A Ana Paula sempre foi aquela tentação no escritório. Com 32 anos, loira, 1,68m, 60kg bem distribuídos, quadris um pouquinho avantajados que balançavam de um jeito que fazia qualquer homem perder o foco. Eu, com meus 54, já tinha fantasiado várias vezes em comer ela, mas ela era casada, o casamento ia bem e nunca dava mole. Até que engravidou do marido. Ver aquela barriguinha crescendo devagar me deixava louco de um jeito doentio. Uma grávida gostosa, carregando barriga de outro cara, mas com aqueles peitos inchando e a pele brilhando... puta merda, era demais. Na festinha junina do trabalho, tudo mudou. A maioria dos colegas foi, ela apareceu com o esposo. Tomamos uns quentões, a música tocava, o clima esquentou. Percebi um olhar dela, um sorriso disfarçado quando passou perto de mim. O corpo dela roçando de leve no meu. Mais tarde, o zap chegou: "Aparece lá no barzinho com a gente". Fui. Cheguei, o pessoal me recebeu bem, fiz amizade rápida. Mas o melhor veio quando ela me puxou de canto e falou baixinho: - Ei, vamos sair só nós dois um dia desses? Quero conversar longe de todo mundo. Meu pau já deu sinal de vida na hora. Marcamos. Encontrei ela num dia de semana, barriguinha de três meses aparecendo bonitinha por baixo da blusa. Convenci ela de ir pro motel "só pra conversar direito". Ela resistiu um pouco, ficou vermelha, mas topou. No quarto, o ar ficou pesado de tesão. Assim que fechei a porta, abracei ela com força. Beijei aquela boca macia, gostosa pra caralho. A língua dela dançava com a minha, tímida no começo, depois faminta. Os peitos dela, já mais cheios por causa da gravidez, batiam no meu peito. Os cabelos loiros sedosos caíam nos ombros, cheiro de mulher cheirosa, shampoo bom misturado com aquele perfume dela que me deixava doido. - Nossa, Ana... você tá tão gostosa grávida assim – murmurei, tirando a blusa dela devagar. A barriga redondinha apareceu, linda, pele esticada brilhando. Os peitos redondos, mamilos escuros e duros. Abaixei a cabeça e mamei um, depois o outro, chupando devagar, sentindo o gosto dela. Ela gemia baixinho, as mãos no meu cabelo. Desci a calça preta dela, deixando ela só de fio dental. O tecido fino marcava a bucetinha inchada. Puxei a calcinha até os pés dela. A buceta depiladinha, os lábios inchadinhos por causa da gravidez, o grelinho bem visível, protuberante. Meu pau latejava dentro da calça. Deitei na cama e puxei ela pra cima de mim. - Vem, senta na minha cara, grávida safada. Ela obedeceu, tremendo um pouco. Colocou a buceta quente bem na minha boca. Lambi devagar, sentindo o gosto doce e molhado. O grelinho inchadão pulsava na minha língua. Chupei ele com vontade, sugando, circulando rápido. Ela se contorcia toda, a barriguinha roçando na minha testa. - Aiiii... caralho... assim... lambe meu grelinho... – ela gemia, a voz ficando rouca. Aumentei o ritmo, enfiando a língua na entrada da buceta, depois voltando pro grelinho. Ela rebolava desesperada, as mãos apertando os próprios peitos. - Eu vou gozar... porra... eu vou gozar na sua boca! Suguei mais forte, chupando o grelinho como se fosse um doce. Ela gritou, o corpo inteiro tremendo: - Tô gozando! Toma... toma minha porra! O gozo dela jorrou quente na minha boca, um líquido doce e abundante por causa da gravidez. Engoli tudo, lambendo até a última gota, enquanto ela se sacudia em espasmos. Ela desceu, ofegante, sentou na beira da cama e puxou minha calça. Minha pica pulou dura, veias saltadas, cabeça inchada. - Olha o tamanho dessa pica... – ela sussurrou, admirada. Pegou com as duas mãos, lambeu as bolas devagar, chupando uma por uma. Depois enfiou a cabeça na boca, mamando gostoso, a língua girando. Desceu até o fundo, engasgando um pouco, saliva escorrendo. Mamava com vontade, olhando pra mim com aqueles olhos de puta grávida. - Que delícia mamar sua vara... tá tão dura pra mim... Deitei ela de barriga pra cima com cuidado, abrindo as pernas. A bucetinha inchadinha brilhava molhada. Encaixei a cabeça da pica e empurrei devagar, sentindo o calor apertado. - Aiiii... vai devagar... tô grávida... mas fode minha bucetinha... – ela pediu, gemendo. Fui comendo ela com jeitinho no começo, estocadas profundas e ritmadas. A barriguinha subia e descia com os movimentos. A buceta dela pulsava em volta da minha pica, molhada pra caralho. - Tá gostoso? Tá gostando de comer a esposa grávida do outro? – ela provocou, a voz entre gemidos. - Porra, Ana... sua buceta tá uma delícia... inchadinha assim me deixa louco. Aumentei o ritmo, metendo mais forte. Os peitos dela balançavam, a barriga tremia. Ela gemia alto agora: - Isso... fode... fode minha bucetinha grávida... ai caralho... mais fundo! Virei ela de lado, com cuidado pra não apertar a barriga. Levantei uma perna dela e voltei a enfiar a pica. Comia assim, uma mão apertando o peito, a outra segurando o quadril avantajado. O cuzinho dela piscava ali pertinho. - Quero comer seu cuzinho também – falei, rouco de tesão. Ela hesitou um segundo, mas concordou gemendo. Fui ao banheiro, lavei a pica rapidinho e voltei. Passei lubrificante, posicionei a cabeça no cuzinho apertado e empurrei devagar. Ela gemeu alto, apertando os lençóis. - Devagar... meu cu tá virgem pra você... ai porra... tá entrando... Entrei inteiro, sentindo o cu dela me apertar forte. Comecei a foder o cuzinho com estocadas ritmadas, cada vez mais intensas. A mão dela descia e esfregava o grelinho inchado enquanto eu metia. - Tá gostando de levar no cu, sua grávida safada? – perguntei, dando tapas leves na bunda. - Sim... fode meu cu... me faz sua puta... ai ai ai... vou gozar de novo! Ela gozou gritando, o cu apertando minha pica em espasmos. Não aguentei mais. Meti fundo e gozei forte dentro do cu dela, jatos quentes enchendo tudo. Ficamos ali, ofegantes, suados, eu ainda dentro dela. Depois disso, continuamos nos encontrando sempre que dava. Cada vez mais intenso. Ela ligava no meio do dia: - Vem me comer hoje... tô molhada só de pensar na sua pica. E eu ia. No motel, na casa dela quando o marido viajava, onde desse. Comer uma grávida gostosa, casada, com a barriga crescendo... era viciante pra caralho. Os gemidos dela, o jeito que a buceta e o cu ficavam mais sensíveis, os peitos que vazavam um pouquinho quando eu mamava... tudo isso virava combustível. Numa dessas vezes, já com a barriga maior, ela sentou no meu pau de frente, rebolando devagar, a barriga encostando na minha. - Olha como sua pica some toda na minha buceta... – ela dizia, gemendo desesperada. – Me enche de porra de novo... quero sair daqui pingando. Eu segurava aqueles quadris, metendo pra cima, batendo fundo. Os gemidos dela ecoavam no quarto: - Aiiiiii... aiiiiii... tô gozandooooooo... caralho... goza junto... me enche! Gozei tanto que escorria pelas coxas dela. Ela lambia os dedos depois, sorrindo safada. Essa história não para. Sempre que a oportunidade aparece, a gente se encontra. A Ana Paula virou minha grávida particular, minha puta deliciosa de barriga. E o melhor é que ninguém no trabalho desconfia. Só eu sei como ela geme quando a pica entra fundo, como a bucetinha dela contrai quando o grelinho é chupado, como o cuzinho dela aperta quando eu gozo lá dentro. É foda demais comer a mulher de outro, ainda mais grávida. E ela adora tanto quanto eu.
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