Coroa chupou até o cuzinho da novinha!

Ana Laura era uma loirinha de 1,62m, 50kg, sardas espalhadas pelo rostinho e pelo corpo todo, aquela pele enferrujadinha que deixava qualquer um louco. Seus peitinhos durinhos, com aquelas rodelas rosadas sem bicos salientes, eram perfeitos pra caber na boca de um homem. A bunda, ah, a bunda dela era daquelas gostosas de verdade, redonda, empinada, que balançava gostoso quando ela andava de legging apertada. Com só 18 anos ela já tinha dado pra 11 garotos, safada desde novinha, puxando a mãe metedeira mesmo. Adorava falar palavrão, provocar, sentir o tesão no ar.
Todo dia ela passava no lugar onde os dois coroas trabalhavam. Eles eram uns senhores por volta dos 50 e poucos anos, casados, mas sempre faziam tudo por ela: ajudavam com o que precisava, conversavam, riam das besteiras dela. Ana Laura achava que era só carisma, mas percebia como eles comiam sua bunda com o olhar. “Safados do caralho”, pensava ela, mas ficava de boa, respeitando o limite. Até que numa festa tudo mudou.
Naquela noite ela estava um tesão só: calça legging preta colada, marcando a bucetinha inchada e a bundinha cheinha, blusinha curtinha deixando a barriguinha de fora. Conversava com um dos coroas, o seu José, e notou o volume enorme na calça dele. O pau dele estava duro pra caralho, latejando. Ele olhava disfarçado pra entrepernas dela, lambendo os beiços devagar.
- Ei, Ana Laura, você tá uma delícia hoje hein... – disse ele com a voz rouca, aproximando o corpo.
Ela riu, safada, e resolveu provocar. Começou a chegar perto, abraçar demorado, encostar os peitinhos duros no peito dele. Quando virava de costa, empinava a bunda bem na direção dele, roçando de leve. Cada abraço era mais apertado, sentia o cacete dele latejando contra sua coxa.
- Você tá durinho hein, tio... – sussurrou ela no ouvido dele, rindo.
Ele ficou doido. Começou a perguntar sobre os ficantes dela.
- E aí, você fica com aqueles garotos? Beija eles? – perguntou, a mão descendo devagar pelas costas dela.
- Fico sim, beijo pra caralho. Mas tem uns que são moles, sem pegada nenhuma. Só enfiam a pica e gozam rápido – respondeu ela, rindo alto, sabendo que estava deixando ele louco.
- Eu sou bom de pegada, garota. Se você quiser sentir um homem de verdade... – rebateu ele, os olhos brilhando.
Ela riu na cara dele, mas a bucetinha já estava molhando a calcinha. No final da festa ele insistiu:
- Vai lá na minha casa um dia, Ana. Moro sozinho quase sempre.
Ela só deu um beijo no rosto dele e foi embora, mas a semente estava plantada. No dia seguinte, morando no mesmo bairro, mandou mensagem brincando. Ele insistiu tanto que ela resolveu ir. Vestiu um shortinho curtinho de legging que mal cobria a bunda, mini blusa mostrando os peitinhos e a barriga.
Chegou na casa dele. Seu José abriu a porta, de short e camisa, o olhar faminto. Mal ela entrou, ele fechou a porta e grudou nela, apertando forte.
- Me solta, tio, vou embora! – disse ela, meio assustada, mas a voz já tremendo de tesão.
- Por favor, fica... eu tô louco por você, Ana Laura – implorou ele, a voz rouca.
Ela se entregou. No sofá ele começou a beijar sua boca com fome, chupando sua língua devagar, fundo, como ninguém nunca tinha feito. - Delícia de língua, sua safada... – murmurava entre os beijos. Beijava seu pescoço, mordiscava, enquanto as mãos grandes passavam pelo corpo todo, apertando os peitinhos, descendo pra bunda.
Ana Laura sentia o pau dele duro pra caralho roçando nela. - Adoro enferrujadinha com sardas... você é uma putinha gostosa – rosnava ele.
De repente ele tirou a blusinha dela. Quando viu os peitinhos durinhos com as rodelas rosadas, ficou insano.
- Porra, que peitinhos perfeitos... quero fazer os biquinhos deles ficarem durinhos – disse, e mamou com vontade, chupando forte, lambendo as rodelas, mordendo de leve. Ana Laura gemia baixinho, paralisada de prazer.
Ele lambeu toda a barriga, virou ela de costa, lambeu as costas, descendo até a bundinha. Tirou o short dela devagar, deixando só de calcinha. Sentou ela no sofá e começou a lamber os pés, subindo pelas pernas, coxas, virilhas. Dava tapinhas leves na bunda, apertava.
- Nunca fizeram isso com você, né safada? – perguntou, rindo.
- Não... tá gostoso pra caralho – respondeu ela, a voz saindo manhosa.
Quando ele tirou a calcinha, a bucetinha lisinha, inchada e molhada apareceu. Ele encaixou a boca inteira, deu um beijo longo e chupou o grelinho com fome. Ana Laura quase mijou de tesão.
- Aaaahhh... que delícia, tio... chupa minha bucetinha – gemeu ela, desesperada.
Ele não parou. Passou a língua no cuzinho rosado, lambendo devagar. Ela se encolheu.
- Que nojo... mas continua – pediu, gemendo.
Ele enfiou a língua dentro do cuzinho, metendo e tirando, lambendo tudo. Ana Laura se contorcia, gemendo alto.
- Aaaaiii... que gostoso no meu cu... me lambe todinha!
Ele se levantou. Estava pelado, o cacete grosso, veioso, babando aquele líquido lubrificante.
- É só pré-gozo, vem mamar – pediu.
Ela teve nojo, não quis. Ele pegou ela no colo, levou pro quarto e deitou na cama. Ficou em pé, escanchou ela no quadril, o pau roçando na bundinha. Passou gel na pica e na buceta dela.
- Agora você vai sentir um homem de verdade – disse, erguendo ela e acertando a cabeça grossa na entradinha molhada.
Foi descendo devagar. Ana Laura sentiu a pica grossa abrindo ela toda.
- Aaaahhh... tá entrando... que pauzão... devagar... – gemia ela, cravando as unhas nos ombros dele.
Ele subia e descia, fodendo no colo, forte. Depois sentou ela no pau, ensinando a cavalgar.
- Rebola gostoso, Ana... senta tudo – mandava ele, puxando ela pra baixo.
Ela sentia dor misturada com prazer, mas gozou gostoso no cacete dele, o corpo tremendo.
- Tô gozando... aaaahhh porra... que delícia! – gritava ela, apertando a buceta no pau.
Ele encheu ela de porra quente.
- Fiz vasectomia, fica tranquila – disse, rindo.
Ficaram deitados um tempo, mas logo ele abriu as pernas dela de novo e chupou a buceta cheia de porra misturada, lambendo o grelinho, enfiando língua no cu mais uma vez.
- Goza na minha boca, putinha – pediu.
Ela gozou de novo, gemendo desesperada:
- Aaaaiii... tô gozando no seu rosto... chupa meu cu e minha buceta... que delícia!
Depois disso, Ana Laura nunca mais voltou pra dar pra ele. Mas toda vez que via ele no trabalho, ele ficava doido, olhando pra bunda dela com fome. Ela só sorria, safada, lembrando da pica grossa abrindo ela todinha.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Coroa chupou até o cuzinho da novinha!

Codigo do conto:
266054

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
03/07/2026

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