- Sidney, meu amor... eu preciso te contar tudo. Não aguento mais esconder isso de você. Lú falava com aquela voz mansa dela, os olhinhos baixos, as mãos tremendo no colo. Eu estava sentado na sala da nossa casa no interior de SP, o coração martelando no peito como se fosse explodir. Aos 50 anos, moreno, trabalhador pra caralho, bom pai e marido, mas que tomava umas cervejinhas pra relaxar. Ela, minha esposinha de 45 anos, 1,65m, 55kg, branquinha, cabelinhos curtos, peitinhos pequenos e aquele rabinho delicioso que eu sempre comia quando ela deixava. Mas cu ela nunca dava, sempre ficava brava. - Conta tudo, Lú. Quero saber cada detalhe dessa porra. Ela respirou fundo e começou. O caso tinha começado na creche onde ela trabalhava depois de passar no concurso aos 35. O caseiro, um tal de João, alto pra porra, 1,83m, casado também. Começou com papo, elogios, e ela foi caindo. A esposa dele até conversava com a Lú, sem imaginar nada. Um dia, em conversa de mulher, a esposa comentou que o marido tinha um negócio grande, grosso, daqueles que deixam louca. Isso acertou em cheio na bucetinha da minha meiga esposa. Eu imaginava a cena toda, o pau latejando dentro da calça enquanto ela contava. - Ele me beijava na cozinha da creche, quando ninguém via. Segurava minha bunda com aquelas mãos grandes, erguia pra cima como se eu fosse uma bonequinha. Eu ficava molhada na hora, Sidney. Desculpa, mas era assim. Ela continuou, a voz ficando mais baixa, mas eu pressionava por mais. - Num sábado ele me chamou pro motel. Pediu pra eu ir de saia curtinha xadrez e fio dental amarelo. Eu fui, amor. O fio entrava bem no meu cuzinho, marcando tudo. Quando ele me pegou no carro, já me deu um beijo daqueles, língua enfiada fundo. No motel, ele pegou ela no colo fácil, porque era grandão e ela miudinha. Beijava o pescoço, descia pras tetinhas. Tirou a saia devagar, deixou só o fiozinho amarelo marcando a bucetinha depiladinha e o rabinho. - Ele colocou a cabeça embaixo da saia e começou a morder minha buceta por cima do fio. Lambia o cuzinho, enfiava a língua tentando passar o tecido. Eu gemia baixinho: - Ai, João... que delícia... não para... Ele tirou a cueca e lá estava: 22cm de pica grossa, cabeça larga, veias saltadas, duas bolonas pesadas. Lú arregalou os olhos. - Nossa, que coisa enorme! Vai caber? - Fica tranquila, minha poneizinha. Vou comer você com carinho. Você aguenta. Ele deixou ela de saia no começo, mamando aqueles peitinhos, chupando um depois o outro, mordiscando os biquinhos até ficarem duros. Desceu lambendo a barriguinha, o umbigo, até chegar na bucetinha. Puxou o fio dental pro lado e lambeu toda a virilha, a língua passando na divisão da buceta pro cuzinho, enfiando fundo na xota molhada e depois no cu. Lú contou que pediu pra mamar. Segurou aquele cacete com as duas mãos e enfiou na boca. A cabeça larga esticava os lábios dela, baba escorrendo pelos cantos, engolindo o máximo que conseguia enquanto ele gemia. - Isso, chupa gostoso, sua putinha casada. Mame meu pau grande. Ela mamava com fome, lambendo as bolas, sugando uma de cada vez. Depois ele pegou ela no colo, escanchou na cintura dele, encostou a ponta grossa na entrada da bucetinha e foi descendo devagar. Centímetro por centímetro, ela sentia a pica abrindo tudo. - Aaaahhh... que pauzão... tá enchendo tudo... ai meu Deus... As bolas batiam no cuzinho dela a cada descida. Ela gozou escanchada nele, tremendo inteira, suco escorrendo pela pica. - Gozei... gozei no seu pau... continua me comendo... Depois ele colocou ela de quatro na cama. Segurou aqueles quadrilzinhos delicados e meteu fundo. O barulho de saco batendo em buceta molhada enchia o quarto. Ele comia com força, mas carinhoso. - Toma essa pica, Lú. Sua bucetinha é tão apertadinha... vou gozar dentro. E gozou, enchendo ela de porra quente. Descansaram um pouco e ele pediu o cu. - Não, João... meu cuzinho nunca dei pro Sidney direito... Mas ele insistiu com carinho, lambendo bastante, passando lubrificante, e na primeira vez só entrou a cabeça. Ela aguentou aos poucos. Com o tempo, ele comia o cuzinho dela inteiro, 22cm sumindo no rabinho, e ela gozando com a pica no cu. Enquanto ela contava tudo isso, eu estava puto, arrasado, mas com o pau duro como pedra. Olhei pra ela, aquela mulher gostosinha que eu amava, e senti um tesão doentio imaginando o caseiro grandão metendo nela. - E agora, Lú? Quer deixar ele? - Quero ficar com você, Sidney. Mas se quiser me separar, eu entendo. Eu respirei fundo. - Não vou separar. Mas quero que peça transferência pra longe. E hoje... eu quero te comer pensando nisso tudo. Ela ficou vermelha, mas concordou. Mudou de trabalho, foi pra outra creche distante, e voltamos a morar juntos. Mas o tesão ficou. Toda vez que eu como ela, imagino aquele pauzão de 22cm abrindo minha esposinha. Naquela noite da confissão, eu não aguentei. Tirei a roupa dela devagar, como se fosse o João. - Conta de novo, enquanto eu te como. Quero ouvir cada gemido que você deu pra ele. Lú estava molhada pra caralho. Eu lambi a bucetinha dela, chupando o grelinho inchado, enfiando língua no cu. - Aaaahh... Sidney... ele lambia assim... bem fundo no meu cuzinho... Eu meti dois dedos na buceta e um no cu, abrindo ela. - Imagina ele te pegando no colo agora. Aquela pica grossa te descendo devagar. Coloquei ela escanchada em mim, igual ela contou. Meu pau não era 22cm, mas eu metia com força, imaginando. Ela rebolava desesperada. - Aiiii... que delícia... me come... me come forte... - Fala o nome dele enquanto goza, sua safada. - João... aiiiii João... sua pica é enorme... me fode... Ela gozou gritando, apertando minha pica com a bucetinha. Depois eu virei ela de quatro, cuspi no cuzinho e forcei a entrada. - Hoje você vai dar o cu pra mim, igual dava pra ele. - Sim... enfia... abre meu rabinho... Eu metia devagar, depois mais fundo, ouvindo ela gemer desesperada. - Aaaahhh... tá fundo... queima gostoso... mete tudo... O cu dela apertava meu pau, quentinho, macio. Eu segurava aqueles quadris branquinhos e socava, bolas batendo na buceta molhada. - Toma no cu, Lú. Imagina ele te comendo assim, gozando dentro do seu rabinho. - Goza... goza no meu cu... eu aguento pau grande agora... Eu gozei jorrando dentro, enchendo o cuzinho dela. Ficamos abraçados, suados, ofegantes. Mas aquilo virou rotina. Eu pedia pra ela contar detalhes novos toda vez, e ela contava, gemendo. Meses depois, numa noite quente, eu estava bebendo cerveja e ela veio sentar no meu colo, só de camisola fina. - Sidney... às vezes ainda penso nele. Não quero voltar, mas o tesão... aquele pauzão me deixava louca. - Então me conta de novo. Quero que você relembre enquanto eu te fodo. Ela tirou a camisola. Peitinhos arrepiados, bucetinha brilhando. Eu chupei tudo, mordendo o grelinho até ela tremer. - Ele mordia minha buceta assim... lambia do cu até o clitóris... enfiava a língua fundo... Eu enfiei a pica na buceta dela de uma vez, metendo forte. - Fala como ele te chamava. - Minha poneizinha... sua putinha casada... toma essa rola grossa... Ela rebolava, unhas cravadas nas minhas costas. - Aaaahhh... mais fundo... me rasga... Virei ela de lado, uma perna pra cima, metendo enquanto chupava os peitinhos. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto. - Imagina ele te pegando no trabalho, rapidinho na cozinha. Saia levantada, fio dental pro lado, pica enorme entrando. - Sim... ele fazia isso... eu ficava quietinha gemendo baixinho pra não fazer barulho... - Hummm... João... rapidinho... me enche de porra... Eu metia mais rápido, suado. - Agora o cu. Quero foder esse rabinho que ele abriu pra mim. Cuspi bastante, empurrei a cabeça e entrei devagar. Ela arqueou as costas. - Aiiii meu Deus... tá abrindo... que pau... mete devagar primeiro... Fui aumentando o ritmo, socando o cu dela com vontade. Ela gemia alto, desesperada. - Que gostoso... fode meu cu... me faz sua putinha de novo... - Você é minha, mas adora pau grande, né safada? - Adoro... quero os dois... você e ele me comendo juntos... uma pica na buceta e outra no cu... Aquela fantasia me deixou louco. Eu imaginava o caseiro ali, metendo na boca dela enquanto eu comia o cu. - Chupa a pica dele enquanto eu te fodo. Ela fingia, gemendo com a boca cheia imaginária. - Mmmph... que pauzão... engolindo até o fundo... baba escorrendo... Gozei de novo no cu dela, jatos quentes enchendo o rabinho. Ela gozou junto, esguichando na cama. Depois disso, as noites viraram sessões longas de sexo intenso. Eu comprava lingerie igual a que ela usou pro outro: fio dental colorido, saia curta. Fazia ela se vestir e reencenar tudo. Uma vez, ela de quatro no chão da sala, saia xadrez levantada, fio amarelo sumido no cu. - Vem, Sidney... me come como ele comia. Eu lambia o cuzinho por cima do fio, puxava pro lado e enfiava a língua. - Delícia... seu cu tá piscando... quer pica grande... Metia devagar, depois forte. Ela gritava. - Aaaahhh... me fode... rasga minha buceta e meu cu... sou sua vadia... Eu alternava: buceta, cu, buceta, cu. Dedos no grelinho, puxando os cabelinhos curtos dela pra trás. - Goza pra mim, Lú. Goza pensando na pica de 22cm te enchendo. - Tô gozando... aaaaiii... porra... que delícia... O corpo dela tremia inteiro, suco escorrendo pelas coxas branquinhas. Eu gozava na boca, no rosto, dentro da buceta, no cu. Não poupava nada. Com o tempo, o ciúme virou tesão puro. Eu trabalhava o dia todo pensando nela sendo comida por aquele grandão. Chegava em casa, tomava umas cervejas e já chamava. - Vem aqui, minha gostosa. Conta de novo como ele te deixava doida. E ela contava, cada vez com mais detalhes chulos. - Ele me erguia contra a parede do motel, minhas pernas na cintura dele, e socava fundo. As bolas batendo no meu cu a cada estocada. Eu gritava: - Me fode, João! Me enche com essa rola grossa! Eu reproduzia tudo. Pegava ela no colo, mesmo não sendo tão alto, e metia. Ela era leve, miudinha, perfeita pra isso. - Aaaah... assim... me segura forte... me faz de puta... Certa noite, depois de umas cervejas a mais, eu estava bem safado. - Queria ter visto ele gozando dentro de você. Imagina a porra dele escorrendo da sua bucetinha depois. - Escorria bastante... ele gozava muito... eu voltava pra casa com a calcinha molhada de porra alheia. Isso me deixou insano. Comi ela a noite toda. Três vezes na buceta, duas no cu, mamando os peitinhos até ficarem vermelhos. Gemidos desesperados enchiam a casa. - Sidney... não para... me fode mais... quero gozar de novo... - Toma, sua casada safada. Esse cu agora é meu, mas foi dele primeiro. - Sim... foi dele... ele me viciou em pau grande... agora me dá o seu... Gozei pela última vez, exausto, abraçado nela. O suor misturado, o cheiro de sexo no ar. Desde então, nossa vida sexual explodiu. Lú virou outra na cama, mais aberta, gemendo alto, pedindo pra eu falar coisas chulas. - Me chama de putinha do caseiro... - Você é a putinha dele, mas minha esposa. E eu adoro te comer sabendo que uma pica de 22cm já te abriu toda. Ela sorria, me beijava com aquela boca mansa, mas rebolava como uma vadia. O caso ficou no passado, mas o tesão ficou pra sempre. Toda semana a gente revive aquilo nos mínimos detalhes: o jeito que ele lambia o grelinho, como a cabeça larga esticava a bucetinha dela, o barulho das bolas no cu, os gemidos dela entregando o rabinho virgem pra ele. Eu, Sidney, o marido trabalhador, moreno, bom pra família, agora vivo com esse fogo dentro. E Lú, minha branquinha meiga, virou a putinha perfeita que realiza todas as minhas fantasias chulas. E a gente fode, geme, goza, conta tudo de novo. Sem parar. Com intensidade total. Na outra noite, depois do jantar, eu já estava com o pau duro só de olhar pra ela lavando a louça, aquele rabinho empinado. Puxei a saia dela pra cima, sem aviso. - Hoje vou te comer aqui na cozinha, igual ele fazia. - Aiiiiii, Sidney... alguém pode ver pela janela... - Que veja. Mostra como você abria as pernas pra ele. Ela abriu, fio dental já molhado. Eu ajoelhei, mordi a bucetinha por cima do tecido, lambi o cuzinho. - Humm... que cheiro bom de buceta excitada... ele sentia isso também? - Sentia... ficava louco... enfiava o nariz e cheirava fundo... Enfiei a língua no cu dela, girando, enquanto dois dedos fodiam a bucetinha. Ela se segurava na pia, gemendo. - Aaaahhh... assim... lambe meu cu... prepara pra sua pica... Levantei, cuspi na mão, passei no pau e meti na buceta de uma vez. Estocadas fortes, fazendo os peitinhos balançarem. - Toma... toma essa pica... imagina ele atrás de você agora, me ajudando a te foder. - Dois paus... um na buceta e outro na boca... eu mamando ele enquanto você me arromba... O diálogo sujo deixava nós dois loucos. Eu puxava os cabelos curtos dela, metendo mais fundo. - Goza na minha pica, sua vadia. Ela gozou tremendo, apertando, suco escorrendo pelas pernas. Depois puxei e apontei pro cu. - Agora abre esse rabinho pra mim. Ela empinou mais, mãos abrindo as nádegas. - Enfia... devagar... isso... tá entrando... aaaaiii... que delícia no cu... Eu socava ritmado, uma mão no grelinho esfregando, a outra apertando um peitinho. O cu dela pulsava em volta da minha pica. - Que cu guloso... engole tudo... você aprendia rápido com ele, né? - Aprendia... ele metia e eu pedia mais... gozava só com pau no cu... Gozei jorrando fundo no intestino dela, sentindo o calor. Ficamos ali, ofegantes, eu ainda dentro. Essas cenas se repetiam quase todo dia. Eu pedia cada vez mais riqueza de detalhes: como a baba escorria quando ela mamava as 22cm, o gosto da porra dele, o jeito que ele mordiscava o grelinho inchado até ela implorar pra gozar. Lú entregava tudo, sem vergonha agora. Virou nossa brincadeira favorita: reviver o caso com toda sacanagem possível. E o tesão só aumentava. Mais de um ano depois, ainda fodo minha esposinha pensando naquele caseiro grandão, e ela geme mais alto do que nunca. - Me fode, Sidney... me faz lembrar como era bom ser puta dele... A intensidade nunca diminui. Gemidos desesperados, corpos suados colados, porra escorrendo de buceta e cu, diálogos chulos sem fim. Nossa vida mudou, mas pro lado mais safado e quente possível. Certa manhã de domingo, sol entrando pela janela, eu acordei com ela já chupando meu pau. - Bom dia, amor... hoje quero mamar como mamava nele. Ela lambia da cabeça até as bolas, engolia fundo, baba escorrendo no queixo. - Que boca gulosa... engole mais... isso... Depois subiu, sentou na pica, rebolando devagar, peitinhos na minha cara. - Morde meus biquinhos... assim... ai que gostoso... Cavalgava com vontade, bucetinha engolindo tudo, grelinho roçando na base. - Aaaahhh... tá batendo no fundinho... vou gozaaaaaaaar... gozando no seu pau... Eu virava ela, metia de lado, depois por trás, segurando os cabelos. - Fala pra mim: você ainda sente falta da pica dele? - Sinto... mas amo a sua... me fode mais forte pra compensar... E eu fodia forte, socando até o talo, fazendo a cama ranger. No banheiro, debaixo do chuveiro, ela de joelhos mamando, água escorrendo nos corpos. Eu gozava na cara dela, ela engolia sorrindo. - Delícia de porra... mais... No carro, estacionado num lugar ermo, ela de saia, eu abaixando o banco, comendo o cu dela enquanto carros passavam longe. - Quieta... não geme alto... mas ela gemia mesmo: - Aaaai... tá fundo no meu cu... me arromba... Cada detalhe, cada gemido, cada estocada era revivido com riqueza. A narrativa da nossa vida agora é essa: amor, ciúme transformado em tesão insano, sexo cru, chulo, intenso, sem limites. E continua assim, dia após dia, noite após noite.
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Que delícia não se chama uma mulher casada de puta isso tudo que acontece é pra deixar mais prazeroso o casamento sair da rotina isso tudo pode acontecer com o marido também trair a mulher eu vivo isso hoje meu casamento é outro minha mulher sair com os homem e eu saio com as mulheres isso torna a gente feliz vivendo assim abertamente o relacionamento