A vizinha Lena sempre foi aquela mulher que eu mal olhava. Aos 48 anos, casada com o marido religioso e ciumento, ela vivia de saias longas e vestidos comportados, fofocando com minha ex-mulher na sala de casa. Eu nem dava bola, o foco mesmo era na filha dela, que dia após dia ficava mais gostosa, com aquele corpo jovem apertando as roupas. Mas o tempo muda tudo, meu amigo. Um dia o marido dela ligava o tempo todo cobrando que voltasse pra casa, porque o safado queria foder ela todo santo dia. Lena contava pra minha ex, rindo baixo mas com um tom de cansaço: - Ele não me dá sossego, viu? Chega em casa, já tá com a pica dura e não quer saber de nada. Outro dia eu entrei na sala e ele tava pelado me esperando. Grudou em mim, arrancou a saia ali mesmo e me derrubou no sofá. Mordeu minha bunda toda, lambeu meu cu como um cachorro no cio, deixou a calcinha de lado e enfiou aquela vara grossa na minha buceta sem nem avisar. Ela descrevia com os olhos brilhando, e eu, escutando escondido, comecei a imaginar a cena. O marido subia nela como um animal, as bolas batendo forte na bunda dela, segurando aqueles cabelos longos e pretos, bombando sem parar até gozar dentro, sem se importar se ela tinha gozado ou não. Depois arrastava ela pro quarto e repetia. Todo dia. O cara era uma máquina de foder. Mas Lena não era santa. Logo descobri que o irmão da entidade religiosa, um tal de irmão Marcos, começou a frequentar a casa quando o marido saía. Eu filmei o safado entrando e saindo várias vezes. Eles tinham uma demanda sexual forte. Durante quase um ano o cara comia ela escondido. Eu via os sinais: ela saía da casa com o rosto corado, a saia amassada, o jeito de andar como quem ainda sente a pica latejando dentro. Um amigo meu, um dia, soltou: - Porra, essa sua vizinha é gostosa pra caralho. Olha aquele corpo. Eu respondi sem acreditar: - Você acha? Ele insistiu: - Muito, mano. Olha direito. Aí eu comecei a prestar atenção de verdade. Lena era uma delícia. Peitos grandes que balançavam de leve quando andava, cintura ainda firme, quadril largo e uma bunda enorme, redonda, que parecia pedir pra ser agarrada. Ela adorava saia e vestido, mas um dia saiu na calçada com uma calça leg preta colada. Meu Deus. O bucetão inchado marcava perfeitamente, os lábios carnudos desenhados no tecido, e o rabo... aquele rabo delicioso, empinado, duas bandas grossas que eu queria morder na hora. Meu pau endureceu só de olhar. Desconfio que o ex-genro dela também tinha comido ela um bom tempo, porque os olhares que trocavam eram de quem já tinha se pegado bastante. Eu não aguentava mais. Decidi tentar. Numa tarde quente de verão, o marido dela viajou pra um culto fora da cidade. Lena estava sozinha em casa. Bati na porta com a desculpa de pedir um pouco de açúcar. Ela abriu sorrindo, com um vestido leve florido que mal cobria as coxas grossas. - Oi, vizinho. Entra, tá calor hoje, né? Eu entrei, o coração batendo forte. Conversamos bobagem por uns minutos, mas meus olhos não saíam dos peitos dela, que subiam e desciam com a respiração. O decote mostrava o vale suado entre eles. Meu pau já tava meio duro dentro da bermuda. - Lena, você tá uma delícia hoje. Sempre foi, mas eu só fui perceber agora. Ela riu, corando um pouco, mas não se afastou quando me aproximei. - Para com isso, seu safado. Sou casada, você sabe. - Casada mas com buceta que pede pica, né? Eu sei das suas histórias com o marido e com o irmão Marcos. Vi tudo. Os olhos dela brilharam de surpresa e tesão misturado. Ela mordeu o lábio. - Seu filho da puta... você filmou? Em vez de responder, eu segurei a cintura dela e puxei contra mim. Meu pau duro roçou na barriga dela por cima do vestido. - Quero te comer, Lena. Quero foder essa buceta que todo mundo tá comendo escondido. Ela gemeu baixinho, já rendida. - Ai, caralho... faz tempo que ninguém me come direito. O marido só mete e goza, o Marcos é bom mas tem medo. Não esperei mais. Beijei ela com fome, língua entrando fundo na boca enquanto minhas mãos subiam o vestido e agarravam aquela bunda enorme. As bandas eram macias, quentes, cheias. Apertei forte, separando elas, sentindo o calor do cu por cima da calcinha fina. - Que rabo gostoso da porra. Vou lamber esse cu todo. Joguei ela no sofá da sala, do mesmo jeito que o marido fazia. Levantei o vestido até a cintura. A calcinha branca tava já molhada no meio. Puxei de lado e vi a buceta inchada, peladinha, os lábios grandes brilhando de tesão. O grelinho tava arrepiado, pedindo atenção. - Olha essa buceta safada... toda molhada pra mim. Ajoelhei e enfiei a cara ali. Lambi devagar primeiro, passando a língua por toda a fenda, sentindo o gosto salgado e doce dela. Lena agarrou meus cabelos. - Aiiiiii, que delícia... lambe minha buceta, vai... isso, chupa o grelinho. Eu chupei forte o clitóris, enfiando dois dedos na buceta apertada e quente. Ela rebolava, gemendo cada vez mais alto. - Hummm... caralho... mete os dedos fundo... assim... ai, vou gozar na sua boca! O corpo dela tremeu, a buceta apertou meus dedos e ela gozou forte, soltando um jato quente que molhou meu queixo. Desesperada. Levantei, tirei a bermuda e mostrei minha pica dura, grossa, veias pulsando. - Olha o que eu tenho pra você. Vai engolir essa pica toda. Lena se ajoelhou no chão, debruçada no sofá exatamente como o marido fazia com ela. Segurou minha vara com as duas mãos. - Que pica linda... grossa pra caralho. Abriu a boca e engoliu até o fundo, babando, chupando com fome. A língua girava na cabeça, descia até as bolas. Eu segurava os cabelos dela e fodia a boca devagar. - Isso, mama minha pica, sua vadia gostosa. Engole tudo. Ela gemia com a boca cheia: - Mmmph... que delícia... quero essa pica na minha buceta agora. Virei ela de quatro no sofá, calcinha ainda de lado. A bunda empinada era uma visão do paraíso. Bati a cabeça da pica na buceta molhada várias vezes, provocando. - Pede, Lena. Pede pra eu te foder. - Me fode, por favor... enfia essa pica grossa na minha buceta... quero sentir ela batendo fundo. Empurrei tudo de uma vez. A buceta dela era quente, molhada, apertava como uma luva. Comecei a bombear devagar, vendo a pica entrar e sair, brilhando com os sucos dela. - Aiiii, que gostoso... tá me enchendo toda... mete mais forte! Acelerei, as bolas batendo na buceta e no grelinho. Segurei os cabelos longos dela como o marido fazia e meti como um louco. O sofá rangia, a bunda dela tremia a cada estocada. - Toma, sua puta... toma essa pica toda. Sua buceta tá engolindo tudo. Lena gritava de prazer, gemendo desesperada: - Aiii, caralho... me fode... me fode mais... tô sentindo nas tripas... vai, bate essa bola na minha bunda! Eu metia sem parar, suado, o som molhado de pica entrando na buceta ecoando na sala. Puxei a calcinha mais pro lado e lambi o cu dela enquanto continuava fodendo. Enfiei o dedo médio no cuzinho apertado. - Vou comer esse cu também, sua safada. Ela tremeu inteira: - Sim... come meu cu... mas continua metendo na buceta primeiro... ai, vou gozar de novo! O segundo orgasmo dela foi violento. A buceta apertou minha pica tanto que quase me fez gozar. Tirei devagar, a vara brilhando, e virei ela de frente. Tirei o vestido todo, deixando os peitos grandes livres. Mamilos escuros, duros. Chupei eles com força, mordendo de leve enquanto enfiava a pica de novo na buceta. - Olha esses peitos... que tetas gostosas. Fodemos assim por um tempo, cara a cara, ela me beijando e gemendo na minha boca. - Mais fundo... quebra minha buceta... isso! Depois levantei ela, carreguei até o quarto do casal. Joguei na cama de casal, abri as pernas dela bem abertas e voltei a meter com tudo. A cama batia na parede. Lena estava louca, unhas arranhando minhas costas. - Me fode... me usa... sou sua puta agora... aiii, caralho, que pica maravilhosa! Mudei de posição. Coloquei ela de lado, uma perna levantada, e meti de conchinha, apertando os peitos enquanto bombava. Depois de quatro de novo, segurando aquela bunda enorme e abrindo as bandas pra ver o cu piscando. - Vou comer esse cu agora. Cuspi na rola, na mão, e pressionei a cabeça contra o cuzinho. Ela relaxou e eu entrei devagar. O cu dela era apertado pra caralho, quente. - Aiiiii, devagar... tá me abrindo toda... que delícia... mete no meu cu! Comecei a foder o cu com força crescente. Lena gemia como uma desesperada: - Isso... fode meu cu... mete fundo... aiii gostoso, tô sentindo sua pica no intestino... mais, mais! As bolas batiam na buceta molhada enquanto eu comia o cu. Ela se masturbava o grelinho ao mesmo tempo, gozando pela terceira vez, o cuzinho apertando minha pica. Não aguentei mais. Tirei do cu e enfiei de volta na buceta, metendo selvagem. - Vou gozar dentro dessa buceta safada! - Gozaaaaaa... enche minha buceta de porra... me enche toda! Gozei forte, jatos grossos enchendo ela por dentro. Lena tremeu, gozando junto, gemendo alto: - Aiiiiii, tá gozando dentro... quente... caralho, que delícia! Caímos na cama suados, ofegantes. Mas não acabou aí. Depois de uns minutos descansando, ela pegou minha pica semi-dura na boca de novo, limpando com a língua. - Quero mais. Quero que você me coma o dia todo. E comemos. No banheiro, eu sentei na privada e ela sentou de costas na pica, rebolando aquela bunda enorme enquanto eu mordia o pescoço dela. - Rebola no meu pau, vadia... isso, aperta com a buceta. Depois no chão da cozinha, de quatro, eu lambendo o cu enquanto metia os dedos na buceta. Ela gozou de novo, gritando meu nome. - Caralho, você me come melhor que os dois juntos... continua... não para! A tarde virou noite. Fodemos em todas as posições. Eu gozei na boca dela, ela engoliu tudo, lambendo as bolas. Gozei nos peitos, espalhando a porra nos mamilos. Gozei na bunda, vendo escorrer pro cu. Em um momento ela me contou mais detalhes enquanto eu metia devagar: - O Marcos me comia no quintal, rápido, com medo do marido chegar. Ele enfiava a pica na minha boca e gozava na cara. O marido... aquele safado me pegava de surpresa, como te contei. Mas você... você me faz gozar de verdade. Eu respondia metendo mais forte: - Agora essa buceta e esse cu são meus. Vou te comer sempre que o marido sair. Ela gemia concordando: - Sim... sou sua puta... fode sua puta casada... ai, goza de novo em mim! Passamos horas assim. O corpo dela todo marcado de chupões, a buceta inchada de tanto meter, o cu vermelhinho. Quando o marido ligou avisando que voltaria no dia seguinte, ela ainda tava com minha porra escorrendo pelas coxas. - Volta amanhã, vizinho. Quero mais dessa pica. Eu saí da casa dela com o pau dolorido de tanto foder, mas já pensando no próximo encontro. Lena, a vizinha fofoqueira e religiosa, tinha virado minha puta particular. E a filha dela? Bom, isso é história pra outro dia. Talvez eu coma as duas juntas.
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