O calor no interior paulista tava insuportável, porra. O asfalto parecia que fritava ovo no meio da rua. Eu, Brito, com meus 30 anos bem vividos, tava derretendo dentro de casa quando liguei pro meu amigo Maurício, 29 anos, malandro do caralho e sempre pronto pra uma aventura. - Ei, Maurício, tá afim de dar um pulo no Rio Paraná amanhã? Tô precisando refrescar essa porra de corpo. Ele não pensou duas vezes. - Porra, Brito, tô dentro! Vamos cedo, brother. No sábado de manhã cedinho ajeitamos uma geladeira com cerveja gelada, uns lanches, protetor solar e partimos. A estrada tava tranquila, o sol já subindo forte. Chegamos lá umas dez horas, o rio brilhando como se tivesse fogo por baixo. Escolhemos um cantinho bom na prainha, estendemos as cangas, abrimos uma cerveja e ficamos ali curtindo o barulho da água. Umas onze horas chegou o casal. Ele era magrinho, daqueles caras quietos, pele queimada de sol. Ela... caralho, ela era o destaque. Gordinha no ponto certo, bundona redonda apertada na calcinha de biquíni, barriguinha macia e, principalmente, aqueles peitões enormes, duas bolas pesadas que balançavam a cada passo. Os mamilos marcavam o tecido fino, e eu já senti a pica dar um sinal de vida dentro da bermuda. Maurício me olhou de canto e deu aquele sorrisinho safado. O marido puxou conversa logo. - E aí, galera? Calor brabo hoje, né? A gente entrou no papo, ofereceu cerveja, eles aceitaram. O nome dela era Carla, 28 anos, casada com o Roberto. Ela tinha um sorriso fácil, olhos que brilhavam com malícia. Eu senti que tinha brecha ali. Fomos entrando na água aos poucos. O rio tava morno, mas aliviava o sol torrando. Roberto e Maurício ficaram conversando na beira, tomando mais uma. Eu e Carla fomos mais pro fundo, onde a água batia no peito. - Tá gostoso aqui, né? – ela disse baixinho, se aproximando. Eu sorri e joguei verde. - Tá sim, mas tá ficando mais gostoso agora que você entrou. Ela riu, mas não se afastou. Logo senti o pé dela roçando na minha coxa debaixo d’água. Meu pau já tava meio duro. Ela percebeu e veio mais pra perto, girando ao meu redor como se fosse brincadeira inocente. Tinha gente por todo lado, famílias, crianças mais longe, mas ninguém prestando atenção direito na gente. De repente a mão dela desceu e agarrou minha pica por cima da bermuda. - Porra... tá durinha já – sussurrou ela, apertando devagar. Eu soltei um gemido baixo e enfiei a mão na água, alisando aqueles peitões pesados por cima do biquíni. Os bicos estavam duros feito pedra. Desci mais, passei pela barriguinha macia e cheguei na bucetinha. O tecido da calcinha tava quente, molhado de tesão já. - Que delícia essa buceta, Carla... – murmurei no ouvido dela. Ela apertou mais forte minha pica e começou a me punhetar devagar dentro da água. Uns cinquenta metros de areia até a praia, mas ali parecia outro mundo. Eu puxei o biquíni dela de lado e enfiei dois dedos na bucetona quente. Ela tava encharcada, os lábios carnudos inchados de tesão. Conforme o tempo passava a gente foi perdendo o medo. Eu abracei ela pela cintura, colei meu corpo no dela e enfiei a língua na boca da gordinha. A gente se beijava faminto no meio da multidão, enquanto ela continuava punhetando minha pica grossa. - Quero comer você agora – eu disse entre beijos. Ela não respondeu com palavras. Veio se escanchando em mim, enrolando as pernas grossas na minha cintura. Eu puxei a calcinha toda pro lado, segurei minha pica latejante e acertei bem no meio da bucetona. O pau entrou deslizando, quente, apertado, molhado pra caralho. - Aaaahhh... que pica gostosa... – ela gemeu baixinho, desesperada, mordendo meu ombro pra não fazer barulho. Eu comecei a foder devagar no começo, mas o tesão era demais. Metia fundo, sentindo a buceta dela engolir minha pica inteira. Os peitões balançavam contra meu peito. - Tá me fodendo tão gostoso... aiiiiii, continua, Brito... mais fundo... – ela sussurrava, a voz rouca de tesão. Eu acelerava, a água batendo em volta da gente disfarçando o movimento. O cu dela roçava na minha mão enquanto eu apertava aquela bunda gorda. Roberto tava lá na beira conversando com Maurício, sem imaginar que eu tava comendo a mulher dele ali, no meio do rio. - Vou gozar... porra, vou gozar na sua buceta – eu avisei, sentindo as bolas apertarem. - Goza dentro, enche minha bucetinha... aaaahhh! – ela gemeu, o corpo tremendo inteiro. Eu gozei forte, jatos grossos enchendo aquela xota gulosa enquanto ela apertava a buceta em volta da minha pica. A gente ficou ali colado, respirando pesado, até a pica amolecer e sair de dentro dela. Saímos da água como se nada tivesse acontecido. Fomos pra sombra tomar mais uma com eles. Eu pisquei pro Maurício e contei baixinho o que rolou. Os olhos dele brilharam. - Porra, quero comer essa gordinha também. Montamos o esquema natural. Mais cerveja, mais papo. Roberto parecia tranquilo, quase como se soubesse e curtia o clima. Carla sentava entre a gente, as coxas grossas roçando nas nossas. No meio da tarde, quando o sol ainda tava forte, Carla se levantou. - Vou dar mais um mergulho... alguém vem? Maurício foi junto. Eu fiquei conversando com Roberto, mas de olho na água. Vi quando eles foram mais pro fundo. Não demorou muito e Maurício tava com ela escanchada do mesmo jeito que eu tinha feito. Os movimentos na água eram claros pra quem sabia o que tava rolando. Ela jogava a cabeça pra trás, mordendo o lábio. Depois voltaram. Carla tava com cara de quem tinha levado uma foda boa. Sentou do meu lado e sussurrou: - Seu amigo tem uma pica bem grossa também... me fodeu gostoso. Eu ri e apertei a coxa dela. - Ainda quero mais dessa buceta gulosa. A tarde foi virando uma sacanagem sem limites. Voltamos pra água mais uma vez, eu e ela. Agora sem tanto medo. Eu abracei ela por trás, puxei o biquíni e meti a pica de novo naquela bucetona já cheia de porra. - Aaaaiii... me fode, Brito... mete forte... – ela gemia, a voz saindo mais alta agora. Eu metia com força, as bolas batendo na bunda dela. Alisei o grelinho inchado com o dedo enquanto socava. Ela tremia inteira. - Isso... assim... ai caralho, tô gozando de novo... aaaahhh! A buceta apertou minha pica e ela gozou forte, o corpo mole de prazer. Eu não aguentei e enchi ela de novo, gozando fundo, misturando minha porra com a do Maurício. Voltamos pra areia. Maurício pegou ela mais uma vez, dessa vez na sombra, quase na beira da canga. Roberto só observava, bebendo devagar, com um sorrisinho. Maurício deitou ela de lado, levantou uma perna gorda e meteu de conchinha, fodendo devagar no começo, depois acelerando. - Que buceta quente, Carla... tá me apertando todo... – ele grunhia. - Mete mais... me arromba essa buceta... aaaahhh, que delícia... – ela respondia, gemendo desesperada. Ele gozou dentro dela também, gemendo baixo. No total, eu comi ela duas vezes e Maurício duas também. Cada foda mais intensa que a outra. Uma hora eu peguei ela de quatro na água rasa, o cu empinado pra cima, e meti fundo enquanto ela mordia a própria mão pra não gritar. Outra vez Maurício fez ela sentar na pica dele na beira, escondidos atrás de uma moita, e ela quicava gostoso, os peitões pulando pra cima e pra baixo. - Olha esses peitões balançando... que puta gostosa – ele dizia, apertando os mamilos. - Sou sua puta hoje... me usa... fode meu cu também se quiser... – ela ofereceu, safada. Na última, eu aceitei a oferta. Passei lubrificante improvisado com saliva e enfiei devagar no cuzinho apertado dela. Carla gemeu alto, misturando dor e prazer. - Aaaaiii... tá entrando... devagar... agora mete... me fode no cu... porra que gostoso! Eu meti até o talo, sentindo o cu dela pulsar em volta da pica. Maurício enfiou na buceta ao mesmo tempo. Dupla penetração no rio, ela entre nós dois, gemendo como uma cadela no cio. - Tô cheia... as duas picas me arrombando... vou gozaaaaaar... aaaahhh, caralhooo! A gente gozou quase junto, enchendo buceta e cu dela de porra quente. Carla tremia inteira, suada, olhos revirados de prazer. Fomos embora umas 17h45, o sol baixando. Carla me deu o número dela baixinho. - Moro em Panorama, cidade vizinha. Quando quiser repetir, me chama. Adoro uma pica boa. A gente riu, se despediu do casal e voltou pro carro. No caminho, Maurício só falava: - Porra, Brito, que dia foda. Comemos uma gordinha gulosa na frente do marido. Melhor passeio da vida. Eu dirigia sorrindo, o corpo cansado mas a mente ainda cheia das imagens: aqueles peitões enormes, a bucetona molhada, o cu apertado, os gemidos desesperados dela ecoando na água. Foi um dia quente pra caralho, daqueles que a gente não esquece nunca.
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