Comendo minha sobrinha no carro!



Era janeiro de 2013, aquelas férias quentes pra porra que só o Nordeste sabe dar. Eu, moreno, casado, 30 anos, corpo normal de quem corre todo dia na praia pra manter a forma. Tinha quatro sobrinhas, mas a Lorena, a mais velha com 18 anos recém-completados, era diferente. Corpo normal, mas com curvas que faziam ela parecer mais velha, peitos firmes, bundinha empinada e uma carinha de quem já sabia o que queria. Sempre foi apegada pra caralho em mim, desde pequena. Eu levava ela pra todo canto, viagens, passeios... as irmãs até sentiam ciúme, mas nunca passou disso. Ela já tinha dormido várias vezes lá em casa e a gente conversava sobre tudo. Eu até sabia detalhes da primeira vez dela, com quem, quando e como. Mas nada de safadeza entre nós. Até aquele dia.
A família toda decidiu fazer um churrasco numa cachoeira bem no meio do mato, longe da cidade. Chegamos cedo, arrumamos as coisas, acendemos a churrasqueira e o dia foi rolando entre risadas, cerveja gelada e gente entrando na água. Eu tava de boa, mas quando resolvi cair na cachoeira, a Lorena veio logo atrás, sorrindo daquele jeito que apertava meu peito.
- Tio, me ensina a boiar direitinho hoje? Tô cansada de afundar toda hora.
A água tava cristalina, mas onde a gente estava era raso demais. Segurei a mão dela e fomos pra um lugar mais fundo, onde dava pra deitar o corpo. Deitei ela na superfície, minhas mãos firmes nas costas dela. O biquíni dela era simples, mas colado no corpo molhado, marcando cada curva. Ela tentava, mas balançava. Abri mais o braço, uma mão nas costas, a outra descendo devagar até apoiar bem na bundinha dela, sustentando pra ela ficar retinha na minha frente.
Foi aí que eu vi. A cada movimento que ela fazia, o biquíni subia um pouco e dava pra ver os pelinhos pretinhos da xoxotinha dela brilhando com a água. Meu pau começou a inchar dentro da bermuda, ficando meio duro. Tentei disfarçar.
- Vamos parar por aqui, Lorena. Tá bom já.
No susto, quando ela não achou o chão, me abraçou forte, jogando as pernas em volta da minha cintura. Meu pau duro bateu direto na bundinha dela, latejando. Ela sentiu. Eu sei que sentiu. Fiquei morrendo de vergonha, mas o tesão não deixou amolecer. Fui andando pro raso carregando ela assim, e a cada passo meu pau roçava gostoso naquela carne macia, pressionando o tecido fino do biquíni.
Perto da margem, falei rouco:
- Vai na frente, eu fico mais um pouco aqui.
Ela sorriu, maliciosa, e se virou de costas pra mim sem soltar as pernas.
- Segura minha cintura, tio? Quero nadar até a beirada.
Quando ela virou, meu pau ficou encaixado certinho entre as coxas dela, roçando a bucetinha por cima do biquíni. Tentei ajudar, mas acabei descendo uma mão pro peito, quase tocando os bicos, e a outra bem perto da xoxotinha. Ela batia os pés e os braços, mas eu aproveitava cada braçada pra descer mais os dedos. O biquíni cedeu um pouco e consegui enfiar a ponta do dedo, tocando pela primeira vez aquela bucetinha quente, molhada, lisinha. Meu coração disparou. Quase gozei ali mesmo na água.
Ficamos assim uns minutos, meu dedo roçando o grelinho inchado dela enquanto ela fingia aprender. Quando chegamos na margem, parei. Ela saiu sem olhar pra trás, mas eu fiquei na água escondendo a pica dura pra caralho.
Depois disso, não paramos mais de trocar olhares. Ela me pegava de canto de olho, abrindo um pouco as pernas quando sentava pra eu ver a marquinha da buceta no biquíni. Eu deixava ela ver meu volume na bermuda. O ar tava pesado de tesão.
Já era meio-dia quando meu irmão falou:
- Alguém precisa ir comprar gelo no posto.
Eu tava louco pra aliviar aquela pressão. Falei rápido:
- Eu vou.
Na mesma hora, Lorena pediu pro pai:
- Deixa eu ir com o tio? Por favor!
Ele deixou, achando graça no apego dela. Meu pau deu um pulo involuntário. Peguei a toalha pra esconder e fui pro carro. Ela veio atrás, calada, mas com um sorrisinho safado.
Chegando nos carros, lembrei que tinha esquecido a carteira. Arrumei as toalhas no banco e sentei. Ela falou:
- Tio, posso dirigir até a cachoeira? Quero aprender.
- Você não sabe ainda, Lorena.
- Então me ensina!
Eu ia levantar pro banco de trás quando ela falou:
- No seu colo fica mais fácil de aprender.
Sentou direto no meu colo, bundinha quente pressionando minha pica que já tava meia-bomba. Ajustei o banco pra trás, liguei o carro automático e deixei ela segurar o volante enquanto eu controlava acelerador e freio. A estrada de barro tava cheia de buracos. Cada solavanco fazia aquela bundinha deliciosa amassar meu pau, que endureceu completo, latejando contra ela.
Não escondi mais. Tirei as mãos do volante, coloquei nas coxas dela e falei baixinho no ouvido:
- Dirige agora, vai.
Ela soltou o peso do corpo, quase esmagando minha pica. O biquíni dela já tava enfiado na raba. Quando estávamos quase chegando de novo pra pegar a carteira, pedi que ela passasse pro carona. Chamei outra sobrinha pra trazer a carteira sem eu ter que sair do carro com aquela barra enorme marcando.
Quando voltamos pra estrada, ela pulou no meu colo de novo, sentando já com meu pau encaixado entre as pernas. O biquíni tava todo enfiado na bundinha dela. Ela pegou minhas mãos e colocou na barriga dela.
- Eu dirijo agora, tio.
Deixei as mãos moles. No primeiro buraco grande, elas caíram direto na bucetinha. Esperei a reação. Ela gemeu baixinho e falou sem virar:
- Seu negócio tá apertando meu biquíni contra minha virilha e vai me assar! Chega meu biquíni um pouco pro lado...
Aquilo quebrou tudo. Esqueci quem eu era, quem ela era. Enfiei a mão dentro do biquíni dela, sentindo a bucetinha peladinha, molhada pra caralho, quente. Com a outra mão abri minha cueca e tirei a pica grossa pra fora. Inclinei o banco quase deitando. Dirigindo a menos de 5km por hora, posicionei a cabeça da pica na entradinha da buceta dela.
- Vai sentando devagar, Lorena...
Ela desceu gemendo:
- Aiiiii, tio... que pica grossa... tá abrindo minha bucetinha toda...
Centímetro por centímetro, a buceta dela engoliu minha pica. Quente, apertada, molhada. Quando enterrou tudo, ela gemeu aliviada:
- Aaaahhh... tá todo dentro... que delícia...
Comecei a mexer o quadril devagar, fodendo ela ali mesmo no colo. Ela virou de frente pra mim, olhos vidrados de tesão.
- Para, tio... agora eu vou te fazer gozar como um louco.
Subia até quase a glande sair, depois sentava com força, rebolando no fundo. Os peitos dela balançavam, eu puxei o biquíni pra cima e comecei a chupar os bicos duros, mordiscando.
- Hummm... chupa meus peitos, tio... morde...
Ela deitou no meu peito, mexendo só a bundinha pra cima e pra baixo, rápido. O barulho molhado da pica entrando e saindo da buceta enchia o carro. Fodemos assim uns dez minutos, suados, gemendo alto.
- Tio... eu vou gozaaaaar... não para...
Eu tava no limite. Preocupado com a porra, mas ela aumentou o ritmo, travou as pernas em volta de mim e rebolou desesperada.
- Goza dentro, tio... goza na minha bucetinha... me enche de porra!
Não aguentei. Dei um berro rouco:
- Porraaa... tô gozando, Lorena!
Jatos grossos de porra explodiram fundo dentro da buceta dela. Ela rebolava pra tirar até a última gota, gemendo alto:
- Aaaaiii... tá quente... me enchendo toda... que delícia...
Ficamos abraçados, ofegantes. Ela beijou meu pescoço e sussurrou no meu ouvido:
- Não se preocupa, tio... eu sempre tomo remédio. Essa foi a nossa primeira... vai ter muitas outras transas. Quero essa pica me fodendo todo dia agora.
Voltamos pro churrasco com o corpo ainda tremendo, trocando olhares cúmplices. A cachoeira continuava lá, mas entre nós dois tudo tinha mudado pra sempre.
Depois desse dia, as coisas só esquentaram. Sempre que dava, a gente arrumava um jeito. Na casa dela quando os pais saíam, no meu carro estacionado no mato, até numa viagem que fizemos sozinhos fingindo que era pra comprar coisa pra família. Lorena virava uma safada completa comigo. Adorava sentar na minha pica devagar, sentindo cada veia, depois cavalgar como louca até eu encher a bucetinha dela de porra quente.
Uma vez, no quarto dela, com a casa vazia, ela me recebeu só de camisola curta. Puxou pro lado e já tava sem calcinha, bucetinha inchada e molhada.
- Vem, tio... fode sua sobrinha gostosa.
Enfiei tudo de uma vez, metendo forte, batendo as bolas no cu dela. Ela gemia desesperada:
- Mais forte... rasga minha buceta... aaaahhh... isso, assim!
Eu virava ela de quatro, segurava o cabelo e socava fundo, vendo a bundinha balançar. Passava o dedo no cuzinho apertado enquanto metia.
- Um dia eu vou comer esse cu também, Lorena.
Ela rebolava pra trás:
- Come quando quiser, tio... minha buceta, meu cu, minha boca... tudo seu.
Gozei de novo dentro, jatos longos, e ela gozou apertando minha pica, esguichando um pouco na cama. Depois chupava tudo, limpando com a língua, engolindo minha porra com gosto.
- Hum... gosto de tio... quero mais.
A gente fodia por horas, suados, gemendo alto, sem pudor nenhum. Ela sentava na minha cara, esfregando a bucetinha molhada na minha boca enquanto eu chupava o grelinho inchado.
- Chupa minha bucetinha, tio... lambe meu grelinho... aaaaiii... vou gozar na sua boca!
Eu enfiava a língua fundo, bebendo o mel dela, depois virava e metia a pica de novo, fodendo até os dois gozarem juntos, tremendo, gritando.
Foram muitas tardes assim, muitos encontros escondidos. Lorena virou minha putinha particular, sempre louca pra sentir minha pica grossa abrindo ela, enchendo de porra. E eu, viciado naquela bucetinha apertada da minha sobrinha.
Nas semanas seguintes, a gente arriscava até em casa, com cuidado. Uma noite, ela dormiu lá e esperou todo mundo dormir. Entrou no meu quarto de fininho, tirou a calcinha e sentou na minha pica já dura enquanto eu tava deitado.
- Shhh... fica quieto, tio... vou cavalgar devagar...
Subia e descia, mordendo o lábio pra não gemer alto, mas quando eu apertava os peitos dela e beliscava os bicos, ela não aguentava:
- Aaaah... que gostoso... sua pica me enche tanto...
Eu virava ela de lado, levantava uma perna e metia por trás, devagar pra não fazer barulho, mas fundo, sentindo a buceta pulsar. Gozávamos juntos, eu enchendo ela de porra quente, e ela lambia meu pau depois pra limpar.
Em outra ocasião, na cachoeira de novo, sozinhos, ela me puxou pra dentro da mata. Tirou o short, ficou de quatro num tronco e abriu a bundinha.
- Me fode aqui, tio... quero sentir tudo.
Enfiei a pica na buceta molhada, metendo com força, o barulho ecoando. Depois passei o dedo no cu, lubrificando com a própria buceta e comecei a forçar o cuzinho.
- Relaxa, Lorena... vai entrar.
- Aiiiii... tá abrindo meu cu... devagar... aaaahhh... tá entrando...
Quando enterrei tudo no cu apertado, ela gemeu desesperada:
- Fode meu cu, tio... mete essa pica grossa no meu rabinho... mais forte!
Metia fundo, batendo as bolas na buceta, enquanto ela esfregava o grelinho. Gozei dentro do cu dela, enchendo de porra, e ela gozou tremendo inteira.
- Que delícia... me encheu o cu todo...
A gente se limpava na cachoeira, rindo, já planejando o próximo encontro. O tesão só crescia. Lorena me mandava mensagens safadas o dia todo: "Tô com saudade da sua pica", "Minha buceta tá molhada pensando em você me fodendo".
E assim virou rotina. Uma sobrinha que virou amante, uma buceta que virou vício, um tio que não conseguia mais viver sem meter naquela carne jovem e apertada. Cada foda era mais intensa, mais chula, mais gostosa.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Comendo minha sobrinha no carro!

Codigo do conto:
265867

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/07/2026

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