Esposa fominha de pica!



Jiovane, um cara de 34 anos, casado com a Valdete, uma gordinha de 25 anos que é pura tentação. Ela tem aqueles peitões enormes, pesados, que balançam quando ela anda, e um bundão redondo, carnudo, daqueles que fazem qualquer um virar a cabeça. A Valdete sempre foi gulosa pra caralho nas trepadas, do tipo que não se cansa fácil, mas até então nunca tinha traído. Aí o Jiovane contrata um pedreiro coroa de uns 50 anos, experiente, e um servente novinho de 24, pra fazer uma reforma na casa.
O combinado era simples: o Jiovane ia pro trampo e a esposa ficava em casa pra receber os caras. Num dia qualquer, o Jiovane resolve dar uma passada em casa de moto pra ver como andava o serviço. Chega, a casa tá quieta demais. Entra pela porta da sala e dá de cara com a cena que ia mudar tudo: os dois homens pelados, paus duros pra cima, e a Valdete de joelhos, mamando os dois ao mesmo tempo como uma vadia faminta.
- Porra, que fdp! – berrou o Jiovane, o sangue subindo na hora. Quis fazer besteira, mas aí ouviu a voz dela, rouca de tesão:
- Calma, amor... não é nada disso que você tá pensando...
O pedreiro, todo suado, ainda com a pica latejando, tentou explicar também:
- Calma aí, chefe... a gente só...
Mas os três estavam pelados, paus molhados da boca dela. O Jiovane sentiu uma mistura louca de raiva e tesão. Em vez de brigar, fechou a porta, sentou no sofá e disse:
- Não, continua. Quero ver isso rolar.
A Valdete olhou pra ele com aqueles olhos de puta safada, sorriu e voltou pro que fazia. Mamou a pica grossa do coroa primeiro, enfiando fundo na garganta, babando tudo, enquanto a mãozinha gordinha batia uma punheta caprichada no pau do servente, mais novinho, veias saltadas, uns 16 cm de tesão puro. Depois trocou, chupando as quatro bolas, lambendo de baixo pra cima, gemendo baixinho:
- Hummm... que paus gostosos... me deixam louca...
O coroa, com seus 20 cm de rola grossa e peluda, agarrou os peitões dela, apertando forte, chupando os bicos duros enquanto ela mamava. O servente enfiava na boca dela com força, segurando a cabeça da Valdete, fodendo a garganta dela sem dó.
- Isso, sua gulosa... mama meu pau todo... – rosnava o novinho.
O Jiovane já tinha tirado a roupa, punhetando devagar, vendo tudo. A esposa tava molhada pra caralho, a buceta brilhando, o grelinho inchado de tesão. Ele buscou um colchão velho da reforma, jogou no chão da sala. Os três subiram ali. Os caras beijavam a Valdete por todo lado, sugando os peitões enormes, mordendo o pescoço, as mãos explorando aquele bundão macio.
- Ahhh... porra... me chupa toda... – gemia ela desesperada.
O servente, doido de tesão, meteu de novo na boca dela, enquanto o coroa abria as pernas gordas da Valdete e enfiava a língua na buceta quente, lambendo o grelinho com vontade, chupando os lábios carnudos. Ela se contorcia, gemendo alto:
- Isso, coroa... lambe minha bucetinha... ai que delícia...
O Jiovane assistia tudo, o pau latejando na mão. A Valdete mandou os dois sentarem no colchão, paus pra cima. Ela subiu primeiro no coroa, sentando devagar naquela pica grossa de 20 cm. A buceta dela engoliu centímetro por centímetro, esticando toda, sucos escorrendo.
- Aaaahhh... que pauzão... me arromba... – gritou ela, começando a quicar, os peitões balançando pesado.
Depois pulou pro servente, sentando na rola dele, mais nova e dura, cavalgando com fome. O Jiovane via a pica entrando e saindo, a buceta dela inchada, vermelha de tanto tesão. Ela trocava de pau o tempo todo, gulosa mesmo.
- Vem, amor... me dá sua pica também – pediu pra ele.
Os três começaram a foder ela de quatro. Primeiro o coroa metia forte por trás, o bundão dela tremendo a cada estocada. Depois o servente, depois o Jiovane. Ela gemia desesperada:
- Me fode... me fode mais... quero os três paus me arrombando...
A safada pediu pra gozar no pau do pedreiro. Ele pegou ela no colo, aquelas pernas gordas em volta da cintura dele, e meteu fundo, batendo forte, o pauzão entrando até o talo. A Valdete gritava:
- Isso... me fode gostoso... vou gozaaar... aaaahhhh porraaa!!!
Ela gozou jorrando, o corpo tremendo todo, a buceta apertando a rola do coroa. Aí pediu porra dos três. O servente gozou primeiro na boca dela, enchendo de leite quente, ela engolindo tudo, lambendo os beiços. O Jiovane meteu na xoxota dela e gozou lá dentro, enchendo a bucetinha de porra. O coroa terminou na boca também, pintando a cara e os peitões dela.
Eles gozaram juntos, gemidos ecoando pela casa. Depois daquilo, os dois gamaram na Valdete. Terminaram o serviço da reforma, mas ela manteve um romance safado com os dois. No começo rolava junto, mas dava confusão, ciúmes entre eles. Aí ela pediu pra ser um de cada vez. O Jiovane curtia de boa, assistia às vezes ou só ouvia os gemidos quando chegava mais cedo.
Todo dia a Valdete queria foder com um dos três. De manhã, quando o Jiovane saía, às vezes o coroa aparecia. Ela abria a porta só de robe, já molhada. Levava ele pro quarto, chupava aquela pica madura com calma, lambendo as bolas peludas.
- Hummm... que rola grossa... me fode hoje, coroa... – sussurrava ela.
Ele deitava ela na cama, abria aquelas coxas grossas e metia devagar no começo, depois socava fundo, fazendo o bundão bater contra a barriga dele. Ela gemia alto:
- Aiiiiii que delícia... me arromba essa buceta... mais forte... aaaahhh!!!
Gozavam juntos, ele enchendo ela de porra, e ela ainda pedia mais, virando de quatro pra ele comer o cu também. O coroa adorava aquele rabo grande, enfiando devagar, esticando o cuzinho apertado dela.
- Toma no cu, sua vadia gulosa... – grunhia ele.
Ela gritava de prazer:
- Isso... fode meu cu... me enche toda...
À tarde era a vez do servente, mais bruto, cheio de energia. Chegava, já tirava a roupa, agarrava a Valdete pela cintura e metia ela contra a parede da cozinha. A pica de 16 cm entrava rápido na buceta molhada, ele fodendo com força, os peitões dela esmagados contra o peito dele.
- Porra, que buceta apertada... você é uma puta safada mesmo... – dizia ele, mordendo o pescoço dela.
- Me fode, novinho... me quebra... aaaahhh porra... grelinho tá latejando... – respondia ela, gozando rápido, pernas tremendo.
Eles fodiam em todo canto da casa: no sofá, no chão, no banheiro. Ela mamava, sentava, pedia dupla penetração quando o Jiovane tava junto. O Jiovane se acostumou, a vida sexual dele explodiu. Chegava em casa e às vezes encontrava ela com o cu ainda pingando porra do coroa, ou com marcas de chupão nos peitões.
- Amor, hoje foi o servente... ele me fodeu tanto que ainda tô gozando... – contava ela, rindo safada, já puxando o pau do marido pra chupar.
O Jiovane adorava ouvir os detalhes, batendo punheta enquanto ela narrava:
- Ele me colocou de quatro, meteu no cu sem parar... gozou lá dentro, quente... depois me fez lamber tudo...
Eles trepavam loucamente depois, ele sentindo a buceta ou o cu dela ainda melado da porra dos outros. A Valdete virava uma fera, cavalgando o marido com fome:
- Quero todos os paus... me enche de novo, amor... aaaahhh!!!
Os gemidos dela enchiam a casa toda vez. Desesperados, longos, molhados de tesão. Ela pedia pra ele chupar o grelinho enquanto contava como o coroa tinha lambido ela mais cedo. O bundão dela quicava, os peitões pulando, suor escorrendo pelos corpos.
Numa noite quente, os três se juntaram de novo. O colchão no chão da sala mais uma vez. A Valdete no meio, mamando os três paus ao mesmo tempo, alternando, babando, olhos cheios de luxúria.
- Que delícia ter três rolas pra mim... me fodem todos...
Eles comeram ela de todos os jeitos. Dupla penetração: coroa no cu, servente na buceta, Jiovane na boca. Ela gritava:
- Me arromba... me enche os buracos... porraaa... vou gozar de novo!!!
O corpo gordinho dela tremia, sucos jorrando, peitões vermelhos de tanto serem chupados e apertados. Gozaram nela toda: na boca, na xoxota, no cu, no rosto, nos peitos. Ela lambia tudo, sorrindo satisfeita, gulosa até o fim.
Depois disso, a rotina virou assim: um de cada vez pra evitar bagunça, mas quando o tesão apertava, rolava surpresas. O Jiovane aprendeu a amar aquilo. A esposa dele, antes fiel, agora uma vadia assumida, mas só pra eles. A vida sexual a mil, todo dia uma foda intensa, gemidos ecoando, porra pra todo lado.
A Valdete acordava com fome de pau, dormia com a buceta latejando. O bundão dela virava alvo constante, o grelinho sempre inchado. Ela mandava mensagens pros caras durante o dia:
- Vem hoje... tô molhada pensando na sua pica...
E quando chegava, era fogo puro. O coroa com calma e experiência, metendo fundo, fazendo ela gozar várias vezes. O servente com força jovem, socando até ela implorar por mais. O marido assistindo ou participando, sempre no clima.
- Porra, amor... você virou minha puta favorita... – dizia o Jiovane, enquanto ela cavalgava ele depois de ter sido comida pelos outros.
- Sou sim... e adoro... me fode mais... aaaahhh!!!
Os gemidos desesperados, os tapas na bunda, o som molhado de pica entrando na buceta ou no cu, tudo isso virou a trilha sonora da casa. A reforma terminou, mas o tesão nunca. A Valdete mantinha os romances, um de cada vez, e o Jiovane curtia cada detalhe, a vida sexual deles a mil por hora.
Imagina o quanto ela gozava, o corpo gordinho suado, peitões marcados, buceta inchada, cu arrombado de tanto levar. Ela pedia tudo chulo, sem vergonha:
- Enfia essa pica grossa na minha bucetinha gulosa... me enche de porra... quero gozar no seu pau...
Os caras obedeciam, fodendo com intensidade, estocadas fortes, mãos apertando aquela carne macia. O servente gostava de puxar o cabelo dela enquanto metia por trás:
- Toma, vadia... sente minha rola te arrombando...
Ela respondia com gemidos altos, o corpo todo tremendo:
- Isso... me quebra... porra... mais fundo... aaaaiii!!!
O coroa era mais safado com a idade, lambia tudo, chupava o cu dela antes de comer, fazendo ela delirar. O Jiovane, no meio disso, batia punheta ou metia junto, sentindo a esposa mais molhada e aberta do que nunca.
Todo dia era uma nova foda. De manhã, almoço, tarde, noite. Ela queria sempre, fominha insaciável. Os peitões balançando, o bundão tremendo, a buceta pingando. Gemidos ecoando pelos cômodos, diálogos cheios de sacanagem:
- Chupa minhas bolas, sua gulosa...
- Me fode o cu agora... quero sentir latejando...
- Goza dentro... me enche de porra...
A intensidade era tanta que às vezes eles suavam juntos, corpos colados, estocadas ritmadas, gozos múltiplos. A Valdete gozava gritando, o corpo convulsionando, depois pedia mais, lambendo os paus limpos, engolindo tudo.
O Jiovane se acostumou e adorava. A vida virou um sonho erótico constante. A esposa dele, aquela gordinha de peitões e bundão, agora compartilhada, mas sempre dele no final. Todo dia uma trepada nova, gemidos desesperados, porra quente, buceta e cu usados com vontade.
E assim rolava, sem parar, tesão infinito. A reforma trouxe mais que paredes novas – trouxe uma nova fase na vida deles, cheia de sacanagem, intensidade e prazer sem limites.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Esposa fominha de pica!

Codigo do conto:
265880

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
02/07/2026

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