Cedendo minha noiva pro meu tio!



Era um fim de tarde quente no interior de São Paulo, daqueles que o ar parece grudar na pele. Eu, Daniel, com meus 23 anos, namorava a Paula há um bom tempo. A gente morava junto, noivo dela, tudo certinho. Sempre nos demos superbem, transávamos pra caralho, mas eu tinha uma fantasia que não saía da cabeça. Meu tio – na verdade ex-marido da minha tia, mas a gente continuava chamando ele assim – tinha 50 anos bem vividos. Corpo forte, cabelo grisalho nas têmporas, aquele jeito de coroa safado que ainda pegava geral.
A casa dele ficava perto da faculdade. Quase sempre, depois da aula, eu e a Paula passávamos lá pra tomar uma água gelada e bater papo. Naquele dia específico, o papo descambou pro lado da sacanagem pesada. Falamos de tudo: putaria a três, a quatro, cornos assistindo... Eu já estava com a pica latejando dentro da calça só de ouvir. A Paula, toda dengosa no sofá, soltou de repente:
- Eu adoraria transar com um coroa, sabia? Um homem mais velho, experiente, que sabe como comer uma novinha direito.
Meu tio, sem pestanejar, olhou pra ela com aqueles olhos famintos e respondeu na lata:
- Eu adoro novinhas, Paulinha. Delas que eu gosto, pele lisinha, bundinha firme, bucetinha apertada...
Aquilo abriu um leque enorme. A gente riu, disfarçou, mas quando fomos embora eu não conseguia parar de imaginar a cena: minha noivinha sendo comida pelo meu tio. Chegando em casa, comentei com ela. A Paula deu risada, corou um pouco:
- Você tá maluco, Daniel? Seu tio?
Eu fui firme, segurando ela pela cintura:
- Não tô maluco não. Eu adoraria ver ele te comendo. Ver você gemendo pra ele, dando essa bucetinha gostosa pro coroa.
Ela ficou encabulada, mas vi o brilho no olhar. Passaram uns dias. Um fim de tarde ela me disse:
- Vamos passar na casa do tio hoje?
Eu respondi:
- Vai você primeiro. Tenho um trabalho pra entregar. Depois eu vou.
Ela sorriu, maliciosa:
- Tá bom. Te espero lá.
Quando terminei o que tinha pra fazer e cheguei na casa dele, eles já estavam na área, sentados um do lado do outro, rindo. A Paula estava um espetáculo: vestidinho leve, curto, daqueles que marcavam os peitões e deixavam as coxas grossas à mostra. Entrei, cumprimentei e fomos tomar uma cerveja. Duas latinhas cada um e o clima esquentou rápido.
De repente a Paula se descontrolou. Levantou e sentou direto no colo do meu tio, rebolando devagar. Eu fiquei sem jeito no começo, mas a pica já subiu:
- Paulinha, que loucura é essa?
Ela virou o rosto, olhos brilhando de tesão:
- Nenhuma loucura. Tô com vontade, Daniel. Quero dar pro teu tio.
Ele não perdeu tempo. Grudou as mãos grandes na cintura dela e puxou pra um beijo quente, língua entrando fundo. A Paula correspondeu na hora, gemendo baixinho contra a boca dele. As mãos do safado desceram pras coxonas grossas, apertando a carne macia. Eu só observava, pau duro latejando.
Ele se levantou, puxou ela pelo braço e levou pra sala, beijando como louco, nem ligando que eu estava ali. Ergueu o vestidinho com as duas mãos, expondo a bundona redonda. Passava as mãos grossas na bunda, no rego, puxava o fio dental pra fora e colocava de volta, esticando o tecido fino contra o cuzinho.
- Que bundona deliciosa, sobrinha – ele rosnou, apertando.
Tirou o vestido dela de uma vez, deixando só de lingerie preta. A Paula estava linda, peitões subindo e descendo com a respiração acelerada. Ele abraçou ela por trás, desabotoou o sutiã e puxou, jogando os peitões pra fora. Mamava os dois como um cachorro faminto, chupando os bicos duros, mordiscando. A Paula gemia desesperada:
- Aiiiii tio... que delícia... mama meus peitos... assim...
Ele se ajoelhou na frente dela. Com os dentes, puxou a calcinha de um lado, depois do outro. A bucetinha lisinha apareceu, inchada de tesão. Depois foi pra trás:
- Agora vou desatolar essa calcinha do seu cuzinho gostoso.
Pegou a parte de trás com os dentes e puxou pra baixo devagar. A calcinha desceu até os pés. Ele olhou aquela bundona empinada e disse, voz rouca:
- Sobrinha, que rabo delicioso. Olha esse cu piscando pra mim.
Eu estava sentado, punhetando por cima da calça. Ele olhou pra buceta dela e comentou:
- Daniel, você passa bem hein. Bucetinha lisinha, rosadinha.
A Paula riu safada e respondeu:
- Hoje o tio vai passar muito bem, pode ter certeza.
Ele pegou na mãozinha dela e puxou pro quarto. Eu fui atrás. No quarto, ele tirou o short e a cueca. Quando vi o pau dele, fiquei impressionado. Grosso, veioso, cabeça grande brilhando, uns bons 20cm de pica dura. Eu me despi também, pau na mão.
Ele sentou ela na beira da cama e ficou de pé. A Paula não hesitou: abriu a boquinha e engoliu a pica do tio. Mamava com vontade, babando tudo, colocando as bolas pesadas na boca, chupando e soltando com um barulho molhado:
- Pláff... pláff...
Eu por trás dela, alisava os peitões, apertava os bicos. Ela gemia com a boca cheia:
- Mmm... que pica grossa... delícia...
O tiozão gemia rouco, segurando a cabeça dela:
- Isso, novinha... mama o pau do tio... que boquinha gulosa...
Depois de muito sugado, ele deitou ela na cama. Começou a lamber do pescoço, descendo pros peitos, barriga, umbiguinho, até a buceta. Lambeu a virilha, abriu os lábios com a língua e atacou o grelinho. A Paula se contorcia toda:
- Aiiii tio... aí... chupa meu grelinho... assim... porra que delícia...
Ele desceu mais, abriu bem as pernas dela e lambeu o cuzinho. Enfiava a língua fundo no cu apertado. A Paula gritava de prazer:
- Ahhh... tá lambendo meu cu... que gostoso... enfia a língua mais fundo...
Eu pedia, louco de tesão:
- Come ela, tio. Come minha noiva.
Ele virou ela de quatro, bundona empinada. Eu me posicionei pra ver tudo. Ele segurou o pau grosso e foi empurrando na bucetinha molhada. Centímetro por centímetro até as bolas baterem na bunda.
- Que buceta apertada... tá engolindo minha pica toda...
A Paula gemia desesperada, voz rouca:
- Aiiiii que pau delicioso... me fode tio... me fode gostoso... mais forte...
Ele metia fundo, ritmado, bolas batendo. O quarto enchia de sons molhados de pica entrando na buceta. Depois ele parou, pegou gel, passou no pau e no cuzinho dela:
- Agora vou comer esse cuzinho virgem.
A Paula empinou mais:
- Pode sim tio... come meu cu... quero sentir essa pica grossa me arrombando...
Ele encostou a cabeça e foi empurrando devagar. Vi o cu dela se abrindo, engolindo a pica veiosa. Quando entrou tudo, ele começou a foder mais rápido, massageando o grelinho dela ao mesmo tempo. A Paula se derreteu:
- Ahhh... tá no meu cu... que delícia... me fode o cu... eu vou gozaaaar...
Ela gozou forte, corpo tremendo, cu apertando o pau dele. Ele não aguentou e encheu o cuzinho de porra quente, gemendo alto:
- Toma porra no cu, novinha... tá levando tudo...
Eu gozei ali mesmo, punhetando vendo a cena.
Depois daquele dia, virou rotina. A gente ia lá foder com ele quase toda semana. Às vezes a Paula ia sozinha, mandava mensagem depois contando como o coroa tinha comido ela. Ele me ligava de vez em quando:
- Manda a Paulinha passar aqui hoje. Tô com saudade dessa bucetinha e desse cu apertado.
E ela ia, voltava com a buceta inchada, cu arrombado e sorriso no rosto, contando cada detalhe enquanto eu comia ela de novo, imaginando o tiozão metendo.
A putaria só cresceu. Uma vez ele fodeu ela na sala enquanto eu filmava. Outra, os dois me fizeram chupar a buceta dela depois que ele gozou dentro. A Paula virava uma cachorra completa com ele, pedia pra ser tratada como puta, levava tapa na bunda, engolia porra, deixava o coroa gozar nos peitos, na cara, no cu. Eu adorava cada segundo, pau sempre duro vendo minha noivinha sendo comida pelo tio.
E assim continua. Toda vez que a gente passa lá, o clima esquenta rápido. Ela senta no colo dele, ele já enfia a mão por baixo do vestido, e a sacanagem rola solta. Eu nunca imaginei que ia gostar tanto de ser corno, mas ver a Paula gemendo desesperada com aquela pica grossa entrando na buceta e no cu dela virou minha maior tesão.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Cedendo minha noiva pro meu tio!

Codigo do conto:
265851

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
01/07/2026

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