A tarde caía quente em Lauro de Freitas quando eu e meu primo decidimos esticar o caminho de volta pela orla. Ele, um baixinho de 1,68m, 74 quilos, todo malandro e safado como eu, já estava com aquele olhar de quem queria foder. — Vamos dar uma volta ali, ver se aparece alguma gostosa pra gente meter — ele disse, rindo. Eu concordei na hora. Estávamos os dois com a pica coçando depois de um dia de trabalho. De longe, avistamos ela. Rose. Uma morena clara, uns 1,75m, magra, com aqueles peitos médios firmes, barriguinha sarada e uma bundinha empinada que balançava de um jeito que fazia qualquer um babar. Pele lisinha, cabelo solto, boca carnuda. Parecia feita pra dar prazer. Paramos o carro, chamamos ela e fomos direto ao ponto. — Quanto pra gente dois ao mesmo tempo? — perguntei. Pra nossa surpresa, ela topou na hora, com um sorriso safado. — Topo sim, mas tem que ser caprichado, hein. No caminho pro hotelzinho ali perto, a conversa esquentou. Falamos do tamanho das nossas picas. Meu primo já tinha comido ela antes, o safado. Rose virou pra mim, curiosa: — E você, é desmarcado de pica como ele? Eu ri e brinquei: — Sou mais alto, mas tenho um pau bem menor que o dele. Ela sorriu, desconfiada. Chegamos numa rua próxima ao hotel. Pra não pagar dois quartos, resolvi me esconder na mala do carro. Só eles entraram como casal. Eu suando lá dentro, mas valia a pena. Quando entramos no quarto, meu primo foi logo pro banho. Eu comecei a tirar a roupa. Rose sentou na cama, olhando. Quando minha cueca desceu, minha pica pulou pra fora, já dura, latejando, 22cm de grossura impressionante. — Nossa! É ainda maior e mais grossa! — ela exclamou, olhos arregalados. Caímos na gargalhada. Ela se aproximou rapidinho, mãozinha macia segurando minha vara, sentindo ela pulsar forte entre os dedos. — Que mentiroso você é! Me enganou direitinho. Nossa... que pica grande e linda você tem! Grossa pra caralho, veia estourando... Meu primo saiu do banho, pau já meio duro balançando. Deitou na cama. Rose não perdeu tempo: caiu de boca nele, engolindo a pica do primo com fome. Eu fui tomar banho rápido, mas do banheiro ouvia os gemidos dele: — Ah! Caralho que delícia! Vou gozar, porra! Que boca gostosa, chupa mais fundo, sua putinha! Saí correndo, pau duro como pedra. O que vi me deixou louco: Rose de quatro, bundinha empinada pra cima, aquela buceta mais linda do mundo. Toda lisinha, rosadinha, brilhando de tesão, lábios carnudos entreabertos, grelinho inchadinho pedindo atenção. Segurei ela pela cintura fina, pica na mão, e meti bem devagar. Senti cada centímetro daquela xoxota úmida, quente, macia apertando minha rola grossa. — Hum... vai devagar primeiro... ai que grossa... — ela gemeu. Fui aumentando o ritmo, socando cada vez mais forte, minhas bolas batendo na bundinha dela. Ploc, ploc, ploc. Ela rebolava, gemendo alto. De repente, a porra da camisinha estourou. Nós dois sentimos. Parei, troquei rapidinho e voltei a meter naquela buceta gulosa. Enquanto isso, ela chupava o pau do meu primo com vontade, babando tudo. Ele segurava a cabeça dela e metia na garganta. — Toma, sua vadia! Engole tudo! — ele gritava. Eu bombava sem parar. Com camisinha eu demoro pra gozar, às vezes fico duas horas metendo. Rose gemia desesperada, boca cheia de pica do primo, buceta engolindo a minha. Meu primo gozou primeiro, jatos grossos na boca dela. Ela engoliu tudinho, gemendo: — Hum... delícia... porra quente... Mudamos de posição. Eu deitei na cama, ela caiu de boca na minha pica. Que boca macia, quente, gulosa. Engolia centímetro por centímetro, até o fundo da garganta. Eu via tudo pelo espelho no teto: meu primo socando a buceta dela por trás, metendo forte, enquanto ela me chupava como uma profissional. — Ahhh... caralho... que boca boa... engole tudo, Rose... isso, assim... — eu gemia. Ela mexia a cabeça rápido, saliva escorrendo, engasgando mas sem parar. Meu pau sumia inteiro na boca dela. Meu primo metia como louco, fazendo a bundinha dela tremer. — Tá gostando da pica grossa dele, hein sua safada? — ele provocava. — Tô... ahh... delícia... me fode... — ela respondia entre chupadas. Meu primo gozou de novo, dessa vez enchendo a buceta dela. Eu estava louco pra gozar também. Pedi pra ela sentar no meu pau. Rose subiu, segurou minha rola e desceu devagar, sentindo cada veia. Começou a cavalgar gostoso, subindo e descendo, rebolando no ritmo. Peitos balançando na minha cara. Meu primo chupava os mamilos dela, mordendo de leve. — Aiiiiii... que pica grande... me enche toda... rebola gostoso... — ela gemia, desesperada. Subia até a cabeça quase sair e descia batendo fundo. O barulho da buceta molhada era alto. Mas eu ainda não gozava. Pedi pra ela ficar de quatro de novo. Foi aí que vi o cuzinho mais lindo do mundo. Rosadinho, piscando, apertadinho. Fiquei doido. — Quero comer esse cu, Rose. — Pra comer o cu tem que pagar extra, amor. Não tava no pacote. Mas eu só gozo de verdade dando o cuzinho ou quando chupam minha buceta... Como era garota de programa, não arrisquei chupar. Paguei o extra. Ela colocou camisinha nova, lambuzou bastante óleo na minha pica e no cuzinho dela. — Vai devagar, hein. Sua pica é muito grande e grossa. Eu mesma vou guiar. Ela virou de quatro, pegou minha rola dura como ferro, posicionou na entradinha e forçou a bundinha pra trás. Senti a cabeça grossa forçando o anel apertado. — Ahhh... devagar... ai que grossa... — ela gemeu, voz tremendo. Centímetro por centímetro, fui entrando. O cu dela apertava minha pica como um punho quente. Quando estava todo dentro, ela tirou a mão. Segurei a cintura dela e comecei o vai e vem devagar. Fui acelerando. O cuzinho dela engolia minha vara inteira. — Vai! Vai! Mete tudo! Mete gostoso! Ah! Ah! Delícia! Que homem gostoso! — ela gritava. Meu primo deitou por baixo, enfiando o pau na boca dela de novo. Ela chupava enquanto eu arrombava aquele cu lindo. Os gemidos dela eram desesperados, o corpo tremendo. — Aiiiiii... eu vou gozaaaaaar... vou gozar na sua pica gostosa! Ahhhhh! O cu dela apertava forte, pulsando. Eu metia cada vez mais fundo, bolas batendo na buceta molhada. Segurei ela com força pela cintura, apertando, e gozei como um louco, enchendo a camisinha dentro daquele cu arrombado. — Porraaa! Toma tudo, sua putinha! — gritei. Quando tirei o pau, a cabeça saiu toda suja de sangue. Ela tinha sangrado um pouco do cuzinho. Rose foi pro banheiro cambaleando, ardida, dolorida. — Aiiiiii caralho... tô toda lascada... meu cuzinho tá arrombado... que pica bruta... Meu primo já estava vestido. Eu ainda vi aquela bucetinha linda, lisinha, rosadinha, dei um beijinho nela antes dela se vestir. Saímos com promessa de outra foda ainda melhor, com dupla penetração. Da próxima, eu com certeza ia meter só no cu dela de novo. A gente saiu do hotel rindo, pau ainda latejando só de lembrar daquela morena safada que aguentou nós dois como uma campeã.
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