Trepando gostoso com o pedreiro!

Eu me chamo Neuza e naquela época, com 27 anos, eu era um mulherão daqueles que fazia homem virar a cabeça na rua. Parecia a Moranguinho, corpo cheio de curvas, bundona empinada, coxas grossas e carnudas que apertavam qualquer short ou vestido curto. Tinha seios firmes, cintura marcada e uma bucetinha que vivia pedindo atenção. Casada com o Tico, 35 anos, vida boa pra caralho: casa própria, dois carros novinhos, dinheiro no bolso, filhos em casa. Mas o tesão... ah, o tesão não se contenta com rotina.
Ao lado da nossa casa começaram a obra de um prédio enorme, uns 12 a 15 andares. Barulho infernal, poeira, gritos de peão o dia todo. Eu reclamava, mas no fundo aquilo mexia comigo. Um domingo de sol forte, vestida com um vestidinho leve que mal cobria metade das minhas coxas, resolvi dar uma olhada por dentro. Levei minha sobrinha junto. Espiamos pelo buraco do portão e o guarda veio atender.
- Boa tarde, moça. Sou o José, tô cobrindo a folga do outro hoje. Querem entrar pra ver?
Ele era um negão forte, pele escura brilhando de suor, braços grossos de quem carrega peso o dia todo. Eu sorri, sentindo o olhar dele descer direto pras minhas coxonas. Disfarçava mal. Entramos. O lugar era bagunça pura: duas camas improvisadas, mesa de madeira, ferramentas espalhadas. Ele mostrava tudo, mas os olhos comiam minha bunda quando eu virava. Fomos embora, mas aquele olhar ficou na minha cabeça.
Aos poucos a amizade foi nascendo. Aos sábados à noite o José sempre aparecia pra vigiar. Eu começava a levar café, bolo, qualquer desculpa pra bater papo. Vestidinhos cada vez mais curtos, shorts apertados que marcavam minha bundona e deixavam minhas coxas quase nuas. Ele ficava atrevido.
- Nossa, Neuza, você tá uma delícia hoje. Essa bunda tá pedindo pra ser apertada, hein?
Eu ria, mas meu corpo respondia. A buceta ficava úmida só de ouvir. Um dia, sábado à noite, eu tava sozinha em casa, o Tico tinha saído com os filhos. Minha buceta latejava de tesão. Sabia que ele tava lá. Saí de vestidinho branco colado no corpo, sem sutiã, calcinha fio dental sumindo entre as nádegas. Entrei no prédio. Ele levantou rápido quando me viu.
- Porra, Neuza... você veio mesmo.
Eu não falei nada. Fui pra cima dele, abracei forte e beijei na boca. Língua quente, molhada, roçando a dele com fome. Ele me apertou contra o corpo, mãos grandes descendo direto pra minha bundona, apertando forte, separando as bandas.
- Vem pra dentro, gostosa.
Ele foi no portão, passou o cadeado, voltou e trancou o quartinho. Me encostou na parede e ergueu o vestido devagar. Olhou minha bunda enorme, branca, redonda.
- Caralho... que bundona deliciosa. Tô doido por isso faz tempo.
Arancou o vestido de uma vez, me deixou só de lingerie. Rodeava meu corpo como animal, mãos ásperas passando na minha buceta por cima da calcinha, apertando os seios, beliscando os bicos que já tavam duros. Tirou o sutiã e mamou meus peitos com vontade, chupando forte, mordiscando.
- Ahhh... José... isso... mama esses peitos...
Ele sentou na cama, me virou de costas, beijou toda minha bunda, lambeu o rego devagar até perto do cuzinho. A língua quente, molhada, fazendo eu tremer.
- Que cu gostoso, hein? Tão limpinha...
Tirou toda a roupa atrás de mim. Quando virei, o pau dele tava lá: grosso, venoso, babando pré-gozo, duro como ferro, apontando pra cima. Uns 20 centímetros de vara preta latejando.
- Vem chupar essa pica, vadia.
Eu me ajoelhei na hora, segurei aquele cacete quente com as duas mãos e enfiei na boca. Chupei gulosa, lambendo a cabeça, descendo até as bolas, engasgando um pouco quando ele segurou minha cabeça e fodeu minha garganta.
- Isso... chupa gostoso... engole essa pica toda...
Ele me levantou, me deitou na mesa de madeirite. Abriu minhas pernas grossas e começou a chupar minha buceta. Língua no grelinho inchado, sugando, dois dedos entrando fundo, depois descendo pro cuzinho, lambendo tudo.
- Ahhh... porra... me chupa aí... que delícia... lambe meu cu também...
Eu gozei na boca dele pela primeira vez, tremendo, apertando a cabeça dele entre minhas coxas. Ele se deitou na cama.
- Vem sentar nessa pica, Neuza. Quero te ver cavalgando.
Eu pulei em cima, segurei o pau e desci devagar, sentindo aquela grossura abrindo minha buceta molhada. Entrei até o fundo.
- Aaaaiii... que pica grande... tá me enchendo toda...
Cavalguei desesperada, bundona batendo nas coxas dele, peitos pulando. Ele apertava meus mamilos, metia os dedos no meu cu.
- Isso, rebola nessa vara... sua buceta tá apertando minha pica...
Não aguentei muito. Gozei forte, gritando, esguichando um pouco. Ele me segurou pela cintura e encheu minha buceta de porra quente, jatos grossos pulsando dentro.
- Toma minha porra, vadia... tá toda melada...
Terminamos suados, ofegantes. Eu voltei pra casa com a buceta escorrendo sêmen dele, o coração acelerado.
A partir daí virou sequência de loucura. A gente trepava sempre que dava. Um dia o prédio já tava mais alto, tinha um prato de madeira protegendo. Ele amarrou uma corda e desceu pela claraboia que dava direto na minha sala. Eu tava sozinha, abri a porta correndo. Ele pulou pra dentro, já tirando a roupa.
- Tô louco pra te foder de novo.
No sofá da sala a gente meteu com força. Ele me colocou de quatro, levantou minha saia, arrancou a calcinha e enfiou aquela pica toda de uma vez.
- Aaaahhh... fode minha buceta... mete fundo...
Ele segurava meus quadris, metia forte, bolas batendo na minha bucetinha inchada. O som molhado ecoava.
- Que buceta gulosa... tá engolindo minha pica toda... geme pra mim.
- Isso... assim... me rasga com essa pica... ahhh... vou gozaaar...
Ele virou pra me comer de lado, uma perna minha pra cima, metendo fundo, dedo no cuzinho. Gozamos juntos, ele enchendo tudo de novo.
Certa noite o perigo bateu. A gente tava no sofá, ele já tinha tirado a roupa, pica dura latejando, eu montada, cavalgando devagar, gemendo baixinho. Ele começou a gozar dentro.
- Porra... tô gozando... toma...
De repente o barulho do carro do Tico parando na frente de casa. Ele abriu o portão. José saiu correndo, porra escorrendo da buceta dele pro sofá, vestindo a roupa no desespero, subiu pela corda pela claraboia. Eu limpei rapidinho, sentei no sofá fingindo normalidade.
Tico entrou, me viu, sorriu.
- Tá sozinha?
Veio me beijando, cheirou meu pescoço.
- Você tá com um cheiro de cio, hein? Tá toda molhada...
Tirou meu vestido, me chupou toda, lambeu minha buceta ainda cheia da porra do José, misturada com meu tesão. Depois me fodeu no quarto, forte, e eu gozei pensando na pica do outro.
- Aaaai... fode...
Fui amante do José por quase dois anos. Metendo em todo canto: no quartinho da obra, no sofá, uma vez até no andaime alto do prédio, risco de cair, mas o tesão era maior. Ele me comia de todos os jeitos: buceta, boca, cu. Aprendi a tomar no cuzinho com ele, gemendo desesperada.
- Enfia no meu cu... devagar... aaaahhh... tá abrindo meu rego...
Ele metia devagar no começo, depois forte, enchendo meu cu de porra. Eu virava uma puta safada com ele.
Meu marido desconfiou uma vez, foi tirar satisfação com o José no canteiro.
- Sua mulher tá dando pra você, seu filho da puta?
José riu na cara dele.
- Loucura sua, chefe. Uma mulher fina como a Neuza dando pra um servente de pedreiro como eu? Nem pensar.
Tico acreditou. Eu continuei dando muito, sem dó, pra aquele operário de construção. Cada encontro era mais intenso, mais sujo, mais gostoso. Minha buceta, meu cu, minha boca... tudo dele quando queria.
Aquelas coxonas grossas apertando ele, minha bundona quicando, os gemidos ecoando no quartinho bagunçado ou na sala de casa. Porra escorrendo pelas pernas, cheiro de sexo no ar, o risco de ser pega deixando tudo mais quente. Foi dois anos de pura putaria, tesão puro, sem arrependimento.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Trepando gostoso com o pedreiro!

Codigo do conto:
266055

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/07/2026

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