Confusões no lava jato!

João, 47 anos, magrelo daqueles que as pessoas olham e acham meio ridículo, tinha visto o casamento desmoronar e agora vivia num canto improvisado do lava-jato que ele mesmo montou. Um quarto apertado com uma cama velha, uma geladeira quebrada que fazia barulho o tempo todo e um banheiro simples. A solidão pesava, o tesão também. Até que apareceu Suelene, 35 anos, corpo cheio de curvas que mexiam com ele de um jeito bruto.
Ele estava duro, sem grana pra levar ela pra lugar melhor, mas resolveu arriscar. Pegou o busão, foi até a casa dela uns 8 km longe e soltou a proposta:
- Vem comigo pro meu canto, Suelene. Vai ser simples, mas eu tô louco pra te comer direitinho.
Ela topou a aventura, riu com aquele olhar safado e os dois chamaram moto-táxi. O vento batendo no caminho só aumentava a ansiedade dele. Quando chegaram no lava-jato, ela olhou o lugar meio espantada, o cheiro de sabão e graxa no ar, mas não recuou. João fechou a porta atrás dela com o coração disparado.
Mal a porta bateu, ele grudou nela por trás. A pica já dura, latejando dentro da calça, encostou firme no rabo dela. As mãos magras subiram rápido, arrancando a camiseta dela com pressa.
- Porra, que peitos bicudos gostosos... - murmurou ele, desabotoando o sutiã e jogando longe.
Os seios saltaram livres, mamilos escuros e duros. Ele apertou os dois com as mãos, beliscando de leve enquanto roçava a vara no cuzinho dela por cima da roupa. Suelene soltou um gemidinho baixo, o corpo respondendo.
- Humm... vai com calma, João... mas não para não...
Ele não tinha calma nenhuma. Desabotoou o shortinho dela, puxando junto com a calcinha fio-dental que marcava aquele rego perfeito. Quando viu o fio enterrado no cuzinho, João ajoelhou rápido, abriu as bandas com as mãos e passou a língua quente bem no meio do rego. Sentiu o gosto salgado da pele, desceu até a portinha do cu e tentou enfiar a ponta da língua.
- Ahhh! Que isso, João... tá lambendo meu cu... - ela deu um pulinho pra frente, mas ele segurou firme.
A língua dele forçou um pouco mais, entrou uns centímetros no rabinho apertado. Suelene tremia, o corpo quente. Ele puxou a calcinha até o chão, tirou toda a roupa dela e se levantou, já arrancando a própria camiseta e a calça. O pauzão de 15 cm pulou duro, veias marcadas, cabeça inchada brilhando de tesão.
Suelene sentou na beira da cama, olhos brilhando, e agarrou a pica com a mão.
- Nossa, que pica grossa... tá latejando pra mim... - disse ela, antes de abrir a boca e engolir metade de uma vez.
O barulho molhado encheu o quarto. Ela mamava com vontade, subindo e descendo a cabeça, lambendo a glande e descendo até as bolas. Chupou uma, depois a outra, segurando o saco pesado.
- Isso, mamando minhas bolas... porra, que boca quente... - João gemia, segurando o cabelo dela.
Ele estava doido. Deitou na cama e puxou ela por cima, virando no 69. A buceta dela, já molhada, encostou na boca dele. Ele abriu os lábios carnudos e enfiou a língua fundo, chupando o mel que escorria. Subiu a língua pro grelinho inchado e mamou com força, enquanto lambia o cu dela de novo.
- Ahhh! Tá chupando meu grelo... João, não para... hummm... - Suelene rebolava na cara dele, descendo e subindo, fodendo a língua dele no rabinho.
Ela gozou pela primeira vez, o corpo tremendo inteiro, soltando um jorro quente na boca dele.
- Tô gozandoooooo... aiiiiii meu Deus... engole tudo... - gemeu desesperada.
João engoliu o gozo dela, lambendo os beiços, o gosto doce e salgado enchendo ele de mais tesão. Virou ela na posição franga assada, pernas encolhidas contra o peito, buceta e cu expostos, brilhando.
A pica dele cutucou a entrada da buceta primeiro. Empurrou devagar, sentindo as paredes quentes apertarem.
- Que buceta apertada... tá me engolindo todinho... - grunhiu ele, metendo fundo.
Entrava e saía devagar no começo, depois acelerou. Tirava a pica da buceta melada e enfiava direto no cuzinho, sem dó. O cu dela piscava, aceitando.
- Aiiii... tá metendo no meu cu... devagar... ahhh! Mais fundo... - Suelene gritava, as mãos agarrando os lençóis.
Ele alternava: tirava do cu, limpava rápido com um pano úmido que tinha ali do lado e voltava pra buceta. Naquela posição tudo ficava à mostra, pedindo vara. O pau dele estourando de tesão, as bolas batendo.
João massageou o grelinho dela com o polegar enquanto metia no cuzinho.
- Goza pra mim, vai... aperta esse cu na minha pica... - ordenou.
Ela se derreteu. O corpo convulsionou, gozando forte com a pica enterrada no rabo.
- Tô gozando pelo cu... Joãooo... ahhhhh! - o gemido foi longo, desesperado, o cuzinho piscando louco em volta da pica.
Ele não aguentou. Sentiu o gozo subir e explodiu dentro do cu dela, jatos quentes enchendo o rabinho.
- Porra... tô enchendo teu cu de porra... toma tudo... - rosnou ele, tremendo.
Os dois caíram suados, respirando pesado. Descansaram uns minutos, corpos colados. Depois tomaram um banho rápido no banheiro simples, água morna caindo nos corpos. João já estava duro de novo debaixo do chuveiro. Encostou ela na parede, levantou uma perna e enfiou a pica na buceta molhada.
- De novo... não aguento, quero mais dessa buceta... - disse ele, metendo forte.
Água escorrendo, corpos batendo. Ele virou ela de costas, abriu o cu com as mãos e enfiou de novo no rabinho.
- Me fode o cu de novo... bem fundo... hummm... - Suelene pedia, rebolando contra ele.
Os gemidos ecoavam no banheiro. Ele metia sem parar, mão no grelinho, apertando os peitos dela. Gozou pela segunda vez, mas dessa vez puxou a pica e colocou na boca dela.
- Abre a boca... engole minha porra... - mandou.
Suelene obedeceu, mamando a glande enquanto ele jorrava. Engoliu tudo, limpando com a língua.
- Deliciosa... - murmurou ela, lambendo os lábios.
Depois ele chamou o moto-táxi. Quando o cara chegou, os dois ainda estavam com aquele cheiro de sexo no ar. Ela deu um beijo rápido nele e foi embora na garupa.
Mas aquela noite ficou marcada. João deitou na cama depois, o corpo cansado, mas a mente ainda cheia das imagens: a buceta molhada, o cu apertado piscando, os gemidos dela ecoando. Ele sabia que queria repetir, que aquela magreza ridícula dele tinha encontrado uma parceira que topava a loucura simples do lava-jato.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Confusões no lava jato!

Codigo do conto:
266068

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/07/2026

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