Irmãzinhas caindo na pica do peão!

Naquela fazenda quente do interior, lá pelos anos 70 pro 80, o tempo parecia correr mais devagar. Maria Júlia tinha acabado de fazer 18 anos, corpo recém-formado, peitinhos firmes e uma bucetinha ainda com pelinhos finos e claros. A irmã dela, Letícia, com 19, era um pouco mais safada, quadril mais largo, bunda empinada e uma curiosidade que não cabia dentro do corpo. Elas moravam com os pais e os três irmãos, todos trabalhando duro na roça. O pai, agricultor velho de fibra, contratou um peão novo chamado Seu Geraldo. O homem tinha uns 50 anos bem vividos, corpo forte de tanto trabalhar, mãos calejadas e um olhar que escondia muita coisa.
Seu Geraldo ganhou um quartinho simples do lado de fora da casa grande. As meninas, danadas como eram, começaram a bisbilhotar. De noite, depois que todo mundo dormia, elas se esgueiravam até a fresta da madeira e ficavam espiando. A primeira vez que Maria Júlia viu foi marcante. Seu Geraldo estava deitado na cama estreita, calça arriada até os joelhos, e segurava um cacete enorme, grosso, veioso, que mal cabia na mão dele.
- Olha só o tamanho disso... – sussurrou Maria Júlia, olhos grudados na fresta.
Ela ficou vidrada vendo ele bater punheta devagar, a pele subindo e descendo, as bolas grandes e pesadas balançando. Quando ele gozou, jatos grossos de porra espirraram até a parede. Maria Júlia sentiu a bucetinha latejar, molhada de um jeito que ela nunca tinha sentido. Correu e contou pra Letícia, que quase surtou de inveja.
Daí em diante virou vício. Quase toda noite as duas iam lá, agachadas no escuro, saias finas do sítio levantadas, calcinhas úmidas coladas na carne. Seu Geraldo logo desconfiou. Uma noite ele deixou a porta entreaberta de propósito e se deitou pelado, o pau já meio duro descansando sobre a barriga. Quando as meninas chegaram, ele segurou o cacete e começou a punhetar bem devagar, virando a cabeça grossa na direção da fresta.
- Vocês tão aí de novo, né suas danadinhas? – disse ele com a voz rouca. – Querem ver o velho bater uma pra vocês?
As duas ficaram paralisadas, bucetinhas ardendo. Letícia, mais atrevida, não aguentou:
- Para não, Seu Geraldo... continua... a gente quer ver esse pau grandão gozar.
Ele sorriu, apertou mais forte e acelerou. As bolas batiam, o pré-gozo brilhava na cabeça inchada. Quando gozou, a porra voou forte, respingando na madeira perto da fresta. As meninas saíram correndo, rindo nervosas, mas molhadas até as coxas.
Depois disso ele mudou a tática. Um fim de tarde, quando os pais tinham ido na cidade, ele chamou as duas:
- Entra aqui, meninas. Vamos conversar direito. Tá muito calor pra ficar escondida aí fora.
Maria Júlia e Letícia entraram tremendo. O quarto cheirava a homem, suor e algo mais bruto. Seu Geraldo estava sentado na cama, calça estufada por causa do pau duro.
- Eu sei que vocês ficam me olhando bater punheta. Gosta do que vê, Maria Júlia? E você, Letícia?
As duas negaram no começo, mas a mentira não colou. Ele pegou a mãozinha de Maria Júlia e colocou por cima da calça. Ela sentiu o calor, a grossura impressionante.
- Aperta, vai... não tem medo não.
Ela apertou. Era grosso demais, latejando. Letícia, safada, já colocou a mão dela também. Seu Geraldo abriu a calça e tirou aquele monstro pra fora: mais de 22 centímetros de vara grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando, bolas enormes penduradas.
- Punheta pra mim, Letícia. Assim, devagar primeiro... isso... aperta a cabeça.
Letícia obedeceu, mão subindo e descendo. Maria Júlia olhava hipnotizada. Ele gemia baixo:
- Ahhh, que mãozinha gostosa... aperta mais as bolas, Maria Júlia... isso, caralho...
Logo ele gozou forte, jatos quentes cobrindo a mão de Letícia. Ela lambeu um pouco, curiosa. A partir dali virou rotina. Quase todo dia as duas iam no quarto dele. Ele ensinava, mandava elas alternarem, às vezes punhetava entre os peitos delas.
Certo dia, o calor estava insuportável. As meninas usavam só saias leves e blusinhas finas. Seu Geraldo trancou a porta, tirou a calcinha de Letícia primeiro. A bucetinha dela, com pelinhos ralos, brilhava molhada.
- Deixa eu provar esse melzinho, vai.
Ele colocou Letícia deitada na cama, abriu as pernas e enfiou a língua grossa na buceta quente. Chupava o grelinho inchado, enfiava a língua fundo, depois descia pro cuzinho apertado e lambia tudo.
- Aiiiii Seu Geraldo... que delícia... chupa mais... ahhh!
Letícia gemia desesperada, quadril rebolando na cara dele. Maria Júlia assistia, mão dentro da própria calcinha. Quando Letícia gozou, jorrando na boca do velho, ele lambeu os beiços todo sujo de tesão.
- Sua vez agora, Maria Júlia.
Ele repetiu tudo nela. Língua habilidosa abrindo a bucetinha virgem, sugando o grelinho, invadindo o cuzinho com a ponta da língua. Maria Júlia gozou gritando, pernas tremendo:
- Ai meu Deus... tô gozandooooooo... não para... aaaahhh!
Ele viciou em chupar as duas. Às vezes uma de cada vez, às vezes as duas juntas. Até que chegou o dia da penetração.
Maria Júlia foi sozinha. Seu Geraldo estava pelado, pau duro latejando. Ele deitou ela na cama, abriu bem as pernas e encostou a cabeça grossa na entradinha da buceta.
- Vai doer um pouco no começo, mas depois vai ser bom pra caralho.
Empurrou devagar. Só a cabeça já era difícil. Maria Júlia segurou nas costas dele:
- Aiiiii... tá muito grande... devagar...
Ele foi enfiando centímetro por centímetro. Quando uns 4 cm entraram, ela já gemia misturando dor e prazer. Dias depois ele tentou de novo, mais lubrificado com cuspe. Dessa vez forçou mais. Maria Júlia choramingava:
- Para... tá doendo muito... ai por favor...
Mas ele continuou, devagar, até enterrar tudo. A barriga dela estufou um pouco. Dor imensa, mas ele ficou parado, pau pulsando dentro.
- Respira... agora tá todo dentro. Sua bucetinha tá apertando meu cacete inteiro.
Depois de uns minutos ele começou a mexer devagar. A dor virou um prazer bruto. Maria Júlia segurava nas bolas dele, arranhava as costas.
- Me fode... vai... mete mais forte...
Ele acelerou, bombando fundo. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto. Ela gozou primeiro, esguichando na vara dele:
- Tô gozandooooo... aaaahhh Seu Geraldo... me enche!
Ele não aguentou e gozou dentro, jatos quentes enchendo a bucetinha virgem. Porra escorrendo pelas coxas dela quando ele tirou.
Letícia também perdeu a virgindade com ele, em segredo. Quando as duas descobriram, o tesão triplicou. Seu Geraldo mandou as duas irem juntas um dia. Foi uma foda inesquecível.
Ele comeu Letícia de quatro primeiro, segurando na cintura, metendo fundo enquanto Maria Júlia sentava na cara dele. A língua dele trabalhava no grelinho e no cuzinho dela.
- Chupa minha buceta... assim... ai que gostoso...
Letícia gemia alto:
- Me fode Seu Geraldo... mete esse cacete todo... quebra minha buceta...
Ele alternava: metia em uma, chupava a outra, depois trocava. As duas gozavam uma atrás da outra, corpos suados, bucetas vermelhas e inchadas, porra escorrendo. Gemidos desesperados enchiam o quarto:
- Mais... não para... tô gozando de novo... aaaahhh caralho!
Ele nunca comeu o cuzinho delas, mas ameaçava que um dia ia tentar. Infelizmente o pai desconfiou de algo e mandou Seu Geraldo embora. As meninas choraram escondido, com medo de engravidar, mas também com saudade daquela vara grossa e daquelas bolas enormes.
Anos depois, já casadas, Maria Júlia e Letícia ainda se olhavam e riam cúmplices quando lembravam. Às vezes, sozinhas, se tocavam pensando naqueles dias quentes no quartinho do peão, na língua dele chupando tudo, no cacete enorme abrindo elas pela primeira vez.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Irmãzinhas caindo na pica do peão!

Codigo do conto:
266070

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
04/07/2026

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