Uma empregadinha de respeito!

Sueli mal podia acreditar no quanto sua vida tinha mudado desde que saiu do sítio. Aos 18 anos, ela era uma mocinha simples, corpo bem feito mas sem muitos cuidados, pele morena clara, cabelos pretos longos e um olhar inocente que escondia uma curiosidade que só crescia. O pai, humilde como era, confiou no sr. Arnaldo, um empresário conhecido de 50 anos, e mandou ela pra cidade pra trabalhar na casa dele. Quando chegou no apartamento luxuoso, Sueli ficou de boca aberta. A esposa, dona Vanderléia, ou Van como o marido chamava, era uma mulher linda de 45 anos, elegante, corpo conservado, sempre bem vestida. O filho, Alfredo, 25 anos, era um rapaz alto, forte, com um sorriso que fazia qualquer menina derreter. E o sr. Arnaldo... ah, ele era o tipo de homem que chamava atenção: alto, cheiroso, bem conservado, com um ar de autoridade que misturava poder e desejo.
Dona Van ensinou tudo pra ela: limpar, cozinhar, organizar a casa. Sueli tinha seu quarto com banheiro próprio e, aos poucos, eles começaram a cuidar dela. Roupas novas, idas ao cabeleireiro, maquiagem sutil. Em poucas semanas, Sueli virou uma gata: peitinhos firmes, cintura fina, bunda redonda e empinada, pernas grossas e uma bucetinha que mal via o sol. Mas foi o olhar do sr. Arnaldo que mudou tudo. Ele a olhava com fome, daqueles olhares que descem devagar pelo corpo, parando nos seios e na virilha. Ela disfarçava, corava, mas sentia um calor estranho entre as pernas.
Um dia, todos saíram: dona Van pro trabalho, Alfredo pra faculdade, sr. Arnaldo supostamente também. Sueli ficou sozinha, arrumando a sala de vestidinho leve. De repente, a porta abriu. Era ele.
- Su, toma um banho rapidinho que você vai comigo até a empresa. Fica bem cheirosa, hein.
Ela obedeceu, nervosa. Entrou no banho, deixou a água quente escorrer pelo corpo. Quando saiu, enrolada na toalha, ouviu a batida na porta do quarto.
- Su, abre aí.
- Espera, seu Arnaldo, tô me trocando ainda...
Mas ele tinha a chave reserva. A porta abriu com um clique. Sueli deu um pulo, segurando a toalha contra o peito. Ele entrou, fechou a porta, os olhos brilhando de desejo.
- Eu tô louco por você, menina. Desde o primeiro dia.
Ele avançou, puxou a toalha com força. Ela tentou segurar, mas a toalha escorregou, caindo no chão. Lá estava ela, peladinha, peitinhos arrepiados, bucetinha com penugenzinhos claros exposta, cuzinho virgem piscando de nervoso.
- Meu Deus... - ela sussurrou, mas o corpo traía, os bicos dos seios endurecendo.
Ele a agarrou pela cintura, colou o corpo no dela e enfiou a língua na boca dela num beijo guloso. Sueli resistiu um segundo, depois se entregou, gemendo baixinho contra os lábios dele. As mãos dele passeavam: apertando os peitos, descendo pra bunda, abrindo as nádegas.
- Que corpinho lindo, porra. Você é muito gostosa, Su. Esses peitinhos... olha só.
Ele se afastou um pouco, admirando.
- Já ficou com algum homem, menina?
- Nunca... - ela respondeu, voz tremendo de tesão e medo.
- Caralho, vou ser o primeiro a te amar de verdade. Essa bucetinha virgem com penugenzinhos... vou comer tudinho.
Ele tirou a roupa rápido. Quando a calça caiu, Sueli arregalou os olhos. A pica dele era enorme, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando, quase 20 centímetros de rola dura latejando. As bolas pesadas balançavam.
Ele a empurrou pra cama, beijou a boca de novo, desceu pro pescoço, depois mamou os peitinhos com fome. Colocava quase o peito inteiro na boca, sugava forte, mordiscava os bicos.
- Ahhh... seu Arnaldo... que delícia... - ela gemia, as mãos no cabelo dele.
Ele lambeu a barriga, abriu as pernas dela com as mãos fortes e foi descendo. O cheiro da bucetinha molhada encheu o quarto.
- Já chuparam essa xoxota, Su?
- Nããão... por favor...
Ele riu safado e começou a lamber ao redor, faxinando os lábios, depois enfiou a língua fundo na buceta virgem. Sueli arqueou o corpo, gritando.
- Aaaahhh! Meu Deus, que gostoso... lambe mais, por favor!
A língua dele entrava e saía, sugava o grelinho inchado, fazia barulhos molhados. Ela tremia, gozando pela primeira vez na vida, sucos escorrendo na boca dele.
- Agora o cuzinho, virgem também?
Ele virou ela de quatro, abriu as nádegas e enfiou a língua no furinho apertado. Sueli quase desmaiou de prazer.
- Oooohhh... isso... ninguém nunca... aaaahhh, sua língua no meu cu é uma delícia!
A primeira coisa que entrou na buceta e no cu dela foi a língua daquele homem maduro, experiente. Ele se levantou, pica babando.
- Chupa minha rola, Su. Quero sentir essa boquinha.
Ela se ajoelhou, insegura, mas pegou o cacete grosso. Mal cabia na mão. Lambeu as bolas, depois tentou enfiar na boca, chupando com vontade enquanto ele gemia.
- Isso, menina... mama gostoso... caralho, que boca quente.
Depois ele a deitou, passou creme na pica monstruosa e na bucetinha virgem. Foi enfiando devagar.
- Aaaaiii... tá doendo... é muito grande... tira um pouco!
- Relaxa, vai caber. Você é minha agora.
Ele empurrou, rompeu o hímen. Dor misturada com prazer. Sangue escorreu quando ele tirou. Sueli colocou um absorvente rápido, depois punhetou ele até gozar grosso na barriga dela.
- Fica em casa descansando, linda. Daqui uns dias a gente continua.
Dez dias depois, ela estava boa, ansiosa. Ele chegou, entrou no quarto.
- Vamos tomar banho juntos, Su.
Debaixo da água quente, ele chupou ela toda de novo: peitos, buceta, cu. Depois na cama:
- Senta na minha vara, vai.
Ela sentou devagar, a rola grossa abrindo a buceta.
- Aaaahhh... tá enchendo tudo... que delícia!
Cavalgou desesperada, gozando forte em menos de cinco minutos, sucos escorrendo pela pica dele.
- Nossa, seu Arnaldo... gozei na sua rola...
Ele a colocou de quatro.
- Essa bucetinha e esse cuzinho tão pedindo vara, porra.
Fodeu a buceta por dez minutos longos, segurando a cintura, metendo fundo.
- Toma, toma essa pica... geme pra mim!
- Aaaaiii... mais forte... me fode... tô quase gozando de novo!
Ele tirou, lubrificou o cu dela e a rola.
- Não... aí não... vai doer...
- O patrão manda, Su. Relaxa.
A cabeça da pica forçou o anel apertado. Ela prendeu, mas ele empurrou.
- Aaaahhh... dói... sai... aaaaiii!
Ele massageava o grelinho enquanto metia. Dor virou prazer. Ele entrou até o saco.
- Isso... agora sim... fode meu cu, seu safado!
Ela gozou com a rola no rabinho, apertando forte. Ele jorrou porra quente dentro do cuzinho.
A partir dali, ele ensinou tudo: chupar pica e bolas até o fundo, engolir porra, sentar no rosto dele pra ele comer buceta e cu, posições loucas. Seis meses de foda diária escondida.
Um dia, Sueli estava sozinha com Alfredo. Vestidinho curto, sem sutiã, limpando a sala. Ele chegou por trás, colou o corpo, pica dura roçando na bunda dela.
- Sou louco por você, Sueli. Não aguento mais.
- Sério, Alfredo? Eu também... tô doida por você.
Ele ergueu o vestido, tirou tudo. Virou ela, mamou os peitinhos com fome.
- Caralho, que peitos perfeitos... vou te comer agora.
Tirou o short, rola grossa, quase tão grande quanto a do pai, saltou pra fora. Deitou ela no tapete, tirou a calcinha e grudou a boca na buceta molhada.
- Aaaahhh... chupa meu grelinho... assim... que delícia!
Ele sugou forte, lambeu o cu, ela gozou na boca dele, que engoliu tudo.
- Mama minha rola agora.
Ela chupou com vontade, engasgando na grossura, lambendo as bolas pesadas.
- Senta na vara, vai.
Ela sentou, cavalgou louca.
- Oooohhh... tá tão fundo... sinto seu cuzinho piscando na minha pica!
Gozou de novo, ele encheu a buceta de porra quente.
Depois, virou ela de bruços no tapete.
- Agora o cuzinho... tá pedindo.
Lubrificou e enfiou a rola grossa. Entrou apertado, mas entrou.
- Aaaaiii... que vara grande... fode meu rabinho... mais fundo!
Ele meteu forte, segurando os quadris, até gozar dentro do cu.
Durante cinco anos, Sueli viveu isso: trepava com o pai e o filho, quase todo dia. Nenhum sabia do outro. De manhã, o sr. Arnaldo comia ela na cozinha enquanto a esposa saía, enfiando a pica na buceta ou no cu rapidinho, gemendo baixo:
- Toma a rola do patrão, sua safada... aperta esse cu gostoso.
À tarde, quando Alfredo chegava, era no sofá ou no quarto dela:
- Vem cá, Sueli... deixa eu comer essa buceta molhada de novo. Abre as pernas pra mim.
Ela gemia desesperada em ambos, aprendendo a ser uma puta gostosa pra eles, chupando, engolindo, sentando, levando no cu e na buceta até ficar cheia de porra. O prazer era intenso, proibido, viciante. O corpo dela pedia mais, sempre mais, enquanto fingia ser a empregadinha inocente.
No fim, Sueli sorria sozinha, pensando em como aqueles dois homens maduros e fortes a transformaram numa mulher completamente realizada no sexo, cheia de segredos sujos e orgasmos que faziam ela tremer até hoje na memória.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Uma empregadinha de respeito!

Codigo do conto:
266061

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/07/2026

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