Meu filho é inexperiente, então deixei ele me explorar!
O verão estava castigando todo mundo, mas dentro de casa parecia ainda mais quente. Meu filho Lucas, com seus dezoito anos fresquinhos da formatura do ensino médio, passava os dias largado no sofá ou me seguindo com aqueles olhares que ele achava que eu não notava. Eu, a mãe dele, Clara, 43 anos, 1,60m de pura latina morena, ainda mantinha o corpo firme graças aos anos como assistente técnica de futebol no colégio. Os seios tinham pulado para um E generoso depois de dois filhos, mas a cintura continuava marcada, a bunda redonda e as coxas grossas de quem correu em campo a vida toda. Eu sentia os olhos dele queimando minha pele quando eu saía do banho de shortinho ou quando me alongava depois da academia. No começo ignorei, mas depois de um tempo aquilo começou a me incomodar de um jeito diferente. Ele era inexperiente pra cacete, nunca tinha namorado, e eu sabia que aquela curiosidade toda era normal, mas vindo da minha direção... foda-se, era proibido. Mesmo assim, uma parte minha, a educadora que ainda vivia dentro de mim, achava que talvez fosse melhor guiar do que deixar ele se perder em pornô ruim. Aquele dia, depois da aula de tênis na academia do bairro, eu estava suada, com a saia plissada curta colada nas coxas e a blusa regata marcando os mamilos endurecidos pelo esforço. Cheguei em casa e vi Lucas no corredor, o pau já meio marcado na bermuda de moletom. Respirei fundo e decidi confrontar. - Vem pro meu quarto, mas nunca conte pro seu pai – eu disse, a voz baixa mas firme. O rosto dele ficou branco como papel. Eu olhei direto nos olhos dele. - Vai ficar em frente à cama, mas NÃO faça nada estúpido. Ele assentiu, tremendo. Fechei a porta do quarto, o coração batendo forte no peito. O ar estava carregado, quente, com cheiro de suor fresco e aquele perfume dele de garoto. - Levanta minha saia devagar, filho – ordenei, virando de costas pra ele. As mãos dele tremiam quando tocaram a barra da saia. Ele subiu o tecido aos poucos, revelando minhas coxas morenas, a pele ainda brilhando de suor. Quando chegou na bunda, ele parou, respirando pesado. - Agora abaixa minha calcinha – continuei, a voz mais suave. A calcinha preta de algodão desceu devagar, expondo minha buceta depilada, os lábios grossos já inchados de tesão que eu nem queria admitir. O ar frio bateu na carne molhada e eu senti um arrepio. Lucas soltou um gemido baixo, quase um soluço. - Tudo bem, tudo bem, só escuta – eu falei, virando um pouco o rosto pra ele. – Vem cá, guia sua mão. Peguei o dedo dele e levei até minha buceta quente. O toque foi elétrico. Ele sentiu a umidade escorrendo, os lábios macios e carnudos. - Aqui é a entrada da buceta da sua mãe – eu sussurrei, pressionando o dedo dele contra a abertura molhada. – Sente como tá quente e molhada? Isso é tesão, filho. Agora sobe um pouco... isso, esse é o grelinho. É o ponto que deixa a mulher louca. Ele circulou o dedo no meu clitóris inchado e eu soltei um gemido baixo, desesperado. - Ahhh... assim, devagar... caralho, tá bom... Lucas ficou vermelho como tomate, o pau latejando visivelmente na cueca. Eu guiei ele pra dentro da minha buceta, só a pontinha do dedo, sentindo as paredes apertadas pulsando em volta. - Enfia mais, explora. Sente como minha buceta mama seu dedo? Isso, vai e vem devagar... Ele obedeceu, o dedo entrando e saindo devagar, o som molhado ecoando no quarto silencioso. Meu corpo traía toda a razão – eu estava encharcada, o mel escorrendo pela coxa. Eu me inclinei mais, abrindo as pernas, mostrando tudo. - Olha pra buceta da mamãe, filho. Tá vendo como os lábios incham? Como o cu fica piscando de tesão também? Ele gemeu, hipnotizado. O dedo dele agora entrava mais fundo, curvando pra tocar meu ponto G. Eu segurei a cabeceira da cama, gemendo mais alto. - Porra... aí... bem aí... não para, Lucas... ahhh, caralho, que delícia... De repente ele se aproximou mais, o corpo colando nas minhas costas. A protuberância dura da cueca dele pressionava direto na minha buceta exposta. Eu senti o calor, o pulsar. - Só por um pouco, não podemos... – eu tentei dizer, mas era tarde. Ele começou a esfregar a pica dura por cima da cueca contra meus lábios molhados. O tecido fino não escondia nada. Eu sentia a cabeça grossa dele deslizando entre meus lábios, roçando o grelinho a cada movimento. - Mãe... eu... eu não aguento... – ele murmurou, a voz rouca. - Continua, filho... esfrega essa pica na buceta da mamãe... só esfrega... Os movimentos dele ficaram mais rápidos, desesperados. Eu rebolava contra ele, sentindo o pau latejar. De repente ele soltou um gemido alto, quase um grito. - Ahhh... mãe... tô gozandooooooo... porraaa! Senti o jorro quente atravessando a cueca, o sêmen grosso espirrando contra minha buceta exposta, escorrendo pelos lábios e misturando com minha própria lubrificação. Ele tremia inteiro, as mãos apertando minha cintura, gozando sem parar, jatos e jatos molhando tudo. Eu estava molhada pra caralho, o corpo pegando fogo. Ignorei a voz na cabeça que dizia pra parar. Virei de frente pra ele, o rosto corado. - Tira a blusa da mamãe – eu pedi, a voz rouca. Ele obedeceu. Tirei a regata e o top esportivo, liberando meus seios grandes, pesados, as aréolas marrons grandes e os mamilos escuros endurecidos. Eles balançaram livres, pesados. - Pode pegar, filho. Faz o que quiser com eles. Lucas se aproximou como um animal faminto. As mãos grandes apertaram meus peitos, amassando a carne macia. Ele abaixou a cabeça e chupou um mamilo com força, sugando como se quisesse tirar leite. - Ahhh... isso... chupa o peito da mamãe... morde de leve... porra, que gostoso... Eu segurava a cabeça dele contra mim, gemendo alto, o corpo ondulando. Enquanto ele mamava um peito, a mão dele desceu de novo pra minha buceta, enfiando dois dedos agora, fodendo com mais confiança. - Sua buceta tá tão molhada, mãe... tá pingando no meu dedo... – ele disse, a voz abafada contra o peito. - Porque você tá me deixando louca, filho. Enfia mais fundo... isso... curva o dedo... ahhh, caralho, tô quase gozando... Ele acelerou, o polegar no grelinho, os dedos entrando e saindo com força. Meus gemidos ficaram desesperados, ecoando no quarto. - Aiiii aiiiii aiiiii... vou gozar... não para... fode a buceta da mamãe com o dedo... porraaa! O orgasmo me acertou como um soco. Minhas pernas tremeram, a buceta apertando os dedos dele, esguichando um pouco de mel quente na mão dele. Eu gritei, mordendo o lábio pra não acordar a vizinhança. Ele não parou. Continuou chupando os peitos, lambendo as aréolas grandes, mordiscando os mamilos enquanto eu me recuperava, ofegante. - Quero ver sua pica, Lucas – eu sussurrei, empurrando ele pra trás. Ele baixou a bermuda e a cueca molhada de porra. A pica dele pulou livre, grossa, veiada, a cabeça roxa brilhando de sêmen e lubrificação. Uns 18cm de carne dura, latejando, com as bolas pesadas cheias. - Caralho, que pica linda... – eu disse, segurando ela com a mão. – Tá toda melada da sua gozada e da buceta da mamãe. Comecei a masturbar devagar, apertando a base, subindo até a cabeça, espalhando o sêmen como lubrificante. Ele gemia, os quadris se mexendo. - Mãe... sua mão é tão quente... ahhh... Eu me ajoelhei na frente dele, olhando pra cima. - Quer que a mamãe chupe essa pica? - Quero... por favor... Abri a boca e engoli a cabeça grossa, sentindo o gosto salgado da porra dele misturado com meu mel. Chupei com fome, a língua girando na glande, descendo pelo mastro, lambendo as bolas. - Puta que pariu... que boca gostosa... chupa mais fundo, mãe... Eu forcei, engolindo até bater na garganta, babando tudo, os olhos lacrimejando. Ele segurava minha cabeça, fodendo minha boca com estocadas curtas. - Isso... mama a pica do seu filho... ahhh... tô sentindo o fundo da sua garganta... Eu gemia com a boca cheia, a buceta latejando de novo. Depois de minutos chupando com vontade, ele me puxou pra cima. - Quero foder você, mãe... por favor... Eu hesitei um segundo, mas o tesão venceu. - Deita na cama. Ele obedeceu. Eu subi em cima, peguei a pica dura e posicionei na entrada da buceta. Desci devagar, sentindo a cabeça grossa abrindo meus lábios, entrando centímetro por centímetro. - Ahhh... que pica grande... tá abrindo a buceta da mamãe toda... caralho... Desci até o fundo, as bolas dele batendo no meu cu. Fiquei parada um segundo, sentindo ele pulsar dentro de mim. Depois comecei a cavalgar, devagar no começo, depois mais rápido. - Isso... fode a mamãe... mete essa pica fundo... ahhh... sim... assim... Ele segurava meus seios, apertando enquanto eu subia e descia, a buceta engolindo a pica inteira a cada descida. O som molhado de carne contra carne enchia o quarto. Meus gemidos eram desesperados. - Aiiiii meu Deus... tô sentindo você batendo no fundo... fode mais forte, filho... rasga a buceta da sua mãe... Ele começou a estocar pra cima, encontrando meus movimentos. A cama batia contra a parede. Eu rebolava, moendo o grelinho contra a base da pica dele. - Tô gozando de novo... porraaa... aperta meus peitos... isso... Outro orgasmo me atravessou, a buceta espremendo a pica dele como um punho. Ele grunhia, segurando minha cintura, metendo mais fundo. - Mãe... eu vou gozar dentro... posso? - Goza, filho... enche a buceta da mamãe de porra... me engravida se quiser... ahhh! Ele explodiu, jatos quentes e grossos enchendo meu útero. Eu senti cada pulsada, o sêmen transbordando, escorrendo pelos meus lábios enquanto eu continuava cavalgando devagar, ordenhando ele até a última gota. Caímos os dois na cama, suados, ofegantes. A buceta dele ainda dentro de mim, latejando. Eu beijei o pescoço dele. - Isso fica só entre nós, tá? Nunca pro seu pai. - Nunca, mãe... foi a melhor coisa da minha vida. Mas o tesão não acabou ali. Depois de meia hora descansando, eu senti a pica dele endurecer de novo dentro de mim. Virei de quatro, empinando a bunda. - Agora come a mamãe por trás. Quero sentir essa pica batendo no cu também. Ele se ajoelhou, segurou a bunda e meteu de uma vez. A estocada foi forte, fundo. - Porra... que buceta apertada... – ele gemeu. Eu gemia alto, empurrando pra trás. - Mete forte... fode esse cu com os dedos enquanto fode a buceta... isso... dois dedos no cu da mamãe... Ele obedeceu, enfiando os dedos no meu cuzinho apertado enquanto a pica entrava e saía da buceta encharcada. O prazer era insano. Gemíamos juntos, desesperados. - Ahhh... tô sentindo tudo... vai... mais rápido... quero gozar de novo... Ele metia como um louco, as bolas batendo na minha buceta, os dedos fodendo o cu. Eu gozei gritando, o corpo convulsionando. Ele tirou a pica da buceta e encostou no cu. - Posso, mãe? - Enfia no cuzinho... devagar primeiro... A cabeça grossa forçou o anel apertado. Eu gemi de dor e prazer misturados. - Aiiiii... tá entrando... abre o cu da mamãe... isso... agora mete tudo... Ele enterrou até o fundo. Começou a foder meu cu com força, a mão no meu grelinho esfregando. - Que cu gostoso... tá apertando minha pica... vou gozar de novo... - Goza dentro do cu, filho... enche o cuzinho da mamãe... Ele gozou com um rugido, enchendo meu cu de porra quente. Eu desabei na cama, o corpo tremendo, a buceta e o cu escorrendo sêmen. Passamos a tarde toda assim, explorando, fodendo em todas as posições, gemendo sem parar. Ele aprendeu a comer buceta com a língua, a chupar o grelinho até eu esguichar na cara dele. Eu ensinei ele a foder devagar, forte, a segurar pra não gozar cedo. Cada vez mais intenso, mais chulo, mais proibido. No final do dia, deitados suados e exaustos, eu acariciei o cabelo dele. - Você é meu segredo agora, filho. E eu sou sua. Ele sorriu, a mão ainda na minha buceta molhada. - Te amo, mãe... e quero mais. - Vai ter mais. Muito mais.
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