Tio não resistiu a sobrinha gostosa!

Manuela era uma mulata linda pra caralho, daqueles corpos que chamam atenção na rua sem nem tentar. Peitinhos firmes, durinhos, do tamanho ideal pra caber na mão de um homem, e uma bundona empinada que balançava gostoso quando ela andava de shortinho curto. Aos 19 anos, morava com a mãe e os seis irmãos num bairro apertado, pais separados, vida dura pra porra. Ela dava um trabalhinho pra ajudar em casa, o que deixava a mãe puta da vida, mas o dinheiro entrava. Estudava, fazia cursos, mas o dia a dia era uma luta.
O tio dela, irmão da mãe, um coroa de 60 anos bem conservado, morava sozinho num apartamento decente. Ele sempre dava presentes nos aniversários da família, mas Manuela nunca tinha ido sozinha até lá. Tinha namoradinho ciumento e não via motivo. Até a véspera do aniversário, quando o tio ligou insistindo que ela passasse pra buscar o presente que ele tinha comprado. "Vai, sobrinha, é rapidinho", ele disse. Ela topou, vestiu um shortinho jeans bem curto e apertado que deixava a bucetinha quase aparecendo, calcinha fio dental enterrada no rego da bunda, blusinha fina sem sutiã por baixo porque o calor tava insuportável.
Chegando no apartamento, o tio abriu a porta com um sorriso largo. - Entra, Manuela, que bom que você veio! Tá um calorão hoje, né? Toma um suco aqui comigo.
Eles sentaram na sala, tomaram suco gelado, conversaram bobagem sobre a família. Mas Manuela logo reparou no volume enorme marcando a calça do tio. A vara dele tava erguida, latejando visivelmente. Ela sentiu um calor subir pela barriga. "Porra, deve ser por causa desse shortinho... minha bucetinha tá um capô de fusca hoje, calcinha toda enterrada", pensou, apertando as coxas uma na outra sem querer.
O tio pegou um pacote no rack e entregou. - Abre aí, sobrinha, olha se gostou.
Manuela abriu e deu um gritinho de surpresa. Era um celular novo, bonito pra caralho. Ela pulou no pescoço dele pra agradecer. O abraço durou mais do que devia. Sentiu a pica grossa do tio encostando forte na sua barriga, latejando quente. Ele deu dois beijos lentos no pescoço dela, apertou o corpo dela contra o dele, mãos descendo um pouco pela cintura. Manuela ficou molhada na hora, a bucetinha piscando de tesão, mas fingiu que ia embora.
- Tio, valeu mesmo, mas eu tenho que...
Ele não deixou. - Fica mais um pouco, toma outro suco. Tá cedo ainda.
Ela aceitou, o corpo traindo a mente. Sentia a xoxota pedindo aquela vara. Tomaram mais suco, riram de besteira, até que ele levantou, pegou na mão dela e puxou. Manuela ficou sem ação. Ele a levou pro quarto, ligou o ar-condicionado geladinho.
- Que foi, tio? - ela perguntou, voz tremendo.
Ele não respondeu com palavras. Segurou o rosto dela e meteu a boca na dela num beijo faminto. Manuela correspondeu na hora, língua dele invadindo, chupando a dela com vontade. As mãos dele foram subindo a blusinha dela, tirando por cima da cabeça. Ficou só de sutiã. Ele apertou os peitinhos por cima do tecido, gemendo baixo.
- Porra, Manuela... seus peitinhos são mais lindos do que eu imaginava.
Tirou o sutiã com habilidade, deixou os dois montinhos durinhos à mostra. Os bicos castanhos, arrepiados. Ele ficou louco, abaixou a cabeça e mamou um com força, chupando, lambendo, mordiscando de leve enquanto a mão apertava o outro. Manuela arqueou as costas, gemendo desesperada.
- Aiiiii, tio... que delícia... mmmhh...
Ele a deitou na cama king size, continuou mamando os peitos enquanto tirava o shortinho dela devagar. Deixou só a calcinha fio dental, que tava encharcada e completamente enterrada no rego da buceta e da bunda.
- Minha sobrinha... sempre tive vontade de te ver assim, toda safada pra mim - ele disse, voz rouca.
Virou ela de bruços, deu uns tapinhas fortes na bundona macia, fazendo a carne tremer. - Olha essa bundona... nossa, o cuzinho engoliu toda a calcinha, hein?
Ele abaixou o rosto e começou a lamber as virilhas, as coxas grossas, subindo até a bunda. Passou a língua quente no rego inteiro, mordendo as bandas, chupando a pele. Manuela tremia toda, empinando a bunda pra ele.
- Tio... aiii meu Deus... que gostoso...
Ele tirou a roupa dele. Quando Manuela virou o rosto e viu o tamanho da pica, quase 22 cm de vara grossa, veia pulsando, cabeça vermelha brilhando, ela arregalou os olhos. - Caralho... isso não vai caber na minha bucetinha não...
Mas o tesão era maior. Ele tirou a calcinha dela, deixou a bucetinha lisinha, inchada e molhada à mostra. Manuela segurou aquela pica pesada, punhetou devagar, massageando as bolas cheias.
- Que pauzão, tio... grosso pra caralho...
Ele deitou ela de novo, beijou a boca com fome, mamou os peitos de novo, lambeu a barriga descendo devagar. Chegou na xoxota e abriu os lábios com os dedos. A língua quente invadiu, chupando o melzinho que escorria.
- Mmmhh... tio... ai que delícia... lambe minha bucetinha...
Ele enfiava a língua fundo, fodendo o buraco apertado, depois subiu pro grelinho e mamou com força, sugando, girando a língua. Manuela rebolava desesperada, mãos no cabelo dele.
- Ahhh... assim... chupa meu grelinho... vou gozar... aiiiii porra...
Ela gozou forte na boca do tio, jorrando líquido quente que ele engoliu tudo, lambendo até a última gota.
- Você gozou na boca do tio, sua safada... delícia.
Manuela, ainda ofegante, se ajoelhou. - Mama o tio agora...
Colocou a cabeçona na boca, esticando os lábios ao máximo. Era enorme, mas ela chupou com vontade, babando tudo, descendo o máximo que conseguia. Depois lambeu as bolas, colocou uma na boca, depois a outra, sugando gostoso enquanto punhetava a vara.
- Isso, sobrinha... mama as bolas do tio... que boquinha quente...
Ele pegou um gel lubrificante, passou bastante na pica. Sentou na cama, vara apontando pro teto. - Vem, senta na vara do tio. Devagar.
Manuela subiu, posicionou a bucetinha inchada na cabeça grossa e foi descendo devagar. Doeu pra caralho no começo, mas o tesão era tanto que ela sentou até o fundo, sentindo o pauzão esticando tudo lá dentro.
- Aaaaihh... que pau grande... tá me rasgando... mas que delícia...
Começou a subir e descer, rebolando, a buceta soltando tanto mel que escorria pro saco dele. Os peitinhos pulando, ela gemendo alto.
- Tio... me fodeeeee... mais forte... aiiiiiiii que gostoso...
O coroa segurava a cintura dela, metendo pra cima com força. Não aguentou muito e gozou dentro, jatos quentes enchendo a bucetinha. Manuela gozou junto, apertando o pau com as paredes internas, tremendo toda.
- Gozei no pau do tio... porra...
Tomaram banho juntos, ele ensaboando ela todinha, dedo brincando no cuzinho. Quando ela ia vestir a roupa, ele pegou por trás, pica já dura de novo encostando na bunda.
- Quero o cuzinho agora, sobrinha.
- Não, tio... é grosso demais... vai doer...
Mas ele tava doido. Passou gel na mão toda, espalhou no reguinho apertado, massageando o buraquinho. Enfiou o dedo devagar, depois dois, abrindo. Posicionou a cabeça da pica na porta do cu.
- Vou comer devagar, prometo.
Empurrou. A cabeça entrou, e Manuela gritou de dor.
- Para, tio... para... tá doendo pra caralho...
Ele segurou firme, massageando o grelinho dela ao mesmo tempo. Foi enfiando mais, centímetro por centímetro, até enterrar quase tudo. Ela sentia como se fosse cagar no pau dele, dor misturada com um prazer estranho.
- Aaaaihh... que dor... mas continua... massageia meu grelinho...
Ele metia devagar, fundo, a barriga batendo na bundona. O cu dela apertava a vara como um punho. Manuela começou a rebolar, gemendo desesperada.
- Me fode o cuzinho... aiiiiii tio... tá gostoso agora... mais fundo...
Ele acelerou, metendo com força, bolas batendo na buceta molhada. Ela gozou de novo, cu piscando forte no pau. Ele não aguentou e gozou dentro do rabinho, enchendo de porra quente.
Depois disso, Manuela voltou várias vezes nos meses seguintes. Toda vez era a mesma intensidade. O tio comia a bucetinha dela de quatro, de lado, no sofá, na cozinha. Chupava o grelinho até ela implorar pra parar. Fodia o cu dela com força, fazendo ela gemer como uma cadelinha no cio.
- Tio... me enche o cu de leite de novo... sou sua putinha...
- Isso, Manuela... esse cuzinho é meu... toma toda a pica...
A mãe desconfiou das saídas frequentes e proibiu. Mas o fogo já tava aceso. Manuela sonhava com aquela vara grossa, acordava molhada, dedo na buceta lembrando do coroa potente que sabia comer como ninguém.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tio não resistiu a sobrinha gostosa!

Codigo do conto:
266062

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/07/2026

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