Ele viu suas filhas sendo comidas em um vídeo!



Eduardo não conseguia mais segurar o tesão que queimava por dentro. Aos 46 anos, casado com Edilene, pai de duas filhas que cresciam como flores proibidas, ele vivia em um inferno particular. Duda, a caçula de 18 anos, branquinha, 1,67m, 50kg, aqueles seios pequenos e firmes, bumbunzinho empinado e cabelos loiros na altura dos ombros. Fernanda, 19 anos, um mulheraço de 1,67m e 62kg, cabelos pretos caindo até o meio das costas, corpo cheio de curvas que deixava qualquer macho louco. Elas moravam com a avó depois da separação, mas Eduardo visitava sempre. E toda vez que via aquelas duas cavalas, o pau dele latejava dentro da calça.
Ele era comedor assumido, mas com as filhas era diferente. Só cheirava as calcinhas delas no cesto de roupa suja, enfiava o nariz naquela bucetinha cheirosa da Duda ou no cheiro forte da Fernanda e batia uma punheta violenta, gozando jatos grossos imaginando as duas. Sabia que os machos da rua deviam bater punheta pra elas também. Mas o que ele descobriu no celular da Fernanda mudou tudo.
A mãe delas frequentava um lugar de crenças, liderado por um coroa de uns 55 anos, forte, voz grave e olhar de quem sabia dominar. Eduardo começou a desconfiar quando viu as filhas bitoladas demais nas ideias dele. Um dia, Fernanda deixou o celular desbloqueado por acidente. Ele já tinha decorado o movimento da senha. Abriu os vídeos e o choque veio forte.
Eram cinco vídeos gravados no fundo daquele salão. O líder entrava com as duas garotas. A câmera posicionada por Fernanda mostrava tudo.
- Agora, meninas, tirem toda a roupa. Preciso purificar esses corpos jovens e cheios de pecado - mandou o coroa, a voz rouca de tesão.
As duas obedeceram. Duda ficou peladinha primeiro, revelando os peitinhos pequenos com biquinhos rosados, a bucetinha lisinha, sem um pelo, aquele bumbum branquinho. Fernanda veio em seguida, os seios maiores, pesados, a buceta carnuda, lábios inchados, o cuzinho piscando de leve. O pau do líder já marcava forte na calça.
- Deitem na mesa de pedra, filhas. Olhos fechados. A purificação começa agora.
Elas se deitaram na mesa fria de pedra, corpos nus expostos. O coroa tirou a roupa devagar. O pauzão dele saltou, grosso, veioso, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Pegou um pote do armário e começou a derramar um líquido melado, dourado, sobre os peitinhos da Duda, descendo pela barriguinha até encharcar a bucetinha dela.
- Sinta o mel da purificação, Duda. Ele vai limpar sua alma pecadora.
Ele se inclinou e lambeu devagar. A língua grossa passou nos biquinhos dela, sugando o mel misturado com o suor da garota. Duda começou a gemer baixinho.
- Ahhh... pai espiritual... isso tá tão bom...
Ele desceu, lambendo a barriga, abrindo as perninhas dela e enfiando a língua fundo na bucetinha lisinha. Chupava o mel que escorria, misturando com os sucos dela que já molhavam tudo.
- Hummm... que bucetinha doce... virgem de verdade... - rosnou ele, enfiando a língua mais fundo.
Duda se contorcia, os peitinhos tremendo.
- Aiiiiiii meu Deus... lambe minha bucetinha... tá me deixando louca...
Ele mandou ela virar de costas. Agora era a vez da Fernanda. O mesmo ritual: mel nos peitos grandes, na barriga, escorrendo pela buceta carnuda. Ele lambeu tudo, chupando os mamilos dela com força, descendo até enfiar a cara inteira entre as coxas grossas.
Fernanda gemia mais alto, desesperada.
- Por favor... chupa minha buceta... eu tô possuída... preciso de você...
Ele deu dois tapas fortes no rosto dela.
- Cala a boca, vadia. Você está possuída mesmo. Vira de bunda pra cima agora.
Fernanda obedeceu, empinando aquele rabo gostoso. O coroa jogou mais mel nos dois cuzinhos. O líquido escorreu devagarinho, entrando nos regos apertados. Ele abriu as bandas da Duda primeiro. O cuzinho branquinho, todo melado, piscava.
- Olha esse cuzinho apertado... vou purificar ele direitinho.
A língua dele rodeou devagar, lambendo o mel, depois enfiou fundo no cu da caçula. Duda se mexia toda, gemendo alto.
- Aaaaiii... tá entrando no meu cu... chupa meu cuzinho... assim... mais fundo...
Ele dava tapas na bundinha dela, fazendo a carne tremer, enquanto a língua fodia o rego apertado. Depois foi pra Fernanda, abrindo aquelas bandas grandes, o cuzinho mais escuro e carnudo. Chupou com fome, enfiando a língua inteira, sugando o mel misturado com o gosto proibido.
Fernanda estava doida.
- Come meu cu... porra... enfia essa língua no meu rabinho... eu sou sua puta...
Ele sentou numa cadeira, o pauzão babando, latejando.
- Venham as duas. Ajoelhem e purifiquem meu pau com a boca.
As filhas se ajoelharam rapidinho. Duda pegou primeiro, lambendo a cabeça grossa, sentindo o gosto salgado.
- Que pica grande... - murmurou ela antes de enfiar na boca.
Fernanda atacou as bolas, chupando uma por uma, lambendo o saco peludo.
- Hummm... essas bolas tão pesadas... cheias de porra pra gente...
Elas mamavam juntas, revezando o pauzão. Duda engolia até o fundo, babando, engasgando. Fernanda lambia a base e as bolas. O coroa gemia, segurando os cabelos delas.
- Isso, suas putinhas... mamem a pica do líder... engolem tudo...
O vídeo terminava com ele gozando jatos grossos nos rostos e bocas das duas, elas engolindo o que conseguiam, o resto escorrendo nos peitos.
Eduardo assistiu tudo várias vezes, o pau dele na mão, gozando sem parar. Mas ele queria mais. Queria ver o coroa comendo as duas de verdade. E decidiu que ia fazer acontecer.
Dias depois, ele seguiu as filhas até o lugar. Escondeu-se nos fundos, perto da sala da purificação. O coração batendo forte. Quando o coroa entrou com as duas, Eduardo já estava com o pau duro só de imaginar.
Dessa vez ele ia presenciar ao vivo.
O ritual começou igual. As duas ficaram nuas. A mesa de pedra fria. Mel derramado. O coroa nu, pauzão ereto.
Ele lambeu Duda primeiro, chupando a bucetinha dela até ela gritar.
- Aaaahhh... pai... sua língua tá me matando... lambe meu grelinho... assim...
Depois virou ela e atacou o cu de novo, enfiando dois dedos enquanto lambia.
Fernanda assistia, dedando a própria buceta.
- Quero também... vem comer minha buceta e meu cu...
O coroa mandou as duas de quatro na mesa. Abriu as pernas e enfiou o pauzão na buceta da Fernanda primeiro. Empurrou devagar, sentindo o calor apertado.
- Caralho... que buceta quente e molhada... tá engolindo minha pica toda...
Fernanda gritou de prazer.
- Me fode... enfia essa pica grossa na minha bucetinha... me arromba...
Ele meteu forte, bolas batendo na bundona dela, tapas ecoando. Duda assistia, tocando o grelinho.
- Olha como ele tá comendo minha irmã... quero também...
Ele tirou da Fernanda e enfiou na Duda. A caçula era mais apertada.
- Porra... seu cuzinho e buceta tão virgens ainda... vou te abrir todinha...
Metia fundo, segurando os quadris dela, fazendo os peitinhos balançarem. Duda gemia desesperada.
- Aiiiiii papai espiritual... sua pica tá me rasgando... mais forte... me fode...
Ele alternava entre as duas, fodendo uma enquanto a outra chupava as bolas ou lambia o cu dele. Depois mandou as duas se beijarem, línguas se enrolando enquanto ele comia uma por trás.
Eduardo, escondido, batia punheta assistindo. O pau dele latejava vendo o coroa arrombando as filhas.
O líder deitou na mesa e mandou Fernanda sentar na pica. Ela desceu devagar, a buceta engolindo tudo.
- Que delícia... tá batendo no fundo da minha buceta... vou gozar...
Rebolava desesperada, gemendo alto. Duda sentou no rosto dele, esfregando a bucetinha na boca do coroa.
- Chupa minha buceta enquanto fode minha irmã... assim... lambe meu grelinho...
As duas se beijavam por cima, peitos roçando. O coroa metia de baixo, segurando a bundona da Fernanda.
- Suas vadias... vou encher essas bucetas de porra...
Ele virou Duda de lado, enfiou na bucetinha dela e meteu com força, depois tirou e enfiou no cu da Fernanda.
- Agora o cu... abre esse rabinho pra mim...
Fernanda gritou de prazer e dor.
- Aaaaiii... tá entrando no meu cu... me arromba o rabinho... fode meu cu...
Ele metia cada vez mais fundo, o pau brilhando de mel e sucos. Duda chupava os peitos da irmã enquanto era dedada.
O clímax veio forte. Ele tirou e mandou as duas ajoelharem. Gozou jatos enormes nos rostos, bocas abertas, línguas para fora. Elas engoliram, lambendo uma a cara da outra, gemendo.
- Que porra gostosa... obrigada pela purificação...
Eduardo gozou escondido, imaginando que um dia ia participar. Mas por enquanto, aquilo bastava pra alimentar suas punhetas por meses.
As filhas saíram coradas, corpos marcados por tapas e chupadas. O coroa sorria satisfeito.
E Eduardo sabia: muitas famílias passavam por isso sem imaginar. Mas ele... ele tinha visto tudo. E queria mais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ele viu suas filhas sendo comidas em um vídeo!

Codigo do conto:
265878

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/07/2026

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