Marcio sempre soube que mulher era a melhor coisa do mundo pra trepar. A bucetinha quente, molhada, apertando a pica, o cu piscando pedindo vara, o grelinho inchado pedindo língua. Mas nunca imaginou que ia sentir isso pela própria irmãzinha. Lu era branquinha, cabelão castanho caindo até o meio das costas, magrinha, peitinhos pequenos mas empinadinhos, e um rabinho delicioso que balançava quando ela andava. Aquela bundinha redonda, firme, feita pra ser agarrada e comida sem dó. Eles estudavam no período noturno. Marcio tinha parado os estudos e voltou, estava no mesmo ano da esposinha dele, aquela vadia gostosa que adorava dar pra ele. Lu, a irmã mais nova, estava numa série inferior na mesma escola. Na casa deles nunca se falava de sexo, era tudo proibido, escondido. Por isso Marcio nunca tinha olhado pra Lu com tesão. Até aquele dia. Estava na sala de aula, tentando prestar atenção na aula chata, quando olhou pela porta pro pátio. Lá embaixo os alunos da série dela faziam bagunça. No pátio de cima, Lu e o namoradinho dela, sozinhos. Ela de calça jeans justa, marcando aquele rabinho maravilhoso. O cara começou a dar uns beijos nela, devagar, segurando o rosto dela. Marcio sentiu o cacete endurecer na hora dentro da calça. — Porra... olha só pra isso — murmurou pra si mesmo, a mão já apertando o volume por cima do tecido. O namorado dela colocou as duas mãos na bundinha dela, apertando bem forte, trazendo o corpo dela pra perto. Começou a esfregar devagarinho, tipo encoxando. Lu soltava uns suspiros baixinhos, o corpo colado no dele. O cara aumentou a velocidade, dando umas bombadinhas secas, o pau dele estourando de duro dentro da calça, marcando tudo. Depois virava ela de lado, encaixava a vara bem no rego da bundinha, esfregando entre as bandas, pra cima e pra baixo, simulando uma foda. Marcio ficou louco. O coração batendo forte, a pica latejando, babando pré-gozo na cueca. — Caralho, que safada... aquele rabinho tá pedindo pica grossa — pensou, imaginando ele no lugar do cara. Cada beijo que o namorado dava, Marcio sentia vontade de invadir ali, chupar a boca da irmã, morder aqueles peitinhos, enfiar a língua na bucetinha dela e depois arrombar o cuzinho virgem. Eles ficaram um tempão ali, esfregando, se apertando, até que o sinal tocou e eles se separaram. Daquele dia em diante, Marcio mudou. Toda vez que via Lu em casa de shortinho jeans, com a polpinha da bunda de fora, a bucetinha quase aparecendo no tecido fino, ou de sainha leve mostrando as coxas branquinhas, o pau dele ficava duro na hora. Ia pro banheiro, pegava a calcinha dela suja do cesto, cheirava fundo aquele aroma de buceta jovem, e batia uma punheta violenta, gozando grosso dentro do tecido. Em casa, depois da escola, ele chegava com a esposinha. Mal entravam no quarto, já arrancava a roupa dela. — Vem cá, sua puta. Hoje eu tô com o cacete pegando fogo — disse ele, jogando a mulher na cama. A esposinha ria, já molhada. — Então vem comer tua vadia, amor. Enfia essa pica grossa na minha buceta. Marcio comia ela com força, mas imaginava Lu. Cada estocada forte era no rabinho da irmã. Chupava os peitos da esposa pensando nos biquinhos rosados da Lu. Gozava jorrando, gemendo alto: — Aaaahhh porra... que bucetinha apertada... toma leitinho quente, Lu... toma no cu, irmãzinha safada! A esposa nem imaginava, só gemia de prazer com as bombadas dele. Mas o tesão só crescia. Marcio batia punheta todo dia pra ela. Imaginava cenas cada vez mais safadas. Uma noite, depois de uma punheta rápida cheirando a calcinha dela, ele sonhou acordado com o que faria se tivesse chance. Numa sexta à noite, a casa estava vazia. Mãe e pai tinham viajado, a esposa de Marcio ficou na casa da amiga. Só ele e Lu em casa. Ela chegou do banho de toalha, o cabelo molhado, cheirando a sabonete. O rabinho aparecendo por baixo da toalha curta. — Oi irmão, tá sozinho? — perguntou ela, sorrindo inocente. — Tô sim, Lu. Vem cá sentar um pouco comigo — respondeu ele, o pau já começando a inchar. Ela sentou no sofá ao lado dele. A toalha subiu um pouco, mostrando mais coxa. Marcio não aguentou. Colocou a mão na perna dela, subindo devagar. — Irmão... o que você tá fazendo? — ela perguntou, surpresa, mas sem tirar a mão dele. — Lu, desde aquele dia no pátio que eu não penso em outra coisa. Vi você dando praquele cara, esfregando esse rabinho gostoso na pica dele. Eu fiquei louco. Quero te comer, irmã. Quero foder tua bucetinha e teu cuzinho até você gritar. Lu ficou vermelha, mas os olhos dela brilharam de tesão. — Marcio... isso é errado... mas... eu também sinto tesão às vezes pensando em você. Quando te vejo saindo do banho com aquela pica marcando a cueca... Ele não deixou ela terminar. Puxou a toalha, deixando ela peladinha. Os peitinhos pequenos, bicos durinhos, a bucetinha lisinha, rosada, já brilhando de tesão. O rabinho branco e redondo. — Caralho, que delícia. Olha essa bucetinha virgem pra irmão — disse ele, abrindo as pernas dela. Abaixou o rosto e deu uma lambida longa, da entrada do cu até o grelinho. — Aaaahhh irmão... que boca quente... chupa minha bucetinha, por favor — gemeu Lu, desesperada, segurando a cabeça dele. Marcio chupou com fome. Língua rodando no grelinho, sugando os lábios, enfiando fundo na entradinha apertada. Lu se contorcia, gemendo alto: — Hummm... assim... lambe meu grelo... ai que delícia... você chupa melhor que meu namorado... aaaahhh vou gozar na boca do meu irmão! Ela gozou tremendo, apertando as coxas na cabeça dele, soltando um líquido doce que ele engoliu tudo. Depois ele tirou a roupa, mostrando a pica grossa, veia pulsando, cabeça vermelha brilhando. — Olha o que tua irmãzinha fez, Lu. Agora vai chupar pra irmão. Ela se ajoelhou, olhos brilhando. — Que pica grande... vou tentar engolir toda. Lu abriu a boquinha e começou a chupar. Primeiro a cabeça, depois descendo devagar, engasgando um pouco mas continuando. Babava tudo, mão massageando as bolas. — Isso, irmã safada... engole o cacete do irmão... que boca gulosa... chupa mais fundo, vai — ele mandava, segurando o cabelo dela e dando umas estocadinhas na garganta. Lu gemia com a pica na boca: — Mmmph... que gostoso... quero leite na garganta... Marcio não aguentou muito. Puxou ela pro sofá, colocou de quatro, aquele rabinho empinado pra ele. — Agora vou comer essa bucetinha. Tá pronta, vadia? — Come, irmão... enfia essa pica grossa na buceta da tua irmã... me fode forte! Ele esfregou a cabeça na entradinha molhada e empurrou devagar. Lu gritou de prazer e dor misturada. — Aaaaiiii... tá entrando... que grossa... vai devagar... aaaahhh tá enchendo tudo! Marcio começou a meter, primeiro lento, depois cada vez mais forte. As bolas batendo na bucetinha, o barulho molhado ecoando na sala. — Porra, que buceta apertada... melhor que da minha esposa... toma pica, Lu... toma no fundinho dessa xota gostosa — ele rosnava, dando tapas na bundinha branca que ficava vermelha. Lu gemia desesperada, empinando mais o rabo: — Mais forte, irmão... me arromba... aaaahhh que delícia... tô sentindo a pica pulsando dentro de mim... fode tua irmãzinha... sou tua putinha agora! Ele metia fundo, segurando os quadris dela, suado, gemendo alto. Depois tirou a pica brilhando de melada e mirou no cuzinho piscando. — Agora o cu, Lu. Vou arrombar esse rabinho virgem. — Não... tá muito grande... vai devagar, por favor... aiiiii meu Deus... Ele cuspiu no cuzinho, esfregou a cabeça e foi empurrando. Lu gritava, unhas cravando no sofá. — Aaaaiiii... tá rasgando meu cu... devagar irmão... hummmm... tá entrando... que dor gostosa... aaaahhh continua! Quando a pica entrou toda, Marcio começou a foder o cuzinho com força. Lu delirava de prazer, gemendo sem parar: — Me fode no cu... que delícia... mais fundo... bate essa pica no meu rabinho... sou tua cadelinha, Marcio... aaaahhh vou gozar de novo só com pica no cu! Ele metia como um animal, uma mão no cabelo dela, outra apertando o peitinho. O cuzinho apertava a pica, quente, pulsante. Ele sentia o gozo subindo. — Vou encher teu cu de porra, Lu... toma leitinho quente da pica do irmão... aaaahhh porraaa!!! Gozou jorrando forte dentro do cuzinho, tanto que escorreu pelas coxas dela. Lu gozou junto, tremendo inteira, gritando o nome dele. Ficaram ali ofegantes, ele ainda dentro dela. Depois ela virou, deu um beijo molhado na boca dele. — Irmão... isso foi a melhor coisa que já senti. Quero mais. Quero que você me coma todo dia, quando a esposa não tiver em casa. Quero chupar tua pica, sentar na cara, deixar você gozar na minha boca, na buceta, no cu... tudo. Marcio sorriu, já sentindo o pau endurecer de novo. — Pode deixar, irmãzinha. Esse rabinho e essa bucetinha agora são meus. Vou te foder até você não conseguir andar direito. E assim começaram os encontros proibidos. Toda vez que podiam, Marcio comia a irmã com fome. No banheiro, na cozinha, no quarto dela. Sempre com muita sacanagem, gemidos desesperados, tapas, chupadas, leitinho quente enchendo todos os buraquinhos dela. Lu virava uma putinha insaciável pro irmão. — Enfia no meu cu de novo, Marcio... quero sentir essa pica grossa me arrombando — pedia ela, empinando o rabinho. E ele metia, sem dó, vivendo o tesão que começou naquele dia no pátio da escola.
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