Cansei de esperar o ônibus, acabei indo pro motel com um desconhecido!
A professora Idalena sempre foi uma mulher levada, daquelas que guardam fogo por dentro mas sabem disfarçar com aquele ar de profissional séria. Aos 45 anos, 1,67m, 63kg, corpo gostoso sem ser gordo, bundinha média bem empinadinha, seios médios que ainda chamavam atenção, cabelos curtos cacheados e um sorriso que escondia muita putaria. Naquela manhã, ela estava no ponto de ônibus vestida pra dar aula: vestido leve que marcava as curvas, salto alto, tudo chique. Mas a buceta dela já estava pegando fogo desde cedo, latejando de tesão sem motivo aparente. Três mulheres esperavam junto com ela. O ônibus chegou pra duas delas e Idalena ficou sozinha. Foi aí que a caminhonete apareceu de novo, dando voltas no quarteirão. Um coroa de uns 60 anos, bem arrumado, parou ao lado dela. - Quer carona, gata? Te levo onde você for. Ela nem olhou direito da primeira vez, mas o tesão estava enorme. O homem deu a volta no quarteirão e voltou, insistindo. - Sério, te levo. Entra aí. Idalena sentiu um calor subir pela barriga. A buceta molhou mais só de imaginar. - Sério mesmo? - ela perguntou, a voz um pouco rouca. - Claro. Entra. Ela entrou na caminhonete. O vestido subiu um pouco nas coxas enquanto se ajeitava no banco. O coroa era empresário, conversava bem, mas os olhos dele devoravam o corpo dela. Ele foi desviando o caminho devagar, falando de negócios, até que soltou: - Que tal a gente parar num motel rapidinho? Tá rolando um clima aqui... Idalena fez um cuzinho doce, fingindo hesitar, mas a bucetinha dela já pingava. - Tá bom... aceito. Eles foram pra um motel chique da cidade. Quarto enorme, com cama king, banheira, e o que mais chamou atenção: uma cadeira erótica no meio, com amarras pra punhos e canelas, que girava 360 graus. Assim que fecharam a porta, o coroa foi pra cima dela. Abraçou forte, beijou com fome, língua invadindo a boca dela enquanto as mãos apertavam a bunda por cima do vestido. Ele tirou um Viagra do bolso e tomou na frente dela. - Pra ficar bem durinho pra você, safada. Foi erguendo o vestido devagar, deixando a bunda e a buceta de fora. Deixou ela só de fio dental, sutiã e salto. Idalena já gemia baixinho, a mão dela descendo pra pegar no pau dele por cima da calça. O volume crescia rápido. - Nossa... tá ficando tão duro... - ela sussurrou. Ele se despiu todo. Quando a calça caiu, Idalena arregalou os olhos. O cacete dele, graças ao Viagra, estava feito pedra: veias grossas saltadas, cabeça inchada, latejando, quase roxo de tão duro. As bolas pesadas penduradas. - Olha o que você provocou, sua puta gostosa. Ele a levou pra cadeira erótica. Prendeu os punhos dela nas amarras de cima, depois abriu as pernas e prendeu as canelas. A cadeira girava. Ele deu um giro e deixou a buceta dela virada pra cima, bem exposta. Abaixou o rosto e começou a chupar com vontade. Língua passando pelo grelinho inchado, sugando os lábios carnudos, enfiando fundo na entradinha molhada. - Ahhh... porra... chupa minha buceta... assim... - Idalena gemeu, o corpo tremendo. Ele girou a cadeira. Agora o cuzinho virgem dela estava pra cima. Ele lambeu devagar, circulando o furinho apertado, cuspindo e enfiando a ponta da língua. - Delícia esse cuzinho... vou comer ele hoje. Girou de novo, mamando os seios, mordendo os bicos duros enquanto a mão dele esfregava a buceta. Depois girou pra boca dela ficar na altura do pau. Idalena abriu os lábios e engoliu o cacete grosso. Chupava com fome, babando tudo, descendo até as bolas que batiam no queixo dela. As veias do pau dele pulsavam na língua dela. - Mmm... que pica gostosa... tá tão dura... - ela gemia entre uma chupada e outra, baba escorrendo pelo queixo. Ele girava a cadeira sem parar: chupava buceta, chupava cu, mamava peito, enfiava o pau na boca dela. Idalena estava desesperada, gemendo alto. - Aiiiii meu Deus... me fode... tô louca... Ele virou a cadeira com a buceta pra cima de novo. Posicionou o pauzão na entradinha molhada e meteu tudo de uma vez. As bolas bateram forte embaixo. - Aaaahhh! Que pica grande... me arromba... - ela gritou. Ele fodeu forte naquela posição, a cadeira balançando, o pau entrando e saindo com barulho de buceta molhada. Idalena revirava os olhos, gemendo desesperada. - Mais... fode minha bucetinha... assim... vou gozaaaar... Ele tirou, girou pra cuzinho pra cima. Idalena ficou tensa. - No cu não... por favor... nunca dei... Mas ele não ligou. Chupou o cuzinho dela com mais força, língua fodendo o furinho. - Vou comer esse cu virgem sim, sua safada. Aguenta. Pegou um gel, passou bastante no cacete e no cuzinho dela. Idalena implorava. - Vai doer... eu vou gritar... Ele colocou a toalha na boca dela. - Morde isso se precisar, vadia. Posicionou a cabeça grossa na portinha do cu e foi empurrando devagar. Idalena mordeu a toalha forte, lágrimas nos olhos. Sentiu a vara rasgando, abrindo o cuzinho virgem centímetro por centímetro. - Aaaaiii... tá rasgando... dói pra caralho... - ela gemia abafado, corpo tremendo. Ele continuou, devagar, até as bolas baterem na bunda dela. O cu dela estava esticado ao máximo em volta da pica grossa. - Aguenta firme, vai passar... que cu apertado... delícia... A dor era intensa, mas ele começou a movimentar devagar. Idalena chorava e gemia, amarrada, completamente entregue. Depois de uns minutos a dor misturou com um prazer estranho. Ele acelerou, comendo o cu com força, o barulho de bolas batendo na bunda ecoando no quarto. - Tá gostando agora, né? Sua putinha... cu virgem sendo arrombado... Ele tirou do cu, foi pro banheiro lavar o pau, voltou e meteu na buceta dela de novo. Fodeu gostoso até ela gozar forte, o corpo convulsionando nas amarras. - Aaaahhh... tô gozando... porra... que delícia... Mas ele queria o cu mesmo. Enfiou de novo no cuzinho, agora mais fácil mas ainda ardendo. Fodeu com força, gemendo rouco. - Vou gozar no seu cu... toma... E gozou fundo, enchendo o intestino dela de porra quente. Ficou ali pulsando dentro. Depois sentou na cama, deixando ela amarrada, ofegante, cu latejando. - Me solta... por favor... - ela pediu. Ele não soltou. Depois de uns 20 minutos, o Viagra ainda mantendo tudo duro, voltou pra cima. Comeu o cu dela de novo, mais devagar dessa vez. Idalena estava com medo mas também excitada. - Fica calma... esse cu agora é meu. Fodeu até cansar, deitou um pouco, descansou, lavou o cacete e enfiou na boca dela de novo. Idalena mamava com devoção, chupando as bolas, lambendo tudo. - Que pau incansável... me fode mais... Ele soltou as amarras parcialmente, virou ela de quatro na cadeira e comeu o cu pela terceira vez. Idalena gemia alto agora, mistura de dor e prazer. - Aiiiiii... come meu cuzinho... me arromba toda... Ele gozou de novo dentro, jatos grossos enchendo o cu dela. Só então soltou completamente. Idalena nem foi trabalhar. O cuzinho ficou doendo por cinco dias, inchado, sensível. Mas ela começou a sair com ele. O coroa era viciado no cu dela. Toda vez que se encontravam era a mesma coisa: motel, cadeira, Viagra, buceta e muito cu sendo comido sem pena. Numa das vezes seguintes, ele amarrava ela de novo, girava a cadeira devagar enquanto chupava o grelinho até ela implorar. - Chupa meu grelo... assim... ai que delícia... Depois enfiava o pau na buceta molhada, batendo fundo, fazendo ela gritar. - Me fode... quero essa pica toda... me rasga... E sempre terminava no cu. Ele passava gel, abria as nádegas e metia devagar no começo, depois com força, ouvindo os gemidos desesperados dela. - Dói... mas não para... fode meu cu safado... me enche de leite... Idalena aprendia a gostar da dor misturada com prazer. O coroa sussurrava safadezas enquanto socava. - Esse cu virgem agora é minha putaria particular... vou te arrombar toda semana... Ela respondia gemendo, corpo suado, saliva escorrendo. - Sim... sou sua puta que adora dar o cu... come mais... goza dentro... As sessões duravam horas. Ele fazia ela chupar depois de tirar do cu, obrigando a provar o próprio sabor misturado com porra. Idalena mamava tudo, olhos lacrimejando de tesão. - Que safada... chupa o pau que tava no seu cu... E gozavam juntos, ela amarrada, ele dominando. O vício crescia. Idalena, a professora levada, agora vivia esperando o próximo encontro, a buceta e o cu latejando só de pensar naquela pica incansável do coroa. A dor inicial virou prazer puro. Ela começou a pedir. - Hoje quero só no cu... me fode até sangrar se precisar... sou sua vadia... E ele entregava, girando a cadeira, chupando, metendo, enchendo de porra quente. Noites inteiras de gemidos desesperados, sacanagem sem limite, um vício que nenhum dos dois queria parar.
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