No fundo, ele sabia que a esposa o traia com o genro!
Antônio era um homem de 50 anos, daqueles que trabalhavam duro na capital de São Paulo pra sustentar a família. Casado com Ivone, 48 anos, uma mulher ainda bem conservada, peitos grandes que balançavam quando ela andava pela casa, bunda carnuda e uma buceta que, mesmo depois dos anos, ainda apertava gostoso. Eles tinham uma filha, Amanda, 24 anos, morena, corpo definido de quem malhava, grelinho sempre inchado quando ficava excitada. Amanda namorava Anderson, um rapaz de 23 anos, trabalhador, pauzudo e com uma fome de foder que não acabava mais. Quando Anderson começou a frequentar a casa, Antônio já ouvia os gemidos vindos do quarto da filha. - Aiiiii, Anderson... mete essa pica grossa na minha buceta... ahhh, vai fundo, caralho! Os gritos de Amanda ecoavam pela casa à noite. Antônio ficava no sofá da sala, pau meio duro de ouvir, mas fingia que nada acontecia. Ivone só ria baixinho: - Deixa eles, Antônio. São jovens, precisam se divertir. Com o tempo, Anderson passou a comer Amanda direto dentro de casa. Camisinhas cheias de porra apareciam no lixo do quarto dela. Depois veio o casamento, e Antônio ofereceu a casinha no quintal. O casal se mudou pra lá, mas Anderson tinha horários alternados no trabalho. Ivone não trabalhava, ficava em casa o dia todo. Certo dia, Antônio chegou mais cedo do serviço. Foi direto pro banheiro da casa principal pra mijar. Quando jogou o papel no cesto, viu um bolinho estranho. Pegou, abriu com cuidado. Era uma camisinha estourada de tanto leite grosso, porra branca e viscosa ainda quente grudada nas paredes. O cheiro de sexo fresco subiu forte. Ao lado, o pacote da camisinha. Antônio sentiu o sangue ferver, mas guardou o segredo. No dia seguinte, perguntou pra Ivone: - Veio alguém aqui hoje, amor? - Não, ninguém. Só eu e o Anderson que passou rapidinho pra pegar uma ferramenta. Anderson confirmou a mesma coisa. Mas Antônio não era bobo. Três dias depois, outra camisinha no cesto. Dessa vez, ele guardou na mente e começou a vigiar. O que Antônio não sabia era que Anderson já tinha virado a cabeça de Ivone. Começou inocente: um olhar mais longo, uma mão roçando na cintura dela quando pegava algo na cozinha. Ivone, com o marido trabalhando o dia todo e a filha no mesmo turno, se sentia sozinha. O corpo dela pedia atenção. Numa tarde quente, Anderson bateu na porta da casa principal. - Tia Ivone, posso usar o banheiro aqui? O meu tá sem água. Ivone abriu, vestindo só um shortinho curto e uma blusa fina sem sutiã. Os mamilos escuros marcavam o tecido. - Entra, Anderson. Fica à vontade. Ele entrou, mas em vez de ir pro banheiro, encostou ela na parede da cozinha. - Porra, tia... você tá uma delícia hoje. Essa bunda... eu fico louco imaginando. Ivone corou, mas não afastou. - Anderson, para... sou casada, mãe da sua mulher... Mas a voz dela saiu fraca. Ele desceu a mão, apertou a bunda dela por cima do short. - Sua filha nem chega nos seus pés, Ivone. Essa buceta madura deve ser bem mais apertada e molhada. Ela gemeu baixinho quando ele enfiou a mão dentro do short e encontrou a buceta já encharcada. - Aiiii, seu safado... não faz isso... Mas Ivone abriu as pernas. Anderson ajoelhou, puxou o short pra baixo e enfiou a cara na buceta dela. Lambeu o grelinho inchado com fome, chupando forte enquanto enfiava dois dedos grossos. - Hummm... que buceta gostosa, tia. Tá pingando pra mim. Ivone agarrou a cabeça dele: - Aiiiii, caralho... chupa meu grelinho... assim... mais forte, porra! Ela gozou pela primeira vez na boca do genro, pernas tremendo, mel escorrendo pelo queixo dele. Anderson levantou, baixou a calça e mostrou a pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. - Olha o que eu tenho pra você, sogra. Quer mamar? Ivone, de joelhos agora, pegou aquela rola com as duas mãos. - Que pica grande... maior que a do meu marido. Ela abriu a boca e engoliu até onde deu, babando, chupando as bolas pesadas enquanto massageava o pau. - Mmm... delícia... mamando o pau do marido da minha filha... que safadeza. Anderson segurou a cabeça dela e fodeu a boca com força. - Isso, mama gostoso... engole até o fundo, vadia. Ela engasgou, saliva escorrendo, mas não parou. Mamava até as bolas, como ele contava pros amigos depois. Daquele dia em diante, viraram amantes. Sempre que Antônio e Amanda saíam pro trabalho, Anderson ia pra casa principal. Começaram no sofá, depois no quarto do casal, no banheiro, na cozinha. Uma tarde, Ivone estava de quatro na cama do casal, bunda empinada. Anderson metia a pica inteira na buceta dela, bolas batendo no grelinho. - Aiiii, Anderson... mete fundo... rasga minha buceta... ahhhh, que delícia! - Toma, sua puta casada... essa buceta é minha agora. Mais apertada que a da sua filha. Ele dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas. Tirou da buceta e encostou na roseta do cu dela. - Hoje vou comer esse cuzinho virgem pra mim. Ivone arregalou os olhos, mas empinou mais. - Vai devagar... nunca dei o cu pro Antônio... Ele cuspiu na rola, pressionou devagar. A cabeça entrou, Ivone gritou de prazer e dor misturados. - Aaaaiiii... tá abrindo meu cu... devagar, caralho... ai que gostoso! Anderson meteu devagar no começo, depois acelerou, metendo fundo no cu apertado. Ivone gemia desesperada, mão no grelinho se masturbando. - Me fode o cuuuuu... assim... sou sua putinha... goza dentro, por favor! Ele meteu mais forte, suor pingando, até explodir. Jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela. Quando tirou, o cu piscava, porra escorrendo devagar. Eles se limpavam rápido, mas sempre deixavam vestígios. Camisinhas cheias no lixo do banheiro. Ivone mamava ele até o final, engolindo toda a porra ou deixando ele gozar nos peitos grandes dela. Anderson contava pros amigos: - Tô comendo as duas, porra. A filha é novinha, aperta gostoso. Mas a sogra... essa vadia mama até as bolas, deixa eu comer o cu dela e ainda pede mais. Gozei na boca dela ontem, ela engoliu tudinho sorrindo. A conversa vazou até chegar nos ouvidos de Antônio. Ele ficou quieto, pau duro de raiva e excitação misturada. Imaginava a cena: sua mulher de 48 anos, de joelhos, mamando a pica do genro. Numa das últimas vezes antes da separação, Anderson e Ivone transaram com mais intensidade. Ela estava sentada na pia do banheiro, pernas abertas. Ele metia com força, a pia balançando. - Isso... fode sua sogra... mete essa pica grossa... ahhh, vou gozar de novo! - Toma, Ivone... sua buceta gulosa... tá me apertando todo... vou encher você de porra! Ele gozou dentro, sem camisinha dessa vez, leite escorrendo quando saiu. Ivone desceu, limpou a pica dele com a boca, chupando cada gota. - Delícia... porra do meu genro... tão quente... Quando Amanda se separou de Anderson, o caso continuou por mais um tempo, mas aos poucos Ivone se afastou. Antônio nunca tocou no assunto, mas carregava aquela imagem na cabeça: o genro comendo sua mulher e filha na mesma casa. A família seguiu, com segredos pesados e muita sacanagem escondida. Antônio às vezes se masturbava pensando naquilo tudo, imaginando se um dia confrontaria ou até participaria. Mas por enquanto, o silêncio reinava, enquanto as memórias das gemidas desesperadas de Ivone ecoavam na mente dele. Outra tarde memorável: Ivone tinha acabado de tomar banho, só com uma toalha. Anderson entrou sem bater. - Tia, tô louco pra te comer hoje. Ele jogou ela na cama, abriu a toalha e atacou os peitos. Chupou os mamilos duros, mordendo de leve enquanto enfiava dedos na buceta molhada. - Aiiiii, Anderson... que boca gulosa... mama meus peitos... isso... Ele desceu, abriu as pernas dela bem largas e lambeu da buceta até o cu, língua entrando nos dois buracos. - Que delícia... buceta e cu da sogra... os dois tão saborosos. Ivone gemia alto, quadril rebolando na cara dele. - Chupa meu grelinho... enfia a língua no meu cu... ahhh, vou gozar na sua boca! Ela gozou forte, jorrando mel na cara dele. Depois, Anderson deitou e mandou ela sentar na pica. - Monta em mim, vadia. Quero ver esses peitos balançando. Ivone sentou devagar, sentindo a grossura abrindo a buceta. - Uffff... tá me enchendo toda... que pica enorme... Começou a cavalgar, subindo e descendo rápido, bunda batendo nas coxas dele. Os peitos pulavam, ela beliscava os próprios mamilos. - Aiiii, caralho... tô gostando tanto... me fode, genro... sou sua puta! Anderson segurava a cintura dela, metendo de baixo com força. - Isso, rebola nessa pica... aperta com essa buceta madura... porra, tá melhor que da Amanda! Eles trocaram de posição. Ele colocou ela de lado, levantou uma perna e meteu de conchinha, mão no grelinho esfregando rápido. - Geme pra mim... diz que quer meu leite no seu cu de novo. - Quero... goza no meu cu... me enche toda... ahhhh! Ele meteu no cu dela mais uma vez, agora mais fácil, entrando fundo. O barulho molhado de sacanagem enchia o quarto. Ivone gemia sem parar, desesperada: - Mais forte... rasga meu cuzinho... tô gozando de novo... aaaaaai! Anderson explodiu, enchendo o cu dela de porra quente. Ficaram abraçados, suor e fluidos misturados, até ouvirem o barulho de carro chegando. Correram pra se arrumar, rindo baixinho da safadeza. Assim foram os cinco meses. Encontros quase diários, mamadas profundas, buceta, cu, boquete, tudo sem limite. Anderson gozava na boca, na cara, dentro da buceta, no cu, nos peitos. Ivone virava uma puta insaciável quando o genro estava por perto. Antônio, mesmo sabendo no fundo, nunca disse nada. A família continuava, com aquela tensão sexual no ar. A separação de Amanda foi o fim oficial, mas as memórias daqueles gemidos e da porra no lixo ficaram marcadas pra sempre.
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