A esposa do caseiro!

O dia estava quente pra caralho naquela empresa no meio do mato. Eu já conhecia o caseiro, um cara azedo que mal falava com a gente, mas nunca tinha visto a mulher dele. Até que um fim de tarde, quando eu estava saindo pro carro, uma loira linda pra porra parou o carro bem na frente do portão. Cabelo loiro quase branco caindo nos ombros, pele morena clara, corpo daqueles que faz qualquer um virar a cabeça. Ela desceu rápido, vestidinho leve, e sumiu pra dentro da casa do caseiro. Nem pensei muito na hora, mas aquela imagem ficou grudada na minha cabeça.
Dias depois, eu estava supervisionando uma obra no lado externo, perto da cerca. Foi aí que vi ela de novo. Marcela. Vestidinho listrado branco e vermelho, daqueles bem coladinhos no corpo, marcando os peitos firmes e a bunda redonda. Ela conversava com o rapaz que eu orientava, rindo baixo, dentes branquinhos brilhando. Quando cheguei perto, ela virou o rosto pra mim e deu aquele sorriso. Porra, senti um tesão imediato. Meu pau deu uma latejada dentro da calça só de imaginar aquela boca gostosa chupando.
— Oi, tudo bem? — ela disse, voz suave, mas com um olhar que já entregava safadeza.
O rapaz explicou que era a mulher do caseiro. Marcela, 33 anos. Paixão à primeira vista, mano. Fiquei com ela na cabeça o resto do dia, imaginando como seria beijar aquela boca, apertar aqueles peitos, enfiar a pica bem fundo naquela buceta.
Ela percebeu. No outro dia, veio trazer uma encomenda pra empresa. Vestidinho curto outra vez, daqueles que sobem fácil quando ela anda. Eu estava sentado na cadeira do escritório externo, e ela se plantou bem na minha frente. Olhei de cima a baixo sem vergonha: as coxas grossas, a curva da bunda, o decote mostrando o vale entre os seios. Ela notou, mas fingiu que não. Conversou com as amigas de trabalho, rindo alto, demorando ali de propósito. Depois foi embora rebolando, sem nem olhar pra trás. Mas eu sabia que ela estava gostando do jogo.
Os outros caras do trabalho secavam ela toda vez que aparecia. Shortinhos curtíssimos, blusinhas coladas. O marido azedo ficava lá dentro, mas a gente sabia que ela adorava provocar. Eu ia devagar, porque queria comer ela direito, sem pressa.
Teve a festa da empresa que mudou tudo. Marcela apareceu toda produzida: vestido justo, maquiagem perfeita, cabelo solto. Eu não tirava os olhos dela. Ela sabia, e ficava esticando o corpo, cruzando as pernas, mostrando aquelas coxas macias. Em certo momento, passou perto de mim e roçou o braço no meu de propósito.
— Tá gostando da festa? — perguntei baixo.
— Tá ficando melhor agora — ela respondeu com um sorriso safado, e seguiu andando.
Outro dia, eu estava perto da casa dela, checando umas peças que iam ser descartadas. Ela apareceu do nada, shortinho jeans curtíssimo, blusa fina que deixava os bicos dos peitos marcando.
— Oi... você trabalha com aquelas peças velhas, né? Preciso de algumas pra consertar uma coisa em casa — disse ela, se aproximando.
A conversa fluiu fácil. Peguei na mão dela, macia e quente. Ela não puxou. Conversa vai, conversa vem, eu puxei ela pro meu corpo. Abracei forte, sentindo os peitos dela espremendo no meu peito. Encostei o rosto no dela e dei um beijo na boca. Ela deixou. Os lábios macios, quentes, responderam. Minha língua entrou devagar, e ela gemeu baixinho na minha boca. Quando soltei, ela saiu sem dizer nada, mas com as bochechas vermelhas e o olhar brilhando.
Fiquei preocupado, mas feliz pra caralho. E o retorno veio mais rápido do que eu esperava.
Dois dias depois, eu estava sozinho no mesmo canto externo, perto da casa. O marido tinha saído pra cidade. Marcela apareceu de novo, dessa vez com um vestidinho leve, sem sutiã. Os mamilos duros já apareciam no tecido.
— Vem aqui... — ela chamou, voz baixa e urgente.
Entrei na casa dela. Mal fechei a porta e ela já pulou no meu pescoço. Nosso beijo foi bruto, molhado, desesperado. Minhas mãos desceram direto pra bunda dela, apertando forte por baixo do vestido.
— Porra, Marcela... eu quero te comer faz tempo — rosnei no ouvido dela.
— Então come, vai... meu marido tá fora. Me fode logo — ela respondeu, mordendo meu lábio.
Tirei o vestido dela num puxão. Os peitos pularam livres, médios, com bicos rosados e duros. Chupei um mamilo com força, lambendo, mordiscando. Ela gemeu alto:
— Aiiiii, caralho... chupa mais forte...
Minha mão desceu entre as pernas dela. A buceta já estava encharcada, lisinha, inchada. Passei o dedo no grelinho e ela tremeu inteira.
— Que bucetinha molhada... tá louca pra levar pica, né safada?
— Tô... enfia o dedo... ahhh...
Enfiei dois dedos fundo, sentindo ela apertar. Ela rebolava no minha mão, gemendo desesperada. Tirei a calça, minha pica grossa e dura pulou pra fora, latejando. Ela olhou e lambeu os lábios.
— Que pica gostosa... me deixa chupar.
Ajoelhou no chão da sala e engoliu tudo. Boca quente, língua girando na cabeça, chupando com fome. Segurou minhas bolas, massageando enquanto descia a boca até o fundo da garganta.
— Glup... glup... hmmmmm... que delícia essa pica... — ela gemia com a boca cheia.
Eu segurava o cabelo loiro dela, fodendo a boca devagar no começo, depois mais fundo. Saliva escorria pelo queixo dela, pingando nos peitos.
— Isso, engole tudo, vadia... chupa essa pica que vai te arrombar.
Levantei ela, virei de costas e dobrei sobre o sofá. A bunda empinada, buceta brilhando de tesão. Abri as bandas e lambi tudo: do cu até o grelinho. Ela gritou de prazer.
— Aiiiii meu Deus... lambe meu cu... que delícia... continua...
Enfiei a língua no cuzinho apertado dela enquanto dedava a buceta. Marcela rebolava, gemendo feito uma puta no cio:
— Me fode... enfia essa pica agora... tô pingando...
Posicionei a cabeça grossa na entrada da buceta e meti de uma vez. Ela arqueou as costas e gritou:
— Aaaahhhh... que grossa... tá me abrindo toda... fode mais fundo!
Comecei a estocar forte, sentindo a buceta quente e molhada engolir minha pica inteira. O barulho de pele contra pele ecoava na sala. Peguei nos cabelos dela, puxando pra trás enquanto metia.
— Toma essa pica, Marcela... sua bucetinha gulosa tá me apertando... que delícia...
— Mais forte... me arromba... ahhh... tô gozando... porraaaa!
Ela gozou tremendo, esguichando um pouco na minha pica. Não parei. Virei ela de frente, levantei uma perna e meti de novo, olhando nos olhos dela. Os peitos balançavam com cada estocada.
Beijei ela com fome, mordendo o pescoço, chupando os mamilos enquanto socava fundo. Ela cravava as unhas nas minhas costas.
— Me fode... sou sua puta agora... usa essa buceta... aaaahhh...
Mudei pra posição de quatro no chão. Segurei a bunda dela aberta e meti no cu devagar. Ela gemeu alto, mas empurrou pra trás.
— Isso... devagar no começo... ai que gostoso... enfia mais... me fode no cu...
Acelerei, fodendo o cuzinho apertado com força. Minhas bolas batiam na buceta molhada dela. Marcela gritava de prazer:
— Que delícia... me arromba o cu... mais rápido... tô gozando de novo... hmmmmmm!
Gozei pela primeira vez enchendo o cu dela de porra quente. Ela tremeu, gozando junto.
Mas não acabou. Levantei ela, sentei no sofá e fiz ela sentar na minha pica ainda dura, de frente pra mim. Ela rebolava desesperada, peitos na minha cara.
— Monta nessa pica... isso... quica gostoso... que buceta gulosa...
— Adoro sua pica... me enche toda... vou gozar de novo... aaaaiii...
Ela quicava rápido, suada, loira grudada no rosto. Eu chupava os mamilos, apertava a bunda, dava tapas. O tesão subiu de novo. Virei ela de lado, uma perna pra cima, metendo fundo na buceta enquanto esfregava o grelinho.
— Olha como você tá molhada... tá pingando no meu pau... safada...
— Me faz gozar... me fode como uma vadia... por favor...
Os gemidos dela ficaram mais agudos, desesperados. Gozamos juntos outra vez, eu enchendo a buceta dela de leite quente. Ela desabou no meu peito, ofegante, beijando meu pescoço.
— Isso foi loucura... mas eu queria tanto... — murmurou ela.
Ficamos ali um tempo, recuperando o fôlego. Depois repetimos na cozinha, no quarto, no banheiro. Eu comi ela de todos os jeitos: de pé contra a parede, com ela sentada na pia, chupando até ela implorar pra parar. Marcela era insaciável, pedia mais, chamava de pica, buceta, cu, grelinho sem parar.
— Me dá mais... quero sua porra na boca agora...
No final da tarde, antes do marido voltar, ela me chupou até eu gozar na língua dela. Engoliu tudo, lambendo os lábios com aquele sorriso safado.
— Volta sempre que puder... essa buceta agora é sua.
Saí dali com o corpo dolorido de tanto tesão, mas satisfeito pra caralho. Marcela virou minha obsessão. Toda vez que via ela no trabalho, com aqueles shortinhos, eu já ficava duro lembrando como era bom foder aquela loira gostosa.
E o melhor: o jogo só estava começando.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A esposa do caseiro!

Codigo do conto:
266113

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
04/07/2026

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