Ela não aguentou a tentação e caiu na pica de um mendigo!

Fabiana, com seus 25 anos, 1,65m e aqueles 60kg bem distribuídos, era o tipo de mulher que todo mundo via como certinha. Branca, seios pequenos e firmes, bunda média mas bem arrebitada, casada há seis anos com o Thiago, um cara de 30 anos que tratava ela como princesa. Os dois frequentavam o grupo de jovens da igreja desde sempre, casaram e continuaram por lá. Mas Fabiana tinha aquele fogo interno de ajudar o próximo. Ela saía nas ruas, levava comida pros moradores de rua, cortava cabelo, doava roupa, sapato, tudo. Era a alma boa do grupo.
Numa dessas ações, levaram uns 15 caras pra um lugar pra tomar banho, cortar cabelo, unha e trocar de roupa. Foi aí que tudo mudou. Ela encaminhou um senhor moreno pro banheiro, um tal de Agnaldo. O cara entrou, mas deixou a porta aberta. Quando Fabiana virou pra conferir, ele já tinha tirado as calças. Aquela pica enorme, grossa, pendurada pesada entre as pernas, balançando um pouco enquanto ele se mexia. Era um pau de respeito, veias marcadas, cabeça rosada e grossa. Ela fechou a porta rapidinho, coração disparado, e saiu. Mas aquela imagem grudou na cabeça dela.
O dia seguiu normal, transformaram aqueles homens em gente limpinha, com aparência nova. Antes de irem embora, ela perguntou o nome e a história dele. Agnaldo, 54 anos, veio de outro estado, foi casado, separou e virou andante. Fabiana foi pra casa, mas a bucetinha dela não sossegava. Contraía, ficava molhada só de lembrar daquele pauzão. À noite, transou com o Thiago quatro vezes naquela semana. Cavalgava o marido imaginando que era o Agnaldo metendo fundo, esticando ela toda. "Porra, o que tá acontecendo comigo?", pensava ela, sentindo culpa mas tesão ao mesmo tempo.
A vida era estável, marido bom, tudo no lugar. Mas o pensamento errado consumia. Uma noite, Thiago na faculdade, ela pegou o carro e saiu. Foi direto pra praça onde os andantes ficavam. Logo viu o Agnaldo. Chamou ele, o cara reconheceu na hora.
- Ei, você é a moça que ajudou a gente outro dia, né?
- Sou sim. Quer ir num lugar comigo? Tenho uma coisa pra fazer.
- Vou sim, moça. O que é?
Ela não explicou muito. Levou ele pro motel mais próximo. Agnaldo se assustou um pouco com o lugar chique, mas ela acalmou.
- Relaxa, vai ser bom pra você.
Mandou ele tomar banho primeiro. Enquanto esperava, o coração dela batia forte, queria correr, mas a buceta latejava, molhada, pedindo. Quando ele saiu enrolado na toalha, aquele volume enorme marcando, ela perdeu o resto de vergonha. Pegou escova e pasta da bolsa.
- Escova os dentes, vai ficar melhor.
Ele escovou, ela borrifou perfume no corpo sarado dele. Agnaldo era bonito pra caralho, pele morena, músculos definidos apesar da vida dura. Veio pra cima dela como uma fera. Abraçou forte, beijou com fome, língua invadindo a boca dela.
- Você é gostosa pra porra, hein dona.
Tirou a roupa dela rapidinho, deixou pelada. Nem olhou pro fio dental, foi direto pros peitos pequenos, mamando com vontade, chupando os bicos até ficarem duros. Fabiana gemia baixo.
- Ahhh... devagar...
Ele desceu, abriu as pernas dela e enfiou a cara na buceta. Língua grossa lambendo o grelinho inchado, sugando os lábios molhados, descendo pro cuzinho e enfiando a ponta da língua ali também. Fabiana arqueou as costas, segurando a cabeça dele.
- Aiii meu Deus... que delícia... chupa minha bucetinha... isso... lambe meu cu também... ahhh porra!
Ela perdeu toda a vergonha. Empurrava a buceta contra a cara dele, molhando o queixo do homem. Depois pediu:
- Deixa eu mamar você agora.
Agnaldo deitou, abriu a toalha. Aquela pica monstruosa pulou pra cima, grossa, latejando, bolas enormes penduradas. Fabiana segurou com as duas mãos, punhetando devagar, sentindo o peso.
- Caralho, que pauzão... nunca vi um tão grande.
Abaixou a boca e começou a chupar. A cabeça grossa mal cabia, esticava os lábios dela. Sugava com fome, babando, descendo o máximo que conseguia. Depois lambeu as bolas, colocou uma na boca, sugando gostoso.
- Hummm... que cheiro bom de macho... quero essa vara toda dentro de mim.
Não queria que ele gozasse na boca. A buceta tava implorando. Pegou gel, passou bastante no pauzão dele e na própria buceta. Montou por cima, devagar. A cabeça grossa forçando a entrada.
- Aiiii... vai devagar... tá enchendo tudo... ahhhhh!
Sentou até o fundo. A pica dele esticava ela inteira, batendo no fundo da buceta. Começou a subir e descer, rebolando, os seios pequenos pulando.
- Que delícia... me fode com essa pica grossa... me rasga toda!
Agnaldo segurava a bunda média dela, apertando, ajudando no ritmo.
- Isso, senta gostoso na minha vara... sua bucetinha é apertada pra caralho... tá me apertando inteiro.
Ela cavalgava mais rápido, gemendo desesperada.
- Ahhh... ahhh... tá batendo fundo... eu vou gozaaaaaaar... continua metendo!
O orgasmo veio forte, buceta contraindo em volta da pica, esguichando um pouco. Mas ele ainda tava duro. Virou ela de quatro, meteu de novo na buceta, socando forte, bolas batendo na bucetinha molhada.
- Toma essa pica, sua vadia gostosa... tá louca por rola de macho, né?
- Tô sim... me come... mais forte... ahhh porra!
Ele metia com vontade, mão no cabelo dela, puxando. Depois parou, passou gel no pau e no cuzinho dela.
- Quero comer esse cuzinho também.
Fabiana tava doida, aceitou. Ele encostou a cabeça grossa na portinha apertada e foi empurrando. Doeu pra caralho.
- Aiiii aiiii aiiii... tá doendo muito... devagar... ahhhhh!
Sentiu como se fosse cagar no pau dele, a dor queimando. Aguentou um pouco, mas pediu:
- Tira... tira por favor... tá doendo demais!
Ele tirou com cuidado, lavou rápido e voltou pra buceta. Metia fundo, rápido, batendo sem parar. Fabiana gemia alto, desesperada.
- Isso... fode minha bucetinha... me enche toda... vou gozar de novo!
Gozou forte, pernas tremendo. Agnaldo não aguentou, tirou e gozou gostoso nos peitos e na barriga dela, jatos grossos e quentes.
- Caralho... que gozada... você é uma puta safada.
Ficaram ali, ofegantes. Depois ele começou a trabalhar numa empresa, saiu das ruas. Sempre que dava, se encontravam no motel. Virou amante fixo. Fabiana voltava pra casa com a buceta dolorida, o cuzinho latejando da tentativa, mas o tesão não parava. Thiago nunca desconfiou. Era o segredo dela, aquela pica enorme que preenchia o que o marido não conseguia.
Nas outras vezes, ela se soltava mais. Chegava já molhada, chupava ele no carro antes de entrar no quarto. Agnaldo aprendia os pontos fracos dela: mamava o grelinho até ela implorar, enfiava dois dedos na buceta enquanto lambia o cu. Fabiana gritava:
- Chupa meu grelo... isso... enfia a língua no meu cu... ahhh vou gozar na sua boca!
Depois montava de novo, rebolando devagar, sentindo cada veia da pica grossa roçando as paredes da buceta. Pedia pra ele falar sacanagem.
- Fala que sou sua putinha... que você vai me arrombar toda...
- Você é minha putinha mesmo... casadinha safada louca por pica desse mendigo... vou encher essa buceta de porra todo dia.
A intensidade era sempre alta. Suor escorrendo, corpos batendo, gemidos ecoando no quarto do motel. Uma vez ela deixou ele tentar o cu de novo, com mais gel e calma. Doeu menos, mas ainda queimava. Aguentou um pouco mais, sentindo a pica enorme abrindo o cuzinho apertado.
- Tá entrando... aiiiii que delícia misturada com dor... mete devagar... ahhh porra!
Ele metia curto, só a cabeça, enquanto esfregava o grelinho dela. Fabiana gozou loucamente, cu piscando em volta da rola. Ele tirou e terminou na buceta, gozando dentro, enchendo ela de leitinho quente.
Fabiana vivia pra esses encontros. Em casa, era a esposa perfeita. Na rua, a voluntária. No motel, a vadia insaciável que gemia como uma cadela no cio toda vez que sentia aquele pauzão abrindo ela. O Agnaldo virou vício. E ela não queria parar nunca. A culpa vinha, mas o tesão era maior. Sempre que pegava o carro à noite, a bucetinha já molhava só de imaginar ele metendo sem dó.
Naquele ultimoo encontro, depois do primeiro gozo, eles não pararam. Agnaldo deitou ela de lado, levantou uma perna e meteu de conchinha, devagar no começo, depois acelerando. A pica grossa entrava toda, batendo no ponto G, fazendo ela jorrar.
- Ahhh... tá me matando de prazer... mais fundo... quebra minha buceta!
Ele mordia o pescoço dela, mão apertando os seios pequenos, dedilhando o bico. Fabiana tremia inteira, suada, cabelo grudado na testa.
- Eu sou louca por essa vara... me fode como se fosse a última vez... ahhhhhhh!
Ele virou ela de novo, colocou os pés dela nos ombros dele e socou com força. Posição que deixava a buceta toda exposta, esticada ao máximo pela grossura dele. O barulho molhado de pica entrando e saindo enchia o quarto. Bolas batendo no cu dela.
- Olha como sua bucetinha engole minha pica... tá toda vermelhinha... safada.
Fabiana segurava os lençóis, unhas cravadas, gemendo sem parar.
- Issoooooo... me rasga... quero sentir você gozando dentro... enche minha buceta de porra!
Ele aumentou o ritmo, suor pingando no corpo dela. Quando gozou, jorrou fundo, enchendo ela até transbordar. Fabiana gozou junto, squirting no pau dele, corpo convulsionando.
Depois do banho juntos, ela chupou ele de novo no box, de joelhos, água caindo, mamando as bolas e a pica limpa. Engoliu até o fundo da garganta, engasgando mas sem parar.
- Hummmm... que pau delicioso... quero mais...
Voltaram pra cama e foderam mais uma vez, ela por cima, rebolando devagar, sentindo o pau latejar dentro. Conversavam sacanagem no meio.
- Seu marido tem pica pequena, né? Por isso veio atrás de mim.
- Tem sim... mas a sua é enorme... me vicia... me fode todo dia que der...
E assim nasceu o caso. Encontros escondidos, sempre intensos, sempre com gemidos desesperados, buceta inchada, cu lambido, pica mamada com vontade. Fabiana descobriu um lado selvagem que o casamento bonitinho nunca revelou. E Agnaldo, o andante que virou amante, sabia exatamente como fazer ela perder o controle.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Ela não aguentou a tentação e caiu na pica de um mendigo!

Codigo do conto:
266085

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/07/2026

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