Ele não resistiu aos encantos da mãe!

Gustavo tinha 22 anos e morava na casa dos pais com os irmãos mais novos. A família nunca foi de muitos valores morais, todo mundo vivia no próprio mundo. O pai, com 43 anos, passava a maior parte do tempo enchendo a cara e caindo no sono cedo. Já a mãe, Ana, aos 38 anos, era uma morena deliciosa, 1,76m de pura tentação, 62 kg bem distribuídos, peitos fartos e duros que pareciam implorar por atenção, bunda redonda e empinada que balançava a cada passo. Gustavo sempre desconfiava que ela traía o pai – as mensagens no celular nunca paravam, os olhares distraídos, o jeito de se vestir em casa como se quisesse provocar.
Desde que ele se entendia por gente, Ana andava pela casa de calcinha, aquelas coxas grossas e macias expostas, o fio dental sumindo no rego da bundona. Ele não aguentava. Entrava no banheiro correndo, baixava o short de futebol e começava a bater uma punheta pensando nela. A pica ficava dura que nem pedra, latejando, e ele gozava imaginando aquela bucetinha depilada.
Ana desconfiava. Sabia que o filho mais velho olhava. E começou a provocar mais. Saía do banho só de fio dental enterrado no cuzinho, a calcinha fina sumindo entre as nádegas carnudas. Deixava a porta do banheiro aberta enquanto depilava a buceta lisinha e o cuzinho rosado. Gustavo assistia escondido, a mão trabalhando rápido na vara grossa, o pré-gozo escorrendo.
Um dia ela sentou do lado dele no sofá, bem perto. Colocou a mão na coxa dele, subindo devagar. Gustavo estava de short largo, pernas abertas. A mão dela entrou pela perna do short, por cima da cueca, e apertou o cacete já durinho.
- Nossa, tá duro assim pra mim, filho? – ela sussurrou, a voz rouca de tesão.
Ele ficou quieto, o coração disparado. Ana enfiou a mão por dentro da cueca, pegou a pica quente e grossa, acariciou as bolas pesadas, apertou de leve. Passou o polegar na cabeça, espalhando o líquido que saía.
- Que pau gostoso, Gustavo... bem grande e grosso como eu imaginava.
Ela tirou a mão, levantou devagar. O fio dental estava enterrado fundo no rabinho, marcando a bundona. Gustavo não resistiu, passou a mão aberta na carne macia, apertou forte.
- Vem cá, meu filho – ela disse, caminhando pro quarto.
Ele foi atrás, o short quase caindo. Assim que entraram, Ana puxou ele pra um beijo de língua delicioso. As línguas se enrolaram, chupando uma a outra com fome. Ela mamava a língua dele, ele chupava a dela, saliva escorrendo pelos cantos da boca.
Ana desceu o short e a cueca dele de uma vez. A pica pulou pra fora, latejando, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando.
- Deita na cama, amor – ela mandou.
Gustavo obedeceu. Ana pegou o pau com as duas mãos, passou a língua devagar na cabeça, lambendo o pré-gozo salgado.
- Porra, que delícia... – ele gemeu.
Ela abriu a boca e engoliu a vara inteira, mamando fundo, a garganta apertando. Subia e descia, babando tudo, as bolas batendo no queixo. Depois desceu mais, lambeu os ovos, chupou um por um, a língua passando por baixo, no períneo, quase chegando no cu dele.
- Ahhh, mãe... tô quase gozando... – ele avisou, desesperado.
Ana parou, tirou a blusa. Os peitões pularam livres, mamilos duros e escuros. Tirou a mini saia, ficou só de fio dental. Virou de costas, empinou a bundona.
- Lambe a bunda da mamãe, vai... chupa esse cuzinho que eu sei que você quer.
Gustavo caiu de boca sem pensar duas vezes. Beijou as nádegas macias, lambeu o rego inteiro, puxou o fio dental pro lado e enfiou a língua no cuzinho piscante. O gosto era leve, limpo, só tesão puro. Ele lambia com vontade, enfiando a ponta da língua.
Ana gemia alto:
- Isso, filho... lambe o cu da sua puta... ahhh, que língua gostosa...
Ele desceu a calcinha devagar, vendo o fio sair do buraco apertado, até cair no chão. A bucetinha lisinha apareceu, inchada, brilhando de melado. Ela deitou de pernas bem abertas.
- Chupa a buceta da mamãe agora. Come ela com essa boca.
Gustavo mergulhou. Lambeu os lábios carnudos, sugou o mel que escorria, enfiou a língua fundo na xota quente. Subiu pro grelo, passou a língua em círculos.
- Abre pro grelinho ficar aparecendo – ele pediu.
Ana abriu os lábios com os dedos. O grelo inchado saltou, vermelhinho.
- Suga ele, vai... chupa o grelo da mamãe.
Ele colocou na boca e chupou forte, sugando como se fosse um bico. Ana gritou:
- Aiiiii, porra... assim... chupa mais forte... ahhh, vou gozar na sua boca, filho!
O corpo dela tremeu inteiro. Gozou jorrando, o mel quente enchendo a boca dele. Gustavo engoliu tudo, lambendo até a última gota.
- Agora vem foder a mamãe – ela disse, se colocando de quatro, bundona empinada. – Enfia essa pica grossa na buceta da sua cadela.
Gustavo encaixou a cabeça na entrada molhada e empurrou. A buceta apertada engoliu a vara centímetro por centímetro.
- Aaaahhh... que delícia... tá me arrombando... – ela gemeu desesperada.
Ele segurou o quadril e começou a bombear forte. O quarto enchia de barulho de carne batendo, o saco dele estalando na buceta.
- Come sua cadela, Gustavo... mete fundo... ahhh, assim!
Ela pegou a mão dele e bateu na própria bunda.
- Me dá tapa, vai... bate nessa bundona enquanto me fode.
Ele começou a estapear forte. Cada tapa fazia a carne tremer, a bunda ficar vermelha. O tesão subia.
- Porra, mãe... sua buceta tá piscando... tô quase...
Ele gozou com força, enchendo a xota dela de porra quente, jato atrás de jato. Ana gozou junto, gritando:
- Goza dentro... enche a buceta da mamãe... aaaaiii!
Eles caíram na cama, ele ainda dentro, o pau amolecendo devagar na buceta cheia de sêmen. Ficaram assim um tempo, respirando pesado.
Depois levantaram e tomaram banho juntos. Ana ensaboava o pau dele com carinho, ele apertava os peitos dela. Voltaram pra cama.
Pra surpresa dele, ela pegou um tubo de gel lubrificante.
- Hoje você vai comer o cuzinho da sua putinha – ela disse, deitando de bruços, abrindo as pernas.
Passou gel no cuzinho piscante e bastante no pau dele, que já estava duro de novo.
- Vem, enfia devagar primeiro.
Gustavo subiu, posicionou a cabeça grossa no buraco apertado e empurrou. O cu cedeu aos poucos, engolindo a pica.
- Aaaahhh... tá me rasgando... devagar, filho... que delícia... – ela gemia, voz rouca.
Ele foi entrando inteiro. O cuzinho apertava forte, quente, pulsando.
- Porra, mãe... seu cu é tão apertado... tô todo dentro.
Começou a meter devagar, depois mais rápido. Ana empinava a bundona, rebolando.
- Mete mais forte... fode o cu da mamãe... ahhh, que gostoso...
Ela pegou a mão dele, colocou no grelo inchado.
- Massageia ele enquanto me arromba... isso...
Gustavo massageava o grelinho rápido, circulando, apertando. O cu dela piscava em volta da pica.
- Vou gozar de novo... não para... aaaaiii, porraaa!
O orgasmo dela foi violento. O cuzinho apertou a vara dele como um punho, piscando sem parar. Isso deu o tesão final pra ele.
- Tô gozando no seu cu, mãe... toma toda a porra...
Jatos quentes encheram o intestino dela. Eles ficaram conectados, suados, ofegantes.
Já faz quatro anos que isso acontece. Sempre que o pai sai ou dorme bêbado, Gustavo e Ana se encontram. Ela é a mulher dele agora, a puta particular, a vadia que abre buceta e cu pra ele sem limites. O pai nunca soube. Só os dois guardam esse segredo sujo e delicioso.
Eles transam em todo canto da casa. No sofá, na cozinha, no banheiro, até no quintal escondido. Ana adora quando ele chega do trabalho, já tira a roupa e senta na pica dele sem aviso.
- Vem, filho... fode a mamãe bem gostoso hoje – ela diz sempre, abrindo as pernas, mostrando a bucetinha molhada.
Gustavo enfia fundo, bate na bundona, chupa os peitões, lambe o grelo até ela gritar. Depois vira e come o cu, enchendo de porra. Ela goza várias vezes, mel escorrendo pelas coxas, gemendo desesperada:
- Mais forte... arromba meu cu... sou sua puta, Gustavo... aaaahhh, goza dentro!
Os diálogos são sempre cheios de sacanagem:
- Olha como minha buceta tá piscando pra você, filho... enfia essa pica grossa.
- Mama meu pau, vadia... engole até o fundo.
- Bate na minha bunda enquanto me fode... deixa vermelha.
Eles exploram tudo. Ana comprou brinquedos: plug no cu enquanto ele fode a buceta, vibrador no grelo, algemas pra ela ficar presa enquanto ele come os dois buracos. Uma vez ela sentou na cara dele, esfregando a buceta molhada na boca, gozando enquanto ele lambia o cu.
- Engole meu gozo, filho... toma tudo da mamãe...
Gustavo obedece sempre, viciado no corpo dela. Os peitos balançando enquanto ela cavalga, a bundona quicando no colo dele, o cuzinho apertando quando ele mete por trás.
Às vezes ela provoca o dia todo: anda só de calcinha, senta no colo dele esfregando a xota na pica por cima da roupa, sussurra no ouvido:
- Tá com vontade de foder a mamãe, né? Olha como meu cu tá pedindo porra hoje.
E quando ficam sozinhos, explode. Horas de sexo intenso, gemidos ecoando pela casa, corpos suados colados, porra escorrendo da buceta e do cu dela.
- Eu te amo assim, filho... como minha mulher, minha puta – ela diz depois de cada foda, beijando ele com língua.
Gustavo sorri, apertando a bundona:
- Você é minha, mãe. Pra sempre.
E a história continua, dia após dia, um segredo quente e proibido que os dois vivem com toda a intensidade possível.
Naquela primeira vez, depois do banho, eles deitaram de novo. Ana estava com o tubo de gel na mão, os olhos brilhando de tesão safado. Ela deitou de bruços, abriu as pernas bem largas, empinou o rabão.
- Passa o gel no meu cuzinho, filho... e no seu pauzão. Quero sentir você me arrombando devagar.
Gustavo pegou o tubo, apertou bastante no dedo e espalhou no buraco rosado, enfiando a ponta do dedo pra lubrificar dentro. Depois passou na própria pica, que já babava de tesão.
- Tô pronto, mãe.
Ele subiu, o peito colado nas costas dela, a cabeça grossa pressionando o anel apertado. Empurrou devagar. O cu resistiu um pouco, depois cedeu com um "pop" molhado.
- Aaaaiii... tá entrando... queima gostoso... vai devagar... – ela gemia, unhas cravando no lençol.
Centímetro por centímetro, a vara grossa desapareceu no rabinho. Quando as bolas encostaram na buceta molhada, ele parou, sentindo o cu pulsar em volta.
- Todo dentro... porra, que cu apertado... – ele rosnou.
Começou a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando de novo. O gel fazia barulho molhado a cada estocada.
- Mais rápido agora... fode meu cu... ahhh, Gustavo... você me mata de tesão...
Ele acelerou, batendo forte, a cama rangendo. Ana rebolava contra ele, empinando mais.
- Isso, mete fundo... sinto sua pica no meu intestino... aiiiiiii, que delícia...
Ela pegou a mão dele de novo pro grelo.
- Massageia ele... rápido... tô quase gozando com seu pau no meu cu...
Os dedos dele trabalharam no grelinho inchado, circulando, apertando. O cuzinho dela começou a piscar forte em volta da pica.
- Vou gozar... não para... aaaahhh, porraaa... gozando pelo cu...!
O orgasmo foi longo, o corpo tremendo, o cu apertando tanto que quase espremeu ele. Isso levou Gustavo ao limite.
- Tô gozando também... toma no cu, mãe... recebe minha porra quente...
Jatos grossos encheram o rabinho dela, transbordando um pouco pelo gel. Eles ficaram assim, ele deitado em cima, beijando o pescoço, a pica ainda dentro amolecendo devagar.
Depois disso, o vício se instalou. Quase todo dia, quando dava, eles fodiam. Ana acordava ele de manhã chupando o pau, engolindo até as bolas.
- Bom dia, filho... mamãe tá com fome de leite...
Ou chegava do trabalho e ela já estava de quatro na cama, plug no cu, buceta pingando.
- Tira esse plug e enfia sua pica no lugar, vai... arromba a mamãe.
Eles experimentaram de tudo. Ela de joelhos, mamando enquanto ele fodia a boca dela como uma buceta. Gozando na cara, nos peitos, na língua.
- Engole tudo, vadia... toma o leitinho do filho...
Ana adorava quando ele batia na bundona enquanto metia.
- Mais forte... me marca... sou sua cadela...
Os gemidos dela eram desesperados, altos, sem vergonha:
- Aaaaiii... tá me destruindo... mais fundo... quero sentir suas bolas batendo na minha buceta...
A intensidade nunca diminuía. Quatro anos depois, ainda era como no primeiro dia: pura sacanagem, amor proibido e tesão insaciável.
Gustavo não cansava daquela morena gostosa, daqueles peitões, daquela bundona, daquela buceta e cu que aceitavam ele inteiro. Ana tinha encontrado no filho o macho que o marido nunca foi: jovem, potente, safado e carinhoso.
E assim eles vivem, transando sempre que podem, gemendo juntos, gozando juntos, num segredo que os une pra sempre.
Uma tarde, o pai tinha saído pra beber. Ana chamou Gustavo pro quarto.
- Vem, amor... hoje quero que você me coma devagar, sentindo cada centímetro.
Ela deitou de lado, levantou uma perna. Ele encaixou na buceta por trás, abraçando ela, mão nos peitos apertando os mamilos.
- Que gostoso... sua xota tá quente pra caralho... – ele sussurrou, metendo lento.
- Isso... devagar... sente como eu te aperto... ahhh...
Eles ficaram assim por muito tempo, movimentos longos, beijos no pescoço, mãos explorando. Depois ele virou ela de costas, abriu as pernas no "V" e meteu fundo, olhando nos olhos.
- Olha pra mim enquanto te fodo, mãe... vê como eu te amo assim.
- Eu sou sua... toda sua... mete mais... quero gozar olhando pra você...
O orgasmo veio junto, intenso, corpos colados, porra enchendo a buceta de novo.
Depois, no banho, ela ajoelhou e chupou ele até gozar na boca, engolindo tudo.
- Delícia... leite quente do meu filho...
A narrativa segue assim, cheia de encontros, detalhes chulos, gemidos, tapas, lambidas, chupadas, penetrações profundas em buceta e cu, sempre com aquela intensidade animal que só uma mãe e filho viciados um no outro conseguem ter.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 04/07/2026

Nascer com uma mãe assim é o paraíso q delícia




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


266068 - Confusões no lava jato! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
266067 - A filha deixava ele louco, em seguida a esposa que caia na vara! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
266065 - Surra de pica na vizinha safada! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
266064 - Perdendo o cabaço com o vizinho! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
266062 - Tio não resistiu a sobrinha gostosa! - Categoria: Incesto - Votos: 1
266061 - Uma empregadinha de respeito! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
266056 - Sexo gostoso com o cunhado da minha filha! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
266055 - Trepando gostoso com o pedreiro! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
266054 - Coroa chupou até o cuzinho da novinha! - Categoria: Coroas - Votos: 0
266053 - Lembranças gostosas com o pastor safado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
266029 - Colega de trabalho caindo na minha vara! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
265992 - Uma gravidinha gostosa! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
265991 - Entre punições e chupadas! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
265911 - Ela não resistia a rola dura do cunhado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
265897 - Currando a esposa do irmão mais velho! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
265895 - Currando a esposa do valentão! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
265893 - Currando a gordinha casada! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
265890 - Cansei de esperar o ônibus, acabei indo pro motel com um desconhecido! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
265889 - Acabei sentindo um tesao absurdo pela minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 3
265888 - Confissão da minha esposa! - Categoria: Confissão - Votos: 3
265882 - Dando a bucetinha pro marceneiro safado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
265881 - Casada fogosa se aventurando em duas varas! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
265880 - Esposa fominha de pica! - Categoria: Cuckold - Votos: 2
265879 - Sou putinha e tô nem ai mesmo! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
265878 - Ele viu suas filhas sendo comidas em um vídeo! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
265870 - Acabei vendo minha filha trepar! - Categoria: Fantasias - Votos: 2
265869 - Mamãe só queria no rabo! - Categoria: Incesto - Votos: 5
265867 - Comendo minha sobrinha no carro! - Categoria: Incesto - Votos: 2
265866 - Minha irmãzinha Stephany! - Categoria: Incesto - Votos: 4
265856 - Desejo proibido pela mamãe! - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Ele não resistiu aos encantos da mãe!

Codigo do conto:
266060

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/07/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0