Eu sempre fui um cara fiel pra caralho. Nunca traí minha esposa, mesmo que o tesão estivesse me consumindo vivo. Minha testosterona fluía a mil graus, o pau latejando o dia inteiro, e ela, tão gostosinha, simplesmente não curtia foder com a frequência que eu precisava. Era aquele problema clássico de casal: o homem querendo comer buceta toda hora e a mulher mais na dela, sem vontade de dar. Eu via os sortudos por aí, com esposas ou amantes que fodiam pra valer, até chamando outro cara pra entrar no meio de tanto fogo que tinha entre as pernas. Mas eu segurava a onda, até o dia que entrei naquela empresa nova. Lá conheci o Toninho, um cara tranquilo do setor ao lado. Começamos a bater papo e, sem querer, acabei comendo a esposa dele, a Sueli. Aquela morena safada virava uma puta no quarto, gemendo desesperada enquanto eu metia fundo. Mas foi lá mesmo que eu vi pela primeira vez a Inês. Trinta e dois anos, loira de dar água na boca, corpo escultural, peitões firmes e uma bunda que balançava de um jeito que fazia qualquer macho babar. A gente não tinha papo íntimo no começo porque minha esposa trabalhava na mesma firma, só que em outro setor, bem distante. Eu ficava quieto, só ouvindo as conversas dela com os amigos de trabalho. A safada da Inês falava besteira sem filtro. Tirava sarro dos caras, provocava sem dó. Um dia eu escutei ela dizendo alto: - Porra, eu gosto mesmo é de vara grande, viu? Vinte centímetros pra cima, daquelas que esticam a buceta toda e batem no fundo. Os caras ficavam loucos. Um deles, o Regis, respondia gaguejando: - Vixxi, tô fora então. Tenho só quinze aqui. Outro ria e completava: - Eu tenho dezesseis, mas é grosso pra caralho. Ninguém ali chegava nos vinte. Mas tinha o Reinaldo de outro setor, que todo mundo sabia que tinha vinte e um centímetros. O cara era relaxado, mostrava a pica pra qualquer um que pedisse, tipo exibicionista mesmo. O Regis comentou: - O Reinaldo tem, hein Inês. Vai lá. Ela deu uma risada debochada: - Não curto ele não. Aquele jeitão não me dá tesão. Eu só ouvia, calado, o cacete endurecendo dentro da calça. As coisas foram rolando assim por semanas. Até que um dia falaram em pau de japonês, daqueles que dizem ser pequeno. A Inês soltou na hora: - Nada disso. Eu dei pra um japonês uma vez e o pau dele era grande pra porra, esticou minha buceta toda. Os amigos meus ficavam doidos, imaginando a cena. Eu guardava tudo. Até que ela veio e contou pras meninas que tinha saído com o Regis e o cara broxou na hora H. Pensei: essa mulher é fria. Mas pra minha surpresa, ela começou a me dar umas espetadinhas. Olhava pra mim e dizia baixinho: - E você? Eu curto muito você, viu. Fica de boa, sem pressão, mas dá pra ver que é homem de verdade. Aquilo mexeu comigo. Marquei uma ponta com ela. Peguei a Inês na casa dela, num fim de tarde, e fomos direto pro motel. Meu pau já media uns dezessete centímetros quando estava duro pra valer, latejando de expectativa. Chegamos no quarto, luz baixa, cheiro de lençóis limpos misturado com o perfume dela, algo doce e safado. Comecei com uns beijos ajeitados. Ela se derreteu toda, o corpo colando no meu, as mãos descendo rápido e apalpando meu cacete por cima da calça. - Caralho... tá duro assim já? – ela murmurou, apertando com vontade. Fui despindo ela devagar, tirando a blusa e liberando aqueles peitões maravilhosos. Mamava os bicos com fome, chupando forte, mordiscando de leve enquanto ela gemia baixinho. Desci a calça dela e quase gozei só de ver. A calcinha preta marcava um pacote lindo, a buceta inchada por baixo do tecido fino. Virei aquela loira gostosa de costas. O rabo dela era uma obra de arte, redondo, empinado, engolindo a calcinha no meio das bandas. Meu pau pulsava, babando pré-gozo. Fiquei peladão, o cacete erguido como uma lança. A Inês nem pensou duas vezes. Caiu de boca, lambendo da cabeça até as bolas. - Hummm... duro pra caralho esse pau, hein? – ela disse, olhando pra cima com olhos cheios de tesão. - Sim, tá latejando por você – respondi, a voz rouca. Ela sorriu safada: - Vim aqui amolecer ele, então. E mamou com vontade. Engolia fundo, a garganta apertando, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Mamava as bolas, chupava a cabeça inchada, sugava a baba que saía da fenda. Meu pau babava sem parar. - Não vou perder uma gota dessa baba, porra – ela gemeu, lambendo tudo. O tesão subiu tanto que arranquei a calcinha dela com um puxão. A buceta dela estava encharcada, os lábios carnudos brilhando, o grelinho inchadinho pedindo atenção. Abaixei e chupei com fome. Língua rodando no clitóris, sugando os fluidos doces e salgados, enfiando dois dedos fundo enquanto ela se contorcia. - Aiiiii, caralho! Chupa essa buceta, vai! – ela gritava, as mãos no meu cabelo, puxando forte. Meu pau babava mais ainda. Ela sugava tudo de volta, dizendo: - Delícia... quero esse cacete todo dentro de mim. Deitei na cama. A Inês subiu em cima, segurou meu pau grosso e sentou devagar no começo, sentindo cada centímetro esticando as paredes da buceta quente e molhada. - Porra... que delícia... tá enchendo tudo – ela gemeu, descendo até o fim. Depois sentou de verdade. Começou a cavalgar com vontade, subindo e descendo rápido, as tetas balançando, o suor escorrendo. Os gemidos viraram gritos desesperados. - Aiiiiii, aiiiiiiii, aiiiii! Me fodeeeee! Mete fundo nessa buceta! – ela berrava. Eu segurava a bunda dela, metendo pra cima, batendo fundo. O barulho molhado de buceta sendo arrombada enchia o quarto. Ela cavalgava como uma louca, o corpo tremendo. - Vou gozar na sua vara! Vou gozaaaar! – gritou alto pra caralho. Alguém no motel deve ter pensado que eu estava batendo nela, porque ouvi um barulho do lado de fora, como se alguém tivesse caído da janela e saído correndo. Ela não parava. Sentou com força, a buceta apertando meu pau inteiro. - Goza comigo! Enche essa buceta de porra! – ela implorou, o corpo convulsionando. Eu não aguentei. Gozei jorrando forte dentro dela, jato atrás de jato, misturando com o gozo dela que escorria pelas minhas bolas. Gozamos juntos, gritando, o quarto parecendo um campo de batalha de tesão. Ficamos ali, ofegantes, suados, meu pau ainda dentro dela pulsando. Depois daquela foda insana, trabalhamos juntos por um bom tempo. Fui algumas vezes na casa dela, mas não comi mais porque a Sueli, esposa do Toninho e minha amante, começou a desconfiar e ficou de cima, vigiando tudo. Muito tempo depois, encontrei a Inês com uma mulher. As duas estavam tendo um caso quente, se pegando sem vergonha. Ela nunca reclamou do tamanho do meu cacete. Pelo contrário, elogiou pra caralho a comida que dei nela, dizendo que foi uma das melhores fodas da vida. Aquela loira safada ficou marcada na minha memória. Cada detalhe daquela tarde no motel – o jeito que a buceta dela engolia meu pau, os gritos desesperados, o gosto da baba misturada com gozo – ainda me deixa duro só de lembrar. Às vezes a gente pensa que fidelidade é fácil, mas quando o tesão bate forte e aparece uma Inês dessas, o corpo fala mais alto que a cabeça. E foda-se, valeu cada segundo.
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