- Ei, pai, bom dia... Tá quente pra caralho lá em cima de novo, né? – ela disse com aquela voz sonolenta e rouca de quem acabou de acordar, descendo as escadas devagar, os pés descalços batendo leve no piso frio da cozinha. Eu estava sentado no balcão, xícara de café na mão, mas o corpo inteiro travou quando vi ela. A caçula, 20 anos recém-completados, só de calcinha branca fina e uma camiseta larga cinza que mal cobria a bunda. Os mamilos marcando o tecido fino, os cabelos bagunçados caindo nos ombros. As pernas longas, bronzeadas do verão, movendo-se com aquela graça natural que me deixava louco há semanas. - Bom dia, filha... Fiz café extra hoje, achei que você ia descer – respondi, tentando manter a voz normal, mas meus olhos traíam tudo, descendo direto pro vão entre as coxas dela enquanto ela se encostava no balcão. Ela sorriu, aquele sorriso inocente que não era mais tão inocente pra mim. Pegou a xícara, deu um gole lento, e se sentou no banquinho alto da cozinha, cruzando as pernas devagar. A calcinha subiu um pouco, revelando a curva macia da bunda. O calor do segundo andar ainda estava no corpo dela, um cheiro leve de suor misturado com o sabonete do banho de ontem à noite. Fiquei ali, fingindo mexer no celular, mas a mente rodava. "Porra, ela tá me matando. Essa menina cresceu demais, tá mais gostosa que a mãe dela na mesma idade. Essa bucetinha apertada deve ser uma delícia..." Os pensamentos sujos não paravam. Eu tinha 49, casado há anos, mas ultimamente só pensava nela. Naqueles peitos firmes que balançavam de leve quando ela andava, no grelinho que eu imaginava inchado de tesão. A conversa começou leve, sobre o calor insuportável, as aulas que ela não tinha agora, o trabalho da mãe no home office. Mas o ar entre nós estava pesado. Ela se inclinava pra frente, a camiseta abrindo um pouco e mostrando o vale entre os seios. Eu sentia meu pau endurecendo dentro da calça de moletom, latejando. - Pai, você tá me olhando estranho hoje... Tá tudo bem? – ela perguntou, mordendo o lábio inferior de leve, os olhos castanhos fixos nos meus. - Tá tudo... normal, filha. Só o calor me deixando um pouco fora de mim – menti, mas a voz saiu rouca. Ela riu baixinho, descruzou as pernas e abriu um pouco mais, como se não fosse nada. A calcinha branca marcava o contorno perfeito da buceta, o tecido colado na fenda. Vi o grelinho saliente, pequeno e tentador. - Sabe, eu também tô com calor... Mas aqui embaixo tá mais fresquinho. Você não se importa se eu ficar assim, né? A mamãe e a irmã reclamam tanto do frio... – disse ela, passando a mão na coxa devagar, subindo até a barra da calcinha. Meu coração batia forte. O pau já tava duro pra caralho, empurrando o tecido. - Não... fica à vontade, amor. Você é adulta agora – respondi, engolindo seco. O silêncio caiu por um segundo. Ela me olhou diferente, como se estivesse lendo meus pensamentos sujos. Então se levantou, veio devagar até mim, parou bem na minha frente. O cheiro dela era doce, quente, jovem. - Pai... eu sei que você tá me olhando. Faz tempo que eu percebo. Você fica duro quando eu desço assim, né? – sussurrou, a mão tocando de leve meu peito. Eu congelei, mas o tesão venceu. Segurei a cintura dela, puxei pra perto. - Filha... isso é errado pra caralho. Você é minha menina... mas porra, você me deixa louco. Essa bucetinha que eu vejo toda manhã tá me tirando do sério. Ela gemeu baixinho, encostando o corpo no meu. Senti os peitos firmes contra meu peito. - Eu também penso em você, pai. Às vezes me toco lá em cima imaginando sua pica grossa me comendo. Eu sei que é safado... mas eu quero. Quero sentir você me fodendo bem gostoso. O beijo veio quente, desesperado. Minha língua invadiu a boca dela, chupando, mordendo os lábios carnudos. Ela gemeu alto, - Ahhh pai... que delícia... – e apertou o corpo contra o meu pau duro. Minhas mãos desceram pra bunda, apertando forte aquelas nádegas macias, puxando a calcinha pro lado. Dedos roçando a buceta lisinha, já molhada pra caralho. - Porra, filha... você tá encharcada. Essa bucetinha tá pingando pra mim? – rosnei, enfiando um dedo devagar na entradinha apertada. - Simmm... aiiii pai... enfia mais fundo. Eu quero seu dedo me arrombando – ela gemeu desesperada, rebolando no meu dedo. O dedo entrava e saía fácil, o som molhado ecoando na cozinha silenciosa. Ela era virgem? Não parecia, mas era apertada pra porra. O grelinho inchado roçava na minha palma enquanto eu dedava ela. Tirei a camiseta dela num puxão. Os peitos pularam livres, mamilos rosados duros como pedra. Chupei um com fome, mordendo de leve, sugando forte enquanto ela segurava minha cabeça. - Aiii que gostoso, pai... chupa o peito da sua filha... morde ele... ahhh fode... Eu estava perdido. Baixei o moletom, minha pica grossa e veia saltou pra fora, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou com olhos arregalados de tesão. - Caralho, pai... que pica enorme... maior que eu imaginava. Vai caber toda na minha bucetinha? - Vai sim, amor. Vou te arrombar devagar primeiro – respondi, esfregando a cabeça grossa na fenda molhada. Ela se virou de costas, apoiou no balcão, empinou aquela bunda perfeita. A calcinha foi pro chão. Vi o cu rosadinho piscando e a buceta inchada, melada. - Me fode, pai. Enfia essa pica na buceta da sua filha. Eu quero sentir você me rasgando – pediu, voz tremendo de tesão. Segurei os quadris, empurrei devagar. A cabeça entrou com um pop molhado. Ela gemeu alto, - Aaaaiii porra... tá grosso demais... devagar... Fui enfiando centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas me engolindo. Quando bati no fundo, ela tremeu inteira. - Tá toda cheia, filha? Meu pau tá batendo no seu útero? – perguntei, segurando firme. - Simmm... aiiiii pai... me fode agora. Me come forte... quero sentir suas bolas batendo na minha buceta. Comecei a meter com força. O som de carne contra carne enchia a cozinha. Ploc ploc ploc. Ela gemia desesperada, - Aiiiii aiiiiii aiiiiii... fode pai... mais forte... rasga minha bucetinha... Eu metia como um animal, uma mão no cabelo dela puxando, a outra dando tapas na bunda que ficava vermelha. O suor escorria nos corpos. O cheiro de sexo puro dominava tudo. Mudei de posição. Sentei no banquinho, puxei ela pra cima de mim. Ela sentou devagar na pica, rebolando fundo. - Cavalgue no pau do papai, filha. Mostra como você é safada – ordenei. Ela subia e descia rápido, os peitos pulando na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto ela gemia sem parar - Ahhh... que delícia... sua pica tá me destruindo... vou gozar pai... Os movimentos ficaram mais rápidos, a buceta apertando meu pau como um punho. Senti ela gozando, o corpo tremendo, sucos escorrendo pelas minhas bolas. - Aaaaiii porra... tô gozandoooooo... paaaai... me enche... Não aguentei. Virei ela de quatro no chão da cozinha, meti de novo com tudo. Estocadas brutais, fundo, rápido. O cu dela piscava enquanto eu socava a buceta. - Vou gozar dentro, filha. Vou encher essa bucetinha de porra quente do papai. - Goza pai... me enche toda... quero sentir seu leite quente jorrando dentro de mim – implorou, empinando mais. Gozei com força, jatos grossos enchendo ela. Ela gozou de novo junto, gemendo alto - Simmm... tá quente... me enchendo... Ficamos ali, ofegantes, meu pau ainda dentro dela, porra escorrendo pela coxa. Mas não acabou. Depois de um tempo descansando, eu a carreguei pro sofá da sala. Deitei ela de lado, levantei uma perna e meti de novo, devagar no começo, depois forte. Chupava o pescoço, mordia os ombros, dedos no grelinho esfregando enquanto socava. - Olha como sua buceta engole meu pau, filha. Tá toda arrombada e ainda quer mais. - Quero sim, pai... me fode o dia todo... sou sua putinha agora... fode meu cu também se quiser. O tesão subiu de novo. Tirei da buceta, lambuzei o cu com a mistura de porra e melada, e empurrei devagar no cuzinho apertado. - Aiiiii que delícia... tá entrando no meu cu... devagar pai... aaaahhh... Entrei todo, metendo no cu virgem dela com carinho no início, depois com força. Ela gritava de prazer misturado com dor gostosa. - Fode meu cu, papai... arromba ele... quero sua porra no meu cu também... Metemos por horas. Na cozinha, no sofá, até no chão. Posições diferentes, oral – ela chupando minha pica com fome, engasgando, babando, eu comendo a buceta dela de língua, sugando o grelinho até ela squirtar no meu rosto. Diálogos sujos não paravam: - Chupa a pica do papai, filha... engole até o fundo. - Mmm... que pau gostoso... me engasga com ele... - Abre mais essa buceta... deixa o papai ver como tá vermelhinha de tanto foder. Gemidos desesperados ecoavam pela casa vazia: - Aaaahhh... porra... mais fundo... me quebra... sou sua vadia... fode fode fode... A intensidade era insana. Suor, porra, melada por todo lado. Ela gozou incontáveis vezes, eu enchi os três buracos. No final, deitados no sofá, exaustos, ela com a cabeça no meu peito. - Pai... isso foi a coisa mais safada e gostosa da minha vida. Quero repetir todo dia que a mamãe e a irmã saírem. - Você é minha agora, filha. Essa buceta, esse cu, essa boca... tudo meu – respondi, beijando o topo da cabeça dela. O calor do verão continuava lá fora, mas dentro de casa o fogo era outro. E eu sabia que isso era só o começo de algo proibido, intenso e viciante pra caralho. Depois daquele primeiro dia selvagem, os dias seguintes viraram uma rotina de pura sacanagem. Toda manhã, enquanto a esposa trabalhava no escritório no fundo da casa e a filha mais velha dormia até tarde, minha caçula descia de propósito só de calcinha ou às vezes completamente nua, a buceta já brilhando de tesão antecipado. - Vem cá, pai... hoje eu quero começar chupando você – ela dizia, ajoelhando no chão da cozinha antes mesmo do café ficar pronto. Eu sentava na cadeira, pernas abertas, e ela atacava minha pica com vontade. Língua girando na cabeça, chupando as bolas, engolindo até bater na garganta. Babava tudo, olhos lacrimejando de esforço. - Isso, filha... mama gostoso... engole a pica do papai inteiro... que boquinha quente da porra... Ela gemia com o pau na boca - Mmmph... delícia... quero leite... Eu segurava o cabelo dela, fodia a boca com estocadas, até gozar fundo na garganta. Ela engolia tudo, lambendo os restos com um sorriso safado. Depois era a vez dela. Eu colocava ela sentada no balcão, pernas bem abertas, e comia aquela buceta como um faminto. Língua enfiando fundo, sugando o grelinho inchado, dois dedos no cu enquanto chupava. - Aaaai pai... sua língua tá me matando... chupa meu grelinho mais forte... vou squirtar na sua cara... E ela squirtava mesmo, jatos quentes molhando meu rosto e o chão. O corpo dela convulsionava, gemidos altos e desesperados enchendo a casa. - Porra... que delícia... me fode agora com essa pica grossa... quero gozar cavalgando... Ela subia em mim, sentava devagar, rebolava fundo, subia até quase sair e descia batendo. Os peitos pulando, eu mordendo eles, tapas na bunda. - Rebola mais, putinha... cavalga o pau do papai como uma vadia... - Sou sua vadia... sua filha puta... fode meu útero... ahhh ahhh ahhhhh... As estocadas viravam frenéticas. Eu a virava de bruços no balcão, metia com tudo, puxando o cabelo, dando palmadas que deixavam marcas vermelhas na bunda branca. - Tá gostando de ser comida pelo próprio pai, né? Essa buceta apertada nasceu pra minha pica. - Sim pai... nasci pra ser fodida por você... me usa... me arromba todos os buracos... Trocávamos de posição sem parar. De quatro, de lado, de pé contra a parede, até no chuveiro quando tomávamos banho juntos. O cu dela virou vício também. Eu lambia primeiro, enfiava a língua, depois metia a pica devagar até ela relaxar e pedir mais forte. - Enfia no meu cu, pai... quero sentir você gozando lá dentro de novo... me enche o intestino... Gemidos ecoavam: - Aaaai que tá fundo... rasga meu cuzinho... mais... mais... Eu metia com força, bolas batendo na buceta molhada, uma mão esfregando o grelinho. Ela gozava gritando, apertando meu pau no cu. As descrições de sensações eram infinitas: o calor úmido da buceta dela apertando, o cheiro de sexo no ar, o som molhado das estocadas, o gosto salgado do suor nos peitos quando eu chupava, a forma como os olhos dela reviravam de prazer. Em uma manhã mais ousada, quase fomos pegos. A esposa desceu pra pegar água, mas eu tinha escondido a filha atrás da ilha da cozinha, pau ainda dentro dela. Ficamos quietos, meu pau pulsando na buceta dela, enquanto a mãe falava qualquer coisa. Assim que ela subiu, voltamos a foder com mais tesão ainda, rindo baixinho do perigo. - Quase fomos pegos, filha... mas isso deixou minha pica ainda mais dura. - Me fode mais forte então... quero arriscar... O conto se estendia em dias de pura luxúria: boquetes matinais, foda no sofá da sala enquanto a TV estava ligada, sessões longas no quarto dela quando a casa estava vazia, onde eu amarrava as mãos dela com uma gravata e comia sem piedade. - Tá amarrada pra mim, filha? Não consegue escapar do pau do papai? - Não... sou sua escrava sexual... fode meu corpo todo... usa todos os buracos... Detalhes chulos não eram poupados: porra escorrendo da buceta e do cu, lambendo os creampies, ela pedindo pra eu mijar na buceta dela no banho, sessões de 69 onde eu comia o cu e ela chupava as bolas. Gemidos constantes: - Aiiiii papai... tô gozando de novo... não para... me quebra... sua pica é viciante... quero mais... mais porra... me enche até transbordar... Diálogos sujos intermináveis: - Abre essa buceta com as mãos, filha. Mostra pro papai como tá arrombada. - Olha... tá toda vermelha e aberta... vem encher de novo... A narrativa continuava rica em emoções: culpa misturada com tesão irresistível, amor proibido, intensidade física extrema. O pai se sentindo vivo como nunca, a filha descobrindo o prazer total com o homem que a criou.
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