Papai pegou no flagra se masturbando, nao aguentou e passou a vara!

Era uma noite quente de verão, daquelas que deixam a pele grudenta e o corpo pedindo por alívio. Eu tinha acabado de fazer 18 anos e a casa estava vazia do jeito que eu mais gostava. Minha mãe tinha viajado para visitar uma tia velha no interior, e meu irmão, com seus 22 anos, tinha ido dormir na casa da namorada. Sobramos só eu e meu pai. Ele era um homem que ainda chamava atenção por onde passava: 1,85m de altura, corpo definido sem uma gota de barriga, cabelos escuros com alguns fios grisalhos nas têmporas que davam um ar maduro e safado. Um tesão de pai, daqueles que a gente não admite olhar, mas que faz a buceta latejar só de imaginar.
Eu estava no meu quarto, porta entreaberta porque achava que ele já estava dormindo há horas. A luz fraca do abajur iluminava só o suficiente pra eu me ver no espelho do armário. Tinha tirado toda a roupa, meu corpo nu brilhando de suor. Sou loira natural, cabelos caindo pelos ombros, olhos castanho-claros que ficavam vidrados quando eu me excitava, peitos grandes e pesados que balançavam com qualquer movimento, e uma bunda média mas bem redonda, daquelas que enchem a mão.
Peguei o vibrador do meu irmão escondido na gaveta dele. Ele já tinha comentado uma vez, rindo com os amigos, que adorava meter por trás com o vibrador enquanto enfiava a pica na buceta das mulheres. Só de pensar nisso minha bucetinha já ficava molhada. Liguei o aparelho no modo baixo e comecei a passar a cabeçinha grossa pelo meu grelinho inchado, que já estava vermelhinho e latejando de tesão.
- Ahhh... caralho... que delícia... – gemi baixinho, mordendo o lábio.
O vibrador deslizava fácil porque eu já estava encharcada. Meus sucos escorriam pela fenda, molhando o lençol. Eu abria as pernas bem abertas, joelhos dobrados, e empurrava a ponta contra o clitóris, circulando devagar. Depois descia e enfiava um pedaço na buceta, sentindo as paredes apertarem o silicone. Meu corpo tremia. Os gemidos foram ficando mais altos.
- Hmmmm... assim... mete fundo... ahhhhh...
Eu imaginava uma pica de verdade me invadindo, me rasgando. Estava tão perdida no prazer que nem ouvi os passos no corredor. De repente a porta abriu. Meu pai estava ali, só de cueca boxer, os olhos arregalados fixos na cena. Ele viu minha buceta aberta, o vibrador brilhando de melado, meus peitos subindo e descendo com a respiração pesada.
- Minha filha... você... – ele começou, a voz rouca, surpresa misturada com algo mais escuro.
Eu não parei. Em vez disso, olhei direto pra ele, o vibrador ainda roçando meu grelinho.
- Ah, pai... masturbação e sexo são coisas normais! – respondi, a voz manhosa, sem nenhuma vergonha. Meu corpo estava em chamas, e ver ele ali, aquele homem bonitão, já fazia minha imaginação voar. Eu queria ele me bombeando forte.
Ele não se mexeu de imediato. Seus olhos desceram pelo meu corpinho nu, parando nos peitos grandes, na barriguinha lisa, na buceta depilada e molhada. Vi o volume na cueca dele crescer rápido, a pica endurecendo até ficar marcando o tecido como uma barra de ferro.
- Então você também não é virgem? – perguntou, a voz baixa, quase um rosnado.
Fiz que sim com a cabeça, mordendo o lábio inferior.
- Já que você já deu, sua vagabunda, vai dar pra mim também! – ele disse de uma vez, entrando no quarto e fechando a porta atrás de si. Começou a tirar a roupa com pressa. A camisa saiu primeiro, revelando o peito largo, os ombros fortes. Depois a cueca desceu e aquela pica enorme saltou pra fora: 24 centímetros de comprimento, grossa como meu pulso, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Nunca tinha visto nada tão grande.
- Com todo o prazer! – respondi, largando o vibrador no chão com um baque. Meu coração batia disparado.
Ele se deitou por cima de mim, o corpo pesado e quente pressionando o meu. Me deu um beijo longo na boca, a língua invadindo fundo, explorando como se quisesse me devorar. Uma das mãos grandes apertava meus peitos, amassando a carne macia, beliscando os bicos duros.
- Você tá gostando, sua cadela? Pois ainda tem mais! – murmurou contra meus lábios.
Desceu a boca pro meu peito direito, chupando forte, sugando o mamilo até eu arquear as costas. Mordia de leve, puxava com os dentes, depois lambia em círculos largos. O outro peito recebia a mão, apertado e massageado. Eu já estava gemendo desesperada.
- Ahhhhhhhh... hmmmmmm... assim, paizinho... chupa sua filhinha todinha, vai... ahhhh...
Ele desceu mais, beijando minha barriga, lambendo o umbigo, até chegar na buceta. Abriu minhas pernas bem abertas com as mãos fortes e caiu de boca. A língua quente lambeu toda a fenda, de baixo pra cima, recolhendo meu melado. Depois focou no grelinho, chupando forte, sugando como se quisesse tirar minha alma por ali.
- Hmmmm... que buceta gostosa... – ele grunhiu entre as lambidas.
Eu me contorcia na cama, mãos agarrando os lençóis.
- Ahhhhhhhh.... hmmmmmm.... assim, paizinho.... chupa minha bucetinha... hmmmmmm... mete a língua dentro, vai.... ahhhh...
Ele enfiou a língua na minha entradinha apertada, fodendo com ela enquanto o nariz pressionava meu grelinho. Eu gozei pela primeira vez, o corpo convulsionando, sucos jorrando na boca dele.
- Haaaaaaa... tô gozando, pai... ahhhhhh!
Ele subiu, me beijou de novo e eu senti meu próprio gosto doce e salgado na língua dele. Foi quando posicionou aquela pica monstruosa na entrada da minha buceta. A cabeça grossa pressionou, abrindo meus lábios melados.
- É assim que eu gosto, sua puta: bem apertadinha.... que bucetinha apertada... – rosnou antes de me beijar outra vez.
Empurrou devagar no começo, mas logo meteu tudo de uma vez. Eu senti como se estivesse sendo rasgada ao meio. A dor misturada com um prazer insano me fez gritar.
- Aaaahhhhhh.... mete tudo paizinho... come a sua filhinha todinha... me arrebenta com essa pica grossa, seu puto.... hmmmmmm....
Ele começou a bombear forte, o pauzão entrando e saindo com estocadas profundas, as bolas batendo na minha bunda. O quarto se encheu do barulho molhado de carne contra carne, do cheiro de sexo no ar.
- Tá gostando sua putinha? Você deve dar pra todos... mas eu vou arrombar essa xoxota todinha... ahhhhhhhh... – ele dizia, suado, os músculos dos braços tensionados enquanto me segurava pela cintura.
Eu cravava as unhas nas costas dele, as pernas enroladas na cintura dele.
- Sim... arromba... me fode bem fundo... hmmmm... sua pica é tão grande... tá batendo no fundo da minha buceta... ahhhhh... mais forte, pai...
Ele acelerou, o vai-e-vem frenético, a cama rangendo alto. Chupava meus peitos enquanto metia, mordendo os bicos. Eu gozei de novo, a buceta apertando o pau dele como um punho.
- Tô gozando de novo... aaaahhhhhh!
Ele não parou. Continuou metendo até que, com um grunhido animal, gozou dentro de mim. Senti jatos quentes e grossos enchendo minha bucetinha, transbordando pelos lados.
- Toma toda a porra do pai, sua vadia... hrrrrr...
Ao contrário do que eu esperava, ele não saiu. Deixou o pau ainda meio duro dentro de mim, me mantendo cheia da porra dele. Me abraçou forte, o peito colado nos meus peitos.
- Que putinha gostosa você é... e agora vou dormir assim, com o pau na tua buceta... depois eu te como de novo..
Eu me senti excitadíssima com a ideia. O cacete dele foi amolecendo devagar lá dentro, mas ainda me dava uma sensação de plenitude deliciosa. Antes de apagar, ele sussurrou no meu ouvido:
- Sua gostosa, agora que te comi uma vez vou te comer sempre, sua putinha..
- Eu adorei a ideia, pai... me come quando quiser... minha buceta é sua agora... – respondi, beijando o pescoço dele.
Dormimos assim, conectados, o pau mole ainda enfiado na minha xoxota melada. Acordei umas duas horas depois com ele já duro de novo dentro de mim. Ele tinha começado a se mexer devagar, me fodendo dormindo.
- Acordou, filhinha? Hora de levar no cu também... – ele disse com um sorriso safado.
Virou meu corpo de lado, ainda com o pau na buceta, e começou a lubrificar meu cuzinho com os sucos que escorriam. Enfiou um dedo primeiro, depois dois, abrindo meu cu virgem.
- Relaxa essa bundinha, sua cadela... vai caber tudo...
- Ahhh... devagar no começo, pai... meu cu é apertado... hmmmm...
Ele tirou o pau da buceta e pressionou a cabeça grossa contra o anelzinho. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, até que as bolas encostaram na minha bunda. A dor era intensa, mas o tesão era maior.
- Aaaaiiii... tá me arrombando o cu... que pica enorme... hmmmm... mete, vai...
Ele começou a estocar, primeiro lento, depois mais rápido. Uma mão foi pro meu grelinho, esfregando forte enquanto metia no cu.
- Que cu gostoso... apertado pra caralho... vou encher essa bundinha de porra também...
Gemíamos juntos, o quarto ecoando nossos sons desesperados. Eu gozei mais uma vez só com ele no cu, o corpo tremendo inteiro. Ele meteu fundo e gozou de novo, enchendo meu intestino com jatos quentes.
Depois disso, não paramos mais aquela noite. Ele me comeu de quatro, me fazendo engolir a pica até a garganta, limpando meu próprio gosto. Me fodeu na janela, com o risco de alguém ver lá de fora, meus peitos espremidos no vidro enquanto ele metia por trás.
- Olha só como você é safada... gemendo pra pai te foder... – ele dizia, puxando meus cabelos.
- Sim... sou sua puta particular... me usa... arromba todos os meus buracos... aaaahhhhh...
Tomamos banho juntos de madrugada, ele me ensaboando os peitos e enfiando os dedos na buceta de novo. Me comeu contra a parede do banheiro, água quente caindo sobre nós, meus gemidos abafados pelo barulho do chuveiro.
- Hmmmm... pai... me enche de novo... quero mais porra...
Quando o sol começou a raiar, estávamos exaustos na cama, meu corpo marcado de chupões, a buceta e o cu vermelhos e inchados, escorrendo porra dele por toda parte. Ele me puxou pra cima do peito dele.
- Isso foi só o começo, filhinha. Enquanto sua mãe não voltar, essa casa vai ser nosso puteiro particular. Toda noite vou te comer até você não conseguir andar direito.
- Eu quero, pai... me come sempre... sou sua putinha loira pra sempre... – respondi, beijando o peito dele.
E assim começou nossa vida secreta. Dias depois, quando minha mãe voltou, a gente se olhava com cumplicidade, esperando o momento em que ela saísse pra ele me arrastar pro quarto e me foder de novo, sem dó, com aquela pica grossa invadindo todos os meus buracos. Eu vivia molhada só de pensar nele. E ele, bonitão como era, não perdia uma oportunidade de me lembrar que eu era dele agora.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Papai pegou no flagra se masturbando, nao aguentou e passou a vara!

Codigo do conto:
266159

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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