Transando gostoso com a esposa do amigo!

Alex sempre soube que Lili era proibida, mas isso só deixava o tesão mais insano. Aos 30 anos, casado com uma mulher linda que adorava foder, ele ainda não conseguia tirar os olhos daquela morena de 31 anos, casada com o amigo dele. Cabelos dourados que caíam como cascata nos ombros, uma bunda redonda, empinada e macia que balançava a cada passo, e uns peitos perfeitos, cheios, com bicos que pareciam implorar por boca. Eles se encontravam o tempo todo – jantares em casa, visitas na casa deles, até viagens juntos. Alex fingia normalidade, mas por dentro queimava.
Aquele dia de reforma na casa deles mudou tudo. Lili apareceu com um shortinho de jogar bola justo, marcando a bundinha, e uma camiseta branca quase transparente. Os mamilos escuros apareciam por baixo do tecido fino. O amigo estava lá, então Alex só observava, o pau meio duro dentro da calça o dia inteiro.
No dia seguinte, o amigo viajou. Alex bolou o plano perfeito: não terminou o serviço de propósito. Chegou bem cedo, o sol ainda baixo. Lili abriu a porta com um shortinho de seda roxo, curtinho, colado na pele, e uma regatinha larga que, quando ela se mexia, deixava os peitos quase saltarem. O decote lateral mostrava a curva pesada deles.
- Entra, Alex, vem tomar café primeiro – ela disse, sorrindo daquele jeito que fazia o sangue dele ferver.
Eles sentaram na cozinha. Conversa vai, conversa vem. Ela perguntou da esposa, que era amiga dela.
- Ela tá bem, mas cansada. Disse que não sai hoje.
Lili riu baixo.
- Eu também tô exausta. Não vou sair de casa. Ah, e me fala... você deixaria ela ir comigo pra academia? Tô achando ela um pouco gordinha, precisa malhar.
Alex aproveitou.
- Você não precisa de academia nenhuma, Lili. Tá perfeita assim.
Ela deu uma risada gostosa, inclinando o corpo. A regata escorregou um pouco mais.
- Ah, você não me conhecia antes... eu era bem mais sequinha.
O trabalho começou. Alex mexendo nos canos. De repente, um jato forte de água explodiu, molhando ele inteiro. Camisa, calça, tudo encharcado. Lili correu.
- Meu Deus, vem aqui! Vou pegar uma roupa do meu marido pra você trocar.
Eles foram pro quarto. Ela se abaixou pra abrir a gaveta. A bundinha empinada, o short de seda subindo, mostrando a metade da nádega macia. A rola de Alex pulsou forte, quase rasgando a calça molhada. Quando ela virou, viu o volume latejando.
- Tira a camisa molhada – ela disse, voz um pouco rouca.
Enquanto ele tirava, os olhos dela desceram. Os bicos dos peitos dela endureceram visivelmente contra o tecido fino da regata.
- Eu que me molhei todo e você que fica com os bicos assim? – ele provocou.
Ela sorriu, mordendo o lábio.
- Não é frio não...
O silêncio caiu pesado. Alex esticou as mãos, pegou pela cintura fina. Lili se afastou um passo.
- Pra quê isso, Alex? Parece que senão eu vou falar pra sua esposa e pro meu marido.
Mas o corpo dela não se afastou de verdade. Ele sentiu o cheiro dela, quente, feminino. Abraçou forte, colou o corpo molhado no dela.
- Eu esperei tanto tempo por isso, Lili. Você vai gostar pra caralho, eu prometo.
- Eu nunca traí meu marido... não sei como fazer isso – ela sussurrou, mas a voz tremia de tesão.
Não deu outra. Alex a puxou, colou a boca na dela. O beijo foi bruto, línguas se enrolando, saliva misturada. O pau dele estocava por cima do short de seda, roçando na bucetinha já quente. Lili gemeu baixo no beijo e empurrou o quadril contra ele.
- Nossa... que pau é esse? – ela perguntou, olhos arregalados quando ele abriu a calça.
- É a vontade acumulada de meter muito gostoso nessa buceta safada que você tem – ele respondeu, voz grossa.
Desceu beijando o pescoço, chupando forte, deixando marcas. Tirou a regata dela. Os peitos pularam livres, pesados, bicos duros como pedra. Chupou um, depois o outro, mordiscando, sugando até ela arquear as costas.
- Aaaaiiiiii... chupa gostoso... isso...
Desceu mais, beijando a barriga, puxando o shortinho roxo junto com a calcinha. A buceta dela apareceu, morena, inchada, os lábios grossos brilhando de tesão. O grelinho estava arrepiado, pedindo atenção. Ele abriu as pernas dela e mergulhou a língua.
- Aaaaaaaaaiiiiiiiii... chuuuuuupa gossstozoooooo... faz o que o corno do meu marido nunca faz... vai logo, vai... chupa essa buceta molhada!
A língua dele rodava no grelinho, sugava os lábios, enfiava fundo na entradinha quente e apertada. Lili segurava a cabeça dele, rebolando desesperada, gemendo alto, sem vergonha.
- Isso... assim... aiiiiii meu Deus... tá tão bom... ninguém nunca me chupou assim...
Alex não aguentava mais. Tirou a roupa toda. O pau latejava, grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Jogou ela na cama, abriu as pernas e encaixou a rola na entrada encharcada.
- Vou te foder gostoso agora, Lili.
Empurrou devagar no começo, sentindo a buceta apertar, quente, molhada pra caralho. Depois meteu fundo, até o talo.
- Fooooode... ta muito gooostoso... mete... mete mais fundo! – ela gritou, unhas cravando nas costas dele.
Ele socava ritmado, forte, as bolas batendo na bundinha. O quarto enchia de sons molhados, pele contra pele, gemidos desesperados. Lili tremia inteira, buceta pulsando.
- Aiiiiii... aiiiiiii... tô gozando, porraaaaa... gozando pra caralho... aaaahhhhhhhhh!
Ela gozou forte, esguichando um pouco, corpo convulsionando. Ficou exausta, ofegante. Mas os olhos ainda queimavam.
- Eu não tô acostumada com isso... a gente só transa papai e mamãe, rapidinho, sem oral, sem nada diferente. Quero matar todas as minhas curiosidades com você...
Isso excitou Alex ainda mais. Pegou a mão dela e colocou na rola melada da buceta dela.
- Acaricia devagar primeiro.
Ela obedeceu, mão macia subindo e descendo. Depois, ele guiou a cabecinha pra boca dela.
- Chupa, gostosa.
Lili, meio sem graça, abriu os lábios e colocou na boca. Engasgou no começo, quase vomitou, olhos lacrimejando.
- Devagar, assim... isso... vai acostumando.
Logo ela pegou o jeito. Chupava como uma profissional, enfiando fundo, babando tudo, mão massageando as bolas. Às vezes chupava com tanta fome que os dentes roçavam, doía gostoso.
- Porra, Lili... tá chupando que nem uma vadia safada...
- Quero aprender tudo... me ensina... – ela murmurou, pau na boca.
Ele segurou a cabeça dela e fodeu a boquinha, devagar no começo, depois mais fundo. Quando ia gozar, avisou.
- Vou gozar...
- Não na boca... – ela pediu, mas com os olhos pedindo o contrário.
- Você vai gostar. Depois a gente se beija gostoso, você nem vai notar.
Gozo jorrou forte. Ela engoliu um pouco, o resto escorreu pelos cantos da boca, pingando nos peitos. Ele puxou ela pra cima, deu um beijo profundo, misturando o gosto do próprio gozo. Lili gemeu surpresa, mas correspondeu.
Foram pro banho. Debaixo do chuveiro quente, ela se ajoelhou de novo.
- Essa rola parece que tem mel... adoro chupar... quero que você venha sempre aqui me dar essa pica pra eu mamar... me ensinar tudo...
Ele levantou ela, virou de costas, apoiou as mãos na parede e meteu de novo na buceta ensopada. Socava forte, água escorrendo nos corpos. Lili rebolava, gemendo alto.
- Mete... fode essa buceta... ai... mais forte... sou sua vadia agora...
Gozaram juntos de novo. Depois, deitados na cama, ela confessou mais.
- Quero que você coma meu cuzinho também... nunca fiz isso... mas hoje quero tudo.
Alex sorriu, já duro de novo. Virou ela de quatro, abriu a bundinha gostosa, cuspiu no furinho apertado e começou a massagear com o dedo. Lili gemia, empinando mais.
- Vai devagar... aaai... tá estranho... mas gostoso...
Enfiou o dedo, depois dois, preparando. Quando colocou a cabeça da rola no cu, ela mordeu o travesseiro.
- Aaaaaaiiiii... devagar... tá abrindo meu cu... porra... vai enfiando...
Centímetro por centímetro, ele entrou. Quando estava todo dentro, começou a meter devagar, depois mais rápido. A bundinha apertava a rola dele como um punho quente.
- Fode meu cu... mete gostoso... aaaahhhhh... tá me arrombando todinha!
Os gemidos dela ficaram desesperados, misturados com safadezas.
- Mais forte... quero sentir essa pica grossa no meu cu... sou sua puta... fode o cuzinho da mulher do seu amigo...
Ele metia fundo, mão no grelinho dela, dedando a buceta ao mesmo tempo. Lili gozou de novo, cu piscando apertando a rola dele. Alex não aguentou, gozou dentro do cu, enchendo de porra quente.
Caíram exaustos na cama, suados, melados, respirando pesado. Lili virou pra ele, mão acariciando o pau mole.
- Isso foi muito melhor do que eu imaginava... volta sempre, Alex. Quero aprender mais, quero que você me foda em todo canto dessa casa quando meu marido não estiver.
Eles se beijaram devagar agora, corpos colados. O dia ainda estava só começando. Alex sabia que isso era só o começo de muitas visitas "de trabalho".

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Transando gostoso com a esposa do amigo!

Codigo do conto:
266156

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
05/07/2026

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