Meu sobrinho é meu macho!

- Fernanda, minha tia safada, eu te quero tanto que meu pau lateja só de te ver passando com esse vestidinho colado no corpo.
Eu ri, nervosa mas já molhada entre as pernas, sentindo o fio dental enterrado na minha bucetinha e no cuzinho. O moleque, meu sobrinho de 19 anos, estava ali na sala da minha casa, no sábado de manhã, com aquele volume enorme marcando a calça. Meu marido tinha saído pro trabalho e só voltaria à tarde. Eu sabia que era errado pra caralho, mas o tesão que aquele safado me dava desde as festas em família era maior que qualquer culpa.
- Para com isso, seu fdp. Você é meu sobrinho, a gente não pode... mas porra, você tá me deixando louca.
Ele não esperou. Me agarrou pela cintura, apertou minha bunda média mas firme com as duas mãos e enfiou a língua na minha boca. O beijo foi quente, molhado, desesperado. Senti o gosto de menta no hálito dele misturado com o cheiro de homem jovem. Minhas mãos traidoras subiram pro peito dele, arranhando por cima da camisa. Empurrei ele pro sofá da sala, sentei no colo dele de frente, roçando minha buceta já inchada por cima da calça.
- Então você quer comer a titia, é? Quer foder essa buceta casada que teu tio come de vez em quando?
- Quero inteirinha, tia. Quero enfiar minha pica grossa nessa bucetinha apertada e te fazer gemer como uma puta.
Levantei o vestidinho devagar, mostrando as coxas morenas claras, o fio dental preto sumido entre os lábios da minha xota lisinha. Ele puxou o tecido pro lado e enfiou dois dedos grossos dentro de mim sem aviso. Eu arqueei as costas, gemendo alto.
- Aaaahhh... seu safado... tá molhada pra caralho, né? Essa buceta tá piscando pedindo rola.
Tirei o vestido pela cabeça. Meus peitos lindos, firmes, mamilos escuros e duros pularam livres. Ele atacou os dois, mamando um enquanto apertava o outro, chupando forte como se quisesse tirar leite. A sensação era elétrica, descia direto pro meu grelinho inchado. Eu rebolava no colo dele, sentindo a cabeça da pica dele pressionando o tecido da calça contra minha entrada.
Levantei, virei de costas e empinei o bumbum pra ele. O fio dental estava todo enterrado no rego, sumido no meu cuzinho rosado.
- Olha só como tá, titia... sua calcinha tá toda enfiada nesse cuzinho gostoso.
Ele puxou o fio dental pro lado e passou a língua quente e molhada bem no meu rego, lambendo da buceta até o cu. Quando a ponta da língua dele pressionou meu anelzinho apertado eu tremi inteira, arrepios subindo pela espinha.
- Hummm... delícia... lambe esse cu da titia, seu pervertido.
Ele tirou a roupa rapidinho. A pica dele pulou livre: grossa, veias saltadas, cabeça grande coberta pela pele, brilhando de pré-gozo. Segurei com as duas mãos, punhetei devagar sentindo o calor latejante, depois abaixei e chupei com vontade. Lambi a cabeça, enfiei na boca até bater no fundo da garganta, engasgando um pouco mas sem parar. Desci pras bolas, chupei uma por uma, depois lambi o períneo até o cuzinho dele. Ele gemia desesperado.
- Porra, tia... você mama gostoso pra caralho... aaaahh...
Sentei ele de novo no sofá e posicionei a buceta na cabeça da pica. Desci devagar, sentindo cada centímetro abrindo meus lábios, esticando minha carne quente e molhada. Quando ele estava todo dentro, comecei a cavalgar. Subia e descia com força, meus peitos balançando na cara dele. Ele segurava minha bunda, metendo pra cima, batendo fundo.
- Aiiiii... aiiiii... fode essa buceta, sobrinho... mete tudo... rasga a titia...
Os sons molhados de pica entrando e saindo ecoavam na sala. Meu mel escorria pelas bolas dele. Ele mamava meus peitos enquanto eu rebolava, girando o quadril, sentindo a cabeça da pica roçando meu ponto G. O tesão foi subindo, subindo, até que ele apertou minha cintura.
- Tia... vou gozar... porra...
- Goza junto comigo, safado! Enche essa buceta de porra quente!
Gozei primeiro, minha buceta apertando a pica dele em espasmos fortes, jorrando mel. Ele urrou e explodiu dentro de mim, jatos grossos e quentes enchendo meu útero. Senti o sêmen dele transbordando, escorrendo pela minha coxa.
Ficamos ofegantes, colados, suados. Mas o safado ainda estava duro dentro de mim. Levantei devagar, a porra dele escorrendo da minha buceta inchada. Virei de quatro no sofá, empinando o cu.
- Agora quer foder o cuzinho da titia? Vai devagar no começo... tá apertado pra caralho.
Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e no meu anelzinho. Pressionou. Doeu pra porra no começo. Eu gritei.
- Aaaaiii... devagar, seu filho da puta! Tá rasgando meu cu!
Ele foi entrando centímetro por centímetro, sentindo o aperto insano. Lágrimas escorriam dos meus olhos mas o prazer começou a misturar com a dor. Quando ele estava todo dentro, parou, deixando eu acostumar. Meu cu pulsava em volta da pica grossa.
- Porra, tia... seu cu é mais apertado que a buceta... tá me espremendo...
Começou a meter devagar, depois mais forte. A dor virou prazer puro. Eu rebolava pra trás, pedindo mais.
- Mete fundo, caralho! Fode esse cu da titia! Aaaahhh... que delícia...
Ele segurava meus cabelos, metendo com força. O barulho de pele batendo, meus gemidos desesperados enchendo a casa. Meu grelinho latejava, eu tocava ele com os dedos enquanto ele socava meu cu.
- Vou gozar de novo... com seu pau no meu cu... aaaahhh... tá tão fundo...
Gozei como uma louca, meu cu apertando ele em ondas, corpo tremendo inteiro, gritos roucos saindo da garganta.
- Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar, seu safado! Não goza dentro!
Mas ele não parou. Metia cada vez mais forte, suado, grunhindo.
- Vou gozar sim, tia... vou encher esse cu de porra...
E explodiu. Jatos quentes enchendo meu intestino. O prazer misturado com a sensação de estar cheia demais me fez gozar de novo, gritando.
- Aaaaiiii... tô gozandooooooo... porra...
Quando ele tirou a pica devagar, meu cu ficou aberto, piscando. Comecei a rebolar, empinando, e senti o sêmen misturado com merda escorrendo. Caguei mesmo, um pouco de coco molhado saindo junto com a porra branca dele, escorrendo pelas minhas coxas. O cheiro forte encheu o ar, mas o tesão era tanto que eu não liguei, continuei rebolando, gemendo.
- Olha o que você fez, seu pervertido... fiz cagar com seu leitinho no cu...
Ele olhava hipnotizado, a pica ainda latejando. Limpamos depois, mas aquele dia marcou o começo de muitas foda escondidas. Ele me comia na buceta, no cu, gozava na minha boca, me fazia engolir tudo. Ninguém da família imaginava que a tia Fernanda, tão família e certinha, virava uma puta safada pro sobrinho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu sobrinho é meu macho!

Codigo do conto:
266132

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/07/2026

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