Eu sou a Bianca, 24 anos, morena jambo, corpo bem feitinho com 1,67m e 55 quilos. Meus peitos são pequenos, mas que se foda, minha bunda é média pra grande e todo mundo vira a cabeça quando eu passo. Cabelos longos, lisos, aquele bumbum empinado que parece pedir pra ser agarrado. E foi exatamente isso que rolou nessa loucura toda que eu tô vivendo. Conheci o Adriano numa festa bem animada. Ele tem 26 anos, alto, corpo definido, aquele sorriso safado que me deixou molhada só de olhar. Tomamos umas bebidas, rimos, dançamos coladinhos e ele me chamou pra casa dele. Quando chegamos, a casa estava vazia. Ele me olhou de cima a baixo e já foi falando: - Porra, Bianca, você tá me deixando louco desde que te vi. Tira essa roupa agora. Eu tava zonza de bebida e tesão. Deixei ele me tirar tudo. Fiquei peladinha na frente dele. Ele também ficou nu, a pica já meia dura, grossa, balançando. Me levou pro banho. A água quente caindo, ele passou sabonete nas mãos e começou a me lavar devagar. Passou nos meus peitinhos, apertando os bicos que endureceram na hora. Desceu pra minha xoxotinha, esfregando bem o grelinho, me fazendo gemer baixinho. Depois virou e lavou meu cuzinho, enfiando o dedo com sabonete, devagar. - Aiiii, Adriano... que delícia, continua... Eu retribuí, ensaboando a vara dele, apertando as bolas pesadas, sentindo ela crescer na minha mão. Saímos do banho molhados e fomos direto pra cama. Ele me jogou de costas, abriu minhas pernas e enfiou a cara na minha buceta. Chupava com fome, língua no grelinho, sugando os lábios, descendo pro cu. - Porra, sua bucetinha é gostosa pra caralho. Tá encharcada. Eu gemia desesperada, rebolando na cara dele: - Ahhh... chupa mais, Adriano... mete a língua no meu cuzinho... issooo! Ele subiu, alinhou a pica grossa e meteu tudo de uma vez. Fodia forte, batendo as bolas na minha bunda. Meu corpo tremia. Ele montava em mim, segurando meus cabelos longos. - Toma essa pica, Bianca... aperta essa buceta gostosa. Eu gozei gritando, apertando a vara dele. Ele não parou, meteu mais fundo e gozou dentro, enchendo minha bucetinha de porra quente. Ficamos ali, suados, mas isso foi só o começo. Depois descobri que ele tava com a Aline, de 21 anos. Ele trepava com ela também, engravidou a garota e mesmo assim continuava me chamando. Entre uma trepada e outra comigo, ele ia pra casa dela e comia ela do mesmo jeito. Eu sabia, mas o tesão era maior. A gente se encontrava escondido, ele me fodia gostoso, me chamava de vadia dele. Mas aí entrou o coroa. Meu patrão na lanchonete, 50 anos, casado, bonitão, daqueles maduros que sabem o que fazem. Começou a dar em cima, olhares, toques. Quando a esposa viajou por 15 dias, ele me chamou pra casa dele. No sábado eu pensei: foda-se, vou. Tomei banho, passei perfume, coloquei um fiozinho que mal cobria minha buceta, calça jeans apertadinha marcando a bunda, blusinha fina com os bicos dos peitos marcando, salto alto, cabelos chapados. Uber e fui. Ele me recebeu cheiroso, recém saído do banho, short e camiseta. Ofereceu vinho. Tomei uma taça, já sentindo o calor. Ele se aproximou, me abraçou pela cintura e me deu um beijo profundo. Sugou minha língua, me apertando contra ele. Levantei do sofá, ele me ergueu no colo, beijando meu pescoço. - Bianca, você é uma delícia. Eu queria isso desde o primeiro dia. Tirou minha blusinha devagar, mamou meus peitinhos pequenos, chupando os bicos com vontade, mordiscando. Eu suspirava alto. Ele agachou, tirou meus saltos, depois a calça, mas calçou os saltos de novo. Fiquei só de fiozinho e salto. Abaixou aos meus pés, lambeu meus dedos, subiu pelas pernas, girando meu corpo. Lambia coxas, bunda, frente e verso. Abriu minhas pernas, passou a língua por baixo, no fiozinho. - Que buceta linda... e esse cuzinho... hmm. O fiozinho desceu sozinho. Ele abriu mais, enfiou a cara no meu cu, lambendo gostoso, língua entrando. Eu tremia. - Aiiiii meu Deus... que tesão do caralho... lambe meu cuzinho, coroa... isso! Ele tirou o short, a pica dele era grossa, veia marcada, cabeça grande. Peguei na mão, ele mandou: - Chupa minha vara e minhas bolas, Bianca. Aprende. Eu não era expert, mas chupei. Suguei a cabeça, desci na vara, lambi as bolas. Ele gemia rouco, segurando meus cabelos. Depois me colocou de quatro, peito no sofá. Alinhou a pica e meteu na buceta de uma vez. Fodia forte, montando na minha bunda, batendo pele com pele. - Toma essa pica, sua safada... aperta essa bucetinha gostosa... ahhh porra! Eu gozei desesperada, gritando: - Aiii aiii aiii... tô gozando na sua vara... mete mais fundo! Ele gozou dentro, varinha enterrada até o talo, só os ovos de fora, enchendo tudo de porra quente. Dormi com ele. De madrugada acordei com ele encoxando, a pica dura roçando minha bunda. Fomos pro banho, beijos molhados, ele me fodia contra a parede. Voltamos pra cama. Ele me chupou toda: peitos, buceta, cu. Depois lambeu meu cuzinho com vontade. - Quero comer esse cu virgem hoje. Eu recusei no começo: - Nunca dei o cu, vai doer... Mas ele me convenceu com paciência. Muito gel, dedo, depois a cabeça da pica. Eu gritava: - Aiiiiii porra... tá doendo... devagar! Ele parava, falava baixinho: - Relaxa, gata... tá apertado pra caralho, parece um alicate. Minha esposa deixa eu comer o cu dela uma vez por semana. Você vai gostar. Foi entrando aos poucos. Quebrou meu lacre em etapas. Dor misturada com prazer louco. Quando entrou todo, ele começou a meter devagar, depois mais forte. Eu gemia desesperada: - Ahhh... tá fundo... fode meu cu... que delíciaaa! Ele gozou no meu cu, tirou e vi a porra escorrendo. Desde então eu tô transando com os dois. O Adriano me fode bem, mas o coroa come melhor. Ele chupa tudo, come minha buceta, meu cu, me faz gozar várias vezes. Eu adoro sentir duas varas diferentes. Sei que os dois são comprometidos, mas o tesão fala mais alto. Às vezes penso na Aline grávida do Adriano, na esposa do coroa viajando, mas quando eles me pegam, eu esqueço tudo. Numa noite com o Adriano, ele me chamou de novo. Cheguei na casa dele, ele já tava duro. Me jogou na cama, abriu minhas pernas e meteu a pica na buceta molhada. - Sua vadia... buceta sempre pronta pra mim. Fodia forte, eu rebolava: - Mete, Adriano... fode essa buceta... ahhh! Gozei, ele gozou dentro. Depois, no outro dia, o coroa me chamou pra lanchonete depois do expediente. Trancou a porta, me sentou no balcão, tirou meu short e chupou minha buceta ali mesmo. - Que delícia esse grelinho... tá inchado de tesão. Eu segurava a cabeça dele, gemendo: - Chupa mais... enfia a língua... isso coroa safado! Ele me virou, meteu na buceta por trás, depois quis o cu de novo. Passou gel, enfiou devagar. Eu mordia o lábio: - Aiiiii que gostoso... fode meu cuzinho... mais forte! Ele metia, apertando minha bunda grande, batendo. - Porra, Bianca... esse cu é meu agora... toma toda a pica. Gozei tremendo, ele encheu meu cu de porra. Depois me limpou, me beijou e falou: - Você é viciada nisso, né? Duas varas te comendo. Eu ri, ainda ofegante: - Sou... adoro ser comida por vocês dois. Meus buracos vivem cheios. E assim continua. Dias com o Adriano, noites com o coroa. Meu corpo tá sempre marcado de chupões, buceta e cu doloridos mas satisfeitos. Eu sei que tô errada, mas o prazer é grande demais. Quando o coroa me lambe dos pés até o cu, ou quando o Adriano me fode de quatro chamando de putinha, eu perco o controle. Gemidos altos, corpos suados, porra escorrendo. É isso que eu quero agora. Mais e mais.
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