Irma acordou e deu pra mim!

Era uma vez um cara que sempre carregou um tesão proibido pela própria irmã. Ela era linda pra porra: moreninha, cabelos compridos que caíam como cascata nas costas, peitos médios firmes que balançavam de leve quando andava, bunda empinadinha, redonda, daquelas que imploram pra ser agarrada, e um corpo todo torneado, pele macia, cheiro doce natural que deixava qualquer um louco. Desde adolescente ele batia punheta pensando nela, imaginando aquela bucetinha apertada engolindo sua pica grossa.
Um dia, visitas chegaram pra pernoitar na casa. O quarto dela foi cedido, e ela teve que dormir no dele. Ele cedeu a cama, arrumou um colchão no chão. Ela foi primeiro, se ajeitou. Quando ele entrou mais tarde, o quarto estava escuro, mas o calor da noite era insuportável. Ligou a luz por um segundo pra trocar de roupa e viu ela coberta até a cintura com o lençol fino. Camiseta velha, sem sutiã, os bicos marcando o tecido. Apagou a luz, deitou, mas o sono não veio.
Meia hora depois, o pau já latejando, ele levantou, ligou a luz baixinho. O lençol tinha escorregado mais. Ela dormia profundamente, respiração calma. Ele se aproximou, coração disparado. Puxou o lençol devagar, revelando as coxas grossas, a calcinha branca colada na pele. A camiseta subia, mostrando a barriguinha lisinha. Olhou pro rosto dela – nada. Passou a mão trêmula nas coxas macias, subindo devagar. A pele quente, suave. Abaixou a calcinha aos poucos, só o suficiente pra ver a bucetinha dela. Os lábios inchadinhos, rosados, um filetinho de pelos bem aparados. A visão fez a pica dele pulsar forte.
Tirou o pau pra fora, grosso, veias saltadas, e começou a bater uma devagar, olhando cada detalhe daquela buceta proibida. Passou os dedos na coxa, subiu até roçar de leve a virilha. Ela se mexeu um pouco. Pânico. Apagou a luz correndo e ficou ali, pau duro latejando no escuro, demorando horas pra dormir.
Duas semanas depois, o quarto dela entrou em reforma. Ela dormiria de novo no quarto dele. Ele ficou eufórico. No meio tempo, ela soltou do nada:
- Eu tenho sono muito profundo, dificilmente acordo...
Ele estranhou, mas o coração acelerou. Será que ela tinha acordado aquela noite? Será que viu ele ali, pau na mão, olhando pra buceta dela? O pensamento só aumentou o tesão.
Na primeira noite da reforma, calorão de novo. Ela foi dormir antes, só de calcinha dessa vez. Ele chegou, viu o corpo dela iluminado pela luz fraca da rua entrando pela janela. Puxou o lençol sem medo. Lá estava ela: peitos subindo e descendo, calcinha minúscula marcando o monte da buceta. Ele começou a passar as mãos nas pernas dela, subindo pelas coxas, apertando de leve a carne macia. Arriscou mais: abaixou o rosto e beijou os peitos por cima da camiseta, sentindo os bicos endurecerem. Tirou a pica pra fora e bateu devagar, roçando a cabecinha quente na pele da coxa dela.
Tirou a calcinha quase toda. A bucetinha inteira exposta agora: lábios carnudos, grelinho aparecendo levemente, brilhando um pouco de umidade no calor. Ele ficou doido. Esqueceu de checar se ela acordaria. Quando olhou pro rosto, os olhos dela estavam abertos, olhando direto pra ele. Congelou.
- Calma... continue... – ela sussurrou, voz rouca de sono e tesão.
- Sério? – ele perguntou, pau latejando na mão.
- Sim... eu quero.
Ele não pensou duas vezes. Abriu as pernas dela devagar e mergulhou o rosto naquela buceta gostosa. Lambeu devagar primeiro, sentindo o gosto doce-salgado, o cheiro de mulher excitada. Passou a língua toda pela fenda, subindo até o grelinho, chupando ele de leve. Ela gemeu baixinho, quadril se mexendo.
- Ahhh... isso... chupa minha buceta...
Ele enfiou a língua mais fundo, fodendo a entradinha com ela, bebendo o mel que escorria. Ela estava encharcada. Segurou a cabeça dele, apertando contra a buceta.
- Me dá teu pau pra chupar enquanto você me come... – pediu, ofegante.
Fizeram 69. Ele deitou de lado, ela virou, pegou aquela pica grossa na mão e enfiou na boca quente e molhada. Chupou com fome, língua girando na cabecinha, descendo até as bolas. Ele continuou devorando a buceta, sugando o grelinho, enfiando dois dedos enquanto lambia. Os gemidos dela vibravam no pau dele.
- Mmmhh... que pica grossa... delícia...
Os dois gozaram forte. Ele jorrou na boca dela, ela engoliu quase tudo, escorrendo pelo queixo. Ela gozou na cara dele, buceta pulsando, mel escorrendo.
Descansaram um pouco, se beijando na boca, línguas se enrolando, provando o gosto um do outro. Ele chupou os peitos dela, mordendo os bicos, fazendo ela arquear as costas. O pau endureceu de novo rapidinho.
- Você quer dar pra mim? – perguntou, voz rouca.
- Eu quero dar minha buceta pra você... toda... enfia seu pau dentro de mim – respondeu ela, olhos cheios de desejo.
Ele posicionou a cabecinha na entrada molhada e empurrou devagar. Mesmo sendo grande e grosso, ela estava tão lubrificada que entrou fácil, centímetro por centímetro, abrindo aquela bucetinha quente. Quando chegou fundo, os dois gemeram juntos.
- Porra... que buceta apertada e gostosa... – ele grunhiu.
Começou a meter devagar, depois mais forte. O som de carne batendo enchia o quarto. Ele segurava os peitos dela, chupando enquanto fodia. Ela cravava as unhas nas costas dele.
- Me fode... mete essa pica toda em mim... ahhh... assim!
Foderam por mais de vinte minutos, trocando de posição. Ele de quatro, metendo fundo, bolas batendo na buceta. Ela por cima, rebolando, peitos balançando. Os gemidos desesperados:
- Aiiiiii caralho... vai... rasga minha buceta... eu vou gozar de novo!
Gozaram juntos pela segunda vez. Ele encheu a buceta de porra quente, jatos fortes pulsando dentro dela.
Ficaram se beijando, corpos suados colados. O pau não amoleceu. Ele pediu o cuzinho.
- Não... nunca fiz isso – ela disse.
Ele insistiu, prometeu só chupar e enfiar um dedo. Ela concordou, ficou de quatro, bunda empinada pra ele. Que visão: o cu rosadinho piscando, buceta ainda pingando porra.
Ele meteu a língua ali, lambendo o cuzinho apertado, sentindo o gosto diferente, safado. Ela gemeu surpresa.
- Que delícia... continua...
Enfiou um dedo devagar, girando, abrindo. Ela reclamou da dor, mas empinava mais.
- Tá doendo... mas tá bom...
Ele preparou o pau, cuspiu na cabecinha e na entradinha. Esfregou ali.
- Cala a boca, eu vou comer teu cuzinho. Fica quietinha aí e relaxa – disse firme.
Sem esperar mais, empurrou a cabecinha. Ela reclamou alto, mas ele segurou a cintura e foi enfiando devagar. Centímetro por centímetro, o cu dela engolindo aquela pica grossa. Quando chegou todo dentro, ele parou, deixando ela acostumar.
- Porra... teu cu tá apertando minha pica toda... que gostoso.
Começou a meter, devagar primeiro, depois mais forte. Segurava o cabelo dela, metendo fundo. Os gritos e gemidos dela encheram o quarto.
- Aiiii meu Deus... tá rasgando meu cu... ahhh... para... não para!
- Vou foder essa bundinha gostosa... toma pica no cu, irmãzinha safada...
Ele metia com força, bolas batendo na buceta molhada. Ela gozou gritando, cu apertando o pau dele como um punho. Continuou metendo, ela gozou de novo, corpo tremendo inteiro, lágrimas de prazer escorrendo.
Ele não aguentou mais. Gozou jorrando porra quente fundo no cu dela, enchendo tudo.
Dormiram encaixados, pau ainda meio duro dentro do cu, corpos suados, exaustos.
No dia seguinte ela confessou que adorou cada segundo. Mas com gente em casa, seguraram. Dois dias depois ela disse que se arrependeu, que não podiam mais. Ele respeitou, mas nunca esqueceu aquela noite louca de foder a própria irmã, buceta e cu, gemidos desesperados, porra escorrendo.
Ele acordou no meio da noite ainda com o corpo dela colado. O pau endureceu de novo só de sentir o cheiro de sexo no ar. Beijou o pescoço dela devagar, mão descendo pra apertar aquela bunda que ele acabara de arrombar.
- Acorda, safada... ainda quero mais – sussurrou.
Ela abriu os olhos, sorriu maliciosa.
- Você é um pervertido... mas eu também quero.
Virou de frente, abriu as pernas. Ele desceu beijando a barriga, até chegar na buceta inchada de tanto foder. Lambeu devagar, limpando a mistura de porra e mel dela. Chupou o grelinho inchado, enfiando dois dedos no cu ainda melado.
- Ahhh... meu cu ainda tá ardendo... mas continua... come minha buceta de novo...
Ele subiu, enfiou a pica de uma vez na buceta, metendo forte, batendo fundo. O barulho molhado era obsceno. Segurou os peitos, apertando, torcendo os bicos.
- Toma essa pica, irmã... tua buceta foi feita pra mim...
Ela rebolava, unhas cravadas nas costas.
- Me fode forte... quero sentir você bem fundo... ai caralho... vou gozar de novo!
Gozo após gozo, a noite inteira foi uma sequência de posições. Ele comeu ela de lado, de frente, de quatro de novo. Chupou o cu mais vezes, enfiando a língua fundo enquanto batia punheta nela. Ela chupou o pau dele com devoção, engasgando, baba escorrendo, olhos lacrimejando de tanto esforço pra engolir tudo.
- Engole minha pica, vadia... isso, até o fundo...
Quando o dia clareou, os dois estavam destruídos, corpos marcados de chupões, buceta e cu vermelhos e inchados, lençóis molhados de suor e porra.
No dia seguinte, o papo foi leve, mas carregado de cumplicidade. Ela ria, olhava pro irmão com olhos diferentes.
- Nunca pensei que ia deixar você me comer... mas foi a melhor foda da minha vida.
Infelizmente, com a casa cheia depois, e o arrependimento dela dias depois, aquilo ficou como uma única noite inesquecível de pura sacanagem familiar proibida. Ele ainda bate punheta lembrando do gosto daquela buceta e do aperto daquele cu virgem que ele arrombou.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Irma acordou e deu pra mim!

Codigo do conto:
266157

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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