Caio sempre soube que Ludmila era um perigo ambulante. Aos 25 anos, alto e magro, ele frequentava a casa do irmão Matheus como se fosse a dele mesmo. Matheus, o mais velho, casado há três anos com aquela branquinha magrinha de 24 anos, de cabelos pretos longos que caíam pelas costas como uma cascata de seda escura. Peitinhos pequenos, empinados, bunda média mas bem desenhada, daqueles que balançam sutilmente quando ela anda de shortinho apertado. Ludmila tinha um sorriso que iluminava a sala inteira, mas Caio, de uns meses para cá, começou a notar o jeito como ela olhava para ele. Um carinho a mais, um toque demorado, um riso baixo quando estavam sozinhos. Naquela tarde de três meses atrás, o sol batia forte na janela da sala. Caio chegou sem avisar, como sempre. Matheus estava no trabalho. Ludmila abriu a porta de short jeans curtinho e uma blusinha fina, sem sutiã. Os bicos rosados marcavam o tecido. - Oi, cunhado... entra. O Matheus só volta mais tarde. Ela ofereceu café. Quando passou a xícara, a mão dela deslizou devagar pela dele, apertando de leve. Caio sentiu o pau latejar dentro da calça na hora. Aqueles peitinhos pontudos, o pacotinho da bucetinha marcando o short justo... porra, ele ficou doido. Tomou o café rápido, disse que ia embora, mas quando ela se aproximou para se despedir, ele não resistiu. Puxou ela pelo braço e a abraçou forte. Ludmila não recuou. Pelo contrário. Se grudou nele, ergueu o rosto e colou a boca na dele. O beijo começou quente, línguas se enrolando, saliva misturando. Caio sentiu os peitinhos duros dela apertando contra o peito. Seu cacete já estava trincando de duro, roçando na barriga dela. - Porra, Lu... você tá me matando faz tempo – ele murmurou entre beijos. - Eu sei, Caio... eu quero você. Quero pra caralho – ela respondeu, a voz já rouca de tesão. Eles trombaram na mesa, nas cadeiras, se agarrando desesperados até cair no sofá da sala. Caio puxou a blusinha dela para cima. Os peitinhos brancos saltaram, bicos rosados duros como pedrinhas. Ele abaixou a cabeça e mamou um inteiro, chupando forte, mordiscando o bico enquanto a mão apertava o outro. Ludmila gemeu alto, arqueando as costas. - Aiiiii, caralho... mama mais, cunhado... chupa esses peitinhos que são seus agora... Ele desceu a mão e agarrou o shortinho. Tirou com dificuldade, o tecido apertado grudando na pele suada. A calcinha azul fio-dental estava enterrada no rabinho dela, marcando a bundinha branca. Caio virou ela de costas, ajoelhou e começou a lamber aquele rabo delicioso. Beijou as nádegas, lambeu a pele macia, enfiou a língua no fio da calcinha, sentindo o cheiro e o gosto dela misturado com suor. - Que cu gostoso, porra... sua cunhadinha safada – ele rosnou, puxando o fio para o lado e lambendo o cuzinho enrugadinho. Ludmila tremia, empinando a bunda para ele. - Lambe meu cu, Caio... ai, que delícia... você é louco... Ele tirou a roupa rápido. O pau babando, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando. Ludmila sentou no sofá, puxou ele de pé e engoliu a pica até o fundo. Mamava com fome, babando nas bolas, chupando uma de cada vez enquanto a mão batia punheta no eixo grosso. - Caralho, que pauzão... gostoso demais... quero ele todo na minha boca – ela disse entre chupadas molhadas. Caio deitou ela, arrancou a calcinha azul e abriu aquelas coxas branquinhas. A bucetinha depilada brilhava de tesão, grelinho inchado pedindo atenção. Ele enfiou a língua, lambendo o clitóris em círculos rápidos, chupando os lábios carnudos, depois desceu e furou o cuzinho com a ponta da língua. - Aiiiii, meu Deus... chupa minha buceta, Caio... lambe meu cu... tô louca de tesão! Eles montaram um 69 perfeito. Caio embaixo, devorando a bucetinha molhada enquanto ela engolia o pau dele até a garganta, babando, engasgando de tesão. Gemidos abafados enchiam a sala. Depois de minutos naquela loucura, Ludmila se ajoelhou no sofá, empinou a bundinha e olhou para trás com olhos pidões. - Vem, cunhado... me pega. Enfia essa pica grossa na minha bucetinha. Caio se posicionou atrás, esfregou a cabeça do pau na entradinha quente e molhada, depois empurrou devagar. Centímetro por centímetro, sentindo as paredes dela apertarem. - Ahhh... que delícia... tá entrando todinho... me fode gostoso, cunhadinho! Ele começou a bombear, primeiro lento, depois mais forte. O som de pele contra pele ecoava. Ele segurava os quadris dela, metendo fundo, batendo as bolas na buceta. - Porra, Lu... sua buceta é tão apertada... tô comendo a mulher do meu irmão... que tesão do caralho! Ludmila gemia desesperada, o rosto enterrado no sofá. - Mais forte... me arromba... aiiiiii, aiiiiii, caralho... tô sentindo você no fundo... vou gozaaaaar! Ela tremeu inteira, a bucetinha contraindo forte no pau dele, esguichando um pouco de tesão. Caio não aguentou. Enterrou até o saco e gozou forte, jatos grossos enchendo a bucetinha da cunhada sem camisinha nenhuma. - Tô gozando dentro de você... toma meu leite, vadia... Eles caíram ofegantes no sofá, corpos suados colados. Desde aquele dia, virou rotina. Sempre que Matheus saía para trabalhar, Ludmila mandava zap: “Vem logo, tô molhada pensando em você”. Caio ia correndo. Às vezes comia ela na cozinha, outras no quarto do casal, outras no banheiro. O tesão só aumentava. Numa manhã, duas semanas depois da primeira vez, Caio chegou cedo. Ludmila estava de baby doll transparente. Mal fechou a porta e já estava de joelhos chupando ele. - Quero seu pau na minha boca todo dia... me usa, cunhado. Ele fodeu a boca dela com força, segurando os cabelos longos pretos como rédea. Depois jogou ela na mesa da cozinha, abriu as pernas e meteu fundo na buceta encharcada. - Que bucetinha gulosa... tá sempre pronta pra mim, né? - Sim... sou sua putinha agora... fode mais... me enche de porra! Os gemidos dela eram desesperados, quase soluços de prazer. Caio metia com tudo, batendo o pau no fundinho da buceta. Gozaram juntos de novo, ele enchendo ela. Mas o cu dela era o próximo nível. Uma tarde, depois de chupar ele até quase gozar, Ludmila se virou, empinou e pediu: - Agora quero no meu cuzinho... vai devagar primeiro, mas quero sentir você me arrombando. Caio cuspiu na rola, esfregou na portinha enrugada e foi empurrando. Ludmila gemia alto, mordendo o braço. - Aiiiiii, caralho... tá abrindo meu cu... dói gostoso... enfia mais! Quando entrou todo, ele começou a bombear devagar, depois mais rápido. A bundinha dela apertava o pau como um punho quente. - Que cu apertado... porra, Lu... tô fodendo seu rabinho... que delícia! Ela se tocava no grelinho enquanto ele metia. - Me fode o cu... sou sua vadia... goza dentro do meu rabinho, por favor! Caio acelerou, segurando a cintura fina, metendo com força bruta. Ludmila gozou primeiro, o corpo todo tremendo, cu piscando no pau dele. Ele explodiu logo depois, enchendo o intestino dela de porra quente. - Toma tudo... seu cu tá me ordenhando... Eles ficavam horas assim. Às vezes ele filmava de leve com o celular, só pra rever depois. Ludmila estava apaixonada, isso era claro. Olhava pra ele com aqueles olhos brilhantes, sorria diferente. Matheus não desconfiava de nada. Saía cedo, voltava tarde, e a mulher dele era comida pelo irmão no sofá, na cama, no chão da sala. Numa tarde quente, Caio chegou e encontrou ela só de calcinha, de quatro na cama do casal. - Vem logo... tô louca pra sentir sua pica grossa de novo. Ele tirou a roupa, deitou atrás e enfiou na buceta sem aviso. Metia forte, batendo fundo. - Aiiii, aiiii, aiiii... assim... me rasga... tô viciada no seu pau! Depois trocou pro cu, alternando buracos. Ludmila gemia sem parar, voz rouca: - Fode os dois... buceta e cu... sou sua putinha particular... goza onde quiser! Caio gozou na boca dela dessa vez. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios. - Delicioso... quero mais... sempre mais. Três meses se passaram assim. Encontros furtivos, trepadas intensas, segredos sujos. Caio sabia que era perigoso, que podia destruir a família do irmão. Mas Ludmila era gostosa demais, o tesão falava mais alto. Ela gemia o nome dele enquanto gozava, apertava ele dentro dela, pedia pra ele gozar dentro. E ele fazia. Todo dia que podia. A paixão dela crescia. Num dia, depois de uma foda especialmente braba no sofá, ela abraçou ele forte, suada e com porra escorrendo pela coxa. - Eu te amo, Caio... sei que é errado, mas não consigo parar. Quero você sempre. Ele beijou a testa dela, sentindo o pau meio duro ainda roçando na bundinha. - Eu também tô louco por você, Lu. Essa buceta e esse cu são meus agora. Eles sabiam que era complicado. Mas enquanto o tesão queimasse daquele jeito, ninguém ia parar.
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