Alexandra tinha 30 anos, era casada, media 1,68m e pesava 61 quilos bem distribuídos. Seus peitos eram avantajados, daqueles que chamavam atenção mesmo debaixo da blusa mais simples, a bunda média mas bem redonda e empinada, cabelos longos que caíam pelas costas como uma cascata escura. Ela era linda de verdade, do tipo que faz homem virar o pescoço na rua. O marido trabalhava o dia todo, e ela ficava em casa cuidando das coisas. Foi aí que ele contratou o marceneiro para fazer o armário da cozinha. Seu Rubens era um senhor de uns 60 anos, forte, pele bronzeada de quem trabalha no sol, mãos grossas e um olhar que parecia sempre faminto. Na primeira visita ele mediu tudo, anotou as medidas, mas os olhos dele não saíam dela. O marido tinha comentado de passagem que o coroa era mulherengo, um comedor de carteirinha. Alexandra sentiu uma curiosidade safada crescer dentro dela. Mulher é assim mesmo, né? Quando ele voltava para conferir medidas, ela pedia para esperar um minutinho, corria pro quarto, trocava de roupa rapidinho e aparecia com um shortinho justo que marcava a bundinha. - Nossa, dona Alexandra, a senhora tá cada dia mais linda – ele dizia, com aquela voz rouca, enquanto fingia olhar as medidas. Ela dava corda, ria baixinho, servia água, café. Ele ficava à vontade, encostava na parede, elogiava o corpo dela sem vergonha. Um dia ela resolveu caprichar. Tomou banho demorado, depilou a bucetinha lisinha, deixou só um fiozinho de calcinha enterrado na bundinha e vestiu um vestidinho soltinho, bem curto, acima dos joelhos, mostrando as coxas grossas e macias. O tecido leve roçava na pele e ela já sentia a buceta molhando só de imaginar. O sino do portão tocou. Era ele. Quando abriu, o olhar do Seu Rubens mudou na hora. Ficou louco. - Caralho, Alexandra... você tá deliciosa pra porra. Essa bundinha assim... me deixa doido. Ela riu, corou, mas o corpo todo arrepiou. Deixou ele entrar. Na sala, ele não perdeu tempo. Grudou por trás dela, colou o corpo peludo no dela. Alexandra sentiu logo o cacete dele, já duro, latejando contra a bunda por cima do vestidinho fino. - Aiiiii, Seu Rubens... que isso... – ela sussurrou, mas não afastou. Ele beijou a nuca dela, lambeu devagar, mãos subindo pelas coxas, levantando o vestido. A bucetinha dela, recém-depilada, já estava melada, latejando. Ele a debruçou no sofá, empinou aquela bunda gostosa e ergueu o vestidinho todo. A calcinha fio-dental mal cobria nada. - Que buceta linda, toda lisinha... – ele grunhiu, ajoelhando atrás. A língua quente dele passou primeiro na bundinha, lambendo as nádegas macias, descendo pro cuzinho depiladinho. Enfiou a ponta da língua ali, girando devagar. Alexandra se encolheu, gemendo alto. - Aaaahhh... caralho... que delícia no meu cu... vai, lambe meu cuzinho... Ele abriu mais as pernas dela, puxou a calcinha pro lado e atacou a buceta. Lambeu tudo, chupou o grelinho inchado, enfiou a língua fundo na entradinha melada. Ela rebolava desesperada no rosto dele, os peitos balançando soltos. - Hummm... aiiii, Seu Rubens... você chupa tão gostoso... minha bucetinha tá pingando... Ele tirou a camisa, mostrando o peito peludo grisalho. Tirou a calça e a cueca. O cacete pulou pra fora: 16 centímetros grossos, veioso, duro como pedra, cabeça vermelha brilhando de tanto tesão. As bolas eram enormes, pesadas. Alexandra virou, ajoelhou e agarrou aquele pau. - Que pica grossa... meu Deus... – murmurou, antes de abrir a boca. Ela mamou com fome. A boca mal cabia, mas ela forçava, babando tudo, chupando a cabeça, descendo até sentir as bolas batendo no queixo. Lambeu as bolas enormes, uma de cada vez, enquanto ele gemia rouco. - Isso, sua putinha casada... mama meu cacete... que boca gulosa... Ele a puxou pra cima, mamou aqueles peitos avantajados, chupando os bicos duros, mordiscando. Depois desceu de novo, chupando buceta e cuzinho alternado, enfiando dedo no cu enquanto lambia o grelinho. Alexandra tremia inteira. - Aaaahhh... vou gozaaar... não para... chupa minha buceta... ai, caralho! Ela quase gozou na boca dele, mas ele parou. Pegou o tubo de gel que ela trouxe do quarto, lubrificou o cacete grosso todo. Alexandra ficou de quatro no sofá, empinando a bunda, olhando pra trás com cara de puta no cio. - Me fode, Seu Rubens... enfia essa pica grossa na minha buceta... eu quero sentir você me arrombando... Ele encostou a cabeça na entradinha melada. Ela se arrepiou inteira. Ele empurrou devagar, sentindo a grossura abrir caminho. - Uuuuhhh... que buceta apertada... tá engolindo meu cacete todo... Foi metendo fundo, cada vez mais forte. Os tapas na bunda ecoavam na sala. Ploc, ploc, ploc. A pele batendo, o cacete entrando e saindo brilhando de tanto mel. - Bate na minha bunda... mais forte... ai, me fode gostoso... – ela pedia, gemendo desesperada. Ele dava tapas vermelhos na bundinha, metendo fundo, batendo no fundo da buceta. Alexandra gozou forte, apertando o pau dele, esguichando um pouco. - Aaaahhhhh... tô gozando... porra... que delícia... Ele não parou. Continuou metendo, cada vez mais bruto, até explodir. Jatos grossos e quentes encheram a buceta dela, transbordando, escorrendo pelas coxas. - Toma minha porra, sua safada... tá sentindo? – ele rosnou, dando os últimos tapas. Quando ele saiu, Alexandra ficou ali, ofegante, buceta aberta pingando porra. O coroa se vestiu e foi embora, com um sorriso safado. Pouco depois o marido chegou. Viu ela ainda de vestidinho, cabelo bagunçado, cara de quem tinha levado vara. Parecia até que sabia. Ficou louco de tesão. Jogou ela no sofá, chupou aquela buceta ainda cheia de porra alheia, lambeu tudo, depois virou ela e comeu o cuzinho apertado. - Hoje você tá safada demais... – ele disse, metendo no cu dela devagar. - Aaaah... come meu cu... – ela gemia, sentindo o marido arrombar o cuzinho enquanto a buceta ainda latejava da foda do marceneiro. Esse dia ela deu a buceta pro coroa e o cuzinho pro marido. E não parou por aí. Antes do armário ficar pronto, teve mais duas transas com o Seu Rubens. Uma na cozinha mesmo, encostada no balcão, ele metendo por trás enquanto ela mordia o braço pra não gritar. Outra no quarto de hóspedes, ela cavalgando aquele cacete grosso, peitos pulando, rebolando desesperada até ele encher ela de novo. Em cada encontro os gemidos eram mais altos, os tapas mais fortes, os palavrões mais sujos. - Me arromba essa buceta, Seu Rubens... me usa como sua putinha... – ela pedia, voz rouca de tesão. Ele respondia metendo mais fundo. - Toma, sua casada vadia... essa buceta agora é minha... A intensidade era tanta que ela saía tremendo, pernas fracas, buceta inchada, mas com um sorriso no rosto. O armário ficou pronto, mas o tesão entre eles ficou pra sempre. Alexandra aprendeu que às vezes uma curiosidade inocente vira uma putaria deliciosa que ninguém nunca esquece. E ela não se arrependia de nada. Nem um pouco.
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