Alexia era uma mulher casada, com 28 anos, morena clara, cabelos longos lisos que caíam pelas costas como uma cascata escura, peitões firmes que balançavam a cada passo, bunda média mas empinada, corpo de 1,70m e 60kg que fazia qualquer um virar a cabeça. Casada com um homem bom, mas o fogo dentro dela queimava por mais. Ela queria sentir dois paus ao mesmo tempo, dois cacetes invadindo seu corpo, esticando buceta e cu até o limite. Foi na faculdade que conheceu Anne, uma gordinha safada, toda durinha, peitos grandes e bundão generoso. Anne era solteira e vivia contando as loucuras que fazia com dois caras do diurno, que moravam numa república com outros dois que viajavam o tempo todo. - Alexia, você precisa experimentar isso. Dois caras jovens, 23 e 24 anos, com picas duras que não param. Imagina dois cacetes te fodendo ao mesmo tempo, um na buceta molhada e outro no cuzinho apertado. Vai te deixar louca de tesão – Anne dizia, rindo, enquanto piscava. Alexia ficou curiosa, o coração acelerado. Disse que talvez fosse. Anne preparou tudo. Um dia, Alexia decidiu: - Tá bom, Anne, eu vou. Mas você me leva e depois me deixa lá. Chegaram na república. Os dois rapazes, vamos chamar um de Lucas, o de 23, magro mas com pica grossa, e o outro de Pedro, 24, mais alto e com pau normal mas comprido. Eles receberam as duas com sorrisos safados. Beijaram Anne na boca, apertando a bunda dela, depois deram um beijinho de boas-vindas em Alexia, roçando os corpos. Anne falou: - Estou indo, meninas. Divirtam-se bastante com essa safada aqui. Ela tá louca pra levar vara dupla. E saiu, fechando a porta. O clique da fechadura fez o coração de Alexia disparar de medo e excitação. Imediatamente os dois se grudaram nela. Lucas por trás, apertando os peitões por cima da blusa, Pedro na frente, enfiando a língua na boca dela. - Que delícia, morena. Tava doida pra dar pra dois, né? – Pedro murmurou, mordendo o lábio dela. Tiraram a roupa dela devagar, mas com fome. Blusa fora, sutiã jogado no chão, os peitões saltando livres. Calça jeans descendo, calcinha molhada já marcando a buceta inchada. Ficou peladinha no meio da sala, os mamilos duros, a buceta brilhando de tesão. Eles ainda de short, mas as barracas armadas. - Vamos pro banheiro, safada. Quero te deixar bem lisinha pra gente comer direitinho – Lucas disse, puxando ela pela mão. No banheiro, ligaram o chuveiro quente. Água caindo nos corpos. Eles tiraram os shorts, revelando os cacetes lindos: o de Lucas grosso, cabeça rosada inchada, veias saltadas. O de Pedro mais fino mas longo, bolas pesadas. Começaram a lavar Alexia, mãos ensaboadas deslizando nos peitos, apertando os mamilos, descendo pela barriga até a buceta depilada. Dedos abrindo os lábios, esfregando o grelinho inchado. - Ahhh... que delícia... – Alexia gemeu, pernas tremendo. Eles se ajoelharam, um na frente chupando a buceta, língua girando no grelinho, sugando os sucos que escorriam. O outro atrás, lambendo o cuzinho, enfiando a ponta da língua no furinho apertado. Alexia delirava. - Isso... chupa minha buceta... lambe meu cu... ai que gostoso... Beijavam a boca dela, línguas se enrolando, babando tudo. Secaram ela e levaram pro quarto. Alexia de joelhos, os dois paus na cara. Mamei os dois cacetes ao mesmo tempo, alternando, chupando fundo, lambendo as bolas. - Que boca gulosa, porra. Engole mais, vadia – Lucas grunhiu, segurando o cabelo dela. Ela mamava com fome, saliva escorrendo pelo queixo, os dois paus batendo um no outro. Eles a jogaram na cama, chupando ela inteira. Um mamava os peitos, mordendo os bicos, o outro enfiava dois dedos na buceta molhada enquanto lambia o cu. - Vou comer esse cuzinho primeiro – Pedro disse. - Não, o cuzinho é meu hoje – Lucas respondeu, dando um tapa forte na bunda dela, que ficou vermelha. Alexia estava louca, buceta pingando, cu piscando de tesão. Lucas deitou na cama, pau grosso apontando pro teto. - Vem, senta nessa buceta no meu cacete, safada. Ela subiu, posicionou a cabecinha grossa na entrada da buceta e desceu devagar. - Aaaaiii... que grosso... tá me abrindo toda... – gemeu desesperada. Sentou até o fundo, o pau grosso esticando as paredes da buceta. Começou a rebolar, subindo e descendo, peitões balançando. Pedro por trás, lubrificou o cuzinho com saliva e cuspe, esfregando a cabeça do pau no furinho. - Relaxa o cu, morena. Vou te foder junto. Empurrou devagar. Primeiro doeu, um ardor quente, mas Alexia empurrou pra trás. - Enfia... enfia tudo no meu cu... ai que delícia... sinto os dois paus se encontrando lá dentro... Os dois cacetes dentro dela, separados só por uma fina parede. Eles começaram a meter no ritmo. Lucas de baixo socando a buceta, Pedro enfiando o pau no cu. Alexia gritava de prazer. - Aiiiii... me fode... me fode com força... dois paus me rasgando... que gostoso... aaaahhh... vou gozar... O orgasmo veio forte, buceta apertando o pau grosso, cu piscando no outro. Ela tremia inteira, suando, gemendo desesperada. - Gozei... gozei na vara grossa... continua... não para... Eles meteram mais rápido, tapas na bunda ecoando. Pedro gozou primeiro, enchendo o cuzinho de porra quente. - Toma no cu, vadia... tá levando leitinho no furinho... Lucas logo depois, jorrando na buceta profunda. - Porra... que buceta apertada... toma tudo... Alexia desabou, porra escorrendo dos dois buracos. Mas não acabou. Eles deram um tempo, beberam água, e voltaram. Agora era ela de quatro, Lucas metendo no cu, Pedro na boca. - Chupa meu pau enquanto tomo seu cuzinho – Lucas rosnava. - Mmm... que pau gostoso... me fode o cu mais fundo... – ela pedia, boca cheia. Trocaram de buraco várias vezes. Buceta, cu, boca. Gozaram na cara dela, na boca, pedindo pra engolir. - Engole tudo, putinha casada. Engole a porra dos dois. Alexia engolia, lambia os paus limpos. Fizeram em todas as posições: ela cavalgando um enquanto o outro comia o cu por trás, de lado com os dois paus na buceta tentando ao mesmo tempo, esticando ela ao máximo. - Dois cacetes na minha buceta... ai que safadeza... tô sendo uma puta completa... – gemia. Horas de foda intensa. Gemidos ecoando pela república: - Mais forte... rasga minha buceta... arromba meu cuuuuu... quero leite em todo lugar... No final, os três suados, exaustos, Alexia com porra nos cabelos, no peito, escorrendo da buceta e do cu. Ela sorriu, satisfeita. - Isso foi incrível. Nada melhor que sentir duas varas me fodendo ao mesmo tempo. Dali em diante, Alexia virava na república sempre que podia. Às vezes os outros dois caras da casa estavam, e virava uma foda em quatro. Buceta, cu, boca sempre ocupados. O marido nunca soube, e ela vivia o fogo que faltava na vida de casada.
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