Era uma casa simples no subúrbio, daqueles lugares onde o sol bate forte na laje e o calor faz todo mundo suar sem roupa. Quando eu vim morar com a Ivone, a Rafa ainda era uma menininha magrinha, correndo pelo quintal com as trancinhas balançando. Eu respeitava aquilo tudo. Era o companheiro da mãe dela, tinha que dar exemplo. Mas o tempo não perdoa ninguém. A moreninha foi crescendo, os quadris abrindo, a cintura afinando e, principalmente, aqueles peitinhos pontudos começando a explodir por baixo das blusinhas finas. Porra, eu ficava louco só de imaginar mamar neles. No começo era só imaginação doentia mesmo. Eu me sentia um depravado, um débil mental completo. Mas a cabeça de baixo não pensava em moral. Quando a Rafa passava pela sala de shortinho curto, a pica inchava na hora, babando pré-gozo dentro da cueca. Eu batia punheta pensando nela quase todo dia. Três, quatro vezes por dia às vezes. A Ivone até estranhava que eu estivesse sempre duro pra foder com ela, mas a verdade era que eu gozava imaginando a bucetinha da enteada. A fechadura do banheiro era antiga, o buraco largo, só coberto com um pedacinho de papel que eu aprendi a tirar sem deixar rastro. A primeira vez que consegui ver ela nua foi um choque. Rafa entrou no banho, tirou a roupa devagar. Os mamãozinhos já estavam maiores, redondos, com bicos escuros apontando pra cima. Ela ensaboava eles devagar, apertando, e minha pica latejava no corredor. Desci a cueca ali mesmo, punhetando enquanto olhava a bundinha empinada e a bucetinha cabeludinha aparecendo entre as coxas grossas. Quando ela se virou de lado e abriu um pouco as pernas pra lavar o cuzinho, eu quase gozei na parede. A partir daí virou vício. Eu esperava ela ir pro banho, tirava o papel, e ficava ali babando. Via ela depilando a buceta, deixando só uma risquinha de pelos acima do grelinho. Os peitos cresceram virando duas bolas firmes, pesadas, balançando quando ela se movia. Eu matava a punheta ali, gozando no chão e limpando depois. Foder com a Ivone ficou difícil – eu gozava rápido demais pensando na Rafa. Com o tempo, a moreninha virou uma linda moça. Corpo de dar água na boca: bunda grande, peitos empinados, pele morena brilhando. Eu comecei a aplicar mais forte. Ficava sozinho com ela quando a Ivone saía pra trabalhar. Comecei com elogios, toques "acidentais". Ela sorria tímida, mas não afastava. Um dia o tesão foi incontrolável. Rafa estava de sainha curtinha, daquelas que mal cobriam a bunda, cuidando da casa. Eu fingia consertar uma coisa na sala. Vi ela de costas, curvada pegando algo no chão, a calcinha branca aparecendo. Meu cacete endureceu na hora, latejando, babando. Eu parti pra cima. Grudei por trás, encostando a rola dura bem no meio da bunda dela. - Tá doido, é? – ela falou baixinho, mas sem se afastar. - Tô doido pra te foder, Rafa. Tô louco por essa bucetinha faz tempo. Ela sorriu, aquele sorrisinho safado que me desmontou. Aproveitei e colei a boca no pescoço dela, chupando forte, lambendo a pele quente. Minhas mãos subiram por baixo da blusa e agarraram aqueles peitos lindos, apertando os bicos duros. - Aiiii... para... – mas a voz dela já estava mole. Eu ergui a sainha dela devagar, expondo a bunda redonda. Ajoelhei ali na sala mesmo e comecei a beijar aquelas bandas gostosas, mordiscando a carne macia. Passei a língua por cima da calcinha, sentindo o cheiro de buceta jovem. Empurrei o tecido pro lado e lambi o cuzinho rosadinho, circulando com a ponta da língua. - Hummm... que delícia... – ela gemeu, empinando mais a bunda pra mim. Tirei a sainha e a blusa dela. Rafa ficou completamente pelada na minha frente. Os peitos balançando, a bucetinha inchada brilhando de tesão. Joguei meu short e cueca longe. Meu pau estava roxo de tão duro, saindo um fio grosso de líquido transparente. Peguei a mão dela e coloquei na pica. - Segura ele, vai. Sente como tá latejando por você. Ela segurou tímida no começo, com vergonha, mas foi apertando, subindo e descendo devagar. Eu gemi alto. - Isso, moreninha... bate pra mim. Enquanto ela me punhetava, eu chupei aqueles peitos. Mamei os bicos como se fosse tirar leite, chupando forte, mordendo de leve. Desci beijando a barriga até chegar na bucetinha. Abri as pernas dela no sofá e mergulhei o rosto ali. A buceta estava molhada pra caralho, cheirando a tesão jovem. Lambi o grelinho inchado, chupando ele pra dentro da boca, sugando. - Aiiiiii meu Deus... chupa... chupa meu grelinho... – ela gemia, segurando minha cabeça. Eu lambi tudo: a bucetinha quente, os lábios grossos, o cuzinho piscando. Enfiei a língua dentro da buceta dela, fodendo com ela enquanto esfregava o nariz no clitóris. Rafa tremia inteira, as coxas apertando minha cabeça. - Tá gostoso, né? Sua bucetinha tá encharcada pra mim. - Tá... não para...não para que eu vou gozaaaar... ai porra... Ela gozou na minha boca, jorrando um leitinho doce, o corpo convulsionando, gemendo alto: - Aaaahhh... tô gozandoooooo... fode forte com a língua, vaaaaai... continua chupando... Depois de fazer ela gozar na chupada, eu subi. Coloquei a cabeça da pica na entrada da bucetinha molhada e empurrei devagar. Ela estava apertada pra caralho. - Entra... vai... me fode... – ela pediu, olhos vidrados. Entrei até o fundo. A buceta dela engoliu minha pica inteira, quente, molhada, pulsando. Comecei a meter devagar, sentindo cada centímetro. - Que buceta gostosa... tá me apertando todo... Mas eu estava louco demais. O tesão acumulado de anos não deixou eu durar. Meti mais rápido, batendo fundo, as bolas estalando na bundinha dela. Rafa gemia desesperada: - Mais forte... me fode... aiiiiiiii que delícia... Eu não aguentei. Gozei jorrando dentro da bucetinha dela, enchendo tudo de porra quente. Ela sentiu e gozou de novo, apertando meu pau com as paredes internas. - Tá gozando dentro... me enche... aaaahhh! Ficamos ali no sofá, suados, ofegantes. A partir daquele dia eu gamei de vez. Não ligava mais pra nada. Quando a Ivone saía, eu chamava a Rafa pro quarto ou pra sala e comia ela de todo jeito. Uma tarde eu peguei ela na cozinha. Ela estava de shortinho, sem calcinha. Virei ela de costas no balcão, baixei o short e enfiei a pica na buceta de uma vez. - Toma essa rola, safada. Sua bucetinha é minha. - Sim... fode sua putinha... mais fundo... – ela gemia, empinando. Eu metia com força, segurando os quadris, batendo a barriga na bunda dela. Depois tirei e apontei pro cuzinho. - Agora vou comer esse cu gostoso. Cuspi na rola e forcei devagar. Ela reclamou no começo, mas relaxou. - Aiiiiiii... devagar... tá entrando... queima... Entrei inteiro no cuzinho apertado. Comecei a foder o cu dela com vontade, estocadas longas e profundas. Rafa gritava de prazer misturado com dor. - Me fode no cu... assim... mais, mais, maaaaais... sou sua vadia... Eu metia, estapeava a bunda, puxava o cabelo dela. Gozamos juntos de novo, eu enchendo o cuzinho de leite. A gente fodia o tempo todo. Eu vigiava ela, ficava com ciúme quando ela saía. A Ivone não desconfiava de nada. Às vezes a Rafa pedia pra foder comigo mesmo quando a mãe estava em casa, só um rapidinho no banheiro. - Vem aqui rapidinho... quero tua pica – ela sussurrava. Eu entrava, ela sentava no vaso, abria as pernas e eu enfiava na buceta enquanto ela mordia o ombro pra não gemer alto. - Shhh... tá gostoso demais... me enche de porra... Mas aí ela arrumou um namorado. Eu azedei pra caralho. Brigamos feio. - Tu é minha, porra. Não quero ver esse moleque perto de você. - Eu gosto dele... – ela respondeu, mas com a voz fraca. Eu insisti que amava ela de verdade. Queria ficar junto, separar da Ivone. Mas a Rafa foi embora pra casa do pai. Eu me separei mesmo assim, fiquei sozinho na casa grande, batendo punheta lembrando de cada foda, de como a bucetinha dela apertava, do jeito que ela gemia "me fode mais" enquanto eu enchia ela de porra. Hoje eu confesso: eu queria mesmo era ficar com a Rafa pra sempre. Comer aquela moreninha todo dia, mamar aqueles peitos, foder a buceta e o cu até cansar. Mas ela não quer mais flertar. Nem conversa direito comigo. Às vezes ainda me bate uma saudade louca e eu me mato na punheta pensando nela curvada, pedindo pra levar rola. A imaginação ainda é fértil. E doentia. Mas porra, que delícia que foi enquanto durou.
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