Sexo gostoso com o cunhado da minha filha!

Sarah tinha 47 anos, casada por um tempo longo, mas depois de foder com vários homens pelas costas do marido, decidiu que era hora de se separar. Agora morava com a filha, uma garota solteira que namorava um rapaz bem bacana chamado Pedro. Sarah era safada até o osso, daqueles tipos que não conseguem ficar quieta. Mesmo morando com a filha, continuava arrumando uns picos por aí, sentindo aquela buceta latejar de tesão toda vez que via um homem com cara de quem sabe comer.
Um dia, a filha convidou ela pra ir na casa do namorado pro churrasquinho. Sarah caprichou na roupa: um shortinho bem menor que o da filha, daqueles que entram no rabo, marcando a bundona redonda e firme. Por baixo, um fio dental fininho enfiado bem no cuzinho, apertando a carne macia. O short era perfeito pra safada, subia tanto que metade da bunda ficava de fora, a pele bronzeada brilhando sob o sol.
Chegaram lá e tinha vários rapazes. Os olhares babavam na bunda dela. Sarah sentia os olhos queimando, e isso deixava a buceta molhada. O irmão do genro, Lucas, um cara de uns 30 e poucos, forte, com aquele olhar de quem já sabia que ela era uma puta safada, começou a devorar ela com os olhos.
- Porra, Sarah, que shortinho é esse? Tá querendo matar a gente de tesão? – ele sussurrou quando passou perto.
Ela riu, rebolando de leve enquanto andava.
No começo foi só mão no ombro, depois na cintura. Lucas encostava devagar, apertando de leve a carne. Sarah sentia o corpo esquentar. Foi até a churrasqueira e ele estava sozinho lá, virando as carnes.
- Belo short, hein... – ele disse, olhando direto pro rabo dela.
- Por que, tá bonito? – ela respondeu, fingindo inocência.
- Queria ser sua calcinha... pra ficar enfiado nesse cuzinho gostoso o dia todo – ele soltou, com a voz rouca.
Sarah deu uma risadinha safada.
- Safado... – e saiu rebolando, mas já estava doida. A buceta piscava, molhando o fio dental.
O churrasco rolou solto. Toda vez que ela passava perto dele, Lucas passava a mão na bunda, apertando. Sarah, sem vergonha, respondia passando a mão no pau dele por cima da bermuda, sentindo o volume crescer. Ninguém notou, o clima estava animado, cerveja rolando.
No final, quando ela e a filha foram embora com Pedro, Lucas deu um abraço apertado nela. O pau semi-duro encostou na barriga dela.
- Três dias depois ele me chamou pra sair – Sarah continua na história.
Eles tomaram duas cervejas num barzinho, conversando safadezas baixinho. O volume na calça dele estava enorme, marcando. Sarah sentia a calcinha encharcada.
- Vamos pro motel? – ele convidou, a voz grossa de tesão.
Ela topou na hora. Chegaram no quarto, Lucas grudou nela como um animal. Arrancou a saia dela num puxão, deixando só a calcinha fio dental. Tirou a blusa, os peitos grandes e maduros pularam livres, bicos duros. Ele arrancou a roupa rapidinho e ficou pelado. A pica era média, mas com cabeça fina, pele cobrindo quase toda a glande. Quando ele puxava, a pele arregaçava e a cabeça aparecia, afinada, brilhando.
Sarah adorou aquilo. Segurou a vara quente e começou a arregaçá-la devagar.
- Olha essa cabecinha safada... fica tão fininha quando sai da pele... me dá tesão pra caralho.
Ele a beijou com fome, língua enfiada na boca dela, enquanto chupava os peitos, mordendo os bicos.
- Quero que você me chupe, Lucas... come minha buceta lisinha – ela pediu, gemendo.
Ele caiu de boca. Empurrou ela na cama, abriu as pernas grossas e enfiou o rosto na boceta depilada. Lambeu tudo, língua passando pela entrada molhada, subindo pro grelinho inchado. Grudou ali, mamando forte, sugando o clitóris como se fosse uma bala.
- Aiiiii, caralho... assim... mama meu grelinho, porra! – Sarah gritou, segurando a cabeça dele com força.
Os quadris dela rebolavam desesperados contra a boca dele. Gozou forte, jorrando porra na língua do cunhado da filha. Lucas engoliu tudo, lambendo até a última gota.
- Que delícia de buceta, Sarah... tá uma sopa.
Ela não perdeu tempo. Segurou aquela pica, puxou a pele pra trás e enfiou a cabeça na boca. Enfiava a língua dentro da pele, lambendo o prepúcio, chupando os ovos pesados enquanto ele gemia alto.
- Porra, Sarah... que boca gulosa... chupa meu saco, vai...
Ela mamava com fome, babando na vara, fazendo barulhos molhados. Depois subiu nele. Sentou devagar na pica, sentindo a cabeça fina abrindo os lábios da buceta. Desceu até o fundo, engolindo tudo até o saco bater na bunda.
- Aaaahhh... tá todo dentro... que pica gostosa enchendo minha buceta...
Começou a subir e descer, rebolando forte. Os peitos balançando, batendo no peito dele. Lucas segurava a bundona, dedo enfiando no cuzinho apertado.
- Rebola nessa pica, sua safada... que buceta apertada, caralho...
Os gemidos enchiam o quarto. Sarah cavalgava mais rápido, desesperada.
- Me fode, Lucas... mete fundo... ai, vai, vai, vai!
Ele virou ela de quatro, empurrou a cara no travesseiro e meteu com força. O barulho de pele contra pele ecoava. A pica entrava e saía brilhando de melada, batendo no fundo da buceta.
- Toma, sua puta... toma essa vara... tá gostando de dar pro cunhado da tua filha?
- Tô... adoro... me fode mais forte... quero gozar de novo! – ela gritava entre gemidos roucos.
Ele metia como um louco, mão dando tapas na bunda. Sarah gozou outra vez, buceta apertando a pica, esguichando. Lucas não aguentou e gozou dentro, jatos quentes enchendo ela toda.
- Porra... toma meu leitinho, Sarah... tá enchendo essa bucetinha...
Depois disso, eles começaram a namorar escondido. Sarah trepava com ele direto, sempre que dava. Mas ela confessava que adorava pauzudos, daqueles bem grossos e longos que esticam tudo. Mesmo assim, a pica do Lucas, com aquela cabeça fina e pele, dava um tesão diferente, e ela não parava de mamar e sentar.
A história continuou quente. Sarah vivia molhada só de pensar nele. No carro, no motel, até rapidinhas na casa quando a filha saía. Sempre com diálogos sujos, gemidos desesperados, detalhes de cada lambida, cada estocada.
- Quero mais... enfia no meu cu agora – ela pedia às vezes, e ele arregaçava o fio dental, cuspia no cuzinho e enfiava devagar, fazendo ela gritar de prazer.
A safadeza não tinha fim. Sarah, aos 47, vivia a melhor fase, traindo o mundo inteiro com aquele cunhado gostoso, sentindo a buceta e o cu sempre cheios de porra. E ela adorava cada segundo, rebolando, gemendo, pedindo mais.
Dias depois, outro encontro no motel. Sarah chegou de vestido leve, sem calcinha. Lucas mal fechou a porta e já enfiou a mão por baixo, dedando a buceta encharcada.
- Tá pingando, sua vadia... pensou em mim o dia todo?
- Pensei... queria essa pica na minha boca desde cedo – ela respondeu, ajoelhando.
Chupou com vontade, língua girando na cabecinha fina, sugando a pele, descendo pros ovos, lambendo até o períneo. Lucas gemia, segurando o cabelo dela.
- Isso... mama gostoso... que boca quente pra caralho...
Ela deitou de lado, perna aberta. Ele entrou por trás, metendo devagar no começo, depois acelerando. A mão dele beliscava o grelinho, fazendo ela tremer.
- Aiiiiii, meu Deus... tá batendo no ponto... não para, Lucas... me arromba!
Gemidos desesperados: - Aaaahhh... fode... fode... porraaaa!
O suor escorria, os corpos batiam molhados. Ele puxou pra fora e enfiou no cuzinho, devagar, sentindo o aperto.
- Que cu guloso... tá engolindo tudo...
Sarah empurrava a bundona pra trás, pedindo mais fundo. Gozaram juntos de novo, ele enchendo o intestino de porra quente.
Eles repetiam isso várias vezes por semana. Sarah contava pra ele das outras foda que teve, e isso deixava ele mais louco, metendo com mais raiva, marcando ela como dele. Mas no fundo ela sabia que pauzudos ainda faziam ela babar mais. Mesmo assim, o namoro com Lucas era puro fogo, buceta sempre satisfeita, mas nunca o suficiente pra uma safada como ela.
A intensidade era constante: beijos molhados, chupadas barulhentas, estocadas fundas, tapas, puxões de cabelo, gemidos que pareciam gritos de desespero de tanto prazer. Sarah vivia molhada, o corpo pedindo mais, o cu e a buceta latejando por atenção. E Lucas entregava, dia após dia, foda após foda.
No motel seguinte, ela chegou já excitada. Tirou a roupa devagar, mostrando a buceta lisinha inchada. Lucas cheirou, lambeu as coxas, subiu até o grelo, mamando como um faminto. Sarah segurava a cabeça dele, rebolando na cara.
- Chupa, vai... mama esse grelo... tô quase gozando na tua boca de novo!
Jatos quentes encheram a língua dele mais uma vez. Depois ela sentou virada pra ele, cavalgando devagar, descrevendo cada sensação.
- Sinto a cabecinha abrindo meus lábios... entrando fundo... batendo no útero... que delícia, caralho...
Subia até quase sair, descia batendo o saco na bunda. Os peitos pulavam, ela beliscava os próprios bicos. Lucas metia os dedos no cuzinho ao mesmo tempo, dobrando o prazer.
Gemidos ecoavam: - Hummm... aaaai... mais fundo... me enche toda!
Quando ele gozou, ela sentiu cada jato pulsando dentro, escorrendo pelas coxas depois. Limpou a pica com a boca, sugando o resto de porra misturada com o mel dela.
- Adoro teu gosto... quero mais sempre – ela dizia, olhos brilhando de safadeza.
Assim foi o começo do namoro secreto. Sarah trepava com o cunhado da filha sempre que podia, inventando desculpas pra sair, chegando em casa com a buceta vermelha e inchada, ainda sentindo a porra escorrendo. Adorava foder com ele, mas confessava nas conversas quentes que pauzudos grandões faziam ela perder o controle total. A vida dela virou uma sequência de sacanagens intensas, gemidos desesperados, buceta e cu sempre em uso.
Sarah, a safada de 47 anos, vivendo o tesão sem limites, traindo, traindo e traindo, mas agora com o homem que fazia ela sentir viva toda vez que a pica entrava.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sexo gostoso com o cunhado da minha filha!

Codigo do conto:
266056

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/07/2026

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