Era uma noite quente de verão, uns cinco anos atrás. Eu tinha acabado de fazer 18 anos e meu corpo parecia feito pra provocar. Peitinhos firmes, bundinha empinada que balançava quando eu andava, cintura fina e um rostinho de menina loira com olhos verdes que deixavam qualquer um louco. Mas por dentro eu era pura mulher no cio, sapeca pra dedéu. Adorava o jeito que meu irmão mais velho, o Lucas, de 25 anos, me olhava ultimamente. Ele era alto, moreno, com aqueles olhos azuis intensos que pareciam furar a alma da gente. Corpo de academia, boca carnuda, e um pau que eu já imaginava enorme só de ver o volume na calça quando ele chegava em casa suado do trabalho. Meu pai e ele chegavam sempre tarde. Eu esperava ansiosa, fingindo que ia dormir cedo. Fazia uns dois meses que o clima entre a gente tinha mudado. Antes ele me pegava no colo, me carregava pro quarto rindo. Agora evitava. Eu sabia que era porque meu corpinho de cacula estava mexendo com ele. E eu queria isso. Queria pra caralho. Naquela noite, deixei a porta do meu quarto encostada de propósito. Coloquei uma camisolinha branca curtíssima, fina como papel, que mal cobria minha bundinha. Tirei a calcinha devagar, sentindo o ar fresco bater na minha bucetinha lisinha e já úmida de tesão. Deitei de bruços, bunda pra cima, a camisola subida até a cintura, deixando metade da minha carne macia à mostra. As pernas um pouco abertas. Fechei os olhos e comecei a fingir um pesadelo. - Ahhh... não... para... - gemi baixinho primeiro, depois mais alto. - Ai, meu Deus... socorro... Não demorou nem cinco minutos. Ouvi os passos dele no corredor. A porta rangeu devagar. Senti o peso dele se aproximando da cama. A mão quente tocou meu ombro. - Ei, maninha... acorda. É só um sonho ruim - disse ele com a voz rouca, preocupada. Eu me mexi um pouco, fingindo que ainda dormia, mas virei o quadril devagar pra deixar a bundinha ainda mais exposta. A camisola subiu mais. Meu cuzinho piscou pra ele, e minha bucetinha inchada apareceu por baixo, brilhando de tesão. Ele ficou parado. Respiração pesada. Eu sentia o olhar queimando minha pele. A mão dele desceu. Pensei que ia puxar a camisola pra baixo, mas não. Ele levantou o tecido devagar, expondo tudo. Dedos grossos roçaram minha bunda macia. - Porra... que delícia - murmurou ele baixinho, achando que eu não ouvia. Dei uma mexidinha, como se estivesse inquieta no sono. Ele ficou mais ousado. A palma da mão inteira apertou minha nádega, apertando, abrindo. Meu corpo reagiu, e eu senti um fio de mel escorrendo da minha buceta. Virei devagar de frente, fingindo ainda dormir. A camisola estava toda embolada em cima dos meus peitinhos. Os biquinhos rosados duros saltaram pra fora. Abri as pernas bem devagar, joelhos dobrados, bucetinha toda exposta pra ele. Lábios inchados, grelinho latejando, brilhando. Ele gemeu alto. - Nossa, maninha... você tá toda molhadinha assim... A mão dele subiu pela minha coxa macia, tremendo. Dedos grossos chegaram na minha bucetinha. Passou um dedo de leve, abrindo os lábios, sentindo a umidade quente. - Caralho... tá encharcada. Vou brincar com essa xaninha só um pouquinho, tá? Só pra te acalmar... Ele circulou meu grelinho devagar, pressionando. Eu mordi o lábio, mas deixei escapar um gemidinho. - Mmmhh... Ele se abaixou. Senti o hálito quente na minha pele. A boca dele engoliu um dos meus peitinhos, chupando forte, língua rodando no bico. - Ahhh... Lucas... - sussurrei, abrindo os olhos de repente. Ele parou, assustado, mas eu não deixei ele recuar. Abri mais as pernas, segurando a cabeça dele contra meu peito. - Me fode, maninho? Me come gostoso essa bucetinha virgem... eu quero você... Ele perdeu o controle. Tirou a camiseta rápido, revelando o peito definido. A calça desceu e a pica dele pulou pra fora, enorme, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros fáceis, latejando no ar. Eu me sentei na cama, peguei aquele pauzão com as duas mãos e comecei a chupar como uma vadia faminta. Língua rodando na cabeça, sugando o líquido salgado. - Isso, maninho... que pica gostosa... tá tão dura pra mim... Ele gemeu desesperado, mão no meu cabelo loiro. - Porra, maninha... chupa mais fundo... assim... caralho, você é uma putinha... Eu engoli o máximo que conseguia, babando, engasgando um pouco, mas sem parar. As bolas pesadas batiam no meu queixo. Ele fodia minha boca devagar, segurando minha cabeça. Depois de uns minutos ele me empurrou de leve pra trás, se esfregando todo em mim. Virou meu corpo de bruços de novo, subiu na cama e começou a sarrar aquela pica grossa na minha bundinha empinada. O pau deslizava entre as nádegas, forçando contra o cuzinho apertado, roçando a buceta molhada. - Quero foder essa buceta, maninha... tá pronta? - rosnou ele, voz rouca de tesão. - Sim... enfia tudo... arrebenta meu cabaço... me faz mulher de verdade... Ele posicionou a cabeça grossa na entrada da minha bucetinha virgem. Empurrou devagar. Doía pra caralho, mas era um dor gostosa, misturada com prazer. Eu gemia alto. - Aiiiiiii... aiiiiiiii que dói... mas não para... mais fundo... Ele meteu com força. Rasgou meu cabaço de uma vez. Senti ele todo dentro, enchendo minha bucetinha apertada. - Aaaahhh! Maninho! Tá me rasgando... que delícia... fode mais... Ele começou a bombear, devagar no começo, depois mais rápido. O quarto enchia de barulhos molhados, pele batendo em pele. Meus peitinhos pulavam com cada estocada. - Toma, sua putinha... essa buceta é minha agora... tão apertada... caralho... Eu gemia desesperada, unhas cravando no lençol. - Mais forte! Me fode gostoso, Lucas! Destrói essa bucetinha... ahhh... ahhh... vou gozar... Ele metia fundo, batendo no fundo do meu útero. Uma mão desceu e massageava meu grelinho inchado enquanto a outra apertava minha bunda. Eu tremia inteira. De repente ele tirou o pau, todo brilhando com meus sucos e um pouco de sangue do cabaço. Virou minha bunda pra cima de novo e começou a sarrar loucamente entre as nádegas. A pica enorme deslizava pra cima e pra baixo, cabeça roçando meu cuzinho piscante. - Vou gozar na sua bundinha... tá tão gostosa... Ele mexia dois dedos na minha buceta, fodendo rápido enquanto se esfregava no meu cu. Eu rebolava contra ele, louca. - Goza pra mim, maninho... molha meu cuzinho... ahhh... eu tô gozando também... Meu corpo explodiu. Gozei forte, buceta apertando os dedos dele, mel escorrendo pelas coxas. Ele gemeu alto, quase um rugido, e jorrou tudo. Porra quente, grossa, espirrando nas minhas nádegas, escorrendo pro cuzinho e misturando com meus sucos. Ficamos ofegantes, colados. Ele me abraçou por trás, beijando meu pescoço. - Isso foi foda, maninha... melhor coisa que já fiz. A gente se limpou um pouco, mas o tesão não acabou ali. Naquela mesma noite ele me comeu de novo, dessa vez eu por cima, cavalgando aquela pica grossa até gozar gritando o nome dele. Depois ele me lambia toda, língua no meu cu e na buceta, me fazendo gozar mais duas vezes. Nos dias seguintes a gente repetia sempre que podia. No banheiro, no carro, até no sofá da sala quando nossos pais dormiam. Ele me ensinava tudo: como chupar gostoso, como rebolar no pau dele, como pedir pra ele foder meu cuzinho devagar (que a gente experimentou depois, e foi insano). Hoje ele é casado, tem vida dele. Mas quando a gente se encontra em família, o olhar ainda é o mesmo. Aquele fogo não apagou. Às vezes a gente arruma um jeitinho – um abraço apertado no corredor, uma mão safada por baixo da mesa, ou até uma rapidinha no banheiro. A buceta molha só de lembrar daquela primeira noite, da pica dele arrebentando meu cabaço, dos gemidos desesperados que a gente soltava. Foi a melhor experiência da minha vida. E toda vez que penso, fico molhada de novo, querendo repetir.
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