Comendo a colega de trabalho esposa de PM!

Eu trabalhava naquela empresa tinha uns dois anos, e a Sandra era o tipo de mulher que fazia todo mundo babar no canto da boca. Vinte e sete anos, casada com um militar daqueles bem durão, corpo de academia, bundão empinado, peitos firmes que balançavam de leve quando ela andava pelo corredor de salto alto. Cabelo castanho liso até os ombros, cara de santa no dia a dia, mas a gente sabia que por dentro era uma puta daquelas. Todo mundo queria comer ela. Eu, os outros caras, até o porteiro já tinha feito piada. Mas a safada só dava pro chefão. A gente via os olhares, os “reuniões” que duravam até tarde, o jeito que ela saía com o batom borrado.
Um dia eu segui os dois. Entraram num motel ali perto do trabalho. Eu fiquei do lado de fora imaginando aquela buceta molhada sendo arrombada pelo velho. No outro dia um amigo meu saiu do mesmo motel e deu de cara com ela saindo com outro cara, não era o chefe. A filha da puta era honesta pra caralho, né? Dava pra dois, três, pra quem tivesse pau duro e oportunidade.
Aí entrou o Leandro no time. Moleque de dezoito anos recém-completos, cara de menino ainda, corpo magro mas definido, daqueles que malha escondido. No começo a Sandra nem ligava. Continuava dando pro chefão, sentando na pica dele na sala dele com a porta entreaberta. Mas aos poucos as atenções dela mudaram. O chefão, pra manter a vadia feliz, deu o posto de supervisora pra ela. Nada mais justo, já que ele comia aquela buceta quase todo dia.
Eu comecei a reparar. Todo mundo ia embora no horário certinho, mas ela sempre arranjava uma desculpa pro Leandro ficar. “Preciso de ajuda pra fechar o relatório”, “tem umas planilhas pra conferir”. O moleque ficava, vermelho, mas com um sorrisinho safado.
Um dia eu puxei conversa com ele no banheiro. O garoto tava nervoso, mas depois de insistir um pouco ele abriu o bico:
- Cara... é verdade. Ela fala que é pra ajudar, mas... eu como ela. Todo dia que ela manda eu ficar é pra foder.
Eu não acreditei de primeira. Pedi prova. Ele riu, meio envergonhado, meio orgulhoso.
- Fica olhando então. Quando ela falar que eu tenho que ficar, você dá a volta pelo prédio, entra pela porta de trás e vai até aquela sala do fundo. Tem um vidro grande. Posiciona ali e assiste. Você vai ver a puta que ela é.
Naquela mesma tarde, eu e o outro garoto que trabalhava com a gente fingimos ir embora. Demos a volta, entramos escondidos e ficamos esperando atrás do vidro fosco da sala. O coração batendo forte.
A Sandra veio caminhando pelo corredor como uma cadela no cio. Blusa aberta uns botões a mais, saia justa marcando aquele rabão delicioso. Ela puxou o Leandro pela mão e trancou a porta. A gente se posicionou rapidinho, coração na boca.
Ela nem perdeu tempo. Agarrou o pescoço do moleque e enfiou a língua na boca dele, beijando com fome, gemendo baixinho já.
- Hmm... vem cá, seu gostoso... hoje eu tô louca pra sentir essa pica jovem dentro de mim.
Leandro, mais experiente do que parecia, abriu a blusa dela com força. Os botões voaram. Tirou o sutiã preto e aqueles peitinhos durinhos pularam pra fora, bicos rosados já duros. Ele abaixou a cabeça e mamou com vontade, chupando forte, mordendo de leve.
- Ahhh... assim, morde esses peitos... chupa minha tetinha, Leandro...
Ela tirou a camiseta dele, passou as mãos no peito liso, quase sem pelo, e desceu a boca. Chupou os mamilos dele, lambeu a barriga, foi descendo. Arrancou a calça e a cueca do moleque num movimento só. A pica dele pulou pra fora, branca, grossa, veias marcadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns 18cm fácil, dura pra caralho.
- Nossa, que pica linda... tão durinha pra mim... - ela sussurrou, já se ajoelhando como a puta que era.
Sandra segurou aquela vara com as duas mãos, punhetando devagar, olhando pro moleque com cara de safada. Depois abriu a boca e engoliu tudo. Mamou com fome, babando, fazendo barulho de sucção, descendo até as bolas.
- Glup... glup... hmmph... que pau gostoso... me fode a garganta...
Leandro segurou o cabelo dela e fodeu a boca com força, batendo os bagos no queixo dela.
- Isso, mama minha pica, sua casada safada... engole tudo, porra.
Ela não parava. Chupava as bolas, lambia o cu dele rapidinho, voltava pra pica. O moleque tava no céu.
Ele não aguentou. Levantou ela, tirou a saia e a calcinha num puxão. O rabão dela era uma obra de arte, redondo, firme, com um fio de fio dental marcando. A buceta tava inchada, molhada, brilhando, grelinho aparecendo pedindo atenção. Ele deitou ela na mesa da sala, abriu as pernas dela bem abertas e enfiou a pica de uma vez só até o fundo.
- Aaaahhh! Que delícia! Enfia essa pica toda, Leandro! Me arromba!
Ele começou a bombar como um desesperado. A mesa rangia, os peitos dela balançavam no ritmo. Cada estocada fundo, tirando e enfiando com força, as bolas batendo na bunda dela.
- Toma, sua vadia... essa buceta é minha agora... mais apertada que da tua mãe...
- Aiiii, aiiiiii, aiiiiii... me fode... me fode forte... eu sou tua puta... ahhhhh!
Ela gemia alto, sem se importar se alguém ouvia. O moleque virou ela de quatro em cima da mesa. Segurou aquele rabão com as duas mãos e enfiou de novo na buceta encharcada. O barulho de carne molhada ecoava na sala. Ele dava tapas fortes na bunda, deixando marca vermelha.
- Bate nessa bunda... sou tua cadela... me come como uma cachorra...
Ele acelerou, suado, louco de tesão. Sandra começou a tremer, a buceta apertando a pica dele.
- Vou gozar... vou gozar na tua pica... aaaahhhhhhh! Porraaa!
Ela gozou forte, esguichando um pouco, o corpo convulsionando, gemendo desesperada, quase gritando. O Leandro não parou. Bombou mais umas dez vezes e urrou:
- Vou gozar... toma minha porra, safada!
Ele gozou jorrando dentro da bucetinha dela, enchendo tudo, porra grossa escorrendo pelas coxas quando ele tirou a pica.
A gente saiu dali com o pau latejando, tesão do caralho. Aquilo virou rotina. Uma, duas vezes por semana. Sempre a mesma coisa: ela mandava todo mundo embora, chamava o Leandro, e a gente assistia escondido. Às vezes ela chupava ele até ele gozar na boca e engolia tudo. Outras vezes ele comia o cu dela, enfiando devagar no comecinho e depois arrombando, enquanto ela gemia:
- Enfia no meu cu... me fode esse cuzinho apertado... ai, que delícia de dor gostosa...
Uma vez ela sentou na pica dele na cadeira, rebolando devagar, peitos na cara do moleque, falando baixinho:
- Meu marido militar nunca me fode assim... você é muito melhor... me enche de porra toda semana, vai...
Leandro ria e apertava os peitos dela.
- Então abre mais essa buceta pra mim, corna... deixa eu te engravidar.
E foi o que aconteceu. Alguns meses depois a Sandra apareceu grávida. Ninguém soube de quem era. Podia ser do marido, do chefe, ou do Leandro. Ela continuava dando pra ele mesmo assim. O moleque comia ela, gozava dentro, e meia hora depois o marido chegava de carro pra buscar. Ela saía com a buceta ainda cheia de porra quente do amante, beijava o militar na boca e ia embora toda feliz.
Durou um ano e meio. O Leandro fodeu aquela safada em quase todas as posições possíveis naquela sala. Na mesa, contra a parede, no chão, no sofá velho que tinha lá. Ela mamava, engolia, pedia pra ele gozar na cara, nos peitos, dentro da buceta, no cu. Gemendo sempre alto, desesperada, chamando ele de “meu garanhão novo”, “dono da minha buceta”, “melhor pica que já provei”.
Eu e o outro cara viramos viciados em assistir. Toda vez que dava, a gente tava lá, pau na mão às vezes, gozando junto com eles escondido. Era tesão puro ver aquela casada fingida de honesta virar uma puta completa pro moleque de dezoito anos.
No final, quando o Leandro saiu da empresa, ela ainda mandava mensagem pra ele. “Vem me comer no motel hoje, tô com saudade dessa pica”. O marido nunca soube. Ou talvez soubesse e fingisse que não. Quem liga? A Sandra era assim mesmo. Uma cadela no cio que precisava de pica nova pra se sentir viva.
E a gente? A gente nunca mais olhou pra ela da mesma forma. Sabia exatamente o quanto aquela buceta era gulosa, o quanto aquele cu apertava, e o quanto ela gemia quando gozava feito louca.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo a colega de trabalho esposa de PM!

Codigo do conto:
266127

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/07/2026

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