Elizangela tinha 35 anos agora, mas toda vez que fechava os olhos, voltava praqueles dias de mocinha. Baixinha, cabelos curtos bagunçados, corpo médio com peitos que cabiam perfeitamente na mão de um homem e uma bunda redonda que balançava quando ela andava. Separada, com aquela fome acumulada, ela ainda se pegava tocando a buceta só de lembrar do cunhado. Naquela época, ela adorava dormir na casa da irmã. Os sobrinhos eram pequenos, caíam no sono rapidinho depois de brincar o dia todo. A irmã trabalhava até as onze da noite, deixando o apartamento pequeno — só um quarto e uma cozinha — nas mãos dela e do cunhado, o tal do Roberto. Homem alto, forte, com aquele pau que parecia nunca descansar. Elizangela demorava pra dormir. Deitada no colchão improvisado no chão, ao lado da cama do casal, ela fingia que os olhos estavam fechados. Mas a luz do abajur ainda acesa no canto deixava tudo visível o suficiente. Roberto deitava de cueca, e logo o volume aparecia. A pica dele engrossava, ficava dura como pedra, marcando o tecido fino. Ela sentia a bucetinha molhar só de olhar. - Porra... que pau gostoso... – murmurava baixinho pra si mesma, apertando as coxas. Uma noite, ele achou que ela já estava dormindo. Roberto puxou a cueca pra baixo devagar. A rola saltou pesada, veias pulsando, a cabeça vermelha brilhando. Ele cuspiu na mão e começou a bater punheta devagar. O barulho molhado enchia o quarto. Elizangela abriu os olhos um pouquinho e viu ele subindo e descendo a pele, o saco balançando. Quando ele gozou, a porra esguichou longe, caindo no lençol com jatos grossos. Três, quatro, cinco jatos fortes. Ela quase gozou ali só de ver, a calcinha encharcada. Depois disso, virou vício. Ela começou a jogar o colchão bem coladinho na cama deles. Quando a irmã chegava tarde, apagava a luz e esperava. Uma madrugada, o coração batendo forte, Elizangela esticou a mão. Os dedos tocaram a coxa quente do cunhado. Subiu devagar até encontrar a pica mole. Assim que encostou, ela começou a endurecer na palma da mão dela. Grosa, quente, latejando. - Caralho... – Roberto soltou um gemido baixo, mas não se mexeu. Ela fechou a mão em volta da rola e começou a bater devagar. Pra cima e pra baixo, sentindo cada veia, o prepúcio deslizando. A pica dele cresceu ainda mais, pulsando forte. Roberto respirava pesado. De repente, o corpo dele tensionou e a porra quente jorrou na mão dela, escorrendo pelos dedos, grossa e branca. Ele gozou tanto que molhou o braço inteiro dela. - Hummm... que delícia... – ela sussurrou, lambendo um pouco da porra que escorria. A partir daí, os dois entraram num jogo perigoso. Às vezes era ela quem acordava com a mão dele guiando. Roberto pegava a mãozinha dela enquanto ela fingia dormir, enrolava os dedinhos em volta da pica dura e batia punheta usando a mão dela como se fosse uma buceta. Ele gemia baixinho: - Isso, sua putinha... aperta mais... caralho, que mãozinha gostosa... A porra dele explodia, quente, cobrindo os dedos dela. Elizangela ficava com a buceta latejando, o grelinho inchado pedindo atenção. Ela se tocava ali mesmo, no escuro, enfiando dois dedos na bucetinha molhada enquanto ele dormia de novo. Uma noite a irmã chegou mais tarde que nunca. Os sobrinhos dormiam pesado no outro canto. Roberto estava de lado, a rola já meia dura. Elizangela não aguentou. Subiu no colchão devagar, de quatro, e encostou o rosto perto da virilha dele. O cheiro de macho deixou ela louca. Ela puxou a cueca e lambeu a cabeça da pica devagar. - Ahhh... que porra é essa... – Roberto acordou com um gemido rouco, mas não afastou. Ela abriu a boca e engoliu a rola até onde conseguia. Chupava com fome, a língua rodando no glande, sugando o pré-gozo salgado. Roberto segurou a cabeça dela com uma mão, empurrando devagar. - Chupa, Elizangela... chupa essa pica do cunhado... isso, sua vadia safada... mais fundo... Ela babava toda, o som molhado de chupada ecoando baixo. A buceta dela pingava, escorrendo pela coxa. Roberto puxou ela pra cima e a virou de costas. Deitou ela no colchão e abriu as pernas dela. A bucetinha inchada brilhava de tesão. - Olha essa buceta... toda molhada pra mim... – ele sussurrou, passando dois dedos grossos nos lábios melados. Elizangela gemeu desesperada: - Me come, Roberto... enfia essa pica grossa em mim... eu quero sentir você me arrombando... Ele não esperou. Posicionou a cabeça da rola na entradinha e empurrou devagar. A buceta dela apertava, quente e molhada, engolindo centímetro por centímetro. Quando estava todo dentro, os dois gemeram juntos. - Aaaaiii... que pica grande... me rasga... – ela choramingou, cravando as unhas nas costas dele. Roberto começou a meter forte. O barulho de pele contra pele, o saco dele batendo na bundinha dela. Ele segurava os peitos médios dela, apertando os bicos duros enquanto socava fundo. - Porra, cunhada... sua buceta é tão apertada... melhor que a da sua irmã... eu vou te foder todo dia agora... Elizangela rebolava embaixo dele, o grelinho roçando na base da pica a cada estocada. Os gemidos dela ficaram desesperados: - Aiiiii, caralho... mais forte... me fode... me arromba essa bucetinha... eu sou sua putinha... aaaahhh... vou goooozar... O corpo dela tremeu inteiro. A buceta apertou a rola dele num espasmo forte, esguichando um pouco de porra clara. Roberto não parou. Virou ela de quatro, segurou a bundinha média e meteu ainda mais fundo, batendo no cu dela com o corpo. - Toma, sua safada... sente essa pica toda... vou encher essa buceta de porra... Ele metia como um animal, os gemidos roucos misturados com os dela. Elizangela mordeu o travesseiro pra não gritar alto demais. O prazer subia de novo, a buceta latejando. - Me enche... goza dentro... quero sentir sua porra quente escorrendo... Com um grunhido gutural, Roberto empurrou fundo e explodiu. Jatos grossos de porra jorraram dentro dela, enchendo a bucetinha até transbordar. Ele ficou lá, pulsando, esvaziando tudo. Depois daquela noite, sempre que a irmã saía, eles aproveitavam. Às vezes ele comia ela na cozinha, de pé, a rola entrando por trás enquanto ela se segurava na pia. Outras vezes no banheiro, ela sentada na pia, pernas abertas, ele socando fundo. Elizangela aprendia a gemer baixinho: - Isso, cunhado... fode sua cunhadinha... minha buceta é só sua... Uma vez ele quis o cu. Lambuzou a rola de saliva e cuspe e foi enfiando devagar no cuzinho apertado dela. Elizangela sentiu queimar, mas o tesão era maior. - Aaaai... devagar... que cu apertado... enfia tudo... me arromba o cu também... Ele meteu até o talo, fodendo o cu dela com vontade. Os dois gozaram juntos, ele enchendo o intestino dela de porra quente. Os dias eram pura sacanagem. Quando a irmã estava em casa, eles se olhavam com cumplicidade. Às vezes, enquanto a irmã dormia, Elizangela chupava a pica dele escondido debaixo do lençol, engolindo a porra pra não deixar rastro. Outras vezes ele enfiava a mão por baixo da roupa dela e dedava a bucetinha molhada até ela gozar tremendo. Elizangela gozava sozinha também, ouvindo os dois transando. A irmã reclamava baixinho: - Porra, Roberto... você quer comer todo dia... eu tô cansada... Mas Elizangela, no colchão, metia os dedos na buceta e imaginava que era ela sendo comida. Gozava mordendo o braço, o corpo tremendo. Pena que o casamento acabou. Roberto e a irmã se separaram antes dela conseguir ser comida abertamente, de luz acesa, sem medo. Até hoje Elizangela se arrepende. Às vezes, sozinha na cama, ela se toca lembrando daquela pica grossa pulsando na mão, do gosto da porra, do jeito que ele gemia "sua putinha" enquanto enchia ela toda. - Se eu tivesse tido coragem... teria deixado ele me foder todos os dias... – ela pensava, enfiando os dedos fundo na buceta molhada, gozando com o nome dele na boca.
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