A filha deixava ele louco, em seguida a esposa que caia na vara!

Laércio tinha cinquenta anos e uma vida que parecia normal por fora, mas por dentro era um vulcão de desejo. Casado com Helena há mais de vinte e cinco anos, ele amava o corpo dela, especialmente aquele rabão enorme, carnudo, que balançava quando ela andava pela casa. Na entidade que frequentavam, as mulheres eram ensinadas a serem submissas, a obedecerem o homem da casa em tudo, inclusive na cama. Isso deixava Laércio ainda mais excitado, porque Helena cumpria o papel direitinho, gemendo e se entregando sem reclamar.
Mas tinha a filha, a Larissa, de vinte anos. Uma delícia de menina, corpo jovem, pele macia, peitos firmes e uma bundinha que parecia feita para sentar no pau de um homem. Laércio fantasiava com ela o tempo todo. Imaginava chupando cada pedacinho daquele corpo, enfiando a língua no cuzinho rosado dela, lambendo até ela implorar por mais. Sonhava fodendo a bucetinha apertada, sentindo o grelinho inchado na boca enquanto metia fundo. Era proibido, era errado, mas o pau dele endurecia só de pensar. Como não tinha coragem de tocar na filha, descontava tudo na esposa, com uma intensidade que deixava Helena tremendo.
Naquela tarde quente da semana, Laércio estava deitado no sofá da sala, só de short, assistindo televisão sem prestar muita atenção. O pau já meio duro de tédio. De repente, Larissa entrou na sala, vestindo uma saia curta e leve, daquelas que mal cobriam as coxas. Ela se jogou no chão, de bruços, com a bunda empinada pra cima, como se fosse a coisa mais inocente do mundo. O shortinho dela subiu um pouco, revelando a calcinha preta enfiada no rego daquele rabinho delicioso.
- Porra... – Laércio murmurou baixinho, sentindo o sangue todo descer pro pau. O membro inchou rápido, pressionando o tecido do short. Ele não conseguia tirar os olhos. Larissa se mexia um pouco, ajustando o corpo no tapete, e a saia subia mais. Via perfeitamente a calcinha preta sumindo entre as nádegas firmes, marcando o contorno do cuzinho. Imaginava tirando aquela calcinha com os dentes, lambendo o rego todo, enfiando a língua fundo no cu dela até sentir o gosto salgado e doce.
O pau dele babava pré-gozo, uma mancha úmida aparecendo no short. Larissa balançava levemente as pernas, e a visão ficava ainda melhor – a calcinha apertada, o rabinho redondo, perfeito pra ser agarrado enquanto metia. Laércio apertava o pau por cima da roupa, doido pra se masturbar ali mesmo, mas Helena estava no quarto. Ele se segurou, respirando pesado, os olhos grudados naquela visão proibida.
- Caralho, que vontade de chupar esse cuzinho... – pensou, imaginando a cena: Larissa gemendo enquanto ele lambia tudo, sugando o grelinho, enfiando dois dedos na bucetinha molhada.
Não aguentou mais. Levantou do sofá com o pau latejando e foi pro quarto. Helena tinha acabado de tomar banho e estava pelada, de quatro na cama, o rabão enorme empinado, brilhando com o óleo que ela passava depois do banho. As nádegas grandes, macias, separadas naturalmente, mostrando o cuzinho enrugadinho e a bucetinha já um pouco inchada.
Laércio arrancou a roupa num segundo, o pau duro pra caralho, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de tesão acumulado.
- Ficou doido, é? – Helena perguntou com um sorriso safado, olhando por cima do ombro.
- Sim, porra. Tô louco pra comer até seu cuzinho hoje – respondeu ele, a voz rouca de desejo.
Helena deu uma risadinha baixa, empinando mais a bunda.
- Então vem, meu macho. Come tudo que é seu.
Laércio caiu de boca naquela bundona. Beijou as nádegas grandes, mordiscou a carne macia, lambeu o rego inteiro, sentindo o gosto de pele limpa misturado com o cheiro natural dela. Enfiou a língua fundo no cuzinho, girando, penetrando o anel apertado. Helena se encolheu toda, gemendo alto.
- Aaaahhh... Laércio, que delícia... sua língua no meu cu... vai fundo, amor...
Ele não parava. Lambia o cuzinho com fome, descia pra buceta molhadinha, chupava os lábios grossos, sugava o líquido que escorria. A bucetinha dela estava encharcada, pingando. Virou Helena de costas na cama, abriu as pernas dela bem abertas e grudou a boca no grelo.
- Hummm... que buceta gostosa... – murmurou ele entre lambidas.
Helena travou as coxas na cabeça dele, apertando forte, o corpo se contorcendo.
- Chupa meu grelo, Laércio! Mais forte! Aaaahhh... vou gozar na sua boca, caralho!
Ele sugava tudo, enfiando a língua na entrada da buceta, bebendo o melzinho dela. O grelo inchado pulsava na boca dele. Helena gritava, o corpo tremendo.
- Goza, porra! Goza na minha boca! – ele ordenou, chupando com mais força.
Ela explodiu, jorrando um gozo quente e doce na língua dele. Laércio engoliu tudo, lambendo até a última gota, o rosto todo molhado.
Helena mal se recuperou e já desceu pra chupar o pau dele. Segurou as bolas pesadas, mamou uma por uma, lambendo o saco todo enquanto a mão subia e descia na vara grossa.
- Que pica grande e dura... adoro mamar suas bolas, meu marido... – disse ela, enfiando o pau até a garganta, babando tudo.
Laércio gemia, segurando a cabeça dela.
- Isso, Leninha... mama gostoso... engole fundo.
Depois de minutos de mamada gulosa, ele virou Helena de quatro novamente. Aquela bundona enorme na frente dele era um convite. Adorava foder ela assim, o rabão balançando a cada estocada. Mas o pau dele não era dos maiores, e a bunda dela era tão carnuda que não entrava todo. Pegou o gel na mesinha, lubrificou a pica inteira e o cuzinho dela.
- Hoje eu vou comer esse cu até o talo – avisou, pressionando a cabeça da pica no anel apertado.
Helena gemeu, empinando mais.
- Vai devagar primeiro... aaaahhh... tá entrando...
Laércio enfiava devagar, sentindo o cu apertar a pica. Quando estava meio dentro, começou a mexer o dedo no grelo dela, circulando rápido.
- Isso... geme pra mim, sua submissa safada.
Helena choramingava, o corpo suado.
- Aiiii, Laércio... seu pau no meu cu... tá me rasgando gostoso... mais fundo... aaaahhh!
Ele bombava com força agora, metendo metade da pica no cuzinho apertado, o saco batendo nas nádegas grandes. O gel fazia barulho molhado a cada estocada. Helena gritava de prazer e dor misturados.
- Mais forte! Fode meu cu! Aaaahhh... meu grelo... não para de mexer!
Laércio acelerava, o pau entrando cada vez mais, o cuzinho piscando em volta da vara. A imagem da filha na sala não saía da cabeça dele – imaginava que era o rabinho dela que estava comendo. Isso deixava ele ainda mais selvagem.
- Caralho, que cu apertado... vou encher você de porra! – rosnava ele.
Helena tremia inteira, o gozo se aproximando de novo.
- Vou gozaaaaar... Laércio... vou gozar com seu pau dentro do meu cu! Aaaaahhhh!!!
O cuzinho dela apertou forte, piscando, ordenhando a pica dele. Laércio não segurou mais. Gozou fundo, jatos grossos enchendo o intestino dela, o corpo todo convulsionando de prazer.
- Toma toda a porra, sua vadia... caralho... que delícia...
Os dois caíram na cama, suados, ofegantes. Helena virou o rosto, sorrindo.
- Você tava com um tesão danado hoje... o que te deixou assim?
Laércio só sorriu, sem contar a verdade. Na cabeça dele, a cena da sala ainda queimava: Larissa de saia, bunda pra cima, calcinha preta no rego. Ele sabia que ia fantasiar com isso por dias, descontando tudo na esposa submissa.
Mas o desejo pela filha só crescia. Uma hora, quem sabe...
A tarde continuava quente na casa. Laércio, ainda de pau semi-duro, ficou pensando na filha. Larissa levantou do chão da sala, a saia descendo um pouco, mas ele tinha visto o suficiente pra ficar louco. O líquido que saía da pica dele era puro tesão acumulado. Ele imaginava pegando Larissa ali mesmo, tirando a calcinha com a boca, lambendo o cuzinho virgem dela enquanto ela gemia baixinho.
- Filha... deixa o papai te chupar toda... – sussurrava mentalmente.
No quarto, Helena percebia o fogo no olhar do marido. Ela se posicionou melhor, abrindo as pernas, mostrando a buceta ainda molhada do gozo anterior.
- Vem de novo, Laércio. Come sua mulher como você quer.
Ele não pensou duas vezes. Caiu de boca mais uma vez, chupando a buceta com fome renovada. A língua entrava fundo, lambendo as paredes internas, sugando o clitóris inchado. Helena se contorcia, segurando os cabelos dele.
- Isso... chupa minha bucetinha... aaaahhh... você tá possuído hoje...
Laércio enfiava dois dedos no cu dela enquanto chupava, abrindo o cuzinho, preparando pra outra rodada. O cheiro de sexo enchia o quarto. Ele virava ela de lado, levantava uma perna e metia a pica na buceta molhada, estocando forte, o barulho de pele contra pele ecoando.
- Toma essa pica, Helena... sente como tá dura por causa do tesão... – dizia ele, metendo fundo, as bolas batendo na bunda.
- Sim... fode minha buceta... mais rápido... aaaahhh... vou gozar de novo!
Os gemidos dela eram desesperados, altos, cheios de entrega. Laércio alternava, tirava da buceta e enfiava no cu, sentindo a diferença de aperto. O cuzinho dela estava escorregadio de gel e porra anterior.
- Que cu guloso... aperta minha pica... – grunhia ele.
Helena tremia, o corpo todo molhado de suor, as nádegas vermelhas de tanto bater.
- Me fode os dois buracos... sou sua submissa... usa como quiser... aaaahhh... caralho, que gostoso!
Eles foderam por quase uma hora, trocando de posição várias vezes. De quatro, de lado, ela por cima quicando no pau, ele chupando os peitos grandes enquanto metia. Cada estocada era acompanhada de gemidos roucos, palavrões, descrições chulas.
- Olha esse rabão balançando... adoro ver minha pica desaparecendo nesse cu... – dizia Laércio, agarrando as carnes das nádegas e abrindo mais.
Helena respondia entre gemidos:
- Enfia tudo... rasga meu cuzinho... me faz sua putinha...
No final, ele gozou pela segunda vez, enchendo a buceta dela de porra quente. Os dois deitaram exaustos, mas satisfeitos. Laércio, no fundo, ainda sentia aquela frustração doce: ver o tesão pela filha e não poder realizar. Mas a esposa era o alívio perfeito, com aquele corpo maduro e submisso pronto pra tudo.
O conto continua na imaginação dele, noite após noite, fantasiando cenas cada vez mais intensas com Larissa, enquanto fode Helena com a mesma paixão. A entidade ensinava submissão, mas o desejo de Laércio ia muito além, misturando família, tesão proibido e prazer cru.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A filha deixava ele louco, em seguida a esposa que caia na vara!

Codigo do conto:
266067

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/07/2026

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