Lembranças gostosas com o pastor safado!

Eu sou a Paula, 32 anos agora, casada com o Roberto, pastor de uma igreja que frequento. Mas antes... antes eu era obreira na casa de oração do pastor Reinaldo. Ele tinha 52 anos, casado, e todo mundo via ele como um santo. O homem orava, pregava com fogo, e a igreja lotava. Eu, morena alta, cabelos longos caindo pelas costas, bunda avantajada sem uma celulite sequer, peitos durinhos que marcavam mesmo por baixo do vestido de obreira. Ele sempre me chamava pra ajudar a organizar as coisas no escritório. No começo era só isso. Depois as investidas começaram devagar.
Eu era solteira na época e ele era casado, mas o respeito que eu tinha por ele... caralho, era enorme. Via ele como um homem de Deus. Até que um dia ele me chamou pro escritório dentro da igreja. Eu fui, vestida com aquele vestido comprido de obreira, o tecido leve roçando nas minhas coxas. Assim que entrei, ele fechou a porta atrás de mim. Eu estava de pé, de costas pra porta. Senti ele grudar o corpo no meu, o pau dele já duro encostando bem no meio da minha bunda.
- Shhh... fica quietinha, Paula – ele sussurrou, beijando minha nuca.
Um arrepio subiu pela minha espinha inteira, os pelinhos do corpo todo ficaram de pé. Meu coração disparou. As outras obreiras estavam lá fora, arrumando as coisas pro culto. Eu tentei falar baixo:
- Pastor, o senhor tá doido? Tem gente aqui fora...
Ele me virou de frente com força, segurou meu rosto e enfiou a língua na minha boca num beijo guloso. Colocou o dedo nos meus lábios depois.
- Silêncio, minha safada. Ninguém vai entrar.
A mão dele desceu por baixo do vestido, subiu pelas minhas coxas grossas e pegou direto na minha buceta por cima da calcinha. Ele deu um suspiro rouco.
- Porra, Paula... tá toda molhadinha já. Essa bucetinha tá pedindo pau, hein?
Eu tava doida de tesão. As pernas tremendo. Ele tirou a roupa rapidinho, ficando pelado ali no escritório. O pau dele era grosso, veioso, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Eu olhava apreensiva, pensando nos meus amigos de trabalho do lado de fora. Ele me debruçou na mesa de escritório, ergueu meu vestido até a cintura e começou a beijar minha bunda.
- Que bunda deliciosa... olha isso, firme pra caralho.
Ele lambeu devagar, passando a língua quente por toda a extensão da minha bunda. Depois puxou minha calcinha pro lado e abriu minhas pernas. Senti a língua dele no meu cuzinho, girando, pressionando.
- Aiiii, pastor... que delícia... – gemi baixinho, mordendo o lábio pra não fazer barulho.
Ele enfiou a língua na minha buceta, chupando os lábios inchados, lambendo tudo. Eu tava encharcada, o mel escorrendo pelas coxas. O medo de a esposa dele aparecer misturado com o tesão me deixava louca.
Ele me virou, me sentou na mesa e ajustou a cadeira. Colocou meus pés pra cima da mesa, deixando minha buceta e meu cu completamente expostos pra ele. Sentado ali, como se fosse orar, ele grudou a boca no meu grelinho e mamou com força.
- Ahhh... pastor... chupa meu grelinho... assim... caralho... – eu gemia desesperada, segurando a cabeça dele.
A língua dele entrava na minha buceta, depois descia pro cu, lambendo tudo com fome. Ele mamava meu grelo como se fosse uma bala, sugando, mordiscando de leve. Eu gozei na boca dele, o corpo tremendo, apertando as coxas na cabeça dele.
- Gozei... pastor... tô gozando gostoso na sua boca...
Ele levantou, o pau duro latejando, e enfiou tudo de uma vez na minha bucetinha molhada. Me comeu ali, sentada na mesa dele, metendo forte, as bolas batendo no meu cu.
- Que buceta apertada... porra, Paula... você me deixa louco – ele rosnava baixo.
Eu tava gemendo baixinho, as unhas cravadas nas costas dele.
- Me fode, pastor... mete essa pica grossa toda... ahhh... mais fundo...
Ele perguntou ofegante:
- Você se previne, né?
- Sim... pode gozar dentro... enche minha bucetinha...
Ele gozou forte, jorrando porra quente bem no fundo da minha buceta. Eu senti cada jato, o corpo dele tremendo contra o meu.
Depois daquele dia, virou rotina. Sempre que ele chegava na igreja, me dava aquele toque com a cabeça: "entra lá". Eu disfarçava, ia pro escritório. Às vezes ele me comia sentada na cadeira, eu cavalgando devagar pra não fazer barulho, gozando com a boca abafada no ombro dele. Ele gozava dentro, enchia minha buceta de leitinho quente. Depois saía todo arrumadinho e ministrava o culto como se nada tivesse acontecido. O santo da igreja pregando enquanto ainda tinha meu cheiro no pau.
Outras vezes a gente ia pro motel. Aí não tinha pressa. Eu chupava aquela pica grossa até ele gemer meu nome. Ele me virava de quatro, metia na buceta, depois passava pro cu devagar.
- Relaxa o cuzinho, Paula... deixa eu entrar todo...
- Aiiiiii... tá grosso... vai devagar... ahhh... agora fode meu cu... mete forte...
Ele socava fundo, uma mão no meu cabelo, a outra apertando minha bunda. Eu gemia desesperada, o travesseiro abafando os gritos.
- Me fode, Pastor Reinaldo... rasga esse cu... sou sua puta... ahhh... goza no meu cu...
Ele gozava, puxava o pau e via a porra escorrendo do meu cuzinho arrombado. Depois lambia tudo, chupava minha buceta e meu cu misturado com porra. A gente fodia horas, suados, gemendo, falando sacanagem sem parar.
- Olha essa buceta inchada... toda arrombada pela minha pica – ele dizia, enfiando os dedos.
- Quero mais... me come de novo... enche os dois buracos...
Isso durou dois anos. Eu dava pra ele sempre que dava. Depois conheci o Roberto, me casei, tive filho. Hoje sou esposa de Roberto, que atualmente também é pastor. Mas caralho... eu me lembro de cada detalhe. De como o pastor coroa me comia gostoso, me deixava louca de tesão no escritório, no motel, na sacristia às vezes. Ele era casado, respeitado por todo mundo, mas comigo virava um animal. Me lambia, me chupava, me fodia como ninguém.
Às vezes, quando tô transando com meu marido, fecho os olhos e lembro da pica grossa do Reinaldo me invadindo, da língua dele no meu grelinho, do jeito que ele gemia "porra, Paula, que buceta boa" enquanto gozava dentro de mim. Ninguém imagina. As coisas nem sempre são o que parecem. Por fora, a obreira certinha. Por dentro, a puta do pastor.
E toda vez que passo perto daquela igreja antiga, sinto a buceta latejar só de lembrar. Queria que ele me chamasse de novo pro escritório, fechasse a porta e me debruçasse naquela mesa...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Lembranças gostosas com o pastor safado!

Codigo do conto:
266053

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/07/2026

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