Fodida pelo pai no chuveiro!

A casa estava quente pra porra naquele dia. O ar-condicionado do apartamento do meu pai ainda enguiçado desde que ele voltou da Espanha, e o calor do Rio parecia entrar por cada fresta. Eu tinha acabado de completar dezesseis anos, corpo já bem formado de tanto jogar vôlei e correr pela orla. Peitos firmes, bunda redonda, cintura fina. Sempre me achei gostosa, mas nunca tinha imaginado que o tesão ia bater justo ali, com ele.
Meu pai chegou do aeroporto mais bonito do que eu lembrava. Alto, ombros largos, corpo definido de quem nunca parou de malhar. O pau dele, mesmo sem eu ter visto ainda, já dava pra imaginar pelo volume na calça quando ele me abraçou forte no saguão. - Nossa, filhinha... como você cresceu. Tá uma mulherzinha agora, hein? - disse ele, com aquela voz grave que sempre me tranquilizava, mas agora soava diferente, mais rouca.
Chegamos no apartamento dele, aquele mesmo de dois quartos que ele nunca vendeu. Eu fui pra cozinha preparar algo rápido enquanto ele atendia uns telefonemas. Aposto que eram as amiguinhas dele, aquelas putinhas que ligavam o tempo todo. Não me importei. O calor tava insuportável. Tirei a roupa toda no quarto, peguei o roupão dele que cheirava a homem, a suor limpo e perfume caro, e fui pro banheiro.
A porta tava encostada. Ouvi gemidos baixos vindo de dentro do boxe. Meu coração acelerou. Empurrei devagar e vi ele lá, pelado, mão grossa subindo e descendo no pau enorme, duro pra caralho, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando. Fiquei parada, boceta já latejando só de olhar.
Ele percebeu minha presença e parou, mas não se cobriu. Saiu do boxe devagar, pau apontando pro teto, balançando pesado. - Não vai tomar seu banho, filha? - perguntou, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Eu sorri, nervosa mas molhada, entrei no boxe e pendurei o roupão. Abri o chuveiro frio. Mal fechei os olhos e a porta do boxe abriu. Meu pai entrou peladão, corpo grande ocupando quase todo o espaço, me prensando contra a parede. - Esqueci a cueca ali no sabonete... - mentiu descaradamente, voz rouca.
O pau dele roçou primeiro de leve na minha bundinha empinada. Depois de novo, com mais pressão, a cabeça grossa deslizando entre minhas nádegas. Fiquei sem ar. - Que delícia de corpo você tem agora, filhinha... Olha esses peitinhos como cresceram... - murmurou ele, mãos grandes subindo pela minha cintura e apertando meus seios com força.
- Aiiiii, papai... - gemi baixinho quando ele beliscou meus mamilos duros.
Ele riu baixo, colando o peito nas minhas costas. - Estão iguais aos da sua mãe, mas mais firmes. Que tesão, porra. - Puxou os bicos como se fossem mamadeiras, torcendo devagar. Eu arqueei as costas, empinando a bunda contra o pau dele. - Tá toda meladinha já, hein? Essa bucetinha tá piscando pra mim.
Desceu uma mão e enfiou dois dedos grossos na minha xoxota encharcada. Entrei em desespero. - Ahhh... papai... que isso... - gemi, rebolando contra a mão dele. Ele meteu os dedos fundo, girando, roçando o grelinho inchado com o polegar. - Tá apertadinha, filha. Mas vai caber. Olha como tá molhada pra caralho.
Virou meu rosto de lado e enfiou a língua na minha boca, beijando com fome enquanto o pau latejava roçando minha bunda. Eu chupei a língua dele, desesperada. Ele tirou os dedos, segurou o pau e esfregou a cabeça grossa na entrada da minha buceta. - Será que cabe tudo nessa bucetinha da minha putinha? - perguntou, voz tremendo de tesão.
- Mete, papai... por favor... - implorei, arreganhando as pernas.
Ele empurrou devagar. A cabeça entrou, abrindo meus lábios. Depois mais, centímetro por centímetro, até o pau inteiro sumir dentro de mim. - Aaaahhh... que buceta gostosa, filha! Tá me apertando todinho... - grunhiu ele, começando a socar devagar.
O barulho molhado ecoava no boxe. Eu me apoiei na parede, gemendo alto. - Mete fundo, papai! Ai, caralho... que pica grande... me fode! - Ele acelerou, batendo as bolas na minha buceta, mãos apertando meus peitos com força. Eu urrava de prazer, respiração ofegante. - Mais forte... me quebra, papai!
Ele socava como um animal, pau entrando e saindo brilhando de mel. - Porra, filhinha... tá tomando a pica do pai todinha... que vadia você virou... - Mordia meu ombro, metendo sem parar. Meu gozo veio forte, buceta contraindo em volta dele. - Aaaaiii... tô gozando, papai! Não para!
Ele não parou. Tirou o pau melado e me virou de frente, me erguendo um pouco. Enfiou de novo, agora olhando nos meus olhos. - Olha pra mim enquanto eu te fodo, putinha. - Eu gemia no rosto dele, unhas cravadas nas costas largas. O pau batia fundo, roçando meu ponto G toda vez.
Depois de me fazer gozar de novo, ele tirou e eu desci no mesmo instante. Ajoelhei no chão molhado do boxe e abocanhei aquela pica toda. - Hmmm... que delícia de pau do papai... - lambi a cabeça, sugando o gosto da minha buceta misturado com o pré-gozo dele. Ele segurou minha cabeça. - Chupa, filha. Mostra pro papai como cresceu. Engole tudo.
Eu forcei, engolindo até bater na garganta. Chupei com vontade, mão massageando as bolas pesadas. Ele gemia rouco. - Isso... que boquinha gulosa... tá mamando a pica do pai como uma puta profissional... Aaaahhh...
Senti ele latejar e jatos grossos de porra quente encheram minha boca. Engoli tudo, sugando até a última gota. - Boa menina... - elogiou ele, ainda duro.
O cheiro de queimado veio da cozinha. Corri rindo, roupão aberto, peitos balançando. As panelas pretas. Meu pai veio atrás, pau ainda meia-bomba, me pegou pela cintura e me jogou na mesa da cozinha. Tirou o roupão com um puxão. - Agora o papai vai comer direito.
Montou em cima de mim, língua invadindo minha boca num beijo molhado, safado. Desceu chupando meus mamilos com força, mordendo de leve. - Mama, papai... mama nos peitinhos da sua filha... - pedi, segurando a cabeça dele contra mim. Ele mamava como louco, alternando um peito pro outro, deixando marcas vermelhas.
Desceu mais, língua no umbigo, depois direto na buceta inchada. Abriu meus lábios com os dedos e atacou o grelinho. - Aaaahhh... chupa meu grelinho, papai! Que delícia... - Eu contorcia na mesa, pernas tremendo. Ele enfiou a língua fundo na minha xoxota, fodendo com ela enquanto o polegar girava no cu.
- Tá piscando esse cuzinho também... quer pica aqui depois? - perguntou, safado.
- Quero tudo, papai... sou sua putinha... - respondi gemendo.
Ele chupou até eu gozar de novo, gritando, mel escorrendo na mesa. Depois levantou uma das minhas pernas no ombro e enfiou o pau de uma vez. - Toma, filha! - socava fundo, mesa rangendo. Meu corpo inteiro tremia. - Me fode, papai! Me rasga! Aaaaiii...
Ele metia sem dó, suor pingando, bolas batendo forte. Eu urrava como cadela no cio. - Mais... não para... tô gozando de novo! Porraaa...
Gozei tão forte que jorrei na pica dele. Ele puxou, virou meu corpo e me colocou de quatro na mesa. Empinou minha bunda e enfiou de novo na buceta, depois tirou e pressionou no cu. - Relaxa, filhinha... vai caber.
Empurrou devagar. A cabeça entrou, queimando gostoso. - Aaaahhh... tá abrindo meu cu, papai... devagar... - Ele foi fundo, pau inteiro no meu cuzinho apertado. Começou a meter ritmado, mão no meu grelinho esfregando.
- Que cu guloso... tá me apertando todinho... - grunhia ele.
Eu empinava contra ele. - Fode meu cu, papai! Mete essa pica grossa! Ai, caralho... que gostoso...
Ele acelerou, socando meu cu com força, dedo na buceta. Gozei mais uma vez, corpo convulsionando. Ele puxou e gozou forte nas minhas costas, jatos quentes escorrendo até a bunda.
Ficamos ofegantes na mesa. Depois ele me carregou pro quarto, e a noite toda foi mais uma sequência de fodas intensas. Na cama ele me comeu de lado, eu cavalgando, ele no missionário olhando meus olhos enquanto gozava dentro da minha buceta. - Te amo, filha... mas te fodo como puta... - sussurrava.
- E eu amo ser sua putinha, papai... me fode sempre que quiser...
Tivemos muitas noites assim depois. Nunca contei pra ninguém, muito menos pra minha mãe. Era nosso segredo safado, quente, proibido e delicioso pra caralho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fodida pelo pai no chuveiro!

Codigo do conto:
266158

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/07/2026

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