De tanto ver a filha foder com o namorado, ele não aguentou e comeu também!



José sempre foi louco pela filha. Desde que ela era mais nova, ele entrava no quarto dela quando ela saía pro banho e cheirava as calcinhas sujas. Nossa, aquelas calcinhas brancas de algodão com uma mancha escura no fundo, gosma fresca da xoxota dela. Ele pegava, encostava no nariz e inalava fundo. O cheiro azedinho, quente, de buceta jovem fazia o pau dele endurecer na hora. Às vezes ele lambia o fundinho da calcinha, sentindo o sabor salgado do cuzinho dela misturado com o mel da bucetinha. Depois ele ia pro quarto, trepava na esposa e gozava imaginando que era a Leticia que ele estava fodendo gostoso.
Ela usava saia em casa por tradição da igreja, mas no trabalho exigiam calça jeans apertada. Quando ela chegava, o tecido marcava tudo: a bundinha empinada, as coxas finas, o camel toe sutil. José ficava olhando disfarçado, o tesão subindo. Ela se casou, foi morar em outro bairro, mas a esposa dele lavava a roupa do casal. Aí começou o paraíso secreto. As calcinhas da Leticia chegavam cheias de porra. Manchas brancas, grossas, do marido dela. José pegava no tanque, cheirava, passava a língua, sentia o gosto salgado da porra misturado com o creme da buceta da filha. Gozava ali mesmo, batendo punheta frenético.
O casamento durou três anos. Nos últimos seis meses, Leticia reclamava que o marido não comia ela. O safado tinha medo de engravidar, mas comia uma amiga do trabalho. Eles se separaram. Leticia voltou pra casa dos pais. José quase enlouqueceu de alegria. Agora ele se matava de punheta com as calcinhas dela, lambendo, cheirando o cuzinho, imaginando o pau dele entrando fundo naquela bucetinha apertada da filha.
Leticia começou a namorar um rapaz novo, o Lucas. Ele vinha buscar ela de moto. Quando ela chegava em casa, ia direto pro banho. José esperava ansioso. Assim que ela saía do banheiro, ele entrava, pegava a calcinha no cesto e... delícia. Cheia de porra fresca. O cheiro forte de sexo, buceta molhada e gozo do macho. Ele encostava no rosto inteiro, lambia o tecido, chupava as partes onde o Lucas tinha gozado. Depois batia uma punheta violenta, gozando no chão do banheiro pensando na filha sendo comida.
Um dia, Lucas trouxe ela em casa mais cedo. Eles sentaram no sofá da sala. José estava na cozinha, mas via tudo. O Lucas começou a agarrar a Leticia, passando a mão na coxa dela, apertando a bundinha por cima da calça jeans apertada. Leticia ria baixinho, mas deixava. José sentiu o pau latejar. Ele sentou no sofá da frente, fingindo ver TV, e viu o Lucas amassando os peitos pequenos da filha por cima da blusa. A mão dele desceu, apertando entre as pernas. Leticia deu um gemidinho baixo.
- Aiiii, Lucas... aqui não... meu pai tá ali...
Mas o Lucas não parava. Ele sussurrou no ouvido dela:
- Só um pouquinho, amor... tô louco pra comer essa bucetinha hoje...
José quase gozou ali só de ouvir. Ele via o volume no short do Lucas, o rapaz esfregando a rola dura na coxa da Leticia. Ela estava molhada, dava pra ver a mancha na calça. Depois eles foram pro quarto dela. Deixaram a porta entreaberta, como sempre. José se aproximou devagar, o coração disparado.
Do corredor ele via: Leticia deitada na cama, saia levantada, calcinha pro lado. Lucas com o pau pra fora, grosso, veioso, esfregando na bucetinha depilada dela. O grelinho inchado brilhando de tesão.
- Porra, Leticia... sua buceta tá pingando... tá louca pra levar pica, né safada?
- Tô sim... me come logo... enfia essa pica grossa em mim...
Lucas meteu devagar. Leticia gemeu alto:
- Aaaahhh... que delícia... vai fundo... fode minha bucetinha...
José não aguentou. Ele baixou a calça ali no corredor, pegou a rola dura e começou a bater punheta olhando a filha sendo fodida. Lucas metia forte, as bolas batendo no cuzinho dela. Leticia rebolava, desesperada.
- Mais forte... aiiiii meu Deus... me fode... rasga essa buceta... aaaahhh!
José imaginava que era ele ali. Ele queria entrar, mas só observava, punhetando loucamente. Lucas virou ela de quatro, levantou a saia e meteu de novo, batendo na bundinha morena. O cuzinho piscava a cada estocada.
- Olha esse cu gostoso... um dia eu vou comer ele também...
- Come... come meu cuzinho... eu quero sentir sua pica no meu rabinho...
José gozou ali mesmo, jatos grossos no chão, mas não parou de olhar. Lucas acelerou, gemendo:
- Tô gozando... toma porra na buceta... aaaarrghhh!
Ele gozou dentro, enchendo a xoxota da Leticia. Quando saiu, o gozo escorreu pela coxa dela. Leticia ficou ali, ofegante, buceta vermelha e aberta.
José voltou pro quarto dele, mas o desejo só crescia. Dias depois, Leticia chegou sozinha, suada do trabalho. Foi tomar banho. José pegou a calcinha no cesto: encharcada de porra fresca, o cheiro forte do Lucas misturado com o dela. Ele lambeu tudo, chupando o tecido, enfiando a língua onde o cuzinho dela tinha sujado.
Naquela noite, Lucas veio de novo. Dessa vez deixaram a porta mais aberta. José sentou no sofá da sala, de onde dava pra ver melhor. Eles nem se importaram. Leticia tirou a roupa devagar, mostrando o corpo magrinho, os peitinhos durinhos, a bucetinha lisinha.
- Vem, Lucas... me come gostoso hoje... tô louca...
Lucas chupou os peitos dela, desceu lambendo a barriga até chegar na buceta. Enfiou a língua fundo, sugando o grelinho.
- Hummm... que buceta doce... tá molhada pra caralho...
Leticia gemia desesperada, segurando a cabeça dele:
- Chupa meu grelinho... aiiiii... assim... vou gozar na sua boca... aaaahhh!
Ela gozou tremendo, esguichando um pouco. Depois montou nele, cavalgando a pica grossa. Os cabelos longos balançando, os gemidos enchendo o quarto.
- Que pica gostosa... me arromba... fode fundo... aaaaiii... que delícia...
José tirou o pau pra fora e batia punheta no ritmo. Ele via tudo: a buceta da filha engolindo a rola, o cuzinho piscando, as bolas do Lucas molhadas de creme.
Lucas virou ela de lado, levantou uma perna e meteu com força, batendo fundo.
- Toma, vadia... essa buceta é minha... vou encher de porra de novo...
- Enche... goza dentro... me engravida se quiser... aaaahhh... fode... fode...
Os gemidos eram altos, intensos, desesperados. José estava no limite. Ele queria entrar, mas ficava ali, assistindo o namorado comer sua filha.
Depois de gozarem juntos, Leticia foi pro banho. José esperou, entrou no quarto dela e pegou a calcinha usada. Ainda quente, cheia de porra escorrendo. Ele cheirou, lambeu, passou no pau e gozou de novo.
Os dias viraram uma rotina de tesão. José vivia cheirando, lambendo, imaginando foder a própria filha. Um dia, Lucas não veio. Leticia estava sozinha no quarto, deitada na cama só de calcinha. José passou pela porta, parou. Ela viu ele olhando.
- Pai... tá tudo bem?
Ele entrou, o coração acelerado. Sentou na cama.
- Filha... você tá tão linda... eu... eu não aguento mais...
Leticia corou, mas não afastou. Ela sabia, no fundo, que o pai olhava. As calcinhas sempre mexidas.
- Eu sei, pai... eu vejo você cheirando minhas calcinhas...
José ficou surpreso, mas o tesão falou mais alto. Ele pegou a mão dela e colocou no pau dele, duro por cima da calça.
- Olha o que você faz comigo, Leticia... essa bucetinha, esse cu... eu sonho em comer você todo dia...
Ela mordeu o lábio, a mão apertando a rola do pai.
- Pai... isso é errado... mas... eu tô molhada agora...
Ele não esperou. Puxou a calcinha dela pro lado e enfiou o dedo na bucetinha quente, molhada.
- Nossa... tá encharcada... que buceta apertadinha é essa, minha filha...
Leticia gemeu baixo:
- Aiiiii pai... enfia o dedo... isso...
Ele chupou os peitos dela, lambeu o grelinho inchado, depois virou ela de quatro. Olhou aquele cuzinho piscando, a buceta pingando.
- Vou comer você, filha... vou foder essa bucetinha que eu criei...
Metendo devagar no começo, depois forte. Leticia gritava de prazer:
- Aaaahhh pai... que pica grossa... me fode... fode sua filha... rasga minha buceta...
José metia como louco, batendo as bolas no grelinho dela.
- Toma, safada... essa buceta é minha... eu cheirei tanto suas calcinhas... lambi seu cuzinho... agora tô te comendo de verdade...
Ele meteu no cuzinho também, devagar, sentindo o aperto quente.
- Aiiiii meu Deus... tá entrando no meu cuuuu... fode meu rabinho, pai... aaaaiii...
Gemidos desesperados, corpos suados, o som de carne batendo. José gozou fundo no cu da filha, enchendo de porra quente. Leticia gozou junto, tremendo inteira.
Depois disso, sempre que Lucas comia ela, José assistia ou comia depois, lambendo a porra do outro da buceta da filha. A casa virou um ninho de sacanagem. Leticia virava a vadia do pai, deixando ele foder buceta, boca e cu quando quisesse. Ele ainda cheirava as calcinhas, mas agora lambia direto da fonte.
José vivia no paraíso proibido, fodendo a filha gostosa que ele sempre desejou. E ela, safada, pedia mais, rebolando na pica do pai, gemendo alto:
- Me fode mais, pai... enche minha buceta e meu cu de porra... eu sou sua putinha...
A intensidade só aumentava, dia após dia, com cheiros, sabores, gemidos e muito gozo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
De tanto ver a filha foder com o namorado, ele não aguentou e comeu também!

Codigo do conto:
265850

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/07/2026

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