A Lilian era uma magrinha de uns 1,60m, cabelo preto liso descendo até o bumbum, uns 25 anos, peitinhos pequenos mas empinadinhos, uma carinha de princesa que contrastava com aquele corpo que pedia pra ser fodido. Eu tentava não olhar demais, mas o rabinho dela, apertado nas calças, era impossível ignorar. Ela era casada com um cara de jiu-jitsu, daqueles marrentos, peito estufado, se achando o bambambam da rua. O filho da puta me encarava feio toda vez que eu estacionava a moto. Às vezes freava o carro a 20cm da minha roda só pra me provocar. Eu dava de ombros e seguia na minha. Um dia o mala deu um embasso comigo na frente dela. Ela ficou quietinha, sem dizer nada. Eu continuei normal. O tempo passou e, numa boa, ela puxou conversa comigo. A partir daí a gente começou a bater papo sempre que o marido tava trabalhando o dia inteiro. Conversa ia, conversa vinha, e eu arrisquei: - Lilian, que tal a gente dar uma saída qualquer dia? Só pra conversar melhor, sem pressa. Ela sorriu tímida, mas concordou. Marcamos pra um pesqueiro numa cidade vizinha. Fui buscar ela, dirigimos conversando besteira, rindo. Chegando lá, rolou um clima gostoso. Dei uns dois beijinhos nela, daqueles molhados, língua roçando de leve. Ela correspondeu, mas como era casada, eu trouxe ela de volta logo. No caminho: - Mario, você beija bem pra caralho... mas a gente tem que ter cuidado. Marcamos o próximo encontro pra uma quinta-feira. Peguei ela às 9h da manhã. Ela veio com uma calça legging preta enterrada no rabo, marcando cada curva, blusinha justa mostrando os biquinhos duros. Meu pau já latejava dentro da calça só de olhar. Chegamos no motel. Assim que fechei a porta, abracei ela forte, colei meu corpo no dela e enfiei a língua na boquinha de princesa. Beijava sem parar, chupando aqueles lábios carnudos, sentindo o cheiro doce do cabelo sedoso. Minhas mãos desceram pro rabo, apertando por cima da legging, sentindo a carne macia ceder. - Porra, Lilian, esse rabo tá me matando... - murmurei entre beijos. Ela gemia baixinho, se esfregando em mim. Os peitinhos pareciam pedrinhas duras encostando no meu peito. Liguei a água da banheira enquanto tirava a blusa dela. Os mamilos avermelhados, pontudos, pequenos mas perfeitos. Cabiam quase inteiros na minha boca. Chupei um, depois o outro, mordiscando de leve enquanto ela arqueava as costas. - Aiiii, Mario... chupa mais forte... Tirei a legging devagar, revelando a micro calcinha enterrada no cuzinho e na bucetinha. O tecido tava úmido já. Virei ela de costas, ajoelhei e comecei a lamber aquele rabo gostoso por cima da calcinha, sentindo o cheiro de mulher excitada. Puxei o tecido pro lado e enfiei a língua no cu dela, circulando, lambendo com vontade. - Que delícia esse cuzinho apertado... - falei, enfiando a ponta da língua mais fundo. Ela tremia, gemendo: - Hum... Mario... isso... lambe meu cu... Tirei a calcinha dela de vez, deixando a bucetinha lisinha, inchadinha, brilhando de tesão. Levei ela pra banheira. Enquanto a água enchia, tirei minha roupa. Quando meu cacete pulou pra fora, grosso, latejando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, ela arregalou os olhos e veio logo. - Caralho, que pica grande... - disse ela, pegando com as duas mãos e punhetando com vontade, apertando firme. Entrei na banheira com ela. Grudei o corpo, beijando, chupando os peitinhos de novo. Por baixo da água, a mão dela não parava no meu pau. Ergui a bundinha dela, sentei ela na borda e mergulhei o rosto entre as pernas. Chupei a buceta toda, passando a língua no grelinho inchado, enfiando dedo no cu enquanto sugava. - Aiiii porra... Mario... chupa meu grelinho... assim... tô louca... Ela gozou na minha boca, tremendo, apertando minha cabeça com as coxas. Depois desceu e me mamou gostoso. Engoliu metade da pica, chupando as bolas, lambendo o saco, voltando pra cabeça. Eu segurava o cabelo dela, fodendo a boquinha devagar. - Isso, mamando gostoso... engole mais fundo... Saímos da banheira molhados. Coloquei ela de quatro na cama. Esfreguei a cabeça da pica na entrada da buceta lisinha e enfiei devagar. Ela tava apertada pra caralho. - Nossa... que grossa... vai devagar... ahhh! Quando entrei todo, ela deu um gemido desesperado: - Aaaaiii... assim eu gozo... caralho... A bucetinha apertou forte em volta da minha vara, pulsando, e ela gozou ruidosamente, molhando tudo. Segurei ela no pau até passar o tremor e comecei a meter gostoso, fundo, batendo as bolas no clitóris. O barulho molhado enchia o quarto. - Toma essa pica, Lilian... sua bucetinha tá engolindo tudo... - eu grunhia. - Me fode... mete forte... sou tua putinha hoje... aaaahhh! Meti com força, segurando os quadris magrinhos, vendo o rabinho balançar. Virei ela de lado, levantei uma perna e continuei metendo, vendo a cara de prazer dela. Os olhinhos reviravam. Depois coloquei ela por cima. Lilian sentou devagar, descendo até o talo, e começou a rebolar. Os peitinhos pulando, cabelo preto voando. Eu apertava os mamilos. - Rebola no meu cacete... isso... que delícia... Ela acelerou, gemendo alto: - Hum... hum... vou gozar de novo... porra... que pica... Gozei dentro dela pela primeira vez, jatos quentes enchendo a bucetinha sem camisinha. Que sensação foda, gozar numa delícia casada daquelas. Ela sentiu e gozou junto, contraindo toda. Ficamos um tempo abraçados, recuperando o fôlego. Mas eu ainda tava duro. Virei ela de bruços, abri as pernas e enfiei de novo no cu, devagar. Ela gemeu alto: - Aiiiiii no cuuuu... vai devagar... que gostoso... Fui abrindo o cuzinho apertado, metendo cada vez mais fundo. Ela empinava o rabo pedindo mais. - Fode meu cu... mete tudo... sou tua vadia... Meti com vontade, segurando o cabelo preto como rédea. O quarto cheirava a sexo, suor, buceta molhada. Gozei de novo, dessa vez enchendo o cu dela. Passamos horas ali. Comi ela em todas as posições. Na janela, de frente pro espelho pra ela ver a pica entrando e saindo. Chupei o grelinho até ela implorar pra parar de tanto gozar. Ela me mamou até eu gozar na boquinha, e ela engoliu tudinho, lambendo os lábios. - Que porra gostosa... - ela dizia, olhos brilhando. No final, ela entrelaçou as pernas em mim, apertando forte enquanto eu metia fundo na buceta. Gozei pela última vez, enchendo tudo, e ela gozou junto, gritando meu nome. - Mario... me enche toda... aaaaiii... Depois voltamos pra realidade. Eu deixei ela em casa. O marido passava na frente da loja todo estufado, ela do lado sem nem olhar pra mim. Eu pensava: se esse cara descobre, tô fudido. Mas valia cada risco. Três anos se passaram. Fechei a loja, a vida seguiu. Recentemente reencontrei os dois. Ele tá mais quebrado, já não é o fortão de antes. Ela continua uma delícia, aquele rabo e aquela carinha de quem gosta de pica. Só comi uma vez, mas agora tô louco pra voltar a foder essa safada. Imagino ela de novo gemendo, pernas entrelaçadas, bucetinha apertando minha vara enquanto eu gozo fundo. Foi intenso pra caralho, daqueles dias que a gente nunca esquece. Se rolar de novo, vou te contar os detalhes novos também, meu amigo. Essa mulher sabe como fazer um homem se sentir vivo.
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