eu tava protegida, então deixei ele jorrar tudo.
Aqueles 15 dias viraram uma putaria sem fim. Fizemos sexo umas 12 vezes, em todo canto que dava. No quarto dele de manhã cedo, enquanto os outros tomavam café. Eu de quatro na cama, bundinha empinada. – Olha esse cu branquinho, primo. Quer comer ele também? – Ele babava. Lambia meu cuzinho primeiro, língua entrando devagar. – Delícia... seu cu tem cheiro de mulher safada... – Depois enfiou o cacete na buceta de novo, metendo forte. – Mete mais fundo... ahhh... tá batendo no fundão... eu sou tua putinha de prima... fode essa buceta! – Gemidos abafados, suor escorrendo. Ele puxava meus cabelos, estocando como um animal. Gozávamos juntos, ele enchendo minha buceta de leite quente toda vez.
Uma tarde na praia quase vazia, atrás de umas pedras. Biquíni de lado, ele me comeu em pé, minhas pernas enroladas na cintura dele. – Aqui não, primo... alguém pode ver... – eu dizia, mas não parava de rebolar. – Quero foder você agora, Ana... sua buceta tá piscando pra mim. – Enfiou tudo, me suspendendo. Metia forte, pau entrando e saindo rápido, minhas tetas pulando. – Aaaaiii... tá tão fundo... me rasga com esse cacete... – Gozei gemendo no ouvido dele, unhas cravadas nas costas.
Em casa, no banheiro, eu mamando ele enquanto ele tomava banho. Água caindo, eu de joelhos chupando aquelas bolas e o pau até ele explodir na minha cara. – Engole mais, prima... toma meu leitinho... – Eu lambia tudo, sorrindo safada.
Outra noite, ele quis experimentar mais. Deitei de lado, perna pra cima. Ele enfiou na buceta e depois tentou o cuzinho. – Vai devagar... tá apertado... aaaahhh porra... entra no meu cu... – Ele empurrou a cabeça, depois o resto. Dor misturada com prazer louco. – Tá comendo o cu da prima... que delícia... mete mais... – Ele gemia desesperado. – Seu cu tá sugando meu pau... vou gozar no seu cuzinho... – Jatos quentes dentro da minha bundinha. Eu gozei tocando o grelinho, corpo tremendo inteiro.
Durante os dias, a gente se olhava na mesa do jantar como se nada, mas por baixo da mesa ele apertava minha coxa. – Quero te comer de novo hoje à noite... – sussurrava. Eu respondia baixinho: – Vem pro meu quarto que eu vou te mamar até você implorar pra gozar.
Foram 12 vezes de puro tesão proibido. Na última noite, antes de ir embora, fizemos bem devagar. Ele em cima de mim, olhando nos olhos. – Eu te amo, prima... nunca vou esquecer sua buceta gostosa. – Metia fundo, ritmado. Eu gemia no ouvido dele: – Goza pra mim mais uma vez... enche essa buceta de porra... ahhh... tô gozando de novo... caralho... – Nossos corpos colados, suor, gemidos abafados, ele jorrando tudo lá dentro enquanto eu apertava ele com as pernas.
Ninguém nunca imaginou. Voltamos pra casa como se fosse só uma viagem em família. Mas eu ainda sinto o gosto do cacete dele na boca e o calor da porra escorrendo pelas minhas coxas quando lembro. Foi a safadeza mais intensa da minha vida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Provocando gostoso meu priminho!

Codigo do conto:
265852

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/07/2026

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