Me senti culpada por ter trepado com meu filho!

A casa estava silenciosa naquela noite quente de verão. Eu, Laura, 42 anos, casada há mais de vinte com um homem que mal me tocava direito, me revirava na cama. Meu marido estava no exterior de novo, daqueles trabalhos que rendiam dinheiro mas deixavam a cama fria. Meu filho, Pedro, 20 anos, dormia no quarto ao lado. Ele sempre foi quieto, daqueles garotos que não saíam muito, sem muitas namoradas. Eu me preocupava, mas ultimamente... algo mudara.
Eu já tinha notado. Quando ele tomava banho e deixava a porta entreaberta, ou quando trocava de roupa sem perceber que eu estava por perto. Aquele volume na cueca era anormal. Meu marido tinha um pauzinho comum, daqueles que mal chegavam a me satisfazer depois de uma rapidinha sem graça. Mas o de Pedro... puta merda, parecia um monstro mesmo parado. Isso me excitava de um jeito que eu não conseguia admitir nem pra mim mesma.
Eram três da manhã quando ouvi o barulho. Um gemido baixo, ritmado, vindo do quarto dele. Meu coração acelerou. Levantei devagar, só de camisola fina, e fui até a porta entreaberta. Espiei.
Pedro estava sentado na cama, luz do notebook iluminando o corpo jovem e definido. Na tela, um pornô bem explícito: uma mulher sendo comida com força. Ele tinha a mão enorme em volta do pau. Quase 20 centímetros de pica grossa, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Ele batia punheta devagar, apertando a base, subindo até a glande inchada.
Fiquei paralisada. Minha buceta traiu na hora, ficou molhada, latejando. Não consegui me conter. Abri a porta devagar.
Ele me viu. Em vez de pânico, Pedro sorriu calmo, continuou masturbando aquele monstro, os olhos fixos em mim.
- Olha só quem veio me ver, mãe... - disse baixinho, a voz rouca de tesão.
Eu tentei virar, fugir, mas ele foi mais rápido. Levantou num pulo, agarrou meu braço com força. O aperto era de homem, não de garoto. Lutei, empurrei, mas ele me puxou pra dentro do quarto e fechou a porta.
- Me solta, Pedro! Isso é loucura! - eu sussurrei, o coração martelando.
Ele não respondeu com palavras. Só me encostou na parede, o corpo quente colado no meu. Sentí aquela pica dura roçando minha barriga por cima da camisola. Ele abaixou o rosto e começou a lamber meu pescoço devagar, chupando a pele, mordiscando o lóbulo da orelha.
- Hmmm... calma, mãe. Você tá tremendo... mas sua bucetinha já tá molhada, né? - murmurou ele, a respiração quente no meu ouvido.
Eu tentei resistir, mas as pernas fraquejaram. Ele me abraçou forte, me carregou como se eu não pesasse nada e me jogou na cama dele. O cheiro dele, suor misturado com tesão, me invadiu.
Ele tirou minha camisola devagar, apesar das minhas mãos tentando impedir. Meus seios grandes, maduros, pularam livres. Os mamilos já duros. Pedro lambeu os lábios.
- Que tetas gostosas, mãe... sempre quis chupar elas.
Ele mergulhou, chupando um mamilo com fome, mordendo de leve, enquanto a mão descia pro meio das minhas pernas. Abriu minhas coxas grossas e passou os dedos na minha buceta depilada. Eu estava encharcada.
- Ahhh... Pedro... não... - gemi, mas minha voz saiu fraca.
Ele desceu, colocou minhas pernas nos ombros largos e aproximou o rosto da minha xoxota. O primeiro toque da língua no grelinho me fez arquear as costas.
- Porra, mãe... sua buceta é tão cheirosa e molhada... - ele gemeu antes de atacar.
Lambeu devagar no começo, circulando o clitóris inchado, depois enfiou a língua toda dentro, fodendo meu buraco com ela. Dois dedos grossos entraram na buceta, curvando pra cima, batendo direto no ponto G. Eu nunca tinha sentido isso. Meu marido nunca me lambeu assim.
- Aaaahhh! Filho... meu Deus... que delícia... não para... - eu gemia desesperada, as mãos agarrando os lençóis.
Ele sugava o grelinho, batia os dedos rápido, a boca toda suja de meus sucos. Eu gozei pela primeira vez em minutos, o corpo convulsionando, gritando baixo pra não acordar a vizinhança.
- Goza na minha boca, mãe! Quero beber tudo... - ele ordenou, lambendo mais forte.
Quando eu ainda tremia, ele se levantou. Tirou a cueca. O monstro pulou livre, balançando pesado. Mais de 20cm agora, completamente duro, a cabeça enorme brilhando.
Ele pegou minha mão e colocou em volta da pica. Eu segurei, sentindo o calor, as veias pulsando. Comecei a masturbar devagar.
- Olha o tamanho disso, mãe... tá vendo como ele cresce pra você? - ele disse, sorrindo safado.
Eu estava hipnotizada. Ele segurou minha cabeça por trás e puxou pro pau.
- Chupa, mãe. Quero ver essa boquinha de casada engolindo a pica do filho.
Eu resisti um pouco, mas a força dele venceu. Abri a boca. A cabeça era tão grossa que meus lábios esticaram ao máximo. Consegui só um terço no começo. Mas eu era boa nisso, das poucas experiências antes do casamento. Comecei a chupar com vontade, lambendo as veias, girando a língua na glande.
- Isso... caralho... que boca gostosa... engole mais, mãe... - ele gemia, empurrando devagar.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha garganta. Empurrava fundo, sufocando. Lágrimas escorriam, baba escorria pelo queixo. Quase tudo entrava, batendo no fundo da garganta.
- Gluck... gluck... aaaahhh... - eu engasgava, mas ele não parava.
- Relaxa a garganta, porra... toma a pica do seu filho inteiro... - ele rosnava.
Deu um tempo, me deixou respirar com um copo de água. Depois me jogou de novo na cama, veio por cima, beijando minha boca com fome, chupando meus seios, mordendo a barriga, lambendo tudo.
Finalmente posicionou a cabeça grossa na entrada da minha buceta encharcada.
- Vai doer um pouco, mãe... mas você vai aguentar. Essa buceta foi feita pra mim.
Empurrou devagar. Eu quase gritei.
- Aaaaiii... Pedro... é muito grande... vai rasgar... devagar... - gemi, as unhas cravando nas costas dele.
Ele parou, mas não tirou. Esperou eu me acostumar. Quando meu corpo relaxou e gozei de novo só com a pressão, ele meteu mais fundo. Centímetro por centímetro, até quase tudo dentro. Minha buceta esticada ao limite, latejando em volta da pica dele.
- Porra... que buceta apertada... mama tá me apertando todo... - ele gemeu.
Começou a foder. Estocadas fortes, ritmadas, fundo. A cama batia na parede. Meus gemidos enchiam o quarto.
- Aaaahhh! Filho... me fode... mais forte... aiiiii que delícia... sua pica é enorme... - eu gritava, perdida no prazer.
Ele mudava de posição toda hora. De quatro, ele metia batendo na bunda, dando tapas que deixavam marca. Depois de lado, segurando uma perna pra cima, girando a pica dentro de mim. Missionário de novo, olhando nos meus olhos enquanto socava.
- Olha pra mim enquanto eu te como, mãe... você é minha agora... - ele dizia entre estocadas.
Eu gozava uma atrás da outra. Suor, baba, porra escorrendo. Ele me virou, abriu minha bunda e lambeu o cuzinho virgem também, enfiando a língua fundo.
- Um dia vou foder esse cu gostoso também... mas hoje é na buceta mesmo.
Fodeu a noite toda. Horas de sexo bruto, intenso. Ele gozou pela primeira vez dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente, grossa. Depois me fez chupar de novo, limpando tudo, e meteu outra vez.
Quando o sol já entrava pela janela, eu estava destruída, gozada, feliz. Dormi como criança nos braços dele, por quase 12 horas. Acordei com ele me abraçando, a pica ainda semi-dura encostada na minha coxa.
Ele sussurrou no meu ouvido, rouco de sono e tesão:
- Eu te amo, mãe...
Acordei horas depois com um peso enorme no peito. Culpa. O que eu tinha feito? Meu próprio filho... mas o corpo ainda latejava de prazer. Cada estocada, cada lambida, cada gemido ainda ecoava.
E aí, o que você acha? Devo me sentir culpada? Porque no fundo, eu já sei que vou voltar pro quarto dele hoje à noite de novo...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Me senti culpada por ter trepado com meu filho!

Codigo do conto:
266136

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/07/2026

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